Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Que o sentimento de Natal seja constante

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Natal é a data que simboliza paz, amizade, esquecimento de desentimentos passados. As pessoas se beijam e abraçam, trocam presentes, tiram fotos sorridentes até mesmo ao lado de "inimigos". Quando é Natal, de repente todos se amam... até o dia seguinte.
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Peço desculpas aos que não concordam, mas não consigo ser ou pensar de forma diferente da habitual, seja por razões religiosas ou sociais, mesmo que por apenas um ou dois dias. E, mais uma vez, em troca daquelas 'caixinhas' natalinas, volto a distribuir o cartão que já me custou alguns puxões de orelha, principalmente das pessoas que mais amo, mesmo quando não é Natal.
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Colocar as pessoas de frente à realidade, justamente na hora em que esperam um presentinho extra, é a melhor forma de fazê-las enxergar a mentira em que vivem .
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Que vocês tenham um ótimo Natal,
todos os dias do ano.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

"Homenagem" aos catadores de lixo, ...

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... os parlamentares que catam e enchem o bolso com dinheiro sujo, o dinheiro da União desviado e roubado sem constrangimento algum.
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Da esquerda para a direita, na imagem abaixo, vemos Eduardo Suplicy, Ideli Salvatti, Aloísio Mercadante, Romero Jucá e, no canto à direita, Mão Santa (e suja), todos em pleno trabalho. O único trabalho que tanto eles quanto outros políticos sabem fazer, além das promessas de campanha.

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Não há espaço para colocar todos os catadores de lixo do Congresso nesta imagem que simboliza a verdadeira tarefa do Congresso Nacional, como as comentadas no 'capítulo' anterior. Os atuais abutres ignoram a responsabilidade de um trabalho digno, não sabem o que é compromisso, jogam o dinheiro público no esgoto, ou melhor, no próprio bolso e de seus apaniguados .

*** Votos para 2009

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Que num dia do próximo ano, os patifes sem caráter que sustentamos acordem e, ao se olhar no espelho, não vejam sua cara (rosto temos nós), mas apenas o reflexo daquela gente que enchia sacolas e carrinhos ao se apoderar das doação feitas àqueles que perderam tudo numa enchente. Que se virem, assustados, e não queiram mais olhar para o espelho. Que sintam vergonha da sua desfatez. E corram para pedir, imediatamente, seu afastamento do cargo que ocupam e não merecem.
*** Feliz 2009 para nós.
Para eles, apenas o que lhes é devido.

Feliz 2009 no país da bandalheira

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Ontem, recebi nosso Jornal com votos de Feliz 2009. Ao retirá-lo da embalagem natalina vemos a reportagem em letrais garrafais: Projetos na Câmara criam 37 mil cargos por R$ 1,3 bilhões. Talvez devessem colocar tal manchete na última página para não parecer deboche.
*** Enquanto isso, dentre outras milhares de patifarias:
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Romero Jucá (do PMBD/RR) fez elogios cínicos ao planejamento que reduz os gastos nacionais, pois ‘vivemos uma realidade que precisa ter cortes’, disse ele ... depois de votar pela criação de mais 7.343 cargos para vereadores. Suplicy e Mercadante, em sua hipocrisia indecente, atacaram duramente esta proposta indecorosa, e, no entanto votaram a favor.
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Osmar Serraglio (também do PMDB) lança sua candidatura à Presidência da Câmara, com a proposta imoral de construir um novo prédio para ampliação dos gabinetes dos deputados e PLANO DE SAÚDE para os funcionários comissionados. Provavelmente, no espaço de que dispõem, não cabem tantos aceclas. E ter Plano de Saúde é indispensável num país em que a Saúde está à beira da morte.
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A Câmara Federal mostra o que é considerado importante pela politicalha nacional ao cassar o primeiro deputado por infidelidade partidária. Num país em que jamais foi visto um parlamentar ser cassado por desonestidade e falta de caráter. Talvez a preocupação de nossos parlamentares seja não deixar a Câmara com apenas cadeiras vazias. ***
Garibaldi Alves, que recusou a canalhice disfarçada em filantropia, preside no Senado a aprovação de mais 800 cargos públicos para administrar museus brasileiros.
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Nossos representantes já planejaram o que, para eles, é prioritário: a lei orçamentária sobre a criação de cargos, o que para nós é novidade.
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O DIAP apresentou os números que comprovam a improdutivadade do Congresso. Segundo seus dados, em 2008 “mais da metade das leis aprovadas (224) trata de homenagens, datas comemorativas, remanejamentos de recursos do “Orçamento e criação de cargos”.

*** *** Um excelente ano novo para todos. Que a tolerância pelo desrespeito acabe. Que nosso papel de algozes, imposto por um governo populista, se transforme em imposição rude aos nossos direitos de cidadãos. Que o sentimentalismo manipulado pela hipocrisia governamental, diante da oportuna pobreza alheia, seja substituído pelo nojo.

Que em 2009 tenhamos ânimo para reagir não apenas com palavras.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A targura no poste

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Enquanto suturava um ferimento na mão de um velho gari (cortada por um caco de vidro indevidamente jogado no lixo), o médico e o paciente começaram a conversar sobre o País, o governo e, fatalmente, sobre Lula.

*** O velhinho disse: - Bem, o senhor sabe, o Lula é como uma tartaruga em cima do poste...

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Sem saber o que o gari quis dizer, o médico perguntou que diabo significava uma tartaruga em cima do poste?

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E o gari respondeu: É quando o senhor vai andando e vê um poste. Lá em cima tem uma tartaruga tentando se equilibrar. Isso é uma tartaruga em cima do poste.

*** Diante da cara de bobo do médico, o velho acrescentou:

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- Você não entende como ela chegou lá; - Você não acredita que ela esteja lá; - Você sabe que ela não subiu lá sozinha; - Você sabe que ela não deveria nem poderia estar lá; - Você sabe que ela não vai fazer absolutamente nada enquanto estiver lá; - Você não entende porque a colocaram lá; - Então, tudo o que temos a fazer... é ajudá-la a descer de lá e providenciar para que nunca mais suba, pois lá em cima definitivamente não é o seu lugar!
*** POIS CABE A NÓS TIRAR ESSA TARTARUGA DE CIMA DO POSTE.
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quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Sol e diversão entre os 'mui amigos'

Na aprazível e ensolarada Costa de Sauípe, 33 países latinos se reuniram, ontem, para resolver o problema da crise econômica mundial. Luís Inácio, tornou a FALAR (a única coisa que sabe fazer... e mal) sobre proteger a renda e o emprego dos trabalhadores, aquela cantilena cansativa para quem ouve e não suporta mais ouvir sempre a mesma coisa. ***
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Nosso presiMente disse que "é a primeira vez que a região une vozes". Desta vez, não se pode negar. Ele tem razão.

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A Presidente da Argentina, Cristina Kircher, ao chegar atrasada a tão importante encontro regado a humor e alfinetadas entre os mui amigos, comentou que o cenário de sol e praia não era o mais apropriado para tantas reuniões. Traduzindo: não era nada tão sério para se preocupar com horário. Ela também tem toda razão. ***

Afinal, além de falar eles tomaram alguma grande decisão ou se limitaram a tomar uísque com gelo ou outras bebidas, bem acordo com o lugar paradisíaco em que estavam decidindo o futuro mundial? *

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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

A história se repete

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Dois fatos, ocorridos na semana passada, comprovam que o atual governo tenta transformar a realidade na intenção de tapear o povo com dados e informações enganosas exatamente como faziam os donos do poder no livro "l984", citado abaixo.
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Um deles, já mais do que conhecido, é o caso do SIFU. Tentaram forjar o documento presidencial para não deixar rastros da linguagem rampeira indigna aos discursos de um Chefe de Estado. Porém não conseguiram. Muitos ouviram na TV, a baixaria foi amplamente divulgada nos jornais, revistas e na Internet . ***
São previsíveis os argumentos de simpatizantes esquerdóides. Dirão eles que dizer palavrão não é nada grave, pois quase todos o fazem. Argumento sem consistência quando se trata do discurso de um Presidente da República. Ponto final e discussão encerrada.
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O segundo caso foi a divulgação "desatualizada" do percentual do PIB. A Receita federal divulgou a carga tributária com números incorretos, que favorem as contas da União. Alertado sobre o “erro”, o órgão não corrigiu a informação. Então, a Secretaria de Política Econômica recalculou os dados e divulgou os números verdadeiros.
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Ao ser indagado sobre a divulgação de dados que não correspondiam à realidade, o Secretário Adjunto da Receita alegou que a revisão teria pouco impacto. A chefe da Assessoria de Imprensa do órgão, formada em Odontologia (?) foi devidamente demitida. Afinal, em nosso país, não pode haver erro sem punição.
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Novamente os esquerdóides governistas arranjarão um jeito de justificar o lapso. Dirão que não foi caso de engodo premeditado, mas apenas uma falha. Porém, principalmente em se tratando da Receita Federal, não pode haver falha nos números.

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Podemos fazer um teste. Ao apresentar o próximo Imposto de Renda cometemos um engano em apenas poucos reais, de preferência a nosso favor . Quando o fisco nos cobrar, dizemos a ele: Ora! É uma quantia tão pequena tem pouco impacto . ***

Quem já está acostumado com tantas mentiras, tem dificuldade para não pensar em má-fé. Caso não seja tapeação numérica, podemos afirmar que é incompetência, relaxamento, descaso, falta de responsabilidade...

*** O Brasil em 1984.

A história se repete.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

"1984" em 2008

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O livro “l984”, de George Orwell, narra o totalitarismo mentiroso e manipulador de um partido que se instala no poder com um governante auto-intitulado como Grande Irmão do povo. O resumo completo está no site (http://www.duplipensar.net/george-orwell/1984-orwell-resumo.html), compactado abaixo com alguns trechos, palavras ou fatos, que identificam o nosso atual governo com o livro, em negrito. ***
É uma crítica ao stalinismo e ao nazismo, à nivelação da sociedade, ao tratamento ao indivíduo como simples instrumento que serve ao estado.
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1984
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O tema principal deste livro é a transformação da realidade com a intenção de enganar o povo, para convencê-lo de estar numa democracia com uma vida satisfatória que não existia. A opressão e a tapeação começaram quando chegou ao poder o partido do Grande Irmão e instalou teletelas em todos os apartamentos. O nome Big Brother inspirou um programa televisivo onde as pessoas são vigiadas 24 quatro horas por dia como acontecia na história narrada.
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O livro conta a vida de Winston, um dos membros do partido, funcionário do Ministério da Verdade. Sua função era reescrever e alterar dados de acordo com o interesse do Partido, jogando no incinerador (Buraco da Memória) os dados e fatos originais, para evitar tudo que pudesse contradizer as verdades do Partido que determinava, inclusive, a ascenção e a queda de ídolos de acordo com alguns interesses. Pensar de maneira diferente era considerado crime (crimédia) e quem se atrevesse a fazê-lo era capturado pela Polícia do Pensamento e desaparecia.
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Para manter o poder, era necessário ao partido manter o indivíduo na mais completa ignorância. Bloco e lápis, por exemplo, eram artigos de venda proibida. As fábricas russas continham placas com o lema: dois mais dois são cinco se o partido quiser.
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Já revoltado, usando o canto do apartamento onde podia se esconder da teletela, Winston escreve no seu diário (bloco e lápis comprados clandestinamente) que liberdade é poder escrever que dois mais dois são quatro.
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Como acontece muitas vezes na vida real, o passado era esquecido. O partido dominante usava a propaganda com números e dados irreais, que ajudavam tal esquecimento. Tudo era controlado pelo partido .
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Em uma de suas mentiras, o partido informa o aumento da ração de chocolate semanal. Os dados verdadeiros eram coletados e substituídos pela versão oficial. Enquanto isso, a população enganada agradecia ao Grande Irmão .
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Em “1984”, havia os Dois minutos de ódio, parte do dia em que todos os membros do partido se reuniam para ver a propaganda que enaltecia as conquistas do Grande Irmão e, principalmente, direcionava o ódio contido contra os inimigos: odeie o seu inimigo e se identifique com o seu semelhante.
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O partido promovia, também, nova edição do dicionário de ‘novilíngua’ . Músicas eram pré-fabricadas em máquinas de fazer versos, cantadas por voz metálica.
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A ignorância dos menos abastados não era perigo para o Partido e, portanto, não sofria tanta repressão quanto os membros, superiores e inferiores do Partido, a classe-média. "Nós somos os mortos" repete uma voz metálica.
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Algumas frases do resumo que caracterizam o governo totalitário do Grande Irmão.
- "Nós somos os mortos" (filosofa Winston ao contemplar a vida simples da prole).
- A verdade pertence ao Partido já que este controla a memória das pessoas. - Se fosse necessário, deveria haver quantos dedos em sua mão estendida o partido quisesse
- ... aprender, entender e aceitar, se adaptar. - ...o perigo maior ao Partido, é o amor a outra pessoa acima do Grande Irmão.
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Outras obras: "A Insustentável Leveza do Ser" de Milan Kundera; e a "A Revolução dos Bichos", também de George Orwell, onde o deslumbramento pelo poder transforma e deforma.
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A verdadeira, a real mudança que houve no Governo do ex-metalúrgico não é a apresentada em seus discursos auto-promocionais. Muitos brasilereiros acreditam em Luís Inácio da mesma forma que acreditavam no Grande Irmão de l984. Mas a verdade está na cara.
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