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Não, não é uma gaiola. É apenas o refeitório do sabiá que foi adotado quando o encontrarm mal, ainda recém-nascido. Carlinhos e a Melita (quem lhe deu nome e quase um sobrenome) o trataram como se fosse um bebê. O bichinho foi tão mimado que já tem asas para voar, mas sempre volta para casa. Na foto abaixo vemos a mãe coruja olhando para a Tchutchuca, que está no cantinho à esquerda. Na outra, com o pai adotivo numa intimidade pouco comum aos pássaros.
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A Tchuchuca, por conta da educação que teve, se sente completamente à vontade no meio das pessoas, mesmo as que não conhece. Passeia entre nós como se fosse gente (e é bem mais civilzada do que muitos que conheço).
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Aqui o bichinho está de olho no nosso aipim frito. Não deve ter problema de colestorol.
Mas, neste fim-de-semana, ele(ou ela) exagerou. Só faltou me ajudar na transcrição do texto.
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A Tchuthuca é nossa companheira no Universo da Cachaça em Friburgo (embora eu só goste de guaraná e Coca-Cola).
Meu maridão
fazendo pose para o blog.
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Enfim, deixei o molusco desagrável de lado e me dediquei apenas a um pássaro encantador.
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