sexta-feira, 21 de setembro de 2012

O poder da REPETIÇÃO e a FARSA

 
 
O  PT saiu de um estágio para outro, repentinamente.  Deixou aquele primeríssimo lugar em termos de aceitação popular e foi para o fundo do baú.  Claro que ligado a isso há vários acontecimentos como a menor verborragia lulista, o julgamento do mensalão que vem sendo esperado há anos e outros acontecimentos.
 
Mas uma coisa não podemos ignorar:  a manipulação, seja ela qual for, dos eleitores menos informados ou menos esclarecidos.
 
Em uma de suas antigas entrevistas, L.I. dizia claramente que enviava Kombis para buscarem os operários que não compareceriam à porta das fábricas que teriam, sob sua batuta altamente repetitiva, iniciado uma greve.  Alega, por exemplo, que os buscavam porque  não apareceriam pelas  dificuldades que teriam de chegar até lá (embora trabalhassem lá !).


 
Nessa época L.I. não passava de um aprendiz de ator, um sindicalista que se esgueirava, se contorcia, se esforçava para aprender todos os macetes políticos de quem pretende se dar bem, tão bem quanto se dizia ou se diz na campanha de uma das cachaças brasileiras mais consumidas, mais baratas e mais exportadas do Brasil, embora não seja a predileta em todo o país  (vídeo abaixo - PUC de Minas Gerais).
 
Esse é um grande poder: a manipulação.  É o marketing se valendo da REPETIÇÃO,  cujas palavras acabam se entranhando na cabeça até mesmo de quem pensa que não as ouve. 


Retirado do http://plaz.zip.net/: 
 
Repetem aquilo que está nos manuais.
Repetem aquilo que está nas telas.
Repetimos 'tudo isso' em alguma prova anual.
Repetindo os mesmos erros, cometendo as mesmas omissões.
Reproduzido em nossas ações.
 

Muito interessante, embora bastante longo, o vídeo  911 in Plane Site - Director's Cut - A Farsa do 11 de Setembro - Legendado - (COMPLETO) - PT - BR.  http://www.youtube.com/watch?v=gD-Rk0iY9_c&feature=player_embedded#!

Devido ao assunto, mais importante seria observar como as informações, sejam elas quais forem, corretas ou não, sempre invadam nossas mentes sem que, ao menos, as colocássemos em discussão.
 
 
 

 

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