
9 - “... a segurança emana da justeza de nossas causas, da força do nosso exemplo.”

9 - “... a segurança emana da justeza de nossas causas, da força do nosso exemplo.”
*** "O Presidente Obama está com um pepino muito grande." Palavras de Luís Inácio ao se referir ao novo presidente americano.
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Em seu falatório Luís Inácio costuma enaltecer as pessoas de quem fala, até mesmo dos mais calhordas, como Severino Cavalcante. Por suas características, a frase acima ficou incompleta. Seria esperado que a completasse com algo do tipo "... com um pepino muito grande, mas vai mostrar a competência de um negro em governar um país em dificuldades".Vamos aguardar as vezes em que o obnubilado Luís Inácio vai citar o presidente dos Estados Unidos, e quantos elogios fará a ele. E quantas vezes vai fazer um ou outro comentário "com sugestões do mais experiente a um novato", ou quantas críticas e cobranças serão feitas. Este será o termômetro da sua vaidade.
Barak Obama tem comportamento oposto ao nosso presiMente. Não usa sua cor para mostrar poder contra o preconceito. E, mais ainda, pede a união de todos ao dizer NÓS SOMOS UM. Exatamente o contrário do que vem fazendo nosso governo que incita à desunião, ao criar grupos distintos. Em nosso país deixamos de ser apenas brasileiros, pois agora estamos classificados como negros, índios, trabalhadores, pobres, elite, empresários... em que uns são as vítimas e outros, os vilões.
A temperatura da vaidade lulista já deve ter subido alguns graus, mesmo antes de Obama tomar posse do cargo. Mangabeira Unger (que tem hoje um ministério 'incerto e não sabido" no atual governo que um dia acusou como o mais corrupto) foi a Washington se encontrar com um assessor de Obama que o informou sobre a decisão do presidente americano de não se encontrar oficialmente com presidente algum antes de sua posse. ***
Dias depois abriu uma exceção e se encontrou com o presidente do México, quando trataram de uma aliança estratégica para resolver assuntos que preocupam os dois países. Obama prometeu a Felipe Calderón "uma nova página" nas relações entre os EUA e a América Latina durante seu mandato... e o fez sem a presença do super-star brasileiro.
Mesmo lendo apenas o que lhe interessa, de uma coisa Luís Inácio já sabe. É um fanfarrão que se diz salvador da pátria que não salvou até hoje. Mas OBAMA tem a tarefa de salvar a economia mundial, inclusive a nossa. Vai ser duro aceitar esta diferença. Comentar sobre a vaidade de Luís Inácio pode parecer perda de tempo, mas não é, pois sua vaidade exacerbada e megalomania doentia o torna ainda mais perigoso. E vamos prestar atenção no termômetro .
Agora quem vai abrir uma exceção sou eu, ao acompanhar esta novela .
Daqui a pouco veremos quem vai se decepcionar primeiro. Os desvalidos nacionais com a marola que virou um tsunami ou o presidente que se imaginava idolatrado e descobriu que nunca passou de um coronelão que só tinha amor em troca das coisas materiais que oferecia .
Ao negar seu interesse pelo terceiro mandato, como já fez antes de se candidatar ao segundo, o ex-sindicalista diz que pretende parar porque já está velho. "Agora estou velho, vou me retirar." Certamente espera ver milhares de pessoas chorando pelas ruas e implorando por sua eterna permanência.
Só não podemos recomendar aposentadoria a este eterno mentiroso, porque já é aponsentado há décadas, mesmo tendo trabalhado, de fato, até os vinte e poucos anos (em 72 se tornou Diretor do Sindicato, embora continuasse 'vinculado' á empresa Villares pois precisava de carteira assinada). Mas talvez esteja mesmo cansado... de tanta falar para se mostrar.
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Os brasileiros começaram a se afogar naquela marolinha (não agüento mais essa palavra). Depois de um presidente irresponsável, em plena crise mundial, insuflar os "trabalhadô" a comprar, ou melhor, se endividar, a inadimplência se faz presente. Presente de grego, diga-se de passagem.
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A maior parte das dívidas é com bancos e cartões de crédito, mas para eles o problema não é tão grande pois se aproveitam de quem ganha pouco e paga suas contas com atraso. Seus parcos salários alimentam esses urubus famintos.
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Em sua coluna de hoje, Merval Pereira diz o seguinte: "Os muitos empregos criados nos últimos anos, do que o goveno se vangloria muito justamente, têm origem nas mesmas empresas que hoje demitem." É o desemprego e conseqüente dificuldade financeira desmentindo as gabolices palacianas.
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Parece que, agora, Luís Inácio e seus eleitores vão se conhecer, de fato. Os desempregados cheios de dívidas vão descobrir que o Grande Pai tem tamanho bem menor do que pensavam. E nosso presiMente, que sempre acreditou em seu poder de convencimento e tapeação, vai saber que o brasileiro não o ama tanto quanto pensava. Pobre ego!
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O amor do povo iletrado por qualquer presidente é diretamente proporcional a seu poder de compra, ainda que camuflado por frases de efeito e melhora social imaginária. Imaginária, sim, porque viver às custas de esmolas não é uma situação digna.
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Também não vai adiantar discursar sobre a crise, nem apontar o dedo para um suposto culpado. O brasileiro lá quer saber de crise! Que se dane a crise! Eles querem é uma situação mais estável e dinheiro no bolso (mesmo que não muito, para os acomodados).
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A vaidade de Luís Inácio vai precisar de muitas horas de análise e seus aceclas de muito calmante para suportar suas agressões nas horas de mau humor.
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Dois atletas cubanos, que vieram ao Brasil participar dos jogos do PAN, pediram asilo para fugir do governo comunista de Fidel. Tarso Genro negou e os enviou, rapidamente, de volta aos braços da ditadura de esquerda.***
No entanto, nesta terça-feira, negou à Itália o pedido de extradição do terrorista Cesare Battisti, condenado, em seu país por quatro assassinatos. ***
Ontem, porém, a crise lhe fez cócegas. Apenas cócegas, porque ela (a crise) não representa nada para nosso presiMentiroso. O que lhe faz mal, como ele mesmo disse, são os comentários nos jornais e revistas, pois não aceita opiniões de jornalistas contrárias a qualquer ação desastrosa ou tapeadora de seu governo. Isto, sim, representa perigo ao ex-sindicalista.
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De um lado estavam representantes dos empregadores (indústria, comércio e agricultura); de outro representantes sindicais. Para conter as demissões em massa, em decorrência da crise que jamais nos afetaria, foi selado um acordo entre eles.
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Mas duro, mesmo, foi dar um aperto de mão no meliante Paulinho da Força Sindical.
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Crise? Que crise?
Perguntem ao "Buxi".
***Agora, com licença, volto ao teclado para escrever a segunda parte da entrevista dada ao Pasquim por Luís Inácio em 78. Nada melhor do que colocar Lula-ao-Avesso.
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