
O baixo nível de instrução de Luís Inácio pode ser motivo de orgulho para ele, mas não para o brasileiro que é por ele representado.
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Ontem, nosso presiMente tornou a nos envergonhar. A primeira vez diante do primeiro-ministro da Inglaterra, ao dizer: "É uma crise causada, fomentada, por comportamentos irracionais de gente branca, de olhos azuis, que antes da crise parecia saber tudo e que, agora, demonstra não saber nada."
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Quádrupla estupidez em uma única frase: causou constrangimento com seu discurso deselegante; demonstrou preconceito contra a raça branca; exibiu seu lado trapaceiro, porque todos sabem que Luís Inácio falava, como de hábito, para se fingir de "revoltado contra os fracos e oprimidos"; discursou para autoridade de outro país como se estivesse num palanque do PT, como se ainda fosse um mero sindicalista .
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Depois, ao participar da comemoração dos 65 anos da PF, disse que "A corrupção é uma doença que só aparece quando é combatida, quando não é combatida até parece caspa antes de as pessoas pentearem o cabelo."
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Ainda teve a coragem de pedir discrição e serenidade à Polícia Federal no combate à corrupção, e fazer um apelo: "Deixe nós, políticos, aparecermos na televisão." Podemos completar seu raciocínio: não façam alarde nas nossas patifarias e nos limite a TV para promessas mentirosas e palavreado chulo.