Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sábado, 29 de setembro de 2012

OS EXECUTORES - ‘A hora H’, por Dora Kramer

 
 
Este artigo foi
PUBLICADO NO ESTADÃO DESTA SEXTA-FEIRA
 
  

 

Descrição: http://veja.abril.com.br/blog/augusto-nunes/files/2012/09/tres.jpg
DORA KRAMER
Semana que vem o julgamento do mensalão vai pegar fogo. Dentro e fora do Supremo Tribunal Federal, onde começará a ser examinada a parte da denúncia relativa aos personagens que põem o PT direta e nominalmente no banco dos réus: José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares.
Até agora só desfilaram coadjuvantes naquela passarela. Operadores financeiros, facilitadores de negócios, espertalhões, aprendizes e professores de feiticeiros.
Gente permanentemente conectada na oportunidade de levar alguma vantagem, para a qual importa pouco quem esteja no comando. Basta que os comandantes liberem a livre navegação pelas águas do poder.
Esse pessoal já está condenado, sem despertar grandes suscetibilidades. A reação às condenações diz respeito ao indicativo de que podem também alcançar os réus que de fato interessam – os representantes mais graduados, entre os citados na denúncia, do projeto beneficiário do esquema de financiamento.
Pois é a partir daí é que os ânimos realmente se acirram.
Quem se espanta com divergências entre ministros do Supremo ou se apavora com o tom mais incisivo de um ou de outro não leva em conta as implicações de uma decisão colegiada envolvendo legislação, doutrina, agilidade de raciocínio, capacidade de encadeamento lógico e muito conhecimento acumulado em trajetórias jurídicas distintas entre si.
De outra parte, quem vê despropósito na acusação de que o STF funciona como tribunal de exceção a serviço de uma urdidura conspiratória, não sabe o que é o furor de uma fera ferida.
Muito mais além do que já houve ainda está para acontecer.
Os ministros do Supremo vão discutir dura, detalhada e por vezes até asperamente todos os aspectos do processo, dos crimes imputados aos réus e das circunstâncias em que foram ou não cometidos, para mostrar as razões pelas quais condenam ou absolvem.
Nada há de estranho, inusitado ou inapropriado nisso. Não é nos autos que os juízes falam? Pois estão falando neles e deles. É o foro adequado para a discussão. Se a interpretação da lei não fosse inerente à função do magistrado, um bom programa de computador que cruzasse a legislação com as acusações daria conta do recado.
Descontados excessos de rispidez de um lado (do relator) e exageros na afetada afabilidade de outro (do revisor), os debates são apropriados e indispensáveis em caso de alta complexidade e grande repercussão como esse.
A peculiaridade aqui é o conflito de temperamentos e da interpretação dada pelo revisor ao seu papel. Ele deveria revisar o trabalho de Barbosa, mas na prática faz uma espécie de voto em separado. O relator que passou cinco anos examinando os autos, conduzindo interrogatórios e acompanhando todas as fases do processo, irrita-se.
Já do lado de fora há a reação, claro. E por parte dos que se veem desde já como perdedores se traduz de uma forma aflita, cuja tendência é ficar cada vez mais aflitiva. Mas, por mais desrespeitosa, ilógica e raivosa que se apresente, precisa também ser vista com uma boa dose de naturalidade. Até na crítica.
Simpatizantes da causa, petistas se sentem ameaçados, injustiçados e usam a dinâmica que conhecem para reagir: a desqualificação, os desaforos à deriva, a argumentação sem pé nem cabeça.
A questão central é: isso vai influir no resultado do julgamento? Evidentemente a resposta é não.
Por isso o melhor é enxergar o cenário pela ótica da ponderação e da normalidade sem procurar em qualquer turbulência motivos para crises que ponham em risco isso ou aquilo.
Se 20 anos atrás o Brasil interrompeu o mandato de um presidente logo na primeira eleição direta depois de duas décadas de ditadura e o mundo não se acabou, convenhamos, não é nessa altura da democracia que haverá de acabar.
Nem fazer do País uma piada de salão.
 
 
 
 
 

MENSALEIROS degradam a campanha de Haddad

 
 
 - REPRODUÇÃO -
 

Justiça suspende comercial de Serra que usa Dirceu, Maluf e música de suspense contra Haddad - Do UOL, em São Paulo

 
Reprodução do vídeo contra Fernando Haddad (PT) veiculado na TV pela campanha de José Serra (PSDB)
 
A Justiça Eleitoral concedeu liminar (decisão provisória) à campanha de Fernando Haddad, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, que determina a suspensão imediata de uma inserção veiculada pela campanha de José Serra (PSDB) na TV.
 
 
O comercial, que traz uma música de suspense ao fundo, mostra as imagens do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e dos réus do mensalão José Dirceu e Delúbio Soares se sobrepondo ao rosto de Haddad.
 
 
No final, os quatro aparecem juntos, e o narrador diz: "É o velho esquema, em nova embalagem. Fique esperto." (embalagem nova, mas não muito)
 
 
Em sua decisão, o juiz Henrique Harris Júnior, da 1ª zona eleitoral de São Paulo entendeu que a peça "é passível de enquadramento, em tese, como degradante".
 
 
O suposto esquema de compra de apoio de parlamentares no Congresso Nacional durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (2003-2006), que ficou conhecido como mensalão, está sendo julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).
 
 ***
 
Dirceu, Delúbio e Maluf são considerados - em tese! - tão degradantes
que sujariam a campanha de Haddad!
 
 
 
 
 

MALUCO OU MENTIROSO?

 
 
 
"Se juntarem todos os presidentes da história do Brasil,
vocês vão ver que
eles não criaram instituições para combater a corrupção
como nós criamos em oito anos". 
 
 
 Lula cita mensalão e diz que combateu corrupção
 
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou pela primeira vez em um ato público o julgamento do mensalão e aproveitou para atacar a oposição, que usa o escândalo de compra de apoio político no governo do PT para atacar os candidatos petistas das disputas municipais.

Em ato de campanha do candidato da legenda à Prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad, com estudantes, na noite desta quinta-feira, Lula afirmou que não se deve ter vergonha do processo que ocorre no STJ, e sim que a população deve ter "orgulho" do combate à corrupção nos seus dois mandatos.
A declaração de Lula só ocorreu após um estudante causar constrangimento no início da cerimônia que reuniu bolsistas do ProUni, na Uninove, ao levantar uma faixa com a inscrição "Renovação com Mensalão? PT do Lula, PT do Haddad, tem o mensalão". O estudante foi hostilizado pelos demais presentes e teve a faixa arrancada de suas mãos.
  
Artigo completo em
 
 
 
SE O MENSALÃO NÃO EXISTIU, COMO L.I. SE CANSOU DE AFIRMAR, COMO SE ATREVE A FALAR SOBRE O COMBATE QUE TERIA FEITO À CORRUPÇÃO AO TRATAR JUSTAMENTE DESSE ASSUNTO, EMBORA MUITO ESPERTAMENTE NÃO TENHA USADO O TERMO MENSALÃO?
 
AFINAL, O MENSALÃO FOI COMBATIDO POR ELE OU NÃO EXISTIU ?  SEJA MALUCO OU MENTIROSO, DÁ PARA PERCEBER QUE NÃO PODE TER NEM UM TIPO DE VIDA POLITICA.
 
  

 

Boa instrução na URNA



 
 
 
 
 
 

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Azares do ex-presidente

 
Enviado por 
 
 
 
AZARES DO LULA
Maria Lucia Victor Barbosa
27/09/2012
 
 


Durante três eleições seguidas houve árduas tentativas da parte do PT para chegar à presidência da República, mas faltava ainda o essencial, um bom marketing capaz da mágica que faz do feio o bonito, do sórdido o honrado, do mentiroso o verdadeiro. Afinal, não é com imagens construídas com perfeição que a política é feita?
 
Então, apareceu o mago Duda Mendonça e sua arte suprema de propaganda enganosa como o é quase toda propaganda, sobretudo, a política. Foi elaborada a Carta do Povo que apaziguou com êxito os desconfiados. Adesões e coligações inimagináveis para o PT de outrora foram consumadas. E o mais importante: foi cuidadosamente fabricada a imagem falsificada do “Lulinha de paz e amor”.
 
Estas técnicas e táticas levaram finalmente o PT ao cobiçado cargo na quarta tentativa. Como normalmente acontece com os revolucionários que alcançando o poder se esmeram em fazer com mais precisão o que antes criticavam, ao vencer Lula e companheiros deram alegremente adeus à ética e à ideologia de esquerda que varia conforme as circunstâncias e possui tendência acentuada para o desfrute das delícias da burguesia. Ás favas com escrúpulos e transparência. E, assim, aconteceu entre outros fatos nada edificantes a compra de votos dos congressistas da enorme base aliada de Sua Excelência Lula da Silva. Foi o maior escândalo de corrupção nunca antes havido nesse país e alcunhado por Roberto Jefferson de “mensalão”.
 
Lula sempre dizendo como qualquer ladrão de galinha que não sabia de nada que se passava sob seu nariz. Quer dizer, ou ele é totalmente idiota ou se locupletava com a corrupção, exercendo seu mandonismo e seus instintos autoritários a todo vapor para alicerçar um poder cada vez maior no qual o Executivo se avantajava e o Legislativo se tornava um bando de marionetes manipulado por seus desejos.
 
Lula não é idiota. Por isso começam pela primeira vez a surgir várias opiniões afirmando que é ele e não José Dirceu o poderoso chefão da engrenagem de compra de votos que teve como “gerente” ou “boy de luxo”, Marcos Valério.
 
Esta suposição que enxovalha o mito não está ainda comprovada juridicamente. Contudo é significativo que Lula tenha feito o possível para evitar o julgamento do “mensalão”, desde implantar a CPI do Cachoeira para distrair as atenções até chantagear o ministro Gilmar Mendes para que este adiasse o processo para depois das eleições.
 
Dirão alguns que foram exatamente as eleições que preocuparam Lula. Ele quer ganhar todas as prefeituras que puder e, mais do que todas, a de São Paulo. Mas, seria só isso ou intuía que viria à tona a perigosa desconfiança sobre seu envolvimento no escândalo?
 
Impressiona também a fúria de que foram tomados seus adeptos para defendê-lo e ao seu lugar-tenente, José Dirceu. Partem para ultrajar a instância mais alta da Justiça no sentido de desqualificar o julgamento que tem tido na figura do ministro Joaquim Barbosa o exemplo de como se julga estribado na lei e na justiça.
 
Surge um manifesto sem pé nem cabeça de artistas e o presidente do PT, Rui Falcão, afirma que o julgamento do “mensalão” é golpe das elites sujas e da imprensa.
 
Golpe em quem? Lula não é mais presidente, portanto, não pode sofrer um impeachment. Tudo está sendo julgado com base nos fatos, provas e testemunhas armazenados em enormes calhamaços de milhares de páginas. Oito ministros foram nomeados por Lula e Rousseff e é notório que o ministro Lewandowski procura retardar ao máximo o julgamento, enquanto o ministro Toffoli que deveria ter se considerado impedido de participar dadas suas ligações com José Dirceu permanece para votar. Mais ainda, o julgamento ainda levará bom tempo e, apesar da maioria dos ministros estarem seguindo o voto técnico do ministro Barbosa não se sabe o que vai acontecer. Por que, então, o desespero dos defensores de Lula?
 
Golpe é dos que afrontam o Judiciário. Parecem querer igualar esse Poder independente ao servil Legislativo. Até a presidente Rousseff, de forma prepotente e imprópria, mandou recado para o ministro Joaquim Barbosa por ter este citado uma sua afirmação quando era ministra de Minas e Energia. Ela deve pensar que ele faz parte de seu ministério onde manda e desmanda.
 
Note-se que quando o PT ajudou a derrubar o presidente Collor, tendo sido o então deputado Lula que propôs o impeachment, ninguém falou em golpe. Muito tempo depois Collor foi inocentado pelo STF.
 
Em todo caso, muitos têm sido os azares do Lula que sem cargo já não dispõe da imensa sorte que sempre o acompanhou. A doença lhe tira vigor nos palanques. As campanhas não estão favorecendo os candidatos do PT. O pouco comparecimento aos comícios em que ele aparece indica que a estrela do PT está decadente.
 
O julgamento do “mensalão” e as urnas confirmarão se isso é verdade ou se novos tempos estão por vir. Como se diz, “a esperança é a última que morre”.
 
 
Maria Lucia Victor Barbosa é socióloga
 

PODEMOS CONFIAR NOS JUÍZES DO STF?

 
www.alertatotal.net


 

  
Tese que desqualifica formação de quadrilha
 de políticos do Mensalão
 será usada para salvar José Dirceu
 

Uma simples associação de réus para cometer crimes
não significa formação de quadrilha.
 
 
Esta tese apresentada ontem pela ministra Rosa Weber, inocentando 13 réus acusados de formação de quadrilha no capítulo 6 do julgamento da Ação Penal 470, é o primeiro sinal prático da Operação político-jurídica de bastidores para livrar José Dirceu do cadafalso do Mensalão. O raciocínio é simples, para ser usado na fase de recursos: se a quadrilha política não fica comprovada, seu suposto chefe(Dirceu) também não existiu. 
 
...
a Weber foi bem clara em seu voto:  “Em suma, quadrilha, na minha concepção, causa perigo por si mesma na sociedade, eventualmente na pena agravada. Portanto a indeterminação na prática de crimes é a diferenciação de bandos e agentes pura e simples. Só concluo que os fatos e as condutas e a situação e a organização imputada na denúncia como crime de bando ou quadrilha assim não se qualifica e não vislumbro prova sequer da prática deste crime”.  Rosa Weber entendeu que houve aqui crime de coautoria e por isso absolvo todos os acusados pelos crimes de quadrilha
 
...
 
Jorge Serrão - Alerta Total
Mais detalhes no site ALERTA TOTAL
 
 
 
Em outras palavras, se não existiu quadrilha, não houve chefe de quadrilha, portanto José Dirceu não foi chefe de quadrilha.
 
 
Não temos outro jeito: é nossa hora de atacar, pois (espero estar enganada) não contamos com mais ninguém.
 
A acusação de formação de quadrilha, segundo a ministra Rosa Weber, seria um perigo à sociedade, como se a existência de meliantes no poder não significasse um perigo muito maior.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

SINAL DE ALERTA




Estão preparando caminho para a ditadura do proletariado.
Quem não pertencer ao partido ficará de fora da roubalheira
e será nivelado na classe baixa.
Só haverá duas classes:os ricos, adeptos a
URSB(União das Repúblicas Socialistas Bolivarianas)
e o RESTO sem patrimônio,já que
os comunistas bolivarianos lhes tomarão o que possuem.
 
Comentário anônimo numa página anterior
 
*
 
 
Parece uma simples repetição do que vem sendo dito, insistentemente, mas não é só isso.  Serve como aviso.  É como se fosse aquele sinal de alerta que, ao ser ignorado, deixa os burros serem atropelados.
 
 
É HORA DE REAGIR.   JUNTE-SE A NÓS
- para não reclamar depois -
 
 
URNA - UNIÃO PARA RENOVAÇÃO NACIONAL
 
 
Vamos lá, minha gente! Inicialmene, coloquem o símbolo acima na página de seu blog, nos enviem seus artigos e seu link para que sejam colocados na página do blog da URNA.
 
TEMOS MUITO MAIS PODER
DO QUE VOCÊS PODEM IMAGINAR.
 
 
 
 


quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Piada para intervalo

 
 
Conversa ao telefone
 
Deputado petista: "Oi, Quero te conhecer melhor, sou deputado petista há 10 anos e honesto".
A moça: "Oi, muito prazer, sou prostituta há vinte anos e sou virgem".

História conhecida, mas detalhes interessantes






 

 
 
 
Jorge Serrão
Editado em  22.09.2012
 
 
 
O artigo é tão interessante que foi irresistível colocá-lo por inteiro nesta página.
 
 
O Exército escalou seus mais confiáveis e melhores oficiais de inteligência, lotados na Abin, para dar proteção ao ministro Joaquim Barbosa – relator do processo do Mensalão no Supremo Tribunal Federal. Ao montar esquema especial para dar segurança a Barbosa – que sempre foi avesso a isto -, empregando seus homens lotados na Agência Brasileira de Inteligência, o EB atropelou o Palácio do Planalto e a cúpula da Polícia Federal ligada aos esquemas petralhas de poder.


Apenas como contraponto: os ministros Ricardo Lewandowski e José Dias Toffoli também contam com proteção intensa. Só que de agentes da Polícia Federal – e não da turma verde-oliva lotada na Abin. A proteção a Barbosa não é só física. Tudo que se fala dele e sobre ele, nos ambientes de poder, também é monitorado. Além disso, todo o sistema telefônico da residência e de seu gabinete no STF foi alterado e passa por uma constante ação de pente fino.


A iniciativa de proteger Barbosa tão intensamente gera uma crise. A Presidenta Dilma Rousseff, como Comandante-em-chefe das Forças Armadas, sequer foi consultada sobre a medida. A blindagem ao Barbosa foi decidida entre alguns integrantes do Alto Comando do Exército e o General José Elito, do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. Aumentará em muito a guerra não-declarada e a insatisfação pessoal mútua entre Dilma e seu ministro Elito.


No fundo, a proteção especial a Barbosa é mais uma operação montada pela chamada “Comunidade de Informações” que sempre tenta agir de forma invisível – embora quase sempre não consiga em uma Brasília cercada de ouvidos eletrônicos em todos os buracos do poder. Em tempos passados, tal comunidade era famosa por vigiar e detonar a esquerda explicitamente. A turma do SNI botava medo. A turma da Abin ligada ao EB – onde a petralhada ainda não conseguiu se infiltrar explicitamente – tenta ser mais “light”.
 

Agora, pelo menos no reservado discurso da comunidade de informações, a ordem é não contribuir para ampliar um vácuo institucional que se desenha com o resultado do julgamento do Mensalão – que deve atingir em cheio a cúpula petralha, ainda com consequências imprevisíveis de um respingo escatológico no mito Luiz Inácio Lula da Silva (que ainda alimenta o sonho de voltar à Presidência da República).  Só se for presidente de alguma Associação Oncológica.
 

A tensão entre Dilma e a caserna pode aumentar ainda mais com o Mensalão. Já era enorme por causa da Comissão da Verdade que tomou a decisão fora da lei de perseguir os agentes do Estado acusados de cometer crimes apenas na Era pós-1964. Apoiada por Dilma, a CV quebrou um acordo firmado com os militares, costurado quando Nelson Jobim era ministro da Defesa, de que os crimes de sequestro, terrorismo e assassinato cometidos pelos militantes de esquerda também seriam investigados.


Alguns Generais já se sentem traídos por Dilma. Mas se a traição vai gerar consequências institucionais é um desdobramento imprevisível. A cúpula militar na ativa é publicamente contrária a qualquer virada de mesa. Se os Generais pensam, sinceramente, da mesma forma, na intimidade, são outros quinhentos batalhões. Dilma e seus radicalóides estão provocando a onça com varinha curta.

Além disso, com o próprio Ministério da Defesa, a cúpula militar nunca se sentiu satisfeita por ficar simbolicamente subordinada ao ministro Celso Amorim que tem como assessor-especial José Genoíno – ex-guerrilheiro da luta armada pós-64 e com grandes chances de ser condenado no processo do Mensalão em que o agora protegido Joaquim Barbosa brilha como “grande herói” da República. Na ironia, os militares só não têm mais bronca de Genoíno porque alegam que ele entregou, sem qualquer tortura, todos os seus companheiros na Guerrilha do Araguaia...


Indo de uma cachorrice a outra cachorrada, a inteligência militar teme que a petralhada arme ilegalidades para obstruir o julgamento do Mensalão. A mais previsível já se tornou pública e, se acontecer, pode ser a senha para a abertura da portinha do vácuo institucional: que o novo ministro do STF, Teori Zavascki, indicado pelo ex-marido de Dilma Rousseff, tome posse e cometa a imprudência de pedir vistas do processo de mais de 50 mil páginas do Mensalão. Se tal manobra embromatória for adotada, para atrasar o resultado final do julgamento em até seis meses, nem Deus sabe o que poderá acontecer...  Dessa vez saberemos se "deus é brasileiro" como dizem. 



A leitura de nossa conjuntura atual é bem simples e roceira. A vaca já está no brejo. Se o Boi vai também... Aí são outros R$ 350 milhões de reais desviados e divididos pelos bandidos no esquema do Mensalão. Na avaliação mais tímida da comunidade de informações – que protege Barbosa e também vigia, cuidadosamente, todos os prováveis condenados na Ação Penal 470 -, o ex-presidente Lula da Silva teria pelo menos 35 milhões de motivos concretos para se preocupar – e muito – com as consequências de ter tantos companheiros e parceiros vendo o sol nascer quadrado...

Enquanto o mito Lula pode se desmantelar entre os segmentos esclarecidos (ou entre os menos ignorantes), o mito de Joaquim Barbosa começa a ser construído e lapidado. Resta aguardar para saber quem será beneficiado com a demolição de um e a edificação de outro. Enquanto isto, os militares ficam iguaizinhos àquele papagaio verde-oliva da piada do português. Nada falam... Mas prestam uma atenção...

E sabem de absolutamente tudo que acontece no Brasil” – como fez questão de ressaltar um quatro estrelas numa certa noite estrelada de um jantar fechadíssimo na caserna, com todo mundo vestindo a pós-moderna farda de civil sem gravata - exceto o coronel da inteligência e das Forças Especiais, trajado feito um Rambo, para garantir a proteção na porta do salão...


O perigo é que aqueles que fingem não saber de nada continuam agindo no submundo do Governo do Crime Organizado... Até quando? Nem Deus deve saber mais... Pronto! Então não é brasileiro, mesmo!  Ou será o Barbosa (um dos Deuses do Supremo e agora um togado blindado pelas fardas da inteligência) sabe?


Se souber, conta que a gente divulga por aqui... Até porque, neste mundo pontocom, nem a identidade do pobre do Batman é mais secreta... O verdadeiro endereço da Batcaverna, talvez.

 
Dizem as boas e as más línguas que a proteção a Joaquim Barbosa não é um caso confirmado.  De qualquer maneira, o artigo é ótimo. Parabéns a José Serrão.
 
 

PT pretende se pendurar na CENSURA

  
 
 
De acordo com o artigo abaixo, podemos ver a lamentável situação do PT, que não vê outro jeito a não ser se pendurar na censura. 
 


 
 
"Em vídeo publicado no site do PT, o deputado federal José Guimarães (PT-CE), irmão do réu do mensalão José Genoino, disse que depois das eleições o partido retomará o debate sobre a regulamentação da mídia, "quer queiram, quer não queiram". Segundo o congressista, o partido está sendo alvo de uma "ação orquestrada" dos meios de comunicação.
  


 
 
 
"Passadas as eleições, nós do PT
 vamos tomar uma medida quer queiram, quer não queiram.
É a regulamentação da questão da comunicação no país.
Vamos ter que enfrentar esse debate porque
foi além do limite", declarou.

 
  
Existe maior autoritarismo do que dizer
QUER QUEIRAM, QUER NÃO ?


FORA AUTORITARISMO
 
 
“A audácia dos maus se alimenta da covardia e da omissão dos bons”.
Palavras do PAPA LEÃO XIII
 
 
 
 
 
 

APOIO AO MINISTRO JOAQUIM BARBOSA

 
 
TODOS PODEM E DEVEM FAZER ISSO
EM APOIO A MINISTRO JOAQUIM BARBOSA
 
 
Mariângela Fortes Veiga disse que acabou de falar  com o assessor do Ministro Joaquim Barbosa, em Gabinete, Ângelo Tabet.  Informou que fazemos parte de um grupo do Facebook  que está assistindo ao julgamento,  torcendo e rezando por ele para que se mantenha centrado, calmo para pegar o ministro LEVANDOvsky na Lei, nas provas dos autos e que não se exponha a provocações.  
 
 
 
Ângelo Tabet - tel: 61 - 3217.4131 Fax: 61-3217.4159--------------
Solicitação de audiência: gabminjoaquim@stf.jus.br (pedidos e respostas somente por e-mail)
Colocado no Facebook por Lucia Celentano
 
JÁ PRONTO, É SÓ ENVIAR PARA O EMAIL 
PARA gabminjoaquim@stf.jus.br
 
Sr. Ministro Joaquim Barbosa, fazemos parte de um grupo que vem assistindo ao julgamento dos réus do MENSALÃO.  Como nosso último fio de esperança nas institiuções brasileiras, estamos  torcendo para que se mantenha tranquilo para pegar o ministro LEVANDOvsky na Lei, sem se expor a provocações.
 
 
NESSE JULGAMENTO PODE ESTAR
A MUDANÇA DE RUMO DO NOSSO PAIS
 
 
 
 
 

"JOGOU A TOALHA"


 

Faltando dez dias para as eleições, o L.I. que um dia foi lula resolveu desistir de Recife e concentrar sua energias em São Paulo (Sobre o assunto: blog JAMILDO) 

 

NÓS É QUE NÃO VAMOS DESISTIR
DE ACABAR COM TANTA PATIFARIA
 
Alterada a charge abaixo



 




"No reencontro de hoje, a coisa promete"

 
 
Diz-se que Joaquim Barbosa e Ricardo Lewandowski, relator e revisor do mensalão, não se entendem. Não é bem assim. Na verdade, eles já nem se falam. Na sessão desta quarta (26), testemunhou-se um novo (des)encontro. Deu-se no cruzamento do espantoso com o impensável.
 
Na passagem mais tensa, Lewandowski foi acusado por Barbosa de fazer “vista grossa” para provas contidas nos autos (repare no vídeo do alto). Pouco antes, o relator cobrara do revisor a distribuição antecipada do voto. Insinuara que o colega conspirava contra a transparência.
 
Lewandowski rodou a baiana. Marco Aurélio Mello, Ayres Britto e Celso de Mello solidarizaram-se com ele. Barbosa não se deu por achado. Anunciou para o reencontro desta quinta (27) a leitura de uma réplica. A coisa promete.
 
Tudo isso ocorreu sob os holofotes da TV Justiça, potencializados por outras emissoras. Quem viu achou a coisa toda meio esquisita. Sobretudo o modo como os ministros referem-se um ao outro. É ‘Vossa Excelência’ pra cá, ‘Vossa Excelência pra lá’. Data venia, ficou a impressão de que, mantido o nível, os contendores deveriam se chamar de ‘você’. Ou de coisa pior.
 
Josias de Souza -
 
 
 Opinião de leitores

PHEBO - ... estão tentando desacreditar Joaquim Barbosa e blindar o vagaba do José Dirceu. O pior é que Lewandowski deve ter coisa na cueca e das grandes ou está acobertando coisa muito maior; está chegando a pizza José Dirceu.. será que o povo vai engolir esta porcaria. Dá vergonha esta hora de ver o povo quieto.... 

 
Eduardo Lessandro D'Imperio - Joaquim Barbosa desviando de balas, coitado parece que esta sozinho ali,firme em sua defesa pelo nosso povo enquanto os outros estao mais preocupados em nao se indispor com ninguém
 
 
 
 

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Precisamos de você. Venha para a URNA.


 
 
 VAMOS DIRECIONAR
DE MANEIRA CORRETA
O FUTURO DO PAÍS
 
 
Nossos filhos e netos dependem da nossa atitude. 
 
 
Hoje nos vemos numa situação terrível, que não podemos permitir que se estenda.  É como se estivéssemos num buraco negro e sem saída.
 
 
 
De um lado temos um SUPOSTO partido de esquerda que  envolveu  os mais necessitados, tanto financeiramente quanto mentalmente ou intelectualmente, comprando-os, oferencendo-lhes diversos tipos de "ajuda" populista.  Um partido que até mesmo por comprar os indivíduos nunca teve respeito por eles .
 
 
De outro, temos uma oposição vazia e lerda.  Como se esperasse oportunidade para estender suas mãos para o lado que vai de encontro a todas as suas ideologias.  E todos sabemos que, entre os políticos brasileiros que estão aí, ideologia não existe, por mais força que se faça para provar o contrário.
 
 
Portanto, cabe a nós, visivelmente inconformados com uma intolerante falta de saída, nos voltar para uma terceira alternativa, já iniciada.  A união de pessoas que formem um partido totalmente dissociado do que vemos por aí.  Livre de interesses pessoais e afastado da roubalheira.
 


ESPERAMOS POR VOCÊ.