Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sábado, 31 de dezembro de 2011

Em homenagem à USP-Universidade do Estado de São Paulo


"O Estado de S. Paulo - quarta-feira, 21 de dezembro de 2011.  A homenagem está um pouco atrasada, mas o fato merece destaque para nunca ser esquecido .


Artigo escrito por José Nêumanne - Jornalista, escritor e editorialista do Jornal da Tarde - O Estado de S.Paulo  -


A USP dá exemplo para o Brasil seguir

Os estudantes e sindicalistas de extrema esquerda que se rebelaram contra a presença da Polícia Militar (PM) no câmpus da Universidade de São Paulo (USP), sem querer, e o reitor da instituição, João Grandino Rodas, no pleno e voluntário exercício da autoridade de que foi investido, estão fazendo história. O episódio é notório e recente, mas convém resumi-lo para a argumentação ficar clara: em maio, no ápice de estupros, assaltos relâmpago e outras atitudes violentas de bandidos que se aproveitavam da falta de policiamento nos espaços vazios da Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, um estudante foi morto num assalto. A direção da universidade houve por bem firmar convênio com a PM para substituir com soldados fardados da corporação os poucos e desarmados agentes de segurança própria. Ruminando seu ódio contra a presença de agentes da lei num território que consideram, se não fora, no mínimo, além da lei, funcionários, docentes e estudantes filiados a grupos de extrema esquerda encontraram num caso isolado motivo suficiente para armar um fuzuê e tentar forçar a saída dos policiais de uma área pública da qual se acham donos. Três alunos foram flagrados fumando maconha e isso deu origem à ocupação de um prédio administrativo da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH), invasão depois estendida à Reitoria. Expulsos pela PM cumprindo ordem judicial, os invasores foram levados à delegacia e libertados sob fiança.  Na semana passada, o professor de Filosofia Contemporânea Carlos Alberto Ribeiro de Moura reprovou por faltas 60 alunos que não compareceram ao número regulamentar de aulas para engrossarem o coro dos rebeldes descontentes na greve de novembro. E, pela primeira vez em dez anos, a USP expulsou seis alunos que, sob idêntico pretexto de protesto, ocuparam salas da Coordenadoria de Assistência Social (Coseas) dizendo reivindicar melhoria nas condições de moradia e aumento do número de vagas no Conjunto Residencial da USP (Crusp), na mesma Cidade Universitária, no ano passado. Tanto em 2010 como no mês passado, os pretensos rebeldes quebraram computadores, destruíram prontuários e depredaram os prédios invadidos, construídos e mantidos com dinheiro público. Como era de esperar, os dirigentes de centros acadêmicos e sindicatos de funcionários acusaram o reitor Rodas de perseguição política, classificando as expulsões de "autoritárias" e as reprovações impostas por Moura, de "intempestivas". As acusações baseiam-se em confusão idêntica àquela com a qual pretenderam confundir a presença da polícia para garantir a vida das pessoas e exercer a força legítima em nome do Estado Democrático de Direito com ocupações manu militari da época da ditadura. Agora o argumento mentiroso é que as expulsões foram baseadas num regimento introduzido por decreto durante o mesmo regime arbitrário. O regimento, na verdade, data de 1990, sob a égide da Constituição de 1988 e de um presidente eleito democraticamente.A mistificação tem o mesmo objetivo cínico de jogar areia nos olhos do cidadão comum, que sustenta com muito sacrifício os privilégios usufruídos pelos estudantes da USP e tem como recompensa por isso a destruição de prédios e equipamentos comprados com seu dinheiro e tendo muitas vezes de pagar escola particular para os próprios filhos. Os invasores dos prédios em novembro usaram a desfaçatez deslavada de considerar instrumento de tortura os ônibus em que foram transportados para a delegacia e tiveram a caradura de se dizer "presos políticos" durante as poucas horas em que foram fichados pela Polícia Civil antes de serem liberados sob fiança bancada pelos sindicatos de servidores da USP.  Ou seja, por mim e por você, leitor, pois tais sindicatos, como quaisquer outros, vivem do imposto sindical arrecadado de um dia de trabalho de todo portador de carteira assinada no Brasil, sindicalizado ou não. Isto é: os baderneiros que se amotinaram para deixar o câmpus "sagrado" livre para a atuação de estupradores, assaltantes, assassinos e traficantes de entorpecentes destruíram patrimônio adquirido com o suor do cidadão, inclusive o mais pobre, e foram soltos sob fiança desembolsada por todos os trabalhadores(FATO MUITO INTERESSANTE EM SEGUIDA)  Nem todos os 73 desalojados dos prédios ocupados estavam matriculados na USP. Cabe à autoridade informar à sociedade o que fazia em tais edifícios gente alheia à atividade acadêmica fingindo protestar em defesa dela.  Convém lembrar que quadrilheiros do crime organizado de facções como o Comando Vermelho (CV), no Rio, e o Primeiro Comando da Capital (PCC), em São Paulo, aprenderam nos cárceres em que a ditadura os misturou com presos políticos o emprego da definição de "preso político" para conquistarem a simpatia da população e o beneplácito da autoridade. Os estudantes e seus agregados na invasão não são os primeiros nem serão os últimos a recorrer ao eufemismo como tábua de salvação.  Portanto, as atitudes exemplares do professor Carlos Alberto Ribeiro de Moura e do reitor João Grandino Rodas não apenas restauram a autoridade da administração de uma instituição de ensino e pesquisa que já foi mais respeitada. Elas também deveriam servir de exemplo em outros ambientes institucionais nos quais a leniência quanto ao cumprimento da lei e o relaxamento da ordem põem em xeque o conceito fundamental da democracia, que é o da igualdade de todos perante a norma jurídica. Nesta República do vale-tudo para alguns e onde nada podem quase todos, políticos são autorizados a movimentar caixa 2 em campanha eleitoral, o que não é permitido a cidadãos comuns na escrita de suas contas. A punição a quem cabulou aulas e destruiu equipamentos na USP deveria servir de ponto de partida para atitudes semelhantes no exercício da política e na gestão pública.


Parabéns ao  professor Carlos Alberto Ribeiro de Moura e ao reitor João Grandino Rodas.  Que jamais se encolham aos escusos interesses alheios em detrimento da dignidade de uma instituição que merece respeito.  E continuem a dar aos alunos o que merecem.



"Politicamente correto".



Enquanto isso, duas pessoas conversam na praia:



- Pobres tartaruguinhas!  Nem precisam ir para o asfalto e já são atropeladas.  Precisamos fazer campanha contra jet-ski e essas bananas-boat.


- Deixa disso, mulhé.  A rapaziada vem aqui prá se divertir.   Quem se preocupa com tartaruga são os velhos...


Montagem


sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Até tu, Hugo Chaves?

Diz o ditado popular que
"Pobre, quando vê muita esmola, desconfia".  
(mas vai depender do tipo de pobre)

Até tu, Chaves? 

O presidente da Venezuela também  acha muito estranho que cinco chefes de Estado na América Latina  estejam com câncer.  Ele próprio,  Dilma Rousseff, o ex-presidente L.I., Cristina Kirchner e Fernando Lugo.

Hugo Chaves,  eternamente desconfiado das 'forças ocultas'  que lutam para destruir todo o populismo falsamente  apresentado como socialista, acusa os EUA de causar câncer nos presidentes latinos.

"Para Chaves há uma estratégia liderada por americanos para minar os líderes latinos,   provocando tumor maligno em todos eles ."

"Fidel  (Castro, ex-presidente de Cuba)  sempre me disse: 'Chávez tenha cuidado, essa gente desenvolveu tecnologia, atenção ao que te dão para comer e cuidado com uma pequena agulha que te injetem e não se sabe o porquê'", disse o venezuelano.   (O conselho de Fidel deve ser levado muito a sério, do contrário ele não estaria incólume aos oitenta e cinco anos de idade.)


Para justificar suas dúvidas, Chaves relembrou o caso dos médicos americanos nos anos de 1940, que fizeram experiências com cidadãos guatemaltecos sobre doenças sexualmente transmissíveis que levaram 83 pessoas à morte.
Na impossibilidade de negar as afirmações de Chaves contra o poder dos EUA sobre a saúde dos socialistas, só nos cabe aconselhar que todos larguem essa foice com martelo e se aliem aos verdadeiros democratas.

***

Nova versão da dança dos porquinhos com a inclusão de Fernando Lugo, presidente paraguaio, que, muito injustamente, não apareceu na versão original.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

O DEBOCHE - foto simbólica


Pode rir, Jáder. 

Podem chorar, paraenses... de arrependimento.


Nós choraremos junto com vocês, mas ...
CHORAREMOS DE VERGONHA


"Barrado pela Lei da Ficha Limpa, Jáder Barbalho reassumiu ontem o Senado graças à decisão que revogou efeitos da lei para a eleição de 2010; ele receberá R$ 30 mil por quatro dias de trabalho em dezembro. Nessa posse, seu filho Daniel fez caretas." - primeira página do jornal O Globo de hoje.


Jáder Barbalho, a inesquecível foto
de um meliante algemado
que é senador do nosso país.





Sindicato e invasores - SEGUNDO CAPÍTULO


A história do que houve em Iriri  (Sindicato X invasores) não está bem clara, até porque só sabe o que realmente acontece quem está no meio do 'imbroglio'.  E, mesmo assim, vê tudo sob sua própria ótica.
Mas vamos lá.  Para começar, o que é o sindicato e o que são os invasores.

Sindicato é uma associação de pessoas de um mesmo segmento econômico trabalhista Teriam como objetivo principal a defesa dos interesses econômicos, profissionais, sociais e políticos dos seus associados.  
 

Existe, inclusive, o sindicato de empresários, pois eles também trabalham, apesar da idéia distorcida que procuram passar ao  incentivar essa guerrinha oportunista  'empregado contra empregador'.  A diferença é que uns, os "patrões", tiveram a sorte, a chance ou  capacidade para  ter seu próprio negócio.   


Tanto os operários/empregados -  tendenciosamente chamados de trabalhadores, como se apenas eles trabalhassem -  dependem do salário para viver, quanto os empresários dependem dos empregados para manter sua empresa.  

Além disso, nada mais lucrativo para a União do que "a injustiça"  cometida pelos patrões, como vemos no exemplo abaixo.


Cada empregado custa ao empregador quase o dobro do seu salário. Portanto, a um governo que se diz defensor dos 'trabalhadores',  seria decente que abrisse mão de  pelo menos parte de suas vantagens financeiras indecorosas em favor de quem finge defender.  O custo seria o mesmo, o salário mais gordo e o empregado  ficaria extremamente agradecido, menos enganado e menos dependente do governo (uma tragédia para quem gosta de povo submisso) .   Alguém já viu um  defensor dos trabalhadores dizer que a CLT é uma forma de a União se aproveitar do trabalho alheio?  O sindicalista ex-presidente L.I., por exemplo, nunca disse isso.

No Brasil, existem também as  centrais sindicais que reúnem sindicatos de diversas categorias: a CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a  Força Sindical , atualmente representada pelo  conhecido Paulinho da Força, Paulo Pereira da Silva, do  PDT-SP.  Alô  Paulinho! Lembra quando mandou invadir o Sindicato dos Gráficos de São Paulo em setembro deste ano?  A reportagem no site http://www.brasilwiki.com.br/noticia.php?id_noticia=45597 é imperdível.

Atualmente, graças ao ex-presidente/sindicalista L.I., os sindicatos nem precisam mais prestar contas de todo o dinheiro pago a eles  pelos assalariados.   Se antes, por inércia, os trabalhadores  não sabiam  quanto  os sindicatos arrecadavam e qual o destino do dinheiro, agora sabem menos ainda!

Quanto aos invasores, a  própria palavra é bem explicativa.  São aqueles que invadem a propriedade que pertence aos outros, como faz o pessoal do MST, sempre aclamado pelo Partido dos Trabalhadores. 



NOTA: Não sou empresária.  Como a  maioria dos brasileiros não tive sorte nem capacidade para montar meu próprio negócio.  Portanto, não existe, aqui, acusações tendenciosas, apenas fatos observados...  sob "minha ótica".  Melhor acusação, no caso, seria acusar uma possível miopia (?) .



quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Governo do Brasil, Chile e Argentina ...


O  que Hugo Chaves, Cristina Kirchner Dilma Rousseff e o ex-presidente/metalúrigico  L.I. e têm em comum? 
X
O mal ou a maldade ? 

NOTA:  Informação retirada do UOL (28/12/2011) : Depois de Dilma Rousseff, atual presidente brasileira;  Hugo Chaves, presidente da Venezuela; L.I., ex-presidente do Brasil; Cristina Kirchner, a presidente da Argentina que pretende reescrever a história de seu país, é a nova vítima de câncer (na tireóide).   É uma coincidência que quase nos leva a crer que  falsidade ideológica  e mentira são altamente cancerígenos.   

PTISTAS, SE CUIDEM.
O PRÓXIMO PODE SER VOCÊ.

Montagem




terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Sindicato dos Metalúrgicos de Itapetinga - PARTE 1


Entrevista com Robson, na Praia Costa Azul-Iriri (ES)

O vídeo com a entrevista estará disponível depois de compactado.  Enquanto isso não ocorre, um resumo da história do Sindicato dos Metalúrgicos de Itapetinga.  Este sindicato é de uma cidade mineira, mas possui muitas propriedades em Iriri.

 

Iriri é  uma cidade com poucos moradores, onde o comércio local lucra principalmente durante o verão, quando recebe  maior número de pessoas, com carinho, educação, braços abertos e ... um delicioso piruá.

Nas duas fotos ao lado, aparece o interior de um dos restaurantes e o pequeno trecho onde ele fica.  Vemos algumas casas simples,  pequenas que não são moradia, mas restaurantes em frente à praia.  Talvez por esse motivo, tenha sido fácil convencer alguns moradores locais de que não passam de quiosques.  Será que se conhecessem os apartamentos cada vez mais minúsculos dos ' grandes'  lançamentos imobiliários no Rio de Janeiro também os considerariam quiosques?

 
Sendo proprietário até de um hotel na cidade  (bem explicado no vídeo com o depoimento do Robson), há um tempo atrás o Sindicato dos Metalúrgicos de Itapetinga resolveu retomar seu patrimônio, aparentemente invadido, com a ajuda de mandato judicial.

 
SEGUNDO CAPÍTULO NA PRÓXIMA PÁGINA, quando serão recolhidas mais algumas informações. E, de preferência, a possibilidade de expor o depoimento do representante daquela terra tão especial.


Presente de fim de ano.



Pode ser grosseria, afinal a realidade é grosseira, mesmo.  Mas há alguns anos venho substituindo aquele presentinho de final de ano, que colocamos na portaria de nosso prédio, pelo cartão acima.   


Talvez por isso nosso jornal chegue sempre tão atrasado, porém, a única maneira de acordar um dorminhoco é uma boa sacudida.   Só que alguns nem assim acordam!



 Muita satisfação para todos vocês em 2012.
(muita tolerância, também)




sábado, 24 de dezembro de 2011

Milagres existem


A revista Veja (Radar)  informou: 

"Boletim médico - a voz de L.I. voltou ao normal." -   Será que a voz do ex-presidente L.I. se tornou um pouco mais aguda?" 


 
ANTES - Vídeo antigo com a voz rouca de L.I. em duas épocas, em que ele diz e se contradiz.




 


DURANTE   
  • Vídeo com a  voz de L.I., em que ouvimos o ex-metalúrgico-presidente aproveitar sua festinha de 66 anos de vida para discursar frente as câmeras. Ocasião em que seu grande amigo oncologista (ou oncologista amigo) desconfiou de algum problema que pudesse provocar a rouquidão de sua voz. 

  • Logo em seguida, foi feito um exame que diagnosticou câncer (nível médio) na laringe de L.I. . Logo na laringe, seu 'principal instrumento de trabalho'! Ao ter seu câncer diagnosticado, L.I providenciou o vídeo abaixo (já conhecido) e chamou a imprensa, que ele acusa como sua grande inimiga. Chamou o 'inimigo' antes mesmo de avisar amigos ou parentes!



Depois de apenas 3 sessões de quimioterapia, foi debelado 75% do câncer na laringe de L.I.



Cada caso é um  "causo", mas a curiosidade (mórbida ou não) é sempre a mesma:

- Dilma  precisou fazer  quimioterapia durante quanto tempo para vencer o câncer?


- Há quanto tempo o presidente venezuelano luta contra o câncer para sobreviver? 



 

Milagres existem.
Jingle bell, jingle bell,
acabou o papel...










quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Iriri é um exemplo do nosso problema



VOLTO DOMINGO, MAS...




Não mudamos nossos hábitos de uma hora para outra.  Por isso, mesmo em "férias" de quatro dias, foi impossível evitar uma ida até a recepção do Hotel para pedir o jornal do dia. 


Aqueles palavrões diários,   que já se tornaram interjeição de revolta quando lemos as últimas notícias do país, foram substituídos.  Trocamos a revolta pelo espanto.


Um dos jornais mais "importantes" do Espírito Santo (A Tribuna) informa apenas como e quantos morreram ontem, com direito a fotos estarrecedoras como a um ônibus tombado na estrada, por exemplo.  Mostra lindas pernas e bundas de atrizes e jogadores de futebol  (também os homens têm os dois veículos citados).  São inúmeras as  páginas de 'classificados', que poderiam continuar a oferecer vantagem monetária sem desclassificar o jornal, que se desclassifica por conta própria por não oferecer notícias realmente importantes. 


Em suma, mais uma vez ficou explicado porque Brasil está na atual situação.  O cidadão não sabe o que acontece porque  não vê nada, mesmo que queira,  pois os próprios meios de comunicação tratam o brasileiro como uns bobocas que se interessam apenas por samba, suor e cerveja.   O que, naturalmente, acabam fazendo.


E aí, Jader?  Já escondeu suas algemas em baixo da cama? Ou vendeu pelo dobro do preço?


NOTA: quando os paraenses se disseram enojados pelo que eu escrevia, juraram de pés juntinhos que no Pará eram todos muito conscientizados (?).  Só podemos concluir, então, que tal conscientização representa um enorme perigo para o país, ao serem responsáveis por 85% dos votos dados ao meliante Jader Barbalho. Será que o paraense já vomitou? Ou seu nojo é... como direi? ... cego?




terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Cidade de Canápolis avermelhou...

Terá sido de vergonha?

Prédios públicos, palmeiras e postes foram pintados de vermelho e branco (Foto: Reprodução TV Integração)Edilson Alves Santana, prefeito  PTista de Canópolis, cidade de Minas Gerais, explica o motivo de ter pintado a cidade de vermelho:  'Escolhi vermelho porque é a cor da bandeira'.


Entretanto, o MP está movendo uma ação contra o prefeito por considerar improbidade administrativa a pintura dos prédios públicos, palmeiras e postes da cidade de vermelho . Quanto à frota de 26 veículos emplacados com o número 13, o mesmo prefeito alega que foi mera coincidência .



Veículos do governo têm a placa com o número 13 (Foto: Reprodução TV Integração)Na ação, os promotores pedem que o prefeito reponha as cores originais de todos os bens públicos e imóveis alugados pela Prefeitura com recursos próprios.


A importância não está na 'vermelhidão' imposta à cidade, mas no significado dessa alucinação de um prefeito PTista.


Surge, então, aquela dúvida: ele  seria obrigado - mais do que justamente - a repor as cores da cidade com seu próprio dinheiro  (o nosso, melhor dizendo), enquanto os meliantes de Brasília nos assaltam diariamente e, mesmo comprovado, são apenas afastados do cargo sem ressarcir  os cofres do governo.



 Ó mentes insanas!




Governo PTista ao som de sua música 'predileta' (letra e música)


A música  'CAIXINHA OBRIGADO'  foi escrita por Juca Chaves há muito tempo.  Para os PTistas, ""caixinha obrigado"" teria dois sentidos.  Em um,  o  termo obrigado serve como agradecimento.  No outro,  é obrigatoriedade, mesmo. 



Abaixo pequeno trecho do blog Lili Carabina
  sobre a caixinha do PT: 

""Tomar parte dos salários dos funcionários e repassá-los aos políticos, como se diz pelos corredores do Congresso, não é novidade e nem se restringe a um partido...  Segundo a vereadora de São Paulo Soninha Francine (PPS), o PT também já se valeu da mesma prática."

 
Música e letra de  "Caixinha, obrigado" 
(ou obrigatória ?)

Caixinha Obrigado - Juca Chaves


A mediocridade é um fato consumado
na sociedade onde o ar é depravado
marido rico, burguesão despreocupado
que foi casado com mulher burra mas bela
o filho dela é político ou tarado
Caixinha, obrigado!
A situação do brasil vai muito mal;
Qualquer ladrão é patente nacional;
Um policial, quase sempre, é uma ilusão
E a condução é artigo racionado.
Porém, ladrão... isso tem pra todo o Lado!
Caixinha, obrigado!
O rock'n'roll, nesta terra é uma doença,
e o futebol, é o ganha pão da imprensa
vença ou não vença, o Brasil é o maioral
e até da bola, nós já temos general
que hoje é nome de estádio municipal
Caixinha, nacional!
a medicina está desacreditada
penicilina, já é coisa superada
tem curandeiro nesta terra pra chuchu
Rio de Janeiro tá pior que Tambaú
e de outro lado, onde está o delegado
Caixinha, obrigado!
Dramalhão, reunião de deputado
é palavrão que só sai pra todo lado
Se um deputado abre a boca, é um atentado
E a mãe de alguém é quem sofre toda vez
No fim do mês... cento e vinte de ordenado.
Caixinha, obrigado!



Natal é para todos, inclusive...


... para a bandidagem.


Um feliz Natal e um excelente 2012.
Para vocês que merecem. 

 

Perdão pela grosseria, mas
tranquei a hipocrisia no armário e perdi a chave.

 

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

O governo e os milagres celestiais


De acordo com um de nossos colunistas, atualmente a classe C  já tem condições de andar de avião, coisa impensável até começarem os milagres de L.I..   (não é a primeira vez que alguém  se refere  a tal maravilha).


Só que ninguém lembra que o milagre exercido pelo ex-presidente não significa propriamente uma ascensão da classe C.   Foi justamente o contrário.  O que o governo petista fez, representado por seu 'milagreiro', foi transformar o avião em ônibus voador.




Ao fazer um passeio pelos céus (ao menos pelos ares da América Latina), nos deparamos com cadeiras espremidas, onde os seres mais robustos não cabem  e  uns lanchinhos  incomíveis, mesmo quando são pagos.  Sem contar que os aeroportos estão cada vez mais parecidos com  Rodoviária  às vésperas de carnaval.  Tudo bem de acordo com o preço baixo para permitir que a classe C saia voando por aí.



O comentário acima pode parecer preconceituoso, palavra da moda muito usada ultimamente  para acusar quem diz o que a maioria das pessoas não aceita e, por isso, afirma ser mentira.  Verdade  são aquelas palavras consideradas 'politicamente corretas'.   Mas podemos perceber que, para angariar mais viajantes, as companhias aéreas optaram pelo método populista tão em voga.  Baixaram os preços das passagens,  passaram a oferecer ofertas a preços módicos que podem  ser pagas a perder de vista, porém... foram obrigados a baixar a qualidade de seus serviços.



No dia em que a classe C tiver condições de viajar dentro dos mesmos padrões oferecidos anteriormente, pagando o preço de um serviço de qualidade, aí, sim, o colunista estará  certo.





LEI DA PALMADA - "Aqui quem manda sou eu!"



"Os nazistas controlavam a educação das crianças visitando as casas e fazendo perguntas às crianças sobre o governo e o Führer."
(parte do comentário enviado por Ester por email)

"... é proibido conversar com o motorista, é proibido o tráfego para ciclistas, é proibido estacionar, não pode ultrapassar pela direita, não pode raciocinar pela esquerda, não pode atravessar fora da faixa, e proibido buzinar, silêncio, devagar, cuidado, pare, mexa-se, siga. "
XXX
Acima, um pequeno trecho da crônica escrita em l977 por Carlos Eduardo Novaes, sobre a mania que tem o governo de exercer o autoritarismo disfarçado em boas intenções, quando demonstram claramente  que, tanto quanto o inferno, de más intenções o Congresso está cheio. 

Mais uma lei do NÃO PODE, da ingerência na vida alheia, do autoritarismo que tosa a liberdade do cidadão: a lei da palmada.  Só não sabemos, ainda, quem vai fiscalizar isso. Ou será como aquela lei de alguns anos atrás (dentre muitas outras), que tornava obrigatório um kit de primeiros socorros dentro de todos os carros, que não poderia ser montado pela própria pessoa, caso ela quisesse.   Aliás, o que terá acontecido no caso do citado kit?   Deixou de ser obrigatório pela dificuldade em fiscalizar todos os carros ou a obrigatoriedade perdeu o interesse logo após todos terem adquirido o tal kit altamente lucrativo ?


  
Charge de acordo com nossa triste atualidade




Montagem


 

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

ONCOLISTA QUE "SALVOU" AGORA, ASSASSINOU EM 1992


QUEM PODE, MATA.
QUEM NÃO PODE NEM RECLAMA!

O médicoJosé Guilherme Vartanian apareceu na mídia nacional em uma entrevista à Globo News - para falar do tratamento do câncer do ex-presidente L.I..


Este oncologista não aparecia tanto nos veículos de comunicação desde dezembro de 1992, quando matou Marcos Takashi Kawamoto a socos e pontapés,em frente ao bar Ópera, em Maringá.


O rapaz assassinado na rua pelo médico, que trabalhava no Japão, estava em Maringá para passar o Natal com a família. Na ocasião, Vartanian - que ainda estudava Medicina na UEL (Londrina) - perseguiu a vítima antes de espancá-la até a morte. Não há, portanto, como alegar que se tratou de um impulso incontrolável, confirmando assassinatoXpremeditado, aindaXmais que qualquer de lutas marciais, como Vartanian, evita agredir outra pessoa pois sabe que seus ataques podem ser mortais.


De acordo com a denúncia feita, Kawamoto teria ido conversar com o assassino na tentativa de apaziguar os ânimos em razão de uma discussão e, assim que lhe estendeu a mão em sinal de cumprimento, recebeu os golpes. Por isso, a manutenção da pronúncia quanto à surpresa.

Como foi o assassinato (na Justiça):
(reportagem na Folha de São Paulo - 1998)

A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) iniciou o julgamento do recurso especial apresentado pela defesa do médico José Guilherme Vartanian, acusado de matar, com golpes no peito, o jovem Marcos Takashi Kawamoto. O crime ocorreu em Maringá (PR), em 1992, na saída de uma boate. A defesa de Vartanian pretende retirar da acusação as qualificadoras de motivo torpe e dificuldade de defesa da vítima.

O relator do recurso, ministro Hamilton Carvalhido, atendeu parcialmente o pedido, excluindo a imputação de homicídio por motivo torpe (vingança), mas manteve a qualificadora de surpresa (dificuldade de defesa da vítima). Para o ministro, é fundamental analisar os acontecimentos anteriores ao crime.

Como ocorreu o caso na Justiça:

""O caso andou lentamente; em primeira e segunda instância, decidiu-se que ele iria a júri popular; quando o caso chegou em Brasília, ficou cinco anos parado, até obter o voto do ministro Hamilton Carvalhido, que apontou a prescrição. A lei estabelece que o prazo para a prescrição é reduzido à metade quando o réu tem menos de 21 anos. A família de Marcos, que havia feito passeata em Maringá e protestado defronte o TJ-PR, até hoje não compreende a falta de justiça do caso.

Na época, o advogado Israel Batista de Moura, assistente de acusação, apresentou pedido de providências contra a demora no STJ, que começava com uma frase de Rui Barbosa: "Justiça tardia não é Justiça, é injustiça manifesta". Em 2008, 16 anos depois da morte, o caso foi declarado prescrito, sem punição a Vartanian, hoje sob os holofotes da imprensa."""

Ocorre que, no entendimento do relator, a imputação quanto à vingança baseou-se em uma possibilidade: a de que Vartanian, em função do desentendimento pouco antes da agressão, procurou vingar-se, perseguindo-o e desferindo os golpes mais tarde. Segundo o relator, a mera possibilidade não é suficiente para levar a acusação ao Tribunal do Júri.


A desembargadora convocada Jane Silva pediu vista dos autos para melhor exame do caso. Não há data para a retomada do julgamento. Ainda deverão votar os ministro Nilson Naves, Paulo Gallotti e Maria Thereza de Assis Moura.


O crime

No dia 31 de dezembro de 1992, Kawamoto morreu em decorrência de dois chutes no tórax. Os golpes estouraram sua caixa toráxica, quebrando ossos, afetando pulmões e coração. Ele faleceu no local.


O motivo teria sido um desentendimento com o então estudante de medicina Vartanian. De acordo com o Ministério Público, o agressor seria praticante de artes marciais e teria ciência dos efeitos fulminantes que os golpes poderiam provocar na vítima. Kawamoto trabalhava como dekassegui no Japão e havia retornado ao Brasil há poucos dias para passar seu aniversário e as festas de fim de ano com a família.

Não houve prisão em flagrante e Vartanian aguardou o julgamento em liberdade. Em 1997, ele formou-se em medicina e, atualmente, é cirurgião em São Paulo. Após a pronúncia (momento em que o juiz aceita as imputações propostas contra o réu pelo Ministério Público), a defesa do acusado apelou ao Tribunal de Justiça do Paraná, mas o julgamento pelo Tribunal do Júri por homicídio duplamente qualificado foi confirmado. A partir desta decisão, o STJ analisa o recurso especial.

A prescrição desse tipo de crime ocorre em 20 anos da data do fato.  De: STJ - 11/04/2008 (original) - Iniciado o julgamento de recurso sobre assassinato de jovem morto a chutes no Paraná http://direito2.com/stj/2008/abr/11/iniciado-o-julgamento-de-recurso-sobre-assassinato-de-jovem


Mantendo as devidas proporções, o caso acima lembra outro tipo de agressão, embora não tenha sido mortal: a covardia de Palloci contra Francenildo. Quanto à tanta proximidadecom ex-presidente... DEVE SER AQUELE 'ENTROSAMENTO' QUE EXISTE ENTRE OS IGUAIS.


GRUPO GUARARAPES - "Chorem Brasileiros"


"CHOREM BRASILEIROS!"
Da Redação/Grupo Guararapes 
No artigo, o Grupo Guararapes escreve sobre dois fatos que aconteceram neste mês de dezembro.  Um deles deveria ser orgulho de todos os brasileiros.  O outro ...



Também no site PONTO DE VISTA - Ligia Leal



 

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Uma questão de escolha.


Quando escrevemos com o objetivo de agradar os outros, estamos limitando nossa liberdade em troca de aplausos e elogios.  Mas, em compensação, todos nos vêem como uma pessoa educada, civilizada, que  sabe viver em sociedade por respeitar o próximo  (mereça ele respeito ou não).   Porém, muitas vezes, a realidade não é bem essa.   Mas não é o que importa.   Importante é a aparência, mesmo que seja falsa. 

Ao contrário, uns preferem  dar chance ao seu direito de escrever o que pensam, agradem ou não. 

Tanto em um caso quanto no outro, há um preço.  No primeiro (quem escreve para agradar), o custo é impor  a limitação de seus pensamentos.  No segundo, o preço é a reação das pessoas que se sentem agredidas pelas palavras, seja esta ou não a verdadeira intenção.

Qual é a forma mais correta?   Ora! A mais correta é a que agradar mais a cada um de nós, pois é apenas um caso de escolha. E este é um direito que é nosso, mesmo que se escolha o pior. Sem contar que o pior para um pode ser considerado bem melhor para o outro.


RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA. Artigo desaconselhável ...

... a quem prefere viver na mentira.


“Só existem dois grupos em verdadeira luta no Brasil:
os que estão roubando e os que querem roubar."

Tenório Cavalcanti