Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sexta-feira, 5 de março de 2010

Como tranformar cocô em metal precioso - No Reino de Jambon

UMA FÁBULA DO REINO DE JAMBON


Autor(es): Agencia O Globo/ROBERTO DaMATTA
Publicado por Félix Maier na Usina das Letras




Com devida vênia a Lima Barreto e François Rabelais. Um alquimista descobriu como transformar merda em metais preciosos. Com isso, os habitantes de Jambon começaram a obrar ouro por fezes. Cada qual recolhia suas porcarias e comprava escravos, gado, automóveis de luxo, plantava cana e comia pernis regados a vinhos de boa cepa.
 
A enorme obradeira virou imponente riqueza e globalizou-se. Pesquisas realizadas pelo Center for Shit Research da Universidade de Harvard e pelo Bureau de la Recherche de la Merde da Sorbonne constataram que enquanto um bem alimentado miliardário americano ou um inteligentíssimo filósofo francês produziam um pobre cocô, qualquer cidadão (mas sobretudo os nobres e os políticos) de Jambon produzia um excremento de incomparável teor de riqueza. Para desconsolo de uma elite que sempre achou o nacional inferior, descobriu-se que não havia no mundo nenhuma excremento superior ao de Janbom.
 
A perspectiva de uma riqueza para todos — afinal, defecar é universal — promoveu, porém, controvérsia.
 
Foi interpretada como uma “paradoxal contradição que liquidava a desigualdade”. Deste modo, os entendidos em merda realizam um plebiscito que estatizou a bosta. Ela foi centralizada numa grande estatal que controlava as ambições dos empresários e cuidava da porcaria dos pobres, impedindo-os de desperdiçar suas cagadas que, reunidas num fundo, eram distribuídas para todos como parte de um grande tesouro nacional. Com isso, o governo reiterava seu compromisso com a salvação pátria e com a promoção do altruísmo. A borra, diziam, era coisa muito séria para ser explorada pela iniciativa privada.
 
Um acirrado debate desembocou na campanha, “a merda é nossa!” e o excremento, finalmente politizado, valorizado e devidamente indexado e quantificado, passou a ser o grande tema nacional.
 
Criou-se o programa “Merda-nostra” e um superdisputado Ministério da Merda, governado por um irmão do próprio rei de Janbom, pois um cargo de tal responsabilidade só poderia ser ocupado por “alguém de confiança!”
 
Institucionaliza-se o lema pátrio: “Cagar é a melhor política.” Nacionaliza-se a bosta e, em seguida, o Comitê dos Sábios Nacionais separa por decreto o cagar do defecar. O primeiro era obra dos destituídos, o segundo seria uma exclusividade da classes superiores, dos que têm biografia e dos membros do partido, cujas fezes eram trocadas por títulos do Tesouro e, depois, cambiadas por ouro na Bolsa da Merda que, a essas alturas, apostava num extraordinário mercado futuro que iria redimir o país de todas as suas mazelas.
 
Um amplo esquema de corrupção fecal, entretanto, insinuou-se nos intestinos do governo. Ele sustentava um clube de corruptos merdosos que enriquecia cada vez mais os administradores do excremento que, junto dos seus compadres, amigos e parentes, lucravam com a centralização da bosta nacional. Esse nepotismo de bosta jamais cessou mesmo quando um novo governo implementava novos marcos exploratórios e critérios para a divisão das quotas do cocô entre os diversos ducados. Mas, apesar de medidas distributivas, a merda continuava concentrada, como demonstrou empiricamente, por meio do “índice da kaca”, um professor catedrático especializado em bosta da Universidade de Stanford, Veio então a “Crise da Bosta”, quando outras nações conseguiram produzir industrialmente a imundície.
 
Dilacerado por coalizões intestinas, Jambon assiste à falência do seu Estado que, àquelas alturas, já havia transformado todos os seus habitantes em clientes do bosta-governo.
 
Usando dos seus tradicionais laços fisiológicos, os políticos aumentavam privada e legalmente o valor das cagadas. Uma hiperinflação excremental atinge o país, fazendo aquela economia de merda entrar na fossa. Muda-se o regime, congelam-se os preços das cagadas e os estoques de titica nacional.
 
Jambon chega ao fundo da latrina.
 
Gradual e lentamente, os cidadãos comuns, cognominados de “cagões”, começaram a controlar a fedentina, retomando o usual, mas legalmente proibido hábito de puxar a descarga. Chegou-se à conclusão de que era preciso limitar e punir a produção de merda e obrar mais responsavelmente.
 
PS: Estou informado que esta continua sendo a grande discussão do Reino de Jambon. Enquanto isso, as pessoas vão levando suas vidas, comendo e descomendo o pão amargo de cada dia. Vez por outra tomam o choque de saber que crianças não têm escola porque o governo continua preocupado com o tamanho das latrinas, os empresários querem vender mais caro o papel higiênico e o povo, bem, o povo continua com uma insuportável dor de barriga.
 
Nota Final: Essa história me foi contada pelo Sebastião Azambuja (o Sabá) debaixo do testemunho do Emmanuel Plumbio Dias e eles não tem nada a ver com essa versão que — obviamente — não guarda nenhuma semelhança com países, fatos e pessoas vivas ou mortas, sendo inteiramente ficcional e fantasiosa.
 
http://clippingmp.planejamento.gov.br  (O Globo - 03/03/2010)  


Que os responsáveis pelo artigo perdoem
a inclusão da imagem com a cadeira dos parlamentares,
mas a imagem se adapta muito bem ao texto.



quinta-feira, 4 de março de 2010

Lula, um presidente que foi sem nunca ter sido


 "Se eles tivessem feito isso há mais tempo,
a gente poderia estar melhor." 

Frase de um presidente que passou a vida inteira, inclusive os sete anos na presidência da República, em campanha eleitoral.  Podemos até ser um tanto condescentes com ele, porque, afinal, é a única coisa  que l.I. sabe fazer.   Seu eterno papel de homem da oposição chegou ao limite quando mais de uma vez criticou o próprio governo  com ar professoral, mas se mantendo à distância.  O governo era dele, mas o erro era dos outros . 

Agora, somos obrigados a ouvir L.l. dizer uma besteira como essa que está na frase acima.  Ele está há sete inacabáveis anos na presidência e  queria que os outros tivessem feito alguma coisa antes, para que no país as coisas estivessem melhor. 


Mas dessa idiotice podemos tirar alguma vantagem: 

A primeira é que L.I.,  na sua intenção de criticar, admitiu que  há o que poderia ter sido  feito e ele não fez... senão estaríamos melhor.  Foi dito por ele mesmo.

A segunda é  que L.I., sem perceber - e muito menos sem ter intenção - admitiu  que o projeto de Tasso Jereissati é tão bom que nos deixará melhor.

Ao mesmo tempo que elogiou  (sem perceber) o projeto da oposição, resolveu se ausentar por dois meses para  fazer - advinhem - campanha por Dilma Rousseff.  E vamos ser obrigados a aturar um dos maiores ladrões brasileiros na presidência. 

Tomara que L.I. vá e não volte, que Dilma jamais chegue e que José Ribamar, o Sarney, com mais de oitenta anos de vida indecente, durma o sono dos justos.




Lula, bolsa e família em dois tempos







Montagem
criandoacasos.wordpress.com/  
louremarfernandes.zip.net/arch2009-10-01_2009  
ciceroart.blogspot.com/2009_03_01_archive.html

Lula: Eu gosto de dar...

... mas só quem dá sou eu. 
(pensamento do presiMente que não aceita concorrência)

Ao saber da proposta de lei de Tasso Jereissati, da oposição, para aumento do benefício do Bolsa Família a crianças tenham um bom desempenho escolar, Luís Inácio procurou o método da coação :  "Agora digam de onde virá o dinheiro."

A resposta é muito simples: virá do mesmo lugar de onde você (L.I.) tira para gastar com o aumento de cargos públicos, para beneficiar outros países com perdão de suas dívidas, para emprestar ao FMI, para comprar aviões caríssimos da França,  para viajar de avião durante horas para se auto-elogiar nos palanques  de cidades do interior. E, principalmente, do mesmo lugar de onde você (L.I.) tira  para fazer a mesma coisa, com apenas a diferença de não cobrar nada em troca dos  beneficiados. 

Viu como é simples, PresiMente?


L.I. não aceita concorrência.
Só quem pode dar é ele,
até mesmo o que é dos outros.


quarta-feira, 3 de março de 2010

Estudar e trabalhar é sofrer .


Projetos de lei não existem para beneficiar campanha política.
Seu objetivo é unicamente atender os interesses da sociedade.
E é para isso que os pagamos.


Senadores aprovaram, ontem,  projeto do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) que prevê aumento do benefício do Bolsa Família para aquelas em que as crianças tenham um bom desempenho escolar.

O governo de Luís Inácio se baseia no que ele doa, não no que ele faz.  Com seu oportunismo,  L.I. se aproveita  justamente da Bolsa Família  -  que nem tem  sua assinatura (mesmo sem ler), pois foi criada no governo anterior.  Faz papel de ótimo presidente ao  distribuir bolsas e cestas sem exigir nada em troca.  DAR é sua estratégia.  

Representantes do governo dadivoso não simpatizaram com o projeto, porque L.I. se apoderou da Bolsa Família, mas não tiveram coragem para impedir a aprovação da matéria, que agora segue para a Câmara.   Porém, a senadora petista Ideli Salvatti, votou contra.

Para se justificar, a senadora acusou a iniciativa de crueldade, pois joga a responsabilidade pelo aumento da renda familiar nas costas  das pobres criancinhas : "Isso vai provocar uma pressão sobre a criança, que passa a ser responsável pela renda maior da família.", disse ela.

Mas se traiu, ao deixar de lado a falsa preocupação com o menor, quando acusou a oposição de fazer uso político do projeto em ano eleitoral.   Ora,  se foi o PSDB quem criou o Bolsa Família, nada mais natural que, ao invés dos pais de criação, seus  pais legítimos usem esse  'recurso'  para fins eleitoreiros, embora este mau uso seja coisa de calhorda.  

Dar responsabilidade às crianças não é nada demais.  Desde  quando obrigar a estudar é crueldade?  Só mesmo num país governado por um homem que pouco trabalhou e nada estudou.  Só mesmo na mente de petistas, um partido que ganha a simpatia do povão com coisas tortas, ao incentivar o trabalhador a odiar o patrão  (entrevistas de L.I. na época de sindicalista),  a ver o trabalho como sacrifício,  a não dar aos menos endinheirados escolas decentes que lhes proporcionem condições para não depender do governo até para comer.

Então, chega Romero Jucá PMDB-Roraima e diz, para provocar a oposição:   'No governo Dilma, a gente implanta isso.'    É mesmo?  E se a Ideli  não aceitar tal crueldade?

Nada mais imoral do que votar projetos de lei de acordo com seus interesses partidários. Para eles não importa se o projeto é bom ou não. Querem é obter vantagem. E mais nada! O povo, que idiotamente o elegeu, que se dane.

O vídeo abaixo já foi visto um quintilhão de vezes, mas é bom para deixar aqui registrada a nossa terrível dúvida: afinal, o que pensa L.I. sobre a Bolsa Família?





Já que estamos falando sobre bolsas ,
vejam, este outro vídeo que está no blog Alerta Total

I M P E R D Í VE L

terça-feira, 2 de março de 2010

RONDÔNIA e a dúvida pós carnaval


DATAFOLHA E PT
 ainda não responderam ao email
para elucidar as dúvidas de uma eleitora.


Agora é a vez de RONDÔNIA
http://voto-nossa-arma.blogspot.com/2010/03/rondonia.html  
 
É a segunda vez em que acabo de publicar uma postagem, vou até o blog para conferir e...  ele está pela metade.  Será que estou deletando tudo sem perceber?  Além disso, a minha página do Twitter, onde fui chamada de 'puta mala'  sem jamais ter escrito coisa alguma para que ele soubesse que sou mesmo uma tremenda mala, está bloqueada.  Será que a bloqueei sem saber?

Mas vamos rir e relaxar.  

Dúvida Pós-Carnaval - Eu bebi demais ou esta bunda está no lugar errado?
 
 

segunda-feira, 1 de março de 2010

"Eu mando. Vocês obedecem"


Luís Inácio ficou irritado porque as pesquisas de opinião  entre a desconhecida e o inexistente (Dilma X Serra)  estão em total desacordo, como já mostrou Reinaldo Azevedo.  Para evitar que isto ocorra - e a vitória da desconhecida Dilma nas próximas eleições não seja duvidosa - L.I. vem defendendo  (exigindo,  estaria mais de acordo) a  'unificação das metodologias'  dos institutos de pesquisa.  Certamente metologias diferentes podem interferir nos resultados, mas apenas em alguns pontos, sem maiores alterações de resultado.   

Assessores aconselharam L.I. a não interferir nesta área - que não é sua -  justamente em ano eleitoral, para que não pareça intenção de manipular os índices.   Porém, não faz sentido o interesse de  L.I. com tais  metologias das pesquisas, porque ele já afirmou  não acreditar em pesquisas  pois  são  'compradas'.   Ora, se as pesquisas são compradas, que diferença faz a metodologia usada? 

L.I., mais uma vez, pretende se meter onde não é chamado, pois, como todo autoritário, não admite que nada esteja em desacordo com seus desejos.   Tudo tem que ser do jeito que ele quer.

Para quem ainda duvida do autoritarismo  de L.I.:

Ordens do chefe
1 - Lula já mandou avisar ao PT paulista ('mandou avisar' é  um eufemismo  que equivale a uma ordem):  Se Ciro Gomes  não topar mesmo, o candidato ao governo de São Paulo vai ser Aloísio Mercadante.  Se Mercadante também pular fora, o escolhido será Fernando Haddad.  E fim de papo.  Revista Veja, pág.54 (Veja é aquela revista  que aceita questionário como entrevista).

2 - Ciro Gomes já admite ser candidato ao  governo de São Paulo, COMO QUER  Luís Inácio.

3 - Luís Inácio impôs ao PT  que a candidata do partido fosse Dilma Rousseff .

Num meio como esse, em que todos acatam ordens de cabeça baixa, partido político não  decide  coisa alguma,  onde Mercadante já rastejou e voltou atrás após dizer que sua decisão era irrevogável, onde ministros são tratados como lixo  quando não fazem o que mestre mandar é impossível respeitar o meio político.

Volto a perguntar:
Se Luís Inácio tem certeza de que as pesquisas são compradas 
que diferença faz,  para ele, a metodologia usada?  



Hoje foram enviados dois emails.  Um ao DATAFOLHA para saber qual teria sido a referência usada na pesquisa para que identificassem Dilma, se a maioria das pessoas ainda nem a conhece pelo nome.  Outro email foi para a Ouvidoria do PT perguntando quando Luís Inácio fez greve de fome e durante  quantos dias.

Todos os dias será colocado aqui o não envio das respostas ou, caso façam  (o que duvido) será colocada a resposta. 

É como uma brincadeirinha de gato e rato, onde o gato passa a vida inteira na porta da toca, esperando que o rato apareça.  E o gatinho morre de fome. Só que, ao morrer de fome, o gato veda a saída dos ratos pelo resto da vida.



domingo, 28 de fevereiro de 2010

Foi irresistível. Depois volto para completar.

No UOL  hoje

Desconhecimento de Dilma é incógnita para o PT
 
A candidata que, segundo algumas `pesquisadeiras` estaria próxima a José Serra na intencao de votos dos eleitores, ainda é quase desconhecida do povo.
 
Enquanto isso, L.I. que já disse nao confiar em pesquisas  (o vídeo está no  http://puteiro-nacional.blogspot.com/2010/02/os-ibopes-da-dilma-rousseff.html),  fica tao irritado com a  diferenca entre os diversos  ibopis que pretende... 
  
Me aguardem.  Volto mais tarde.

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