Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O governo, irresponsável, agradece.

Foto de
Rosane, Cabrero e Frederico.
- Palermo, Montevidéo -

A educação de um povo é diretamente proporcional ao respeito que ele demonstra pela bandeira de sua terra. 
 *
Quanto mais manipuladas pelo governo, sem perceber, mais ignorantes as pessoas se tornam. 





Samba, suor, cerveja  X  elegância
Orgulho  X  descaso
O orgulho dos uruguaios, por seu país,
está evidente na maneira como respeitam
o símbolo de sua terra. 


Brasileiros perdem, cada vez mais, a noção de civilidade. 
Sua vaidade é mais relacionada ao futebol, ao samba e à  'esperteza'.
O governo, irresponsável, agradece.
MANIFESTAÇÃO HOJE.



terça-feira, 6 de setembro de 2011

Imbecilidade sem espaço para tanta concorrência


Sérgio Cabral, vai para a França e não volta mais.
A imbecilidade não aguenta tanta concorrência.
Chegando lá, tenta se aproveitar do dinheiro dos franceses e vê se dá certo.

Nossa fama de ignorantes foi confirmada pelo governador-França/RJ Sérgio Cabral.  Aquele governador do Rio de Janeiro que adora viajar para a França e passear por lá de bicicleta, enquanto o carioca trabalha para sustentar seus divertimentos internacionais.

Dar apoio à CPMF, que já foi afastada há muito tempo e tentou ser recriada com um nome fantasia para enganar os  " trôxa ", é  natural  no meio político.  Nada melhor, para os meliantes de Brasília,  do que ver mais tributos entrando no cofre, para que possam gastar cada vez mais e de forma bem escancarada, sem punição alguma.



Mas Sérgio Cabral exacerbou no deboche.  Vamos por etapas:

  • Ao criticar o fim da CPM, lamentou a falta de recursos para a área da Saúde, como se o problema estivesse ligado a "dificuldades financeiras" do governo, que, junto com centenas de parlamentares caros e improdutivos, joga o dinheiro do contribuinte dentro da cueca, da mala, da meia e da pouca vergonha.  
  • Disse que foi uma covardia a extinção da CPMF, por ter feito muito mal, não ao governo do presidente Lula, mas ao povo brasileiro.  Engano desse governador, tão 'preocupado' com os malefícios ao povo, pois quem faz mal ao brasileiro é essa classe política desclassificada.

  • Afirmou que  esse financiamento à Saúde é fundamental, quando sabemos que  a área da Saúde  NÃO PRECISA DE FINANCIAMENTOS EXTRA, pois um dos objetivos dos muitos impostos que pagamos IRIAM para a saúde, caso não fossem desviados.
  • citou exemplos de hospitais públicos no Rio que eram referências de bons serviços e que hoje padecem por falta de dinheiro.  Pois é... só não falta dinheiro para o ôba-ôba indecente dessa gentalha que esvazia o cofre da União como se fosse aquele porquinho de antigamente onde a vovó guardava os trocados.
  • Cabral considera necessária uma nova fonte exclusiva de receita para a Saúde. Sugestão: doe cada centavo gasto nos seus passeios e exija que seus amiguinhos ladravazes devolvam tudo o que afanaram.  Aposto que daria para abrir, para o povo, dezenas de hospitais do mesmo tipo dos hospitais usados pelos parlamentares para fazer cirurgia plástica e implante de cabelo.

 


Montagem

A panela está fervendo

Marcha contra a corrupção

DANDO PIACOS

http://apatotadopitaco.blogspot.com/2011/09/marcha-contra-corrupcao.html

 

Abaixo uma reportagem do UOL, com calendário das mobilizações que estão sendo organizadas nas redes sociais.

Não precisamos ir dispostos a gritar, pular como macaquitos, fazer discurso ou qualquer coisa parecida.  Basta nossa presença, nem que seja para dar um olá e conhecer as pessoas com quem lidamos todos os dias sem saber quem são, como somos, pois nossa verdadeira imagem está escondida atrás de fotos cuidadosamente escolhidas  (a minha, inclusive). 
POR FAVOR, VAMOS AO MENOS COMPARECER
PARA MOSTRAR  QUE ESTAMOS VIVOS,
QUE TEMOS CÉREBRO E NÃO NOS SUJEITAMOS 
AO PAPEL IDIOTIZADO QUE ESTÃO NOS IMPONDO.


Reportagem do UOL

Milhares de internautas estão tentando organizar, por meio das redes sociais, o maior protesto contra a corrupção desde o movimento dos caras pintadas, que ajudou a derrubar o ex-presidente Fernando Collor, em 1992. Os atos estão marcados para esta quarta-feira (7), Dia da Independência, em todas as capitais e também em cidades do interior.

No Facebook, até a noite dessa segunda-feira (5), haviam sido convocados quase 300 eventos do tipo, alguns deles com milhares de presenças confirmadas. Também foi criado um blog, o "Brasil+Ético", que tenta reunir todas as manifestações que irão acontecer no país clique aqui para ver o calendário  (muito interesante).

Os três eventos com o maior número de participantes confirmados no Facebook são o “Manifesto contra a corrupção no Brasil”, com mais de 30 mil confirmações; “Reação contra corrupção – O Brasil de luto”, com cerca de 25 mil participantes; e “Caras pintadas contra a corrupção”, com mais de 20 mil participações confirmadas.

O brasiliense Giderclay Zeballos, um dos criadores da comunidade mais popular do Facebook, afirma que o grupo surgiu da mobilização de cidadãos comuns diante das denúncias de corrupção, como as recentes ocorridas nos ministérios dos Transportes, do Turismo e da Agricultura. “A corrupção virou uma doença no Brasil. Sentimos que temos que fazer alguma coisa”, disse Zeballos.

Segundo ele, os próprios organizadores estão arrecadando com amigos e parentes recursos para a compra de material para a manifestação, como faixas e tintas.
O grupo pede que os participantes levem spray, apitos, balões e tinta para pintar o rosto durante a marcha. “Não carregue bandeira de nenhum partido, a bandeira que devemos carregar é apenas a do Brasil, que é o nosso interesse comum”, diz texto na página do evento.

Protestos

Em Brasília, o protesto está marcado para as 10h, no Museu da Nacional, onde será realizado o tradicional desfile da Independência. Há manifestações convocadas para a Praça dos Três Poderes e para o Congresso Nacional.

Em São Paulo, o ato está marcado para começar às 9h, no vão livre do Masp, na avenida Paulista. No Rio de Janeiro, a manifestação foi convocada para a avenida Rio Branco, no centro, também a partir de 9h.

Os organizadores do evento se dizem apartidários e, inclusive, pedem que partidos políticos não participem das manifestações. Em geral, o tom é patriótico, e pede-se aos possíveis participantes que vão aos atos trajando roupas pretas, simbolizando o luto.

Não há uma pauta clara de reivindicações, mas, em comum, todos os eventos e grupos criticam a absolvição da deputada Jaqueline Roriz (PMN-DF) e o voto secreto, e apoiam a “faxina” de Dilma Rousseff nos ministérios. Outros temas que aparecem são a instalação da CPI da Corrupção e pedidos para que a corrupção se torne crime hediondo.

As manifestações também estão sendo divulgadas via Orkut e Twitter. Na rede de microblogs, as hashtags utilizadas são #todoscontraacorrupcao, #LutopeloBrasil, #setembronegro, entre outras.
*
Quando os pouco esclarecidos pensam que têm o completo domínio da situação e começam a ultrapassar os limites, como vêm fazendo, ignoram que estão atiçando um animal que vai se tornando cada vez mais perigoso a cada espetada que leva.
Quem não conhece a revolta popular, que se cuide. Pode até demorar, mas talvez chegue bem antes do  que imaginam.



segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Entre Nêumane Pinto e Ferreira Gullar - o que sobrou de Lula


Colhendo o que plantou

 

"Lula deixou uma herança maldita:
para não passar por conivente,
Dilma teve de demitir "companheiros"


Como disse aqui na ocasião em que Lula deixava o governo, não pretendia voltar a escrever sobre ele. Principalmente porque deixava o governo. Sucede que não se sabe ao certo se ele o deixou e, se o deixou, atua como se não o tivesse deixado - outro dia inaugurou um hospital na Bahia- e se preparasse para reassumi-lo de fato em 2014.  Quanta ingenuidade! 


Infelizmente não dá para falar bem dele, mesmo porque o que me traz de volta ao tema é, por um lado o que ele anda fazendo e dizendo e, por outro, a avaliação que a distância dele me possibilitou.

Não tenho prazer nenhum em falar mal de ninguém, particularmente quando se trata de uma figura nacional em quem tanta gente acredita. Pode parecer má vontade ou rancor, mas não é nada disso.

Penso como simples cidadão, atento ao que fazem os políticos e às consequências disso na sociedade. Tanto mais se esse político tem o peso e a influência de um líder como Lula.

Basta ver o que conseguiu quando presidente da República, usando de carisma, habilidade e falta de escrúpulos para montar uma máquina de poder difícil de enfrentar.


Não discuto a legitimidade de um partido ou de um líder pretender governar o país por mais de um mandato ou voltar ao poder, já que a lei o permite. A meu juízo, quanto mais alternância, melhor, já que dificulta a manutenção de feudos no organismo do Estado. Se a permanência prolongada já oferece esse risco, tanto pior é quando se trata de um partido ou líder pouco confiáveis.

E, se meu juízo a respeito de Lula já não era bom, o distanciamento e a revelação de novos fatos só vieram agravá-lo.

Lula é, sem dúvida, um fenômeno. Poucos líderes possuem, como ele, tanta sagacidade aliada à falta total de escrúpulos. Hoje entendo por que Brizola, referindo-se a ele, disse que era "capaz de pisar no pescoço da mãe". Com isso, não quis apontá-lo como um sujeito de temperamento violento, e sim destituído de qualquer compromisso com os valores morais. Só lhe importa o poder. De modo que, para conquistá-lo e mantê-lo, tudo vale.

Não me esqueço da expressão que vi no olhar de Lula, em 2005, quando eclodiu o escândalo do mensalão: era um misto de pavor e perplexidade. "Fui traído", afirmou então, tentando safar-se, e o conseguiu, jogando a culpa sobre seus auxiliares imediatos. Pouco depois, dizia que o mensalão era uma espécie de caixa dois. Hoje afirma que tudo não passou de uma conspiração para tirá-lo do poder. Isso muito embora o procurador-geral da República tenha aceito denunciar 34 dos 40 acusados no processo.

Esse é o Lula, que se apropriou dos programas do seu antecessor, muito embora tudo tenha feito para impedir que fossem implantados.

Forçado pelas circunstâncias, rendeu-se à aliança com o PMDB, mas manteve o pacto com a arraia miúda, já não a troco de grana, mas de cargos públicos e vista grossa para a corrupção que, em seu governo, se instalou nos ministérios.

Enfim, posso ter hoje uma compreensão melhor de quem é Lula e quais os seus propósitos. Ele é produto deste momento histórico, quando o fim dos partidos comunistas e do revolucionarismo guerrilheiro abriu caminho para líderes neopopulistas que, arvorando-se em defensores dos pobres, negociam com os ricos a paz social em troca de apoio material e político.

É o que Lula fazia como presidente, aliando o discurso antiamericano à oferta de empréstimos subsidiados do BNDES a grandes empresários. Se estava de acordo com as falcatruas praticadas por seus nomeados, pouco importava. Fez que de nada sabia, como convinha.

Eis a herança maldita que ele deixou para Dilma: para não passar por conivente, teve ela de demitir dezenas de "companheiros", envoltos em falcatruas.

No entanto, para ficar bem com os partidos da base, diz que a demissão dos corruptos não é faxina, que lembra sujeira. Aliás, corrupção também mudou de nome: agora se chama "malfeitos", como traquinagens de crianças... Haja eufemismos! E logo da parte de Dilma, que é a finesse em pessoa.
 
Mas os escândalos não param e em apenas oito meses. Já imaginou o que acontecerá em quatro anos? O lulismo está colhendo o que plantou. Independentemente do nome que Dilma dê a isso, talvez seja o começo do fim da aventura neopopulista, a que o país foi arrastado nestes últimos oito anos.

FERREIRA GULLAR


*

Parece que a distância, que o ego de L.I. faz de tudo para anular, está deixando as pessoas mais à vontade para soltar o que estava entalado em seus gogós há anos.

Temos tres anos e meio
para ainda ouvir muitos depoimentos
desmascarando o pretenso L.I.


Me engana que eu gosto...

Vídeo  sobre os métodos usados  para "encaminhar" as pessoas, de acordo com disfarçados interesses. Táticas muitas vezes imperceptíveis principalmente para quem ignora esse tipo de recurso. 

O futebol, por exemplo, é um grande aliado dos governantes. Por mais admirável que seja este jogo, é inegável sua capacidade de 'entorpecer'' as dificuldades ou a sensação desgradável de uma vida menos favorecida, a cada gol de um time ou a cada partida vencida.


Para manipular as pessoas, se aproveitam até mesmo  de notícias trágicas, pois, diante de grandes tragédias, muitos passam a ver sua vida bandida como um mar de rosas.



Nada contra  as  partidas futebolísticas,  um  bom 'reboletion' ou qualquer divertimento.  Só não custa  pensar enquanto rebolamos, ou melhor, quando acabarmos de rebolar.


Estado idiotizador

Enviado, por e.mail, pelo amigo TOM.


O Estado idiotizador, citado no vídeo abaixo, não é um mero acaso,
 ou descaso, se preferirem.  
Tem objetivos definidos a serem alcançados.

 Cabe a nós não permitir que idiotizem o Brasil.





Democracia falida no Brasil

Enviado por Pedro Henrique


Os indícios de que em breve a democracia no Brasil emitirá o seu último suspiro estão à nossa frente.

Não vê quem não quer. Depois, não adianta lamentar.

A dominação na teoria do Gramsci não ocorre de repente. Como vimos na caçada aos porcos selvagens, vai uma cerca aqui, outra acolá e um belo dia, lá está a vara, irremediavelmente, encurralada. E o pior, por seu livre arbítrio, pois durante o cerco, bastava uma firme reação para evitar a desdita.

E os indícios não faltaram.

Motivações ou argumentos politicamente corretos subverteram a capacidade de reação, e ficou fora de moda criticar. Se os outros não reclamavam, os poucos atentos, esmagados com a subalternidade dos demais, calaram - se para não dar o vexame de ser isoladamente do contra.

Assim, pelas bordas, um pequeno avanço, mais uma inexorável volta no parafuso. Por vezes, um recuo, uma falsa desistência para retornar no futuro com mais ênfase, com maiores pressões, e eis o sítio aos futuros servos.

A instrumentalização de dicotomias promovidas à larga, a criação de reservas, o endeusamento verbal dos índios, a entronização dos quilombolas, a desvalorização dos princípios, o desprezo aos tradicionais heróis, a promoção de falsidades e inverdades que minaram valores, corroeram convicções e abriram o caminho para a aceitação das questões mais esdrúxulas, enfatizaram que os fins justificam os meios.

O lançamento do PNDH3 foi mais um indício gritante de que havia algo de podre no reino da Banânia. Prematuro, foi um pequeno erro de cálculo. Eles foram com sede demais ao pote. Todavia, aprenderam e recuaram, juntaram forças, investiram no convencimento, e agora retornaram ensandecidos, coléricos.

A demagogia do estado forte aos poucos deu lugar ao ESTADO TOTALITÁRIO.

É o Estado na economia, é o Estado paternalista que tudo provê em troca de submissão, sugando através de pesados impostos o nosso ânimo, a nossa aspiração de liberdade e, assim, promovidos a zumbis de uma cúpula de sanguessugas, trocamos a grandeza por vileza, o orgulho por tibieza, pois o desgoverno dá tudo, desde qualquer bolsa, até camisinha, só não dar - nos - á dignidade.

Assim, abdicamos de coisas primordiais, mas que foram transformadas em desnecessárias, e de somenos.

Poderíamos elencar os indícios na direção da dominação. Podemos recordar, porém que a cada dia eles estão mais fortes, mais atrevidos, mais ávidos, e indóceis para assumir totalmente as rédeas de tudo.

O que falta, que ninguém duvide, é o controle da livre imprensa, do pensamento, pois calarão as vozes discordantes, não serão assolados com denúncias, e com a indignada pena de opositores.

Quando atingirem seu objetivo de amordaçar as poucas vozes da razão, terão o domínio total e, por isso, atiram – se de corpo e alma, com todas as forças e com todas as armas para eliminar o seu último obstáculo rumo a nossa servidão.

Na história da humanidade os regimes totalitários, em geral, começaram de mansinho, e somente assumiram a monitoração efetiva, quando tolheram a liberdade da imprensa. Quando ocorre, esvai - se o último bastião dos homens livres.

E, parodiando o trecho famoso (*) da Ordem do Dia, do intrépido Marechal Manoel Luís Osório, Marquês do Erval, um dos baluartes da história nacional, no Passo da Pátria, em 15 de abril de 1866, declaramos “é fácil submeter povos livres: basta retirar – lhes o direito de expressão”.

* “É fácil comandar homens livres; basta mostrar-lhes o caminho do dever".

Brasília, DF, 04 de setembro de 2011.
Gen. Bda Rfm Valmir Fonseca Azevedo Pereira 

Como diz o excelente artigo acima,
os indícios estão todos aí,
basta a nós reagir para evitar que o cerco  se feche.