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Esta é uma das melhores entrevistas do livro. A entrevistradora Xênia Bier, autêntica e irreverente
, demonstra abertamente que não se deixa enganar por Luís Inácio e
o desmente desde o início até o fim. Xênia é hoje apresentadora de TV.*
Em alguns momentos ela quase o coloca contra a parede, mas o então sindicalista - que de tão escorregadio mais parece uma enguia - sai pelas bordas, com respostas arredias, e desculpas nada convincentes. Já não consegue esconder suas principais características, a dissimulação e a mentira, como no caso da Boite Gallery com uísque e Cointreau.
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*Duas frases do presiMentiroso Luís Inácio na entrevista
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"... o dia em que eu perceber que terei que abrir mão dos meus conceitos de honestidade, eu deixarei de fazer política”. Atualmente o ex-sindicalista é grande amigo do que há de mais degradante na política nacional.
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"...a classe média come mortadela e arrota peru, enquanto o trabalhador “desgraçado” come ovo e arrota ovo mesmo. Luís Inácio esquece – ou desconhece – que é enorme a quantidade de pobretões que andam pelas ruas pendurados no mais caro modelo de telefone celular. Luís Inácio, mais uma vez, apela para o dramalhão ao referir ao trabalhador como 'desgraçado'. E insiste na falsa comparação trabalhador X classe média como se esta fosse uma classe composta de vagabundos como ele, que deixou de trabalhar aos 23 anos de idade.
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No livro, esta é a vigêsima primeira entrevista, mas não resisti à tentação e a coloquei antes.
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