quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Monk não sobreviveria

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Segundo o deslumbrado Luís Inácio, a crise econômica mundial não chegaria ao Brasil, afinal ELE é o presidente. É compreensível que pense assim. Não precisou trabalhar por muito tempo, não se interessou em estudar e não gosta de ler, passou a maior parte de sua vida sem necessidade de se preocupar com o pagamento de casa para morar e ainda se tornou um grande astro-pop.

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Ontem, porém, a crise lhe fez cócegas. Apenas cócegas, porque ela (a crise) não representa nada para nosso presiMentiroso. O que lhe faz mal, como ele mesmo disse, são os comentários nos jornais e revistas, pois não aceita opiniões de jornalistas contrárias a qualquer ação desastrosa ou tapeadora de seu governo. Isto, sim, representa perigo ao ex-sindicalista.

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De um lado estavam representantes dos empregadores (indústria, comércio e agricultura); de outro representantes sindicais. Para conter as demissões em massa, em decorrência da crise que jamais nos afetaria, foi selado um acordo entre eles.

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Mas duro, mesmo, foi dar um aperto de mão no meliante Paulinho da Força Sindical.

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Crise? Que crise?

Perguntem ao "Buxi".

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Agora, com licença, volto ao teclado para escrever a segunda parte da entrevista dada ao Pasquim por Luís Inácio em 78. Nada melhor do que colocar Lula-ao-Avesso.

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2 comentários:

  1. É amiga, a única coisa positiva do desastre que está para contecer é que a popularidade "duhomi" vai começar a despencar.
    Não vejo a hora que o tsunami atinja os vassalos bolsistas-esmolas que o aplaudem.
    Poderá parecer um filme de terror, mas será muito prazeroso!

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  2. Meu Deus!!!Quando acordaremos deste pesadelo?Vendo agora que a marolinha está se transformando num verdadeiro vagalhão destruidor,mesmo entristecido pelo mau que vai causar aqueles que não votaram no facínora mor,não tenho como me conter diante da realidade de ver a popularidade deste %*$@!*% presidente cair a níveis reais,ou seja,por volta de 20% de aprovação.obrigado pelo espaço.

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