Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Cegueira política

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O Pantanal pede socorro para evitar que sua área vire uma plantação de cana-de-açúcar. De um lado está Reinhold Stephanes, que insiste em transformar um local defendido pelos ambientalista numa fábrica de etanol; de outro está Carlos Minc, que também não merece confiança, do contrário não faria parte deste governo .

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Caso a intenção de desmatar o Pantanal, como fazem com a Amazônia, fosse, ao menos, plantar abóbora ou chuchu poderíamos até perdoar sua falta de visão do mundo em que eles próprios vivem. Mas não, seus interesses são escusos. Não adianta alegarem que tanta irresponsabilidade tem um objetivo decente, como angariar fundos para o país, "pelo bem dos brasileiros", porque o povo não se alimenta de cana nem bebe etanol. Nem tão pouco o dinheiro que entra nos cofres da União é decentemente aproveitado.

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Incrível, mesmo, é agirem como se não fizessem parte deste mundo desmantelado por alucinados globais. Os políticos brasileiros olham para tudo e todos, como se os vissem de cima, bem acima. Acreditam tanto em sua onipotência que não lembram dos filhos e netos que sofrerão, no futuro, as conseqüências de seus atos, mesmo que venham herdar os cargos políticos dos papais, como de costume.
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Como a alucinação política provoca cegueira, poderiam ser avisados de que têm poder apenas CONTRA quem lhes dá votos, mas não contra a natureza. A natureza eles não compram nem podem corromper.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O outro lado

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Cena 1:
*** “O clima no Palácio do Planalto não anda dos mais leves. Relatos de auxiliares de Lula dão conta de que seu grau de irritação tem subido. Não se sabe exatamente com o quê, mas o presidente tem sido visto quase aos gritos com subordinados.” (ontem na coluna de Anselmo Góis)
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Cena 2 : *** “Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância. - Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido.”
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Cena 3 : *** Em uma de suas viagens, Luís Inácio pretendia distribuir algumas cartilhas sobre seus projetos, mas... "O ajudante-de-ordens admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidentes, ministros, diplomatas e assessores dividem um mesma sala para um rápido cafezinho. - Cadê as cartilhas, porra? Esbraveja o presidente. O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário: - Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente. Todos ficam constrangidos com a cena. ***
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Cena 4: *** “Molhado de suor, olha para o ajudante-de-ordens e lhe pede uma toalha – branca e felpuda, peça obrigatória nas viagens presidenciais. - Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pista do aeroporto para cumprir as ordens do presidente. Lula não se contém com a cena. Enquanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordens absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido a um de seus seguranças. – Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar a minha toalha.”
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Cena 5: *** Tá vendo? Eu não tenho mesmo curso superior (nem inferior), mas quem carrega papel pra mim tem... todos têm curso superior – disse Lula a um ministro depois de receber um discurso escrito das mãos de um assessor.
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Cena 6: *** Sempre que pode, Lula vai à forra em público contra os subordinados e petistas letrados e de hábitos ditos refinados.
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Cena 7: *** “O Chile é uma merda. O Chile é uma piada. Eles fazem acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se foda por aqui. Eles estão cagando para nós.”
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Cena 8: ***
- Tem hora, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a puta que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos, para desconforto absoluto dos demais à mesa. ***
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Luís Inácio não perde oportunidade de humilhar seus subordinados
ou desmoralizar até mesmo outros chefes de Estado.
Este é o homem do povo que o povo desconhece.
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As cenas de 2 a 8
estão no livro Viagens com o Presidente
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Vamos à aula

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DEZ LIÇÕES
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Palavras e comportamento, no discurso de posse de Obama, que podem ser aproveitados por um presiMente que troca a dignidade do povo por esmolas e se aproveita da miséria financeira e mental de muitos brasileiros.
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1 – “Às pessoas de nações pobres, prometemos trabalhar ao seu lado para nutrir corpos e mentes famintos.”
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2 - Obama convocou os americanos para assumir responsabilidades, coisa que se tornou desconhecida pelos brasileiros que esperam, de pires na mão, as dádivas de um governo paternalista e interesseiro.
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3 - “O que se exige é um reconhecimento de que temos obrigações com nós mesmos, com a nação e o mundo.”
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4 - A necessidade de trabalhado duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo...
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5 - Crítica àqueles que preferem o “lazer ao trabalho, ou apenas a busca de prazeres, riqueza e fama".
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6 - A “ganância e irresponsabilidade da parte de alguns, mas também um fracasso coletivo nosso em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era’”.
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7 - “... o fim das discordâncias mesquinhas e das falsas promessas ...”.
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8 - “...cada homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade.”
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9 - “... a segurança emana da justeza de nossas causas, da força do nosso exemplo.”

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10 – Falar ao povo de maneira elegante (ou ao menos educada), sem frases de grande impacto com gestos teatrais, e sem estrebuchar uma falsa raiva treinada na frente do espelho.
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*** Dever de casa para Luís Inácio:
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Todas as manhãs, repetir 100 vezes a frase "eu gosto de ler", porque dar bom exemplo é obrigação. ***
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domingo, 18 de janeiro de 2009

O termômetro

*** Obama se tornou presidente dos USA e está na capa de diversas revistas do mundo inteiro. Acreditava que nosso presiMente se aproveitaria para fazer constantes comparações entre suas dificuldades como pobre e as de Obama como negro. Ele ainda chegou a fazer isso, mas apenas uma vez, logo que Barak Obama venceu as eleições. Porém, foi nitidamente reprimido ao perceber o risco de ter sua estrela apagada por outra bem mais cintilante.
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*** "O Presidente Obama está com um pepino muito grande." Palavras de Luís Inácio ao se referir ao novo presidente americano.

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Em seu falatório Luís Inácio costuma enaltecer as pessoas de quem fala, até mesmo dos mais calhordas, como Severino Cavalcante. Por suas características, a frase acima ficou incompleta. Seria esperado que a completasse com algo do tipo "... com um pepino muito grande, mas vai mostrar a competência de um negro em governar um país em dificuldades".

Vamos aguardar as vezes em que o obnubilado Luís Inácio vai citar o presidente dos Estados Unidos, e quantos elogios fará a ele. E quantas vezes vai fazer um ou outro comentário "com sugestões do mais experiente a um novato", ou quantas críticas e cobranças serão feitas. Este será o termômetro da sua vaidade.

Barak Obama tem comportamento oposto ao nosso presiMente. Não usa sua cor para mostrar poder contra o preconceito. E, mais ainda, pede a união de todos ao dizer NÓS SOMOS UM. Exatamente o contrário do que vem fazendo nosso governo que incita à desunião, ao criar grupos distintos. Em nosso país deixamos de ser apenas brasileiros, pois agora estamos classificados como negros, índios, trabalhadores, pobres, elite, empresários... em que uns são as vítimas e outros, os vilões.

A temperatura da vaidade lulista já deve ter subido alguns graus, mesmo antes de Obama tomar posse do cargo. Mangabeira Unger (que tem hoje um ministério 'incerto e não sabido" no atual governo que um dia acusou como o mais corrupto) foi a Washington se encontrar com um assessor de Obama que o informou sobre a decisão do presidente americano de não se encontrar oficialmente com presidente algum antes de sua posse. ***

Dias depois abriu uma exceção e se encontrou com o presidente do México, quando trataram de uma aliança estratégica para resolver assuntos que preocupam os dois países. Obama prometeu a Felipe Calderón "uma nova página" nas relações entre os EUA e a América Latina durante seu mandato... e o fez sem a presença do super-star brasileiro.

Mesmo lendo apenas o que lhe interessa, de uma coisa Luís Inácio já sabe. É um fanfarrão que se diz salvador da pátria que não salvou até hoje. Mas OBAMA tem a tarefa de salvar a economia mundial, inclusive a nossa. Vai ser duro aceitar esta diferença. Comentar sobre a vaidade de Luís Inácio pode parecer perda de tempo, mas não é, pois sua vaidade exacerbada e megalomania doentia o torna ainda mais perigoso. E vamos prestar atenção no termômetro .

Agora quem vai abrir uma exceção sou eu, ao acompanhar esta novela .

sábado, 17 de janeiro de 2009

O coronelão brasileiro

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Hoje, o blog O COPISTA (http://ocopista.blogspot.com/) traz uma excelente matéria sobre as ambições - cada vez menos disfarçadas - de Luís Inácio por um terceiro mandato, com comentários ao final de cada parágrafo.

Daqui a pouco veremos quem vai se decepcionar primeiro. Os desvalidos nacionais com a marola que virou um tsunami ou o presidente que se imaginava idolatrado e descobriu que nunca passou de um coronelão que só tinha amor em troca das coisas materiais que oferecia .

Ao negar seu interesse pelo terceiro mandato, como já fez antes de se candidatar ao segundo, o ex-sindicalista diz que pretende parar porque já está velho. "Agora estou velho, vou me retirar." Certamente espera ver milhares de pessoas chorando pelas ruas e implorando por sua eterna permanência.

Só não podemos recomendar aposentadoria a este eterno mentiroso, porque já é aponsentado há décadas, mesmo tendo trabalhado, de fato, até os vinte e poucos anos (em 72 se tornou Diretor do Sindicato, embora continuasse 'vinculado' á empresa Villares pois precisava de carteira assinada). Mas talvez esteja mesmo cansado... de tanta falar para se mostrar.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Filme de humor imperdível

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Hoje, na coluna de Anselmo Gois, há dois interessantes comentários sobre a reunião de Luís Inácio com Fábio Barreto para tratar da chanchada que narra a vida do ex-sindicalista. Chanchada é uma palavra que não deve existir mais nem nos dicionários, mas qualifica com perfeição esta criação cinematrográfica.
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"Quarta, durante mais de duas horas, Lula recebeu o diretor Fábio Barreto, que começa a filmar semana que vem em Pernambuco o filme 'Lula, o filho de Lindu'. Lá pelas tantas Barreto leu o trecho do roteiro em que Dona Lindu carregando no colo o bebê Lula desfalece no sertão e o menino, para fugir de um escorpião, dá seus primeiros passos. Lula riu da história e, meio à brinca, meio à vera, exagerou: - Mas lá no sertão a gente não foge do bicho, e sim come escorpião."
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"Durante a conversa, baixou em Lula, contanto sua vida, uma espécie de cabocho nordestino. O presidente, que deixou sua terra natal em l952, de repente começou a falar com forte sotaque do sertão pernambucano."
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A transcrição do texto está na cor roxa de tanta vergonha.
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Como admiradora dos filmes nacionais, não vou perder esta obra de Fábio Barreto. Só espero que não esqueça de mostrar o lado menino prodígio de Luís Inácio, que entrou no SENAI aos seis aninhos de idade para aprender a profissão de torneiro mecânico. E ainda fez o milagre de começar o curso em São Paulo, quando ainda morava no Nordeste. Não posso deixar de dar minha contribuição e farei o esforço que for necessário para entrar em contato com o diretor .
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Fiéis eleitores

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Os brasileiros começaram a se afogar naquela marolinha (não agüento mais essa palavra). Depois de um presidente irresponsável, em plena crise mundial, insuflar os "trabalhadô" a comprar, ou melhor, se endividar, a inadimplência se faz presente. Presente de grego, diga-se de passagem.

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A maior parte das dívidas é com bancos e cartões de crédito, mas para eles o problema não é tão grande pois se aproveitam de quem ganha pouco e paga suas contas com atraso. Seus parcos salários alimentam esses urubus famintos.

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Em sua coluna de hoje, Merval Pereira diz o seguinte: "Os muitos empregos criados nos últimos anos, do que o goveno se vangloria muito justamente, têm origem nas mesmas empresas que hoje demitem." É o desemprego e conseqüente dificuldade financeira desmentindo as gabolices palacianas.

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Parece que, agora, Luís Inácio e seus eleitores vão se conhecer, de fato. Os desempregados cheios de dívidas vão descobrir que o Grande Pai tem tamanho bem menor do que pensavam. E nosso presiMente, que sempre acreditou em seu poder de convencimento e tapeação, vai saber que o brasileiro não o ama tanto quanto pensava. Pobre ego!

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O amor do povo iletrado por qualquer presidente é diretamente proporcional a seu poder de compra, ainda que camuflado por frases de efeito e melhora social imaginária. Imaginária, sim, porque viver às custas de esmolas não é uma situação digna.

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Também não vai adiantar discursar sobre a crise, nem apontar o dedo para um suposto culpado. O brasileiro lá quer saber de crise! Que se dane a crise! Eles querem é uma situação mais estável e dinheiro no bolso (mesmo que não muito, para os acomodados).

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A vaidade de Luís Inácio vai precisar de muitas horas de análise e seus aceclas de muito calmante para suportar suas agressões nas horas de mau humor.

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