Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


terça-feira, 12 de maio de 2009

Não abro mão do meu direito de escolha

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Acontece com nossos políticos o mesmo caso daquela laranja podre dentro de um cesto. Todas se estragam .
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Recentemente, quando surgiu a lambança com passagens aéreas, estavam lá envolvidos Eduardo Gabeira (que tanto defendi, no ano passado, para a Prefeitura do Rio de Janeiro), a seríssima Heloísa Helena do PSOL e Eduardo Suplicy (respeitável para muitos, mas sem merecimento, como veremos num exemplo abaixo).
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É mais um dos motivo para rejeitar o voto em lista, que nos tira o direito de escolher nossos candidatos, garantindo a eleição de quem mais interesse a cada partido.

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Quanto ao Eduardo Suplicy...

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No livro "Já Vi Esse Filme", de Luiz Maklouf Carvalho (*), Capítulo PT Encobre Corrupção de Deputado - página 111, há um trecho que narra um fato antigo, mas que não merece ser ignorado :
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No mesmo documento, Moraes (Ricardo Moraes - PT/AM, que acabou expulso do partido) acusa a ministra Luiza Erundina e o senador Eduardo Suplicy de terem pedido empréstimos semelhantes ao Sindicato dos Bancários de São Paulo. A ministra e o senador negam as acusações. "Eu jamais faria isso, porque é um procedimento ilegal e inadequado, disse Suplicy." O livro não foi contestado nem o autor processado pelo que escreveu neste livro.

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Voto é a tentativa de eleger alguém decente em substituição à corja que se alojou em Brasília, num trabalho que partido algum terá a intenção de fazer. Portanto, me recuso a aceitar esta imposição.

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NÃO DOU A NINGUÉM O DIREITO DE FAZER QUALQUER ESCOLHA POR MIM.

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(*) Não sei exatamente o motivo, mas não simpatizo com Luiz Maklouf, embora tenha gostado muito do livro citado.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Yeda? Cruzes!

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Comentário de Lucia Hippolito na CBN
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Para ouvir, é só clicar abaixo
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Ao comentar sobre política, a voz de Lucia Hipólito soa se fosse como nossa música predileta.
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A imagem foi retirada do site
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domingo, 10 de maio de 2009

Recomeçando o assunto incompleto abaixo

Como houve problema no meu computador e já havia o comentário excelente do Fernando (O Mascate) e outro do Marcos Pontes , resolvi continuar em outra página, no lap-top alheio e onde não sei onde fica o ponto de interrogação ou a crase.
+++int
Marcos, estou curiosa para ler o texto ao qual você se referiu, mas não encontrei.
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Além da opinião de vocês, principalmente a possibilidade de os traficantes se manterem baixando o custo de sua 'mercadoria' (nem havia pensado nisso!), vejo no jornal de hoje os manifestantes saírem às ruas em favor da tal liberação tão discutível. E sou obrigada a admitir minha ingenuidade. Eles não estão preocupados com o tráfico que nos inferniza, sua intenção é apenas o fumacê. Provavelmente é o mesmo tipo de gente que acompanha a baixaria política sem se mobilizar, como se isso não as afetasse. Não é a toa que a politicalha se sente tão bem, pois sabem que o brasileiro não reage a essas coisinhas menores. Talvez a próxima passeta seja em favor dos gays.
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Ou seja, se for assim, jamais estaremos livres da bandidagem, tanto dos traficantes quanto de nossos indecorosos politiqueiros.

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Comentários no blog e passeata

*** ATEN

ATENÇÃO Meu computador está com um problema e o texto saiu incompleto.

A liberação da venda de qualquer droga é um assunto bem discutível, principalmente a quem discorda de seu uso. Porém, é sua proibição que alimenta os traficantes. E não vejo nada mais assustador que uma cidade entregue a eles, como o Rio de Janeiro, por exemplo.

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Que me perdoem a maldade, mas, em caso de liberação, quem quiser que morra de over-dose, desde que seja em sua própria casa, ao contrário do que é feito na Holanda como disse o Fernando d'O Mascate.

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Porém os comentários abaixo abaixo merecem grande reflexão, ainda mais em se tratando de pessoas cuja opinião respeito:

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Carlos Caldas Não concordo com a liberalização das drogas ilícitas e ainda penso que as lícitas devem se tornar ilícitas também e deixar de dar lucro aos governos hipócritas.

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antonio machado O viciado deve ter o mesmo tratamento do traficante,pois ninguém vende nada se não houver comprador.Se o viciado é doente os criminosos hediondos também são e nem por isso sua responsabilidade é deixada de ser cobrada.

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Fernando Sem a liberação da maconha a ociedade já é refém das drogas, eu fico imaginado quando liberarem.Na holanda já começaram a rever esse conceito de liberação, o país estava se tornando um ponto turístico de viciados.

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Marcio Rocha Se alguns já torcem o nariz com a terra sendo usada para plantio de cana de açúcar (com parte) destinada para fazer álcool combustível, imagine só se liberar o consumo. Haverão milhares de alqueires "dedicados" à erva maldita só para sustentar um bando de cabeças vazias. E esse governo não me engana - talvez seja exatamente isso que ele quer...

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Alexander Seria bom ver primeiro o que aconteceu na china quando o Opio foi liberado geral e a força pelos Ingleses. Os ingleses forçaram a barra para vender opio produzido no Afeganistão e comprar sedas chinesas. Criaram um exercito de zumbís e o caos geral.

=== Anônimo Droga estou Fora!Sou careta...Não as DrogasAlinhar ao centro já imaginou o Lula doidão rárárá...Deve ser uma Droga.

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Anônimo Eu não concordo com a liberação de nenhuma droga cujo consumo venha a afetar as faculdades mentais. Mesmo a maconha afeta o raciocínio e a acuidade mental. Tem de ser proibida. Que a polícia faça o seu trabalho de tirá-las da rua. Acho mesmo que até tranquilizantes, receitados por médicos, deveria ser um pouco reduzido. Qunto mais claramente as pessoas puderem pensar, mais depressa o mundo pode vir a sair desse caos onde se meteu.

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Laguardia disse... Sou radicalmente contra a discriminalização do uso da maconha. Perdi um primo em consequencia do uso de drogas e sei qual é o sofrimento da família com isto.

===9 SHEILOHKA disse... A maconha é a porta de entrada para as drogas mais pesadas. Quem é adicto, vicia-se rapidamente e vai sentindo necessidade de dosagem cada vez maior, caindo nas drogas mais caras e mais pesadas.Acho que o usuário deveria ser penalizado, sim, mas não com cadeia. Teria que se submeter a um processo de desintoxicação, paralelo ao tratamento psiquiátrico e psicológico. Os grupos de mútua ajuda são também fundamentais. Mas, lembrando sempre: qualquer tratamento só será bem sucedido se o paciente quiser, se ele realmente estiver a fim de se reabilitar. A doença da adicção não é como as outras que se pode tomar remédios e curar - é uma doença comportamental, o indivíduo tem que querer uma reformulação total e estar atento para qualquer sinal de recaída.É UMA DOENÇA INCURÁVEL, CRUEL, QUE DESTRÓI MILHÕES DE FAMÍLIAS E DE DEPENDENTES. Não é fácil deixar as drogas, como não é fácil conviver com o drogadicto. Em minha opinião, é o maior mal que aflige a humanidade, pior até que a fome, porque muitos deixam de comer para comprar drogas.PARA O TRAFICANTE NÃO PODE HAVER BENESSES - CRIME HEDIONDO, INAFIANÇÁVEL, PRISÃO PERPÉTUA (modificando o nosso Código Penal, que foi feito para amparar e beneficiar somente os bandidos - as vítimas, ora, AS VÍTIMAS QUE SE LASQUEM !)

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Vale a pena liberar a venda do uso de drogas ?

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Como viciada - não em maconha, mas em política, que também é uma 'droga' - sugiro a leitura do blog do PROFESSOR RICARDO VIEIRA - http://primeirasaguas.blogspot.com/2008/12/ateno-annimo-do-bem.html, de onde retirei o desenho ao lado, em que ele comenta sobre a denúncia de compra de votos que incluíu até maconha em Gravatá.
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Schwarzenegger, governador da Califórnia está provocando polêmica ao defender um debate sobre a liberação do consumo da maconha. Segundo ele, o Estado seria beneficiado com impostos sobre a droga.
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Nunca tive a menor curiosidade em nem ao menos experimentar alguma droga, não por princípios, mas por não ver a menor graça em ficar fora de órbita. E isso me deixa ainda mais à vontade para defender não o uso, mas a liberação da venda da maconha.
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A proibição da venda de drogas, que em princípio seria um bem à sociedade, foi que gerou o tráfico que inferniza nossa vida.
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Muitos traficantes ‘trabalham’ nas portas de escolas para aumentar o número de consumidores com o objetivo de aumentar seus lucros. Mas nunca vimos, por exemplo, representantes da Souza Cruz fazendo esse tipo de coisa, nem mesmo agora que é proibida a propaganda de cigarro.
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Os traficantes que vemos no jornal e TV estão sempre descalços, sem camisa ou mal vestidos, embora lucrem tanto. Não acredito que tudo o que arrecadam seja deles. É bem mais provável que sejam meros gerentes e os verdadeiros traficantes estejam em seus escritórios, muito bem vestidos e se fingindo de decentes empresários, longe da ameaça policial e dos tiroteios.
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Como no Brasil o que determina as leis é o dinheiro, dificilmente o governo abriria mão de mais impostos, lembrando o argumento de Schwarzenegger. Qual o motivo da proibição da venda de drogas? A seriedade? A preocupação com o cidadão? Logo eles que ‘estão se lixando para a opinião pública’ e não querem nem saber se o povo está bem ou não?
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Poderiam permitir que a maconha fosse vendida, não nos Shoppings, para não pareder xiqui e virar, moda mas em farmácias, para evidenciar que o vicio é uma doença.
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Estaríamos livres dos traficantes de drogas. O único problema é qual seria sua nova fonte de lucro.
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quarta-feira, 6 de maio de 2009

Classe política se prepara para dar mais um golpe no eleitor

Lucia Hippolito - Por dentro da política Jornal da CBN, 1ª edição

http://oglobo.globo.com/pais/noblat/luciahippolito/post.asp?t=por-dentro-da-politica&cod_post=183376

*** Não deixem de ouvir os comentários da Lucia Hippolito ... e depois cantar.

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PT que o pariu - 1

O Luís Inácio que o povo desconhece em 11 capítulos

Trechos retirados do livro Viagens com o Presidente

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Capítulo 1 A euforia da campanha ainda contagia os primeiros meses de governo. Tudo é novidade, tanto para Lula como para a população. O presidente, ao lado de seguranças e assessores, segue para cumprimentar as pessoas que o aguardam atrás de uma cerca de arame farpado do aeroporto. Lula não quer nem saber. Sob um sol de rachar, abraça, beija, toca e se deixa tocar. Molhado de suor, olha para o ajudante-de-ordens e lhe pede uma toalha – branca e felpuda, peça obrigatória nas viagens presidenciais. - Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pisa do aeroporto para cumprir a ordem do presidente. Ainda ao lado da cerca, Lula não se contém com a cena. Em quanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordens absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido e rasteiro a um de seus seguranças. - Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar minha toalha. Pág. 63 ***

Capítulo 2 ... Lula se aproxima de seu assessor para assuntos internacionais, o professor universitário Marco Aurélio Garcia, e diz na maior descontração: - Marco Aurélio, eu já mandei você tomar no cu hoje? Pág. 71

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Capítulo 3

No gabinete, no terceiro ano de governo, um embaixador apresentou a Lula três páginas com informações que poderiam ser usadas num discurso que o presidente faria a um chefe de Estado da Ásia. - Presidente, se Vossa Excelência quiser, posso adensar mais dados aqui. Lula fixou o olhar no diplomata e disparou: - Pó, você acha que sou babaca de ler tudo isso? Resumo isso em três ou quatro coisas e chegando lá eu improviso o resto. Artigo de Mirian Leitão sobre o assunto n'O Globo de ontem - pág.20 com o titulo HOJE SE IMPROVISA) Pág. 44

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Capítulo 4 (Final de 2005, encontro do Mercosul) No meio do encontro, fechado à imprensa, Lula pede que auxiliares distribuam aos presentes uma cartilha preparada pelo Planalto sobre investimentos e projetos brasileiros para os países que integram a área de livre-comércio. O ajudante-de-ordens admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidente, ministros, diplomatas e assessores dividem a mesma sala para um rápido cafezinho. - Cadê as cartilhas, porra? – esbraveja o presidente. O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário: - Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente. Os demais presentes, entre goles de café e mordidas nos lanches argentinos, vêem o auxiliar sair em disparada para providenciara as tais cartilhas. Pág. 62

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Capítulo 5 (Lula) Não tem muita paciência . Para ele, tudo tem que ser na hora. Costuma estressar-se com auxiliares a qualquer tropeço. Fica nervoso, por exemplo, se vai a algum lugar que não tenha um café expresso à disposição. pág. 63

*** Capítulo 6 Comentário de Luís Inácio ao debochar de um repórter: - Olha aquele repórter do comitê de imprensa. Não está entendendo nada. Ele nem saiu das fraldas ainda e já escreve para jornal grande. Como é que pode um coisa dessas? Pág. 142 ***

Capítulo 7 (Num jantar oferecido por Sarney) Pó, o Sarney é foda. Em vez de reunir todo mundo para tirar uma foto , fica nessa de um por um. Eu não posso nem tomar minha cachaça direito. Ainda bem que tenho essa moça para segurar meu copo. Lula, então, entrega o copo de uísque a uma segurança. Pág. 161

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Capítulo 8 Lula estava estressado com o avançar da crise. Em todas as viagens escolhia um assessor para descontar a raiva com gritos e cobranças. Era batata. Quando um auxiliar se afastava do presidente de cabeça baixa, os demais sabiam que aquele havia sido enquadrado pelo petista.

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Capítulo 9 Ele sobe as escadas do veiculo sem dizer uma única palavra à imprensa. Lá dentro, porém, passa a infernizar a vida do assessor de imprensa escalado para acompanhá-lo naquela viagem. - Olha pra mim, porra. Eu estava tentando falar com você lá fora do ônibus, e você só olhando para a imprensa. Quando eu falar é pra olhar pra mim – esbraveja o presidente, que mais tarde age como se nada tivesse acontecido. Pág. 217

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Capítulo 10 Num dos raros momentos em que passou a bater papo com deputados e senadores, o presidente foi questionado , em to de brincadeira, pela senadora Ana Júlia, do PT paraense. - Presidente, diga para nós. O que existe de fato entre o senhor e o governador sergipano João Alves. - Eu sempre quis foder o João Alves. Já fiz aliança com todo mundo lá, com o Albano Franco, com o Almeida Lima. Eu faço aliança com qualquer um para foder o João Alves. Este eu quero foder de qualquer jeito. Pág. 221

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Capítulo 11 A eleição na Câmara entra pela madrugada. Lula não agüenta esperar e vai dormir. Na manhã seguinte, é informado por assessores da vitória do conterrâneo Severino Cavalcanti. Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância. - Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo o mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido. Pág. 249

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O brasileiro que vê Luís Inácio como homem do povo, generoso, simpático e humilde precisa conhecer o verdadeiro "Lula". Um sujeito agressivo que sente prazer em humilhar quem trabalha para ele.

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Viagens com o Presidente foi escrito por Eduardo Scolese e Leonencio Nossa, dois repórteres que acompanharam nosso arrogante presiMENTIROSO durante um tempo. Fico imaginando as humilhações que sofreram e os levaram a escrever este livro.

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