Ouvimos e vemos a palavra Coca-Cola diversas vezes durante o dia, embora sem perceber, como nos letreiros nas portas de bar, por exemplo. A repetição desta palavra até nos faz, às vezes, pedir este refrigerante, mesmo que nossa preferência seja um outro. Da mesma forma, crianças que nem foram ainda à escola e não sabem ler, identificam esta palavra como se fossem alfabetizadas. É o poder da repetição - visual e sonoro - que nos leva à "Sindrome da Coca-Cola".

Para começar, vamos convencer todos os nossos amigos e conhecidos que escrevem e falam sobre o que ocorre no país, a evitar o codinome que Luís Inácio usa desde a época de sindicalista. O tal codinome que ele acabou incorporando ao seu próprio nome.
De agora em diante, o megalômano será chamado apenas de Luís Inácio ou o presidente. Além de fazer campanha contra a "síndrome da Coca-Cola", seria um bom teste psicológico para saber até que ponto, para ele, isso representaria a tragédia que o levaria à depressão.
A mesma campanha faremos com a candidata do PT à presidência, que passaria a ser chamada apenas desta maneira, evitando que seu nome seja ouvido repetidamente por toda a população.
Mesmo que pareça bobagem,
não custa tentar e ver qual seria o efeito.