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***Valdemar Costa Neto na cela que merece.
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João Paulo Cunha - Ser punido é uma tristeza. ***
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***Valdemar Costa Neto na cela que merece.
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João Paulo Cunha - Ser punido é uma tristeza. ***
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Colaboração de Ernesto de Senna
Ano II N0 29 AGOSTO – 2007 Redator: Ernesto de Senna
O descanso nos leva ao descaso. Com essa frase emblemática me volto a um tempo e a um termo que requer consideração e espreita ao se falar ou escrever. Não é preciso muita ênfase, pois cairemos no estranho abismo de querer confundir. Não se admite também nenhuma espécie de reducionismo, sob pena de maltratar aquilo que se pretende expor. Trata-se tão-somente de tentar explicar o porquê de tantas atrocidades e acontecimentos trágicos que acompanham a humanidade, mas que apesar de transcorrerem os séculos, ela nunca parece se dar conta, em como minimizar tantos infortúnios. Peças sobressalentes no caminho que acompanha o Homem, as tragédias são símbolos, quase que “catequismais” de uma mesma noção do tempo que insiste em penetrar a alma humana, fazendo nela morada de tantas inexplicações., que atravessam barreiras, contudo se repetem a cada ciclo de uma geração. Quanto vale o tempo de uma geração nos dias atuais? Antes de começar a se entender, o Homem deve procurar entender a tudo o que o rodeia, sempre fazendo ainda um apanhado histórico para ver onde e como as coisas se repetem. Aí, teremos o tempo de uma geração, que antes de nossa era cristã permeava, por certo, 80 a 100 anos. Com o avançar dos anos e dos descansos que o homem sempre procura, esse tempo terá diminuído para cerca de 6 a 10 anos. Esse é o tempo. Esse é o ciclo. Nesse ínterim o Homem deve trabalhar seus questionamentos. Depois de entender tudo no laço desse tempo e refletir nos aspectos externos da existência de sua contemporaneidade, o Homem deve então trabalhar o seu interior e voltar suas perguntas para si mesmo. Antes, quando o Homem habitava as savanas, além de caçador tinha que caminhar distâncias enormes à procura da caça. Retornava à tribo e preparava a carne em cortes rústicos. Não podia estocar, senão corria o risco de perder o alimento. Tudo tinha sua medida. Muito embora vivesse menos, suas atitudes visavam à eternidade.
************************************************************************************* E agora vem a melhor de todas as respostas: ****************************************************************************
Pergunta: As definições serão tomadas neste governo? Dilma: Este governo não vai abrir mão de pensar nisso. Sabe por que? Porque será julgado pelas próximas gerações pelo que foi capaz de fazer com essa riqueza.
Cá pr'á nós. Que perda de tempo do entrevistador!
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A primeira grande dificuldade consiste em conquistar prestígio. A segunda em conservá-lo toda a vida e a terceira, preservá-lo depois de morto. Benjamin R. Haydon.
Frase retirada do site www.editora-opcao.com.br (Antonio de Andrade - Escritor, Jornalista, com formação em Psicologia).
Luís Inácio, se considera onipotente e capaz de chutar a inflação (que já se mostra presente principalmente nos supermercados), “impunemente” como de hábito. Para o megalômano, a sorte o acompanhará ad eternum. Ignora o risco de, um dia vir a quebrar o pé num chute mal dado.
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Enquanto isso, a possível conversa dos papagaios, entreouvida numa gaiola do Palácio Alvorada:
*** O mesmo presiMente que cansa nossos ouvidos de tanto usar a primeira pessoa do singular em seus discursos - EU faço, EU acho, EU , EU, EU, EU... - quando pretende se isentar de culpas, recorre ao uso da primeira pessoa do plural lulista (a gente), como nas frases abaixo:
"Vamos combater a inflação...", "...se a gente continuar consumindo mais do que produz, o resultado é que a gente terá uma inflação.", "Temos de ter o compromisso de não permitr que a inflação volte a atrapalhar o sonho de estabilidade que este país tem hoje."***
Luís Inácio deveria ter seguido a profissão de jogador de futebol, o que seria bem mais adequado a seu vocabulário e jeito de falar. É o presideMente "deixa que eu chuto". Tanto pensa que pode dar um chute em qualquer problema, quanto chuta a responsabilidade de seu desgoverno para cima dos outros.
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MAS UM DIA...
SEU PÉ PODE QUEBRAR.
Hoje saiu, n'O Globo, mais 11 cartas de leitores dispostos a aderir a uma reação contra a patifaria escrachada que tomou conta do país. O primeiro grupo de leitores (apenas seis) já tem reunião marcada para a próxima quarta-feira. Não é uma passeata ou mobilização com a idiotia abraçando ou dando beijocas na bandeira brasileira, por exemplo. Não é um ôba-ôba para as câmeras de TV. É uma reunião para conversar sobre o futuro do desrespeito que nos agride.***
Parece que a intolerância já atingiu também o responsável pela escolha das cartas a serem divulgadas, do contrário o jornal não nos daria tanto espaço. Pelo jeito, ele também está de saco cheio do atual deboche político.
Pode não dar em nada, mas é assim que começa, pois a tolerância tem limite.
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Há umas duas semanas atrás a ex-sexóloga relaxe-e-goze Marta Suplicy também procurou a simpatia de lésbicas e gays, comparecendo à passeata que reuniu um número enorme de gente. Luís Inácio não deixou de abrir aquela bocarra para fazer mais um discurso enfático (como sempre), desta vez a favor de homossexuais e simpatizantes. Não se pode desprezar esse gênero de eleitores, que vem crescendo cada vez mais.
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As notas de compras deveriam apresentar o preço do produto separado do valor dos impostos cobrados, para que as pessoas sofressem o impacto não apenas no bolso, mas na consciência. Como isto jamais será feito no nosso país - por motivos óbvios - os ignorantes, desavisados, precisam receber cópia da tabela acima com o título: QUANDO FOR AO SUPERMERCADO, NÃO DEIXE DE LEVAR A TABELA PARA SABER QUANTO VOCÊ PAGA A MAIS PELO QUE COME. ***