domingo, 23 de dezembro de 2012

Sindicato de um lado, PT do outro?

 
Descontentes com política econômica, sindicatos brasileiros
terminam "lua de mel" com Dilma
- Reportagem de Juan Arias Do El País, no Rio -        
 

Os sindicatos anunciaram à presidente do Brasil, Dilma Rousseff, que foi terminada sua prolongada

"lua de mel" com ela.

Ou seja, acabou o 'tesão'. 
 
Descontentes com... ""a política econômica"" da presidente, quatro das cinco maiores centrais sindicais do país subscreveram um documento de denúncia à mandatária e convocaram para 6 de março uma marcha de protesto em Brasília na qual esperam reunir mais de 20 mil trabalhadores.
 
 
Que essa enorme quantidade de trabalhadores escolha, então: ficarão com os Sindicatos, seus 'defensores', ou com a predidente PTista que também os defenderia eternamente.  
 
 
Ó DÚVIDAS, Ó CÉUS!!! 
Ó MUNDOS CRUÉUS!!!
 
 
A única que não esteve presente na reunião em que se redigiu o documento foi a CUT, ligada ao PT (Partido dos Trabalhadores, a formação de Dilma e Lula), mas acabou assinando o texto.
 
 
"A presidente não cumpriu nestes dois anos de governo nenhuma das reivindicações das centrais, as quais recebeu uma só vez", explica o deputado Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical. "Foi uma lua-de-mel recorde de dois anos, mas essa lua-de-mel acabou hoje", anunciou Pereira esta semana. 
 
 
O QUE SE PODE ESPERAR de um problema tão grave nesse tipo de 'casório':
 
1- Que a presidente Dilma, mesmo sendo PTista, insista em prejudicar os trabalhadores,  embora apresente uma ou outra alternativa para cometer "tal deslize", obrigando os sindicatos brasileiros a manter sua revolta;
 
2- Que ela mude de idéia (!) e resolva dar um aumento salarial significatico aos assalariados, afinal é disso que dependem as vantagens de qualquer sindicato (fora outras coisitas mais) e da valorização que poderiam oferecer a ela e ao partido (já partido... em pedacinhos) .
 
3- Caso ocorra e compareça a enorme quantidade de trabalhadores ao protesto de março, a grande maioria deverá, ao menos, ser recolhido para ir até à marcha.
 
4- Grande parte dos pertencentes à marcha irão sem saber exatamente para que serviria aquilo.
 
5- A marcha será feita num dia-de-semana, para substituir, logicamente, um dia de serviço do empregado, o que prejudicará, como de hábito, apenas o  empregador.
 
6- Sindicatos e oportunistas de um modo geral se beneficiarão;
 
7- O empregado será enganado mais uma vez e o empregador é quem levará o tranco. 

 


 


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