Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2008

Crítica com elegância

Muito bem escrito e criativo o texto "O carnaval endoida a gente" , de onde retirei o trecho abaixo que veio, com autorização, valorizar o Blog. Hugo Leal soube comentar a bandidagem política de forma elegante.
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A frase 'se negam a perecer' me lembrou Sérgio Cabral e sua intenção de ' oxigenar' a PM com a redução do tempo de serviço. Esta idéia deveria ser colocada em prática no Congresso Nacional. As eleições, em nosso país, representam simples dança das cadeiras, um troca-troca de cargos que provoca náuseas. Senadores, deputados e assemelhados se negam a perecer, se eternizam de forma insolente ao deixar para filhos e netos os seus currais eleitorais, os eleitores comprados a preço de banana, e cargos políticos. O Congresso é que precisa ser oxigenado pois o brasileiro não suporta mais aquele cheiro de podre e de mofo.

Esta página começou de maneira tão elegante, mas... fazer o quê? Quem nasceu para Jurema jamais será Hugo.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

O Portal ficou embaçado

Mais uma vez o ex-metalúrgico mostrou que é um grande fanfarrão.
Luís Inácio proibiu, descaradamente, a divulgação de seus gastos pessoais com cartão corporativo, numa demonstração de autoritarismo e abuso do poder que lhe dá o cargo de presidente da República. Ele se acha no direito de torrar nosso dinheiro à vontade, sem ser importunado e sem nos dar satisfações.

Num daqueles seus ataques de falsa seriedade, o astro-pop da Nação havia criado o Portal da Transparência, no site do CGU que diz – ou dizia – o seguinte:

“Orientado pela missão de promover cada vez mais a transparência dos gastos públicos, o Governo Federal tem atuado firmemente no sentido de incentivar o controle social para que as práticas da Administração Pública sejam pautadas pela legalidade e pela ética. A participação ativa da sociedade é imprescindível para garantir o bom uso dos recursos públicos.

Como parte desta missão, o Governo oferece aos cidadãos as Páginas de Transparência Pública, ampliando ainda mais as condições de conhecimento e controle do uso dos recursos gerados pelo pagamento dos tributos.” Como o excesso dos gastos presidendencias vem sendo muito comentados ultimamente, o mentiroso presidente resolveu acabar com a possibilidade que tínhamos de saber o que ele faz com nosso rico dinheirinho. O argumento usado para acabar com a tal transparência do portal - que se tornou totalmente opaco - a Presidência alegou que a divulgação de gastos com cartão representa risco de segurança.

Neste único mês de janeiro/2008, Luís Inácio já gastou, COM O CARTÃO PAGO POR NÓS, a quantia de 428.562,88 REAIS, ou seja, o valor equivalente a SETENTA vezes o salário de um ano inteiro do trabalhador que recebe 500 REAIS POR MÊS. Essa quantia é da época em que ainda tínhamos aceso aos gastos do nosso presidente. Imaginem como será agora.
Divulgar o gastos absurdos de Luís Inácio, não representa
perigo algum à sua segurança.
Ele é que representa um grande perigo à nação.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Quem é autoritário não dá satisfações

Uma das características desagradáveis de Luís Inácio
é a auto-idolatria.
O ex-sindicalista se encanta com os fotógrafos e a divulgação
de seus 'grandes feitos'
que nunca resultam em nada.
Porém, não aceita perguntas para ele inconvenientes.
Temos um presidente
que ignora sua obrigação de nos dar satisfações.

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Ricardo Noblat conta sobre o último chiliquito de Luís Inácio quando um repórter lhe perguntou sobre o uso desonesto de cartões de crédito da sua gente, como foi o caso da Ministra Matilde Ribeiro. O assunto o incomoda não apenas por ser mais uma das trapalhadas de seus 'apóstolos', mas porque também ele faz uso do cartão com seus gastos pessoais. No ano passado, o perdulário Luís Inácio se apropriou indevidamente de CENTO E QUINZE MIL REAIS do NOSSO dinheiro com o cartão de crédito. Matilde, pobrezinha, foi demitida, mas Luís Inácio... continua no cargo com nosso dinheiro à sua disposição..

Quando o repórter perguntou sobre o uso desonesto do cartão, ele ficou mudo. O rapaz insistiu e ouviu a seguinte resposta: "Não vou discutir isso". Mas quem perguntou a ele se queria discutir isso? Ele tinha é que dar satisfações sobre isso.

.Um outro jornalista perguntou sobre a intenção de Roberto Jefferson de incluí-lo como testemunha de defesa no caso do mensalão, que está rolando até hoje. Então, Luís Inácio responde novamente irritado: "Eu nem considero isso uma notícia". Para este astro-pop autoritário, ele é quem determina o que é notícia. .
Depois, quando pergunataram sobre o desmatamento na Amazônia, Luís Inácio foi magnânimo, mas apen as porque tinha interesse em censurar o Ministério do Meio Ambiente que, segundo ele, havia divulgado a notícia de maneira precipitada e errada.
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Nessas horas me vem à memória um trecho do livro Viagens com o Presidente (pág. 35):.

"Os jornalistas nunca conseguem conversar com ele. O presidente vira o rosto sempre que alguém faz perguntas. Só aceita ser fotografado. Mas toda manhã, quando deixa o Alvorada, ou à noite, ao retornar do Planalto, os repórteres têm de estar ali. O hábito de parar na portaria do Alvorada seria deixado de lado ainda no tempo de grande popularidade, no primeiro ano de mandato. Numa ocasião, Lula foi surpreendido por um casal de empresários, que aproveitou para reclamar que tinha falido por conta da carga tributária do governo Fernando Henrique (mais baixa do que é atualmente). O presidente havia parado para cumprimentar as pessoas quando a mulher se jogou na frente do carro dele. A empresária se aproximou com um cartaz: “Lula, não queremos promessas; queremos solução.” - Tá bom, tá bom;... disse Lula, que em seguida autografou o cartaz.

. O fato, narrado no livro, mostra um sujeito bizarro que nunca sabe de nada, nem mesmo qual é seu verdadeiro papel como Presidente da República. Luís Inácio acreditou que com apenas um autógrafo resolveria o problema de quem foi à falência por não suportar a carga tributária imposta pelo governo.

VÍDEO com MENTIRAS - Campanha de 2002

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Fazer promessas que nunca serão cumpridas é comportamento típico de qualquer político, mas alguns exageram de forma revoltante, como se estivessem nos chamando - a todos - de bestas. Luis Inácio é um dos maiores exemplos do que só pode ser chamado de deboche ; chega a fazer o que jurou não fazer nunca, logo depois daquela promessa feita em tom de grande seriedade.
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No vídeo abaixo vemos trechos do discurso mentiroso do atual presidente, na campanha à presidência de 2002. Tudo o que prometeu para angariar votos, deixou de fazer, ou melhor, fez exatamente ao contrário.

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VEJAM O VÍDEO PARA TIRAR QUALQUER DÚVIDA SOBRE QUEM É O SUJEITO QUE ESTÁ ABOLETADO NO PALÁCIO DO PLANALTO.
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Muitos já devem ter visto esse filme de terror antes,
mas vale a pena ver de novo.
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Circo Brasil

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Desunião fabricada

Vocês se lembram daquela frase "Povo unido jamais será vencido", que transmitia a força representada pela união popular? Pois, hoje, temos um governo que anda no sentido inverso: a desunião.

Luís Inácio se fez conhecido como o sindicalista que berrava em defesa dos trabalhadores. O tempo passou, o ex-metalúrgico sofreu uma daquelas suas metamorfoses e virou presidente da República.

Nos restou, assim, um presidente que teve bastante tempo para perceber o poder das palavras junto às multidões. Aliás, ele nunca aprendeu nada além disso desde que nasceu, além dos ensinos no curso técnico financiado pela empresa Villares e que lhe garantiu uma aposentadoria prematura por causa de um simples dedo mindinho cortado numa das máquinas da fábrica. E tal 'desastre' é mais um motivo para se fazer de sofredor diante dos ingênuos: não tenho o dedinho, não tenho instrução, sou um pobre coitado que trabalha pelos interesses dos meus injustiçados eleitores.

Nosso país é bem interessante. Há pessoas surdas, sem braço ou perna, mas que trabalham para sustentar a família. Porém, para o nosso governante, a falta de um pequeno dedinho só lhe permite trabalhar como político. Até dá para entender, pois a classe a que ele pertence precisa apenas da língua para falar e de uma maleta para acumular o que arrecada desonestamente . Luís Inácio deixou de representar a classe dos trabalhadores há décadas, mas continua cuspindo a mesma oratória em público, como se ainda fosse aquele jovem rapaz de antanho. Nosso presidente não sobrevive sem discursar diante de claques encomedadas e povo muito bem direcionado aos interesses do orador.

Luís Inácio promove a desunião do povo que manipula para se firmar. Os brasileiros vêm sendo divididos em pelo menos seis partes, onde umas são colocadas contra as outras, mas nem percebem.

- I -

Sob a aparência de defensor dos 'pobres e oprimidos' vemos o Grande Pai colocar os empregados contra os empregadores que garantem seus salários. Não como fazia na época de sindicalista, porque agora o objetivo é outro. Enquanto suga os empresários, os aponta como culpados pelas dificuldades que os assalariados enfrentam. É preciso jogar nas costas dos outros o resultado do seu descaso e deboche.

- II –

Negros contra brancos é outra separação oportunista: Luís Inácio insiste na existência do preconceito contra os negros, num país onde poucos são brancos de fato.

Viver falando nos negros e lembrando que existem dois tons de pele no país é evidenciar sua diferença. No Brasil não existem brancos e negros, existem apenas brasileiros. Um exemplo do comportamento vil da governança que está aí - ou melhor, está lá em Brasília - é a cota para negros nas universidades. Hipocrisia e escárnio sob a capa de bondade social, que pode ser considerada preconceito contra os brancos.
Ridícula a crença de que todos devem freqüentar uma universidade. Já imaginaram um mundo em que só houvesse dotô? Toda profissão merece respeito e seria muito mais útil a criação de Escolas Técnicas e a divulgação de sua importância. A falta de condições de passar num vestibular se deve à inexistência de escolas que ofereçam estudo básico decente, o que é obrigação do governo.
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Como o ex-metalúrgico pode explicar que berra desde l977, já foi deputado federal sem apresentar uma única proposta, se aproveita das benesses presidenciais há seis anos e até agora não fez absolutamente nada, a não ser conchavos políticos ? Ah! Vão dizer que faz muito em defesa do povo com a distribuição de bolsas! Porém, isto é vergonhoso, pois significa dar migalhas aos mal remunerados, quando deveria é dar a eles uma vida digna, com bons empregos e salários decentes, como ele mesmo pregava em sua época de sindicalista.
- III -

Trabalhador contra a classe média, que também trabalha. De todas as maquinações lulistas esta é das mais indigestas, pois induz a população mais pobre a ver, distorcidamente, a classe média como elite. A trapaça tem sido tão bem feita que, se perguntarem a eles quem é elite, certamente vão apontar qualquer um que esteja apenas mais bem vestido, tenha um bom carro ou more num bom lugar melhor... e às custas do seu próprio esforço.

A enganação maldosa de Luís Inácio provoca, naqueles que têm baixo salário, uma revolta injusta contra a classe média. Pela insistência de seu falatório - idiotizado para quem tem alguma instrução, e comovente para os desinformados – a palavra elite vem sendo erradamente direcionada. O próprio Luís Inácio pertence à elite, mas não àquela que lucra com o trabalho de suas grandes empresas, mas àquela que, ao invés de representar os interesses dos brasileiros, ROUBA o que eles pagam de impostos.

Para enganar e dominar é necessário um povo ignorante,

dependente de migalhas.

A fraqueza e a desunião colocam o povo nas mãos dos autoritários.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2008

Já fez seu dever de casa, hoje?

Não somos revolucionários, mas nem por isso somos uns estúpidos inoperantes. Podemos fazer, pelo menos, nosso dever de casa, diariamente. Para que a tarefa se torne mais agradável é aconselhável fazer de conta que estamos num jogo de desafio. E levar, se possível, na brincadeira. "O que vier é lucro", já dizia aquela frase tão conhecida e que tem um aroma meio azedo, porque cheira a esperteza, coisa bem brasileira.
Hoje, por exemplo, temos em mãos uma informação importantíssima para ser repassada àqueles que só abrem jornal para saber as noticias sobre futebol, ou ler as premomições 'horoscopistas'. Está na primeira página do jornal : QUEM VAI PAGAR O AUMENTO DO IMPOSTO que, segundo Luís Inácio, não aconteceria, só que a promessa... valeu por apenas alguns dias do finado ano de 2007.
O recorte do jornal serve apenas para não dizerem que estou inventando, porque provavelmente estará ilegível no blog.

Relação dos pobres encalacrados que vão bancar a extinção da CPMF:

- os alucinados que compraram veículos financiados a perder de vista, ou melhor, até que ele esteja caindo de velho. Meus pêsames principalmente àqueles que compraram carros com a primeira prestação a ser paga em ... AGOSTO; - o pessoal que recebeu uma série de convites para terem direito a seu cartão de crédito, e se sentiram orgulhosos por terem, como nunca tiveram antes nesse país, o direito de jogar suas dívidas lá para a frente. Todos elas devidamente acumuladas;

- os assalariados que saíram por aí comprando à prestação; os adoradores do Grande Pai Luís Inácio estão se sentindo quase ricos.

- brasileiros que fizeram empréstimos nas financeiras, acreditando que estão muito bem economicamente (tão bem que precisaram delas), não vendo perigo algum em se endividar;

- quem fez financiamento da casa própria, o que engloba quase todas as classes sociais. Menos, é claro, a verdadeira elite, que são os políticos, banqueiros, traficantes (os terno e gravata, que não botam a mão na 'massa' nem no pó) e congêneres;

- principalmente os aposentados que precisaram de crédito com desconto em folha para não morrerem de inanição;

- os deslumbrados que gastaram o que não tinham, com a 'ajuda' do cheque especial.

Quando os trabalhadô estiverem com a corda no pescoço, o presidente fará um discurso revoltado. Talvez até chore penalizado. Vai acusar a oposição e mais especificamente os senadores pelo endividamento de um povo sofrido. Sem contar com um outro vilão que será apontado por ele, a classe média, que Luís Inácio insiste em apresentar como a elite que suga os pobres, como se a classe média também não trabalhasse, nem tivesse que ralar para conseguir o que tem. É ou não é preciso começar nosso trabalho de 'massificação'?

O povo paga e o perdulário, que desperdiçou até o dedo mindinho, continuará comprando dois mil pares de meias toda vez que sentir o cheiro do próprio chulé.

"Enquanto Lula discursa no palácio do presidente de são Tomé e Príncipe, o deputado e ex-sindicalista Vicentinho, do PT de São Paulo, que viajou no avião do presidente, conta a um grupo de repórteres como foi o deslocamento à África. E diz que ao cruzar o Atlântico, Lula deixou a cabine presidencial demonstrando tristeza com uma meia na mão direita. - Companheiros, acho que estou com chulé." (Viagens com o Presidente - pág.109)

O dever casa de hoje: Distribuir a lista acima àqueles que acreditam no milagre de um governo que torna rico quem ganha salário mínimo, como porteiros, carteiros, empregadas domésticas, faxineiros, etc.

ESSE MENTIROSO PODE TAPEAR MUITA GENTE, MAS NÃO PODE TAPEAR PARA SEMPRE.