Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sexta-feira, 8 de maio de 2009

Vale a pena liberar a venda do uso de drogas ?

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Como viciada - não em maconha, mas em política, que também é uma 'droga' - sugiro a leitura do blog do PROFESSOR RICARDO VIEIRA - http://primeirasaguas.blogspot.com/2008/12/ateno-annimo-do-bem.html, de onde retirei o desenho ao lado, em que ele comenta sobre a denúncia de compra de votos que incluíu até maconha em Gravatá.
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Schwarzenegger, governador da Califórnia está provocando polêmica ao defender um debate sobre a liberação do consumo da maconha. Segundo ele, o Estado seria beneficiado com impostos sobre a droga.
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Nunca tive a menor curiosidade em nem ao menos experimentar alguma droga, não por princípios, mas por não ver a menor graça em ficar fora de órbita. E isso me deixa ainda mais à vontade para defender não o uso, mas a liberação da venda da maconha.
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A proibição da venda de drogas, que em princípio seria um bem à sociedade, foi que gerou o tráfico que inferniza nossa vida.
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Muitos traficantes ‘trabalham’ nas portas de escolas para aumentar o número de consumidores com o objetivo de aumentar seus lucros. Mas nunca vimos, por exemplo, representantes da Souza Cruz fazendo esse tipo de coisa, nem mesmo agora que é proibida a propaganda de cigarro.
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Os traficantes que vemos no jornal e TV estão sempre descalços, sem camisa ou mal vestidos, embora lucrem tanto. Não acredito que tudo o que arrecadam seja deles. É bem mais provável que sejam meros gerentes e os verdadeiros traficantes estejam em seus escritórios, muito bem vestidos e se fingindo de decentes empresários, longe da ameaça policial e dos tiroteios.
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Como no Brasil o que determina as leis é o dinheiro, dificilmente o governo abriria mão de mais impostos, lembrando o argumento de Schwarzenegger. Qual o motivo da proibição da venda de drogas? A seriedade? A preocupação com o cidadão? Logo eles que ‘estão se lixando para a opinião pública’ e não querem nem saber se o povo está bem ou não?
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Poderiam permitir que a maconha fosse vendida, não nos Shoppings, para não pareder xiqui e virar, moda mas em farmácias, para evidenciar que o vicio é uma doença.
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Estaríamos livres dos traficantes de drogas. O único problema é qual seria sua nova fonte de lucro.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Classe política se prepara para dar mais um golpe no eleitor

Lucia Hippolito - Por dentro da política Jornal da CBN, 1ª edição

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=por-dentro-da-politica&cod_post=183376

video

*** Não deixem de ouvir os comentários da Lucia Hippolito ... e depois cantar.

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PT que o pariu - 1

O Luís Inácio que o povo desconhece em 11 capítulos

Trechos retirados do livro Viagens com o Presidente

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Capítulo 1 A euforia da campanha ainda contagia os primeiros meses de governo. Tudo é novidade, tanto para Lula como para a população. O presidente, ao lado de seguranças e assessores, segue para cumprimentar as pessoas que o aguardam atrás de uma cerca de arame farpado do aeroporto. Lula não quer nem saber. Sob um sol de rachar, abraça, beija, toca e se deixa tocar. Molhado de suor, olha para o ajudante-de-ordens e lhe pede uma toalha – branca e felpuda, peça obrigatória nas viagens presidenciais. - Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pisa do aeroporto para cumprir a ordem do presidente. Ainda ao lado da cerca, Lula não se contém com a cena. Em quanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordens absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido e rasteiro a um de seus seguranças. - Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar minha toalha. Pág. 63 ***

Capítulo 2 ... Lula se aproxima de seu assessor para assuntos internacionais, o professor universitário Marco Aurélio Garcia, e diz na maior descontração: - Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no cu hoje? Pág. 71

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Capítulo 3

No gabinete, no terceiro ano de governo, um embaixador apresentou a Lula três páginas com informações que poderiam ser usadas num discurso que o presidente faria a um chefe de Estado da Ásia. - Presidente, se Vossa Excelência quiser, posso adensar mais dados aqui. Lula fixou o olhar no diplomata e disparou: - Pó, você acha que sou babaca de ler tudo isso? Resumo isso em três ou quatro coisas e chegando lá eu improviso o resto. Artigo de Mirian Leitão sobre o assunto n'O Globo de ontem - pág.20 com o titulo HOJE SE IMPROVISA) Pág. 44

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Capítulo 4 (Final de 2005, encontro do Mercosul) No meio do encontro, fechado à imprensa, Lula pede que auxiliares distribuam aos presentes uma cartilha preparada pelo Planalto sobre investimentos e projetos brasileiros para os países que integram a área de livre-comércio. O ajudante-de-ordens admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidente, ministros, diplomatas e assessores dividem a mesma sala para um rápido cafezinho. - Cadê as cartilhas, porra? – esbraveja o presidente. O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário: - Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente. Os demais presentes, entre goles de café e mordidas nos lanches argentinos, vêem o auxiliar sair em disparada para providenciara as tais cartilhas. Pág. 62

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Capítulo 5 (Lula) Não tem muita paciência . Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer tropeço. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição. pág. 63

*** Capítulo 6 Comentário de Luís Inácio ao debochar de um repórter: - Olha aquele repórter do comitê de imprensa. Não está entendendo nada. Ele nem saiu das fraldas ainda e já escreve para jornal grande. Como é que pode um coisa dessas? Pág. 142 ***

Capítulo 7 (Num jantar oferecido por Sarney) Pó, o Sarney é foda. Em vez de reunir todo mundo para tirar uma foto , fica nessa de um por um. Eu não posso nem tomar minha cachaça direito. Ainda bem que tenho essa moça para segurar meu copo. Lula, então, entrega o copo de uísque a uma segurança. Pág. 161

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Capítulo 8 Lula estava estressado com o avançar da crise. Em todas as viagens escolhia um assessor para descontar a raiva com gritos e cobranças. Era batata. Quando um auxiliar se afastava do presidente de cabeça baixa, os demais sabiam que aquele havia sido enquadrado pelo petista.

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Capítulo 9 Ele sobe as escadas do veiculo sem dizer uma única palavra à imprensa. Lá dentro, porém, passa a infernizar a vida do assessor de imprensa escalado para acompanhá-lo naquela viagem. - Olha pra mim, porra. Eu estava tentando falar com você lá fora do ônibus, e você só olhando para a imprensa. Quando eu falar é pra olhar pra mim – esbraveja o presidente, que mais tarde age como se nada tivesse acontecido. Pág. 217

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Capítulo 10 Num dos raros momentos em que passou a bater papo com deputados e senadores, o presidente foi questionado , em to de brincadeira, pela senadora Ana Júlia, do PT paraense. - Presidente, diga para nós. O que existe de fato entre o senhor e o governador sergipano João Alves. - Eu sempre quis foder o João Alves. Já fiz aliança com todo mundo lá, com o Albano Franco, com o Almeida Lima. Eu faço aliança com qualquer um para foder o João Alves. Este eu quero foder de qualquer jeito. Pág. 221

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Capítulo 11 A eleição na Câmara entra pela madrugada. Lula não agüenta esperar e vai dormir. Na manhã seguinte, é informado por assessores da vitória do conterrâneo Severino Cavalcanti. Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância. - Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo o mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido. Pág. 249

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O brasileiro que vê Luís Inácio como homem do povo, generoso, simpático e humilde precisa conhecer o verdadeiro "Lula". Um sujeito agressivo que sente prazer em humilhar quem trabalha para ele.

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Viagens com o Presidente foi escrito por Eduardo Scolese e Leonencio Nossa, dois repórteres que acompanharam nosso arrogante presiMENTIROSO durante um tempo. Fico imaginando as humilhações que sofreram e os levaram a escrever este livro.

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terça-feira, 5 de maio de 2009

Jingle da picaretagem presidencial

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Quando ainda se preocupava em parecer honesto, Luís Inácio criticou os parlamentares ao dizer que no Congresso havia trezentos picaretas.
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Isso foi quando deputado federal e não fez coisa alguma, como de hábito, o que podemos comprovar com uma simples pesquisa.
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Com o tempo foi percebendo que seus eleitores de nada sabem. Se tornou cada vez mais indecoroso sem perder a popularidade, pois descobriu que bastava dar aos pobres muito menos que o necessário para viver. Bastava falar suas mentiras ao microfone.
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"No jantar com os presidentes do Senado, José Sarney, e da Câmara, Michel Temer, o presidente Lula disse que quer ajudar o Congresso a sair da crise (doação de passagens aéreas com dinheiro público: 'Não há democracia sem Congresso. A declaração que for preciso, eu faço. É só falar'." O Globo, 1/5/2009 – pág. 2 ***
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Tão rápido e rasteiro como foi a poucos dias atrás, ao usar a doença de Dilma para fins eleitorais, logo em seguida, já falou para ajudar os picaretas, que foram por ele criticados .
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"Em suas primeiras declarações sobre a farra das passagens aéreas, o presidente Lula disse que não vê crime no fato de um deputado dar bilhetes para pessoas da família. Lula admitiu que, quando era deputado, deu passagens para sindicalistas." (O Globo, 2/5/2009 – pág.3) .
Nosso presiMENTIROSO, na síndrome do deslumbramento, se acha tão poderoso que qualquer comportamento desonesto deixa de ser crime desde que cometido por ele. Não é caso de prisão, mas de camisa de força.
*** No blog Alerta Brasil (http://alertabrasil.blogspot.com/) há um trecho da coluna de Claudio Humberto com frases em que Luís Inácio se desmente. Nada mais fácil do que desmentir um mentiroso contumaz, que acredita que somos todos não apenas imbecis, mas uns acomodados que nada farão para evidenciar suas patifarias.
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NÓS PODEMOS PROVAR O ENGANO DE LUÍS INÁCIO AO SE ACREDITAR CAPAZ DE COMETER QUALQUER IRREGULARIDADE E SER IMUNE À COBRANÇA POPULAR .
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Sugestão sobre o asssunto: http://antiforodesaopaulo.blogspot.com/

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Ao povo... dê esmola

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A previsão de que 1 em cada 3 brasileiros será dependente do governo, em 2010, chega a ser assustadora. Enquanto as pesquisas mostram números indecentes de brasileiros que vivem às custas dos merréis e feijão com arroz doados pelo grande pai do povo, Luís Inácio, seu próprio Ministério do Desenvolvimento Social afirma que em muitas cidades a cobertura do "benefício" varia de 50 a 96 por cento.

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Como é possível acreditar (ou fazer acreditar?) que dependência é um benefício? Desenvolvimento haveria se as famílias de miseráveis tivessem oportunidade de sair de uma situação tão degradante.

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Vemos nos jornais fotos de gente sem a menor condição de se sustentar, mas tem cada vez mais filhos dormindo no chão do barraco em que vivem. E ainda falam, satisfeitas, que se não fosse a Bolsa Família já teriam morrido de fome.
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Durante todos esses anos na presidência do país, Luís Inácio teve tempo suficiente para fazer o básico junto aos miseráveis: uma campanha contra o aumento da natalidade. Muitos podem alegar que essa gente não tem acesso a jornal ou TV. Mas, se o governo chega até eles para informar sobre as falsas benesses que lhes proporciona, poderia fazer o mesmo por uma campanha decente. Luís Inácio, com seu poder de convencimento, deveria usar o Aerolula para ir até os miseráveis por uma causa nobre, ao invés de fazer seus passeios auto-promocionais.
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Para os oportunistas nada melhor que a ignorância e a miséria que obriga o povo a comer na sua mão e trocar voto pela subserviência.
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Sugestão sobre o assunto:
Blog Brasil-Liberdade e Democracia - http://brasillivreedemocrata.blogspot.com/

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