Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Governo defende o indefensável


Presidente orienta governo a defender Lula após novas denúncias
 
 

Após novas denúncias do empresário Marcos Valério sobre o mensalão, a orientação da presidente Dilma Rousseff é para que o governo federal defenda o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com veemência.
 
 
No Palácio do Planalto, Dilma coordenou uma operação de defesa que envolve de ministros a governadores aliados. Ela inclusive telefonou para o governador Jaques Wagner (PT-BA) e pediu que ele conversasse com colegas de outros Estados.
 

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I  -  Em setembro, Valério disse ter sido responsável pelo pagamento de despesas pessoais do ex-presidente em 2003 (depósitos na conta de uma empresa de Freud Godoy, ex-assessor particular do ex).   O empresário  afirmou também  que o ex deu seu aval, pessoalmente, a empréstimos usados para abastecer o esquema do mensalão.


II - Antes de defender publicamente (e vergonhosamente) o seu mentor, que provavelmente tentará ser o seu destruidor,  primeiro a presidente falou sobre o assunto com ele.   De acordo com alguns assessores mais próximos, teria sido uma espécie de  "recado presidencial", com o interesse de mostrar ao povaréu que ela ainda confia em seu antecessor e que jamais romperá seus laços com ele.  Como a política brasileira já é bastante conhecida, tais laços serão publicamente desfeitos quando os dois estiverem puxando a faixa presidencial  cada um para o seu lado.

 
Alguns parlamentares foram orientados pela presidente a "sair a campo", como por exemplo: José Sarney  ("É uma profunda inverdade. A pessoa que disse não tem autoridade para falar mal do presidente Lula, que é um patrimônio da história deste país".)  e  Marco Maia, petista presidente da Câmara, disse que a fala de Marcos Valério não merece crédito. 
 
 
A orientação do PT em relação a Marcos Valério: desqualificar suas declarações, destacando que fazem parte de um "ato de desespero" de alguém que acabou de ser condenado a mais de 40 anos de prisão.
 

O ex, também aboletado em Paris,  classificou como mentirosas as afirmações do empresário Marcos Valério à Procuradoria-Geral da República.  Na saída do primeiro dia de seminário organizado por seu instituto e a Fondation Jean-Jaurès, ligada ao Partido Socialista francês, disse ele :  "Isso é mentira".


PARA JUSTIFICAR A AUTO-DEFESA DO EX-PRESIDENTE, UM VÍDEO IMPERDÍVEL PARA SER VISTO ATÉ O FINAL


Quem vai sustentar vai ser você




 
 
“As pessoas têm que se atualizar e entender que não estamos mais na República Velha.
Não precisamos de coronéis.”
Palavrório de um senador sobre a demissão de duas estagiárias do Senado que criticaram, em uma rede social, o criticável Renan Calheiros.

 
 
Atualmente, rede é o mesmo que partido político, segundo uma petista que 'deixou de ser petista' e resolveu lançar seu próprio partido. Seria uma "rede de sustentabilidade", segundo Marina Silva que demonstrou a repulsa que pode provocar a palavra partido  (ou já seria um baita palavrão|?).   Provavelmente será aquela rede que dará sustento aos políticos  (às nossas custas, é claro).
 
 
 
 

Para começar o dia ...






 
Enquanto isso... nem a morte quer largar o poder  

 
 

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Não me engana, que eu não gosto!


 



Cuidado, companheira! 
(ou Cuidado, companheiro! ?) 

Escrito por Ilimar Franco - Panorama Político, O Globo, pág. 02, dia 17/02
O ex-presidente  ----  está preocupado com os efeitos da economia no governo Dilma.  ----tem dito a amigos, nas viagens que tem feito pelo Brasil e exterior, que a combinação de notícias negativas pode afetar a popularidade de Dilma e comprometer o projeto político do PT. Nos últimos dias, citou o repique da inflação, os problemas no setor elétrico e as dificuldades da Petrobras.  - 

 
 
 
Interessante como o ex fala apenas sobre o que lhe interessa e ignora assuntos que o deixariam - E DEIXAM - mal. 
 
Ignora o caso de Rose que entope páginas e páginas de jornais, revistas e Internet, porque nunca sabe de nada. 
 
Também não se refere a nenhum caso de condenação dos mensaleiros-companheiros, afinal... nunca sabe de nada. 
 
Sempre se manteve calado em relação a todos os outros escândalos que pipocaram desde que se tornou o grande salvador da humanidade, pois, em sua sapiência sapientíssima, jamais soube de coisa alguma.
 
Mas, quando se trata de se mostrar "acima" da Presidente da República Dilma Rousseff, eleita muito mais por ele mesmo do que pelos eleitores brasileiros que - POBRES COITADOS! -  apenas seguiram as instruções de quem nunca soube de nada, corre para comentar sobre suas preocupações em relação à péssima atuação da atual presidente.  Sem contar que toda a bagunça deixada no País foi fruto da presidência de um presidente que nunca soube coisíssima nenhuma, nem ao menos colocar pessoas sábias nos cargos mais importantes da Nação.
 
 
Nossa preocuçação não é com mais esse governo petista,
mas com essa lixeira em que o PETISMO deixou o país.
 
 
Vocês conhecem  a "rasteira" que esse tão bonzinho ex-presidente deu em Paulo Vidal?


 

Radical ou extremista: qual é a diferença?

 
 
 
Artigo escrito por
 
 
Este texto irá abordar um tema um pouco polêmico, mas creio que seja totalmente necessário fazer aqui a distinção entre essas duas formas de se posicionar sobre aquilo que pensamos, aquilo em que acreditamos. Julgo necessário porque sou chamado com relativa frequência de radical. E de fato o sou. Mas aqueles que assim me chamam, o fazem com um sentido semelhante ao de “extremista”. Isso eu estou longe de ser. A diferença fundamental entre um e outro está no ponto em que um é uma postura racional (radicalismo), e o outro é sempre irracional (extremismo). É isso que pretendo apontar ao longo do texto e espero conseguir atingir esse objetivo.
 
É muito comum que algumas pessoas, num contexto de forte discordância e embate “pesado” de ideias chamem outra de “radical”. Quem nunca ouviu a acusação: “Nossa, como você é radical!”?  Normalmente, essa acusação de radicalismo vem com a ideia de que ser radical é o mesmo que ser extremista. A pessoa que acusa outra de radicalismo o faz tendo em vista o sentido de “extremismo”.  É normal que isso aconteça, já que a diferença entre ambos é muito sutil, por vezes quase imperceptível para aqueles que pouco exercitam sua racionalidade e ceticismo. Não é uma diferença que salta aos olhos, como preto no branco. Mas ela existe, e precisa ser apontada.
 
Ser radical significa que você propõe uma espécie de ruptura total com uma forma de pensamento, ou ideologia, em geral amplamente aceito, de modo a descartá-la por completo. Justamente por esse caráter forte, tal comportamento é chamado “radical”. Mas isso não significa que tal comportamento, ou concepção de ideia, seja ruim ou danosa. Eu sou radical no que diz respeito, por exemplo, ao Estado ser laico. Acredito que o Estado deve ser, sim, laico, de modo que a religião não tenha direito de intervir nem mesmo minimamente em questões políticas. Isso é ser radical, tendo em vista que não aceito que a religião desempenhe qualquer papel que influencie decisões políticas. Mas acredito nessa laicidade do Estado por um motivo muito simples: religião e crenças mitológicas em geral são um conjunto de crenças muito particulares. Uns podem compartilhar das mesmas crenças, e outros não. Como é possível tomar uma decisão política com base numa religião “X”, quando nem todos são adeptos dessa religião, desse conjunto de crenças? Não faz sentido, pois alguns serão lesados com isso, e é dever do Estado garantir que a liberdade de quem quer que seja nunca passe por cima do direito de uma única pessoa. O Estado deve assegurar o bem-estar geral, assegurando que ninguém saia lesado. Portanto, é irracional e totalmente incoerente que o Estado tome qualquer decisão com base em crenças religiosas. Alguém pode até discordar do meu argumento sobre a laicidade do Estado, mas não pode negar que é um posicionamento racional. É radical, mas é totalmente racional.
 
O extremista é aquele que pretende algo semelhante a essa ruptura total com uma forma de pensamento, ou ideologia, porém de forma totalmente irracional e inflexível. Uma pessoa extremista é claro que (obviamente) se posiciona no ponto mais extremo de uma ideia, cego de todas as demais possibilidades, e totalmente fechado ao diálogo. E quando digo totalmente fechado ao diálogo, não quero dizer que essas pessoas não dialogam, não debatem suas ideias, pois muitas delas o fazem. O problema se dá na forma como o extremista se posiciona nesse “diálogo” ou debate. Na cabeça do extremista, podemos colocar assim, é como se o diálogo fosse na verdade um monólogo. Ele ouve os argumentos do outro com o interesse único e exclusivo de refutar e contra-argumentar, nunca para assimilar, entender e acrescentar a si mesmo tais ideias. O extremista não muda uma vírgula daquilo que pensa, não sai um centímetro de seu posicionamento original, não reconhece equívocos (mesmo que óbvios e claros), nunca está disposto a se transformar e modificar. O debate para o extremista é sempre puramente retórico, ou seja, é um mero embate de ideias, onde um tenta convencer o outro de seu ponto de vista, e nunca discutir uma ideia na busca de um consenso reflexivo.
 
O posicionamento radical, embora soe semelhante ao extremista, possui o diferencial de ser (em geral) uma posição racional, e, portanto, uma posição passível de ser modificada, desde que contra-argumentos racionais sejam apresentados para tal. Posso falar por mim mesmo. Basicamente todas as minhas posições e crenças são totalmente radicais. Mas nem por isso estou menos aberto ao diálogo, ao debate sadio, à mútua reflexão construtiva em busca de um consenso inteligente. Quem me conhece e vem me acompanhando ao longo de meus 26 anos de vida, sabe muito bem como e quanto já mudei de ideia, já me transformei e me reciclei. E continuo me transformando e me reciclando e me modificando. Porque acredito que quem não muda, fica estagnado, cristalizado, não aprende de fato. É sempre positivo estar aberto a novas ideias, o que não significa que toda e qualquer ideia nova deva ser assimilada e implementada. Mas sim que deve ser considerada, e no mínimo incorporada como um conhecimento válido; até mesmo para discordar e descartar uma ideia ou crença é preciso conhecê-la.
 
Espero ter consigo esclarecer bem a diferença entre se radical e ser extremista; e que aqueles que lerem este texto reflitam melhor a respeito dessa diferença, reflitam sobre cada um desses conceitos, pensem duas vezes antes de chamar alguém radical na mesma acepção de extremista. O radical está firme numa posição forte, mas pode mudar diante de argumentos e evidências concretas e racionais; o extremista não muda de opinião diante de bons argumentos e evidências concretas. Por sinal, o extremismo anda de mãos dadas com o fundamentalismo. Mas isso já são outros quinhentos…
  
 
Perguntas que surgem após a leitura do artigo acima:
  • Cada um de nós é radical ou é extremista?
  • O atual partido que veio para se impor como o salvador da pátria, contra todos que são contrários a suas idéias, é radical ou é extremista?
 
 

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Arraste ou serás arrastado!

  
Um dia, mais cedo ou mais tarde, irão invadir as casas, os prédios e os condomínios, com arrastões.

Que força policial irá barrar o avanço de 500 menores de idade, armados de pau e ferro (alguns com armas de fogo), sob o comando de alguns líderes negativos ?

Quem irá impedir a entrada dessa turba nos bancos, mercados, shoppings quebrando e saqueando?

Quem irá impedir a entrada deles em sua casa, estuprando, roubando e matando ?

Vão invadir os prédios de Ipanema, tomar tudo, colocar vc na rua e depois irão telefonar para os governadores e prefeitos dizendo  "SOMOS NÓS QUE VOTAMOS EM VC ...QUE MANTEMOS O SEU MANDATO... QUEREMOS FICAR AQUI, NESSE APARTAMENTÃO ...DÊ UM JEITO.
Fernando Barbante, escrito em um grupo do Facebook



 
 Nem lembrava desse comentário de João Figueiredo, muito mais gente do que presidente.  Bem mais gente que um hipócrita mentiroso que sempre se fingiu de gente para ser um eterno presidente.
 
 
Mas isso lembra uma situação que  insiste em se manter na imaginação.  Sendo a Tijuca um bairro carioca cercado de favelas por todos os lados, um dia seus favelados resolvem descer e invadir todas as residências do lugar com um "grito de ordem":  SAIAM PORQUE TUDO ISSO AGORA É NOSSO. 
 

Grande dúvida! Houve até discussão sobre quando teria ocorrido tal 'arrastão'.  Se teria sido há algum tempo atrás ou não.  E daí?  Qual seria a diferença na época em que os arrastões eram vistos mais como ""demonstração de revolta"" do que como o vandalismo que sempre foi e pode voltar a ser a qualquer momento?  
 
Arrastão é arrastão e vandalismo é o vandalismo
que nos mostra em que mãos estamos.
 
DEFENDA O ARRASTÃO E SEJA ARRASTADO.
 
 
 
 
 

Síndrome da Chinelização - Milton Pires

 
 
Parabéns ao autor por sua crônica
que nos leva a dar boas gargalhadas
antes de perguntar aos nossos botões 
SOU UM SER CHINELIZADO?
  
A chinelização é uma síndrome (conjunto de sinais e sintomas) que vem afetando a população brasileira há décadas, mas que se agravou a partir de 2003, e hoje aflige todo território nacional. Os primeiros casos em Porto Alegre ocorreram em 1988. O paciente “chinelizado” não tem sexo nem idade específicos. Também já foi estabelecido que a doença afeta todas as classes sociais. Por algum tipo de lesão neurológica ainda desconhecida, a pessoa afirma que Ivete Sangalo tem o mesmo valor que Mozart, declara sem constrangimento que Paulo Coelho é tão bom quanto Machado de Assis, pensa que o jazz é “uma música” inventada para os filmes do Woody Allen, e não vê a diferença entre um filme de Glauber Rocha e um capítulo de “Avenida Brasil.”
 
Os chinelizados podem ser vistos com frequência no verão vagando pelas praias do Leblon, do Guarujá, ou aqui em Atlântida no Rio Grande do Sul. Eles são capazes de comprar uma Mercedes 380, ou um BMW, e mandar rebaixar o carro no qual instalam sempre luz neon e rodas tala larga. A próxima etapa é colocar um CD do Michel Teló ou da Valesca Popozuda tocando num volume tão alto que, quando o carro está em Torres (RS), pode-se escutar o som em Florianópolis (SC).
 
Muitas vezes o paciente chinelizado não é uma má pessoa e se define como alguém preocupado com aquecimento global, com as focas do Alaska e os ciclistas, além de fazer uma defesa radical do aborto e do casamento gay. Em outros momentos ele apresenta opiniões altamente elaboradas que costuma proferir depois de almoçar e sempre com um palito no canto da boca. As afirmações mais complexas são: “brigar por causa de mulher é besteira”, “religião cada um tem a sua”, e “política não se discute”. Na frente de um aparelho de televisão, o doente consegue passar horas assistindo a um treino de fórmula 1 ou a transmissão de um baile de carnaval de salão, após comer quatro pratos de estrogonofe de galinha com batata palha e tomar meio garrafão de vinho tinto suave fabricado no Brasil.
 
Quando junta algum dinheiro, o chinelizado viaja invariavelmente para Miami ou Nova York* (coisa que eu também gostaria de fazer..rss..rss) mas se enfurece ao extremo quando lhe perguntam por que não visitou Londres, Roma ou Paris. Nos casos em que a pessoa é na verdade mau caráter, o diagnóstico fica mais complexo porque neste estágio ela elabora doutrinas próprias sobre as grandes questões brasileiras. Em relação à saúde, por exemplo, ela sustenta que o SUS é um grande avanço já que “qualquer tipo de atendimento é melhor que nenhum” (mas finge esquecer que para si mesma ela não quer qualquer atendimento, e sim o melhor de todos).
 
A etapa mais grave da doença começa quando o chinelizado decide falar sobre Filosofia e História. Aí é que o quadro piora porque afirma que Foucault e Derrida têm o mesmo valor que Sócrates e Platão, ou que a Escola de Frankfurt é tão importante quanto a de Atenas. Questionado sobre a existência ou não de Deus  **, a pessoa afetada (com vergonha de ser considerada uma fanática) adora dizer que acredita em “alguma coisa superior” ou em certo tipo de “energia além da vida.”
 
Muitas vezes os chinelizados se reúnem em grupos e fazem questão de se apresentar como “minorias.” De uma maneira geral acreditam que “todo Estado brasileiro bem como a sociedade” tem uma “dívida histórica” com eles. Neste período que estamos vivendo agora (o Carnaval) os pacientes portadores da doença afirmam que “é uma festa que faz parte da riqueza cultural do Brasil” e que é uma “oportunidade para as pessoas assumirem a sua sexualidade sem medo de SER (o erro de concordância é deles; não meu) FELIZ.
 
Até hoje não se descobriu nenhum tratamento para a doença. Recomenda-se, de forma preventiva, procurar um bom fonoaudiólogo para não falar com a língua presa, evitar beber coca-cola com cachaça, e frequentar churrascarias com espeto corrido a 15 reais. Fazer assinatura de qualquer empresa de TV a cabo também pode ajudar, e aconselha-se assistir desde documentários sobre monstros até o canal pornô com o objetivo de evitar contato com a Rede Globo aos domingos.
 
De uma maneira geral, a Síndrome da Chinelização tem um prognóstico muito ruim e nos casos mais graves os pacientes terminam entrando para política ou tornando-se professores da Universidade Pública Brasileira.
 
O único caso do qual tenho notícia de cura parcial foi o meu. Consegui melhorar um pouco através do recolhimento, da oração, do estudo constante, e da lembrança deixada por um certo sujeito que morreu há 2013 anos atrás que dizia para “não fazer para o outro aquilo que não quero para mim mesmo” - advertência severa para todo aquele que esquece que, fora da caridade, não há salvação.
 
 
Opiniões pessoais, independentes do grande escritor do artigo acima:
 
* Viajar para Nova York, Paris ou qualquer outro lugar do mundo, só depois de conhecer ao menos um pedaço do nosso país  (quem  nos 'mandou' nascer num lugar tão grande?).
 
** Acreditar em Deus ou ter qualquer outra crença é direito de cada um de nós, porém é um tanto discutível a existência de algo que não seja palpável, crer em algo que nunca vimos ou pegamos (nem se deve usar a palavra 'sentimos', além de 'vimos e pegamos', pois muitos certamente já sentiram).  Mas não deixa de ser uma boa desculpa para os 'agnósticos'.
  
 
Numa página logo abaixo  (Brasil para Dilma, um Cavalo de Tróia - http://puteiro-nacional.blogspot.com.br/2013/02/brasil-para-dilma-um-cavalo-de-troia.html#comment-form   - há um outro artigo de Milton Pires em seus comentários).  Um artigo igualmente imperdível que já foi colocado no grupo do Facebook, aquele grupo TENHO NOJO DE ...  vocês sabem de quê!