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O Conselho Nacional de Justiça "descobriu" o que nós já sabíamos há muito tempo. No Brasil, muitos detentos já cumpriram pena, mas continuam presos. São aqueles que não têm advogado por falta de recursos e ficam ali jogados. ***
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Após tantos anos, nossas autoridades ligadas ao setor penitenciário e à defesa dos direitos humanos se mostraram chocadas com um fato já divulgado outras vezes em diversos jornais. É síndrome de Luís Inácio, que nunca sabe de nada que não lhe interessa.
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Não me cabe defender bandido, seja qual for o motivo que o levou a isso, pois não sou psicóloga, não sou socióloga nem asssistente social, e não pretendo angariar votos. Nem tampouco sou a OAB que saiu às pressas em proteção a um assaltante assassino, como ocorreu no caso do ônibus 174. Aparentemente a OAB se interessa apenas por bandidos que alcançam notoriedade na impensa.
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Revoltante é a diferença no tratamento dado aos pobres e àqueles que têm alguma proximidade com políticos, os grandes marginais brasileiros.
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Enquanto há presos que já deveriam estar soltos - provavelmente assaltando de novo, mas isso não vem ao caso -, vemos ladrões e estelionatários, isentos de qualquer punição, passeando pelo Congresso Nacional, dando palpites, exercendo influência para conseguir o que querem.
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Juízes desonestos, defeito incompatível com o cargo que exercem, vendem sentença. A prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, mesmo presa por suas falcatruas, fez campanha eleitoral de dentro o presídio, foi eleita e tomou posse do cargo.
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Antonio Palocci é um exemplo escandaloso que continua nos rondando junto a Luís Inácio. O ex-ministro não demonstrou apenas desonestidade, mas uma covardia indecente ao usar seu poder para invadir a conta-corrente do caseiro Francenildo Santos Costa que o acusou, na tentativa de desmoralizá-lo junto à opinião pública. Palloci perdeu o cargo, mas não o prestígio. Francenildo perdeu o emprego e hoje vive de 'bico'.
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Agora vamos aguardar que a OAB saia em defesa dos meliantes abandonados, afinal já estão na primeira página do jornal de hoje. Vamos ver se Luís Inácio sairá cuspindo fogo em favor desses pobres abandonados pela Justiça, levados à marginalidade por causa da elite (segundo ele).
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