Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Isso é que é amor!

O Comitê de Política Monetária do BC deu sinais de que poderia aumentar os juros devido ao risco de aceleração da inflação. .
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O gerente executivo de varejo, chamado Gueitiro Matso Gensos, diz que a instituição ainda não mudou as faixas de juros, mas que mais clientes contrataram crédito a taxas mais altas... pelo seu relacionamento com o banco. .
. Isso é que amor! Peraí, fiquei na dúvida. Amor não se demonstra com dinheiro ou pagamento carinhoso de juros mais altos. Isso mais parece prostituição. .
O nome do gerente varejiista
não tem sonoridade nacional,
mas a explicação que deu é bem ao gosto político brasileiro.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

A Contra-Revolução de 64 teve como seu principal líder, o controvertido Gen. Mourão Filho. O General não conheceu o Lula. Mas, ao que tudo indica, além de seu destemor pessoal, era um profeta. Vejam o que ele escreveu no início dos anos 70:"Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso ".MOURÃO FILHO, Olympio: "Memórias". Porto Alegre, L&PM, 1978. Pag. 16.

Ele é a favor, é contra ou ELE MENTE?

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A CNBB lançou no dia 7 deste mês a Campanha da Fraternidade deste ano, que condena a legalização do aborto. Segundo o chefe de gabinete da Presidência, Gilberto Carvalho, Luís Inácio ‘e seu governo’ apóiam a campanha.
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.“Seu governo’, não, porque nem todos, no ‘seu governo’ pensam da mesma forma, como é o caso do Ministro da Saúde, José Gomes Temporão. Mas provavelmente nosso presidente e seu chefe de gabinete não devem saber disso. Gilberto Carvalho afirmou: “ O aborto não é um assunto que divide o governo. O presidente Lula já disse que é contra...”
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. Abaixo, um trecho da entrevista de Luís Inácio,
concedida a Maria Teresa Ribeiro em 1978,
quando ainda era sindicalista e começava a surgir das cinzas.
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. - O que você acha da legalização do aborto?
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. . - Eu posso até ser mal interpretado, sabe, mas sou contra a legalização do aborto. Sou contra por dois aspectos, espera aí, sou contra não, minto, minto, minto. Eu sou a favor do aborto. Primeiro porque eu acho que a pessoa pode cometer um erro. Às vezes, nascer a criança é muito mais prejudicial do que praticar o aborto. O que não adianta é a coisa ficar na clandestinidade e aconterecem milhões de casos. Muitas vezes as pessoas perdem a vida arriscando-se a tomar remédios inaquados, arrriscando-se a se tratar com pessoas incapacitadas. Então seria muito melhor legalizar isso, sabe, dar condição de salvar pelo menos a vida da mãe. Para evitar isso que as mulheres tomem remédios feitos em casa, tentem ir atrás de feiticeiros, de chá de cobra, de enfermeiros, de parteiros, sei lá. O ideal seria que não precisasse ninguém abortar, mas , como existe essa necessidade, o aborto deveria ser legalizado.
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Afinal, ele é contra ou é a favor?
Mudou de idéia? Ou mente?

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Favor agendar, o presidente está ocupado.

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A última pilantragem divulgada do governo Luís Inácio já foi exaustivamente, detalhadamente exposta em todos os meios de comunicação. Portanto se tornou dispensável qualquer comentário sobre o cartão chamado de ‘corporativo’.
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O uso e abuso imoral do nosso dinheiro passeou por todo o tipo de mercado, desde a compra de tapioca a jóias. Talvez – quem sabe? - botox, viagra ou implante de silicone. Não se restringiu apenas ao presidente e ministros; dentre outros, o cartão foi aproveitado também pelo segurança de Lurian, filha ilegítima do presidente, ocultada até nos ser apresentada, pela oposição, numa campanha eleitoral à Presidência. Fez um belo efeito e Luís Inácio teve que esperar ainda mais para se tornar elite, o grande chefe da Nação.
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Terá sido um ato falho o nome dado aos 7.145 cartões do ôba-ôba distribuídos pelos país? Corpo... corporação... corporativo... corporativismo.... Ôpa! CORPORATIVISMO! .
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Corporativismo = defesa dos interesses ou privilégios de um setor organizado da sociedade, em detrimento do interesse público. (Aurélio Buarque) O tipo de pessoas que ainda admiram o ex-metalúrgico reagem de forma bem interessante. Não se impressionam muito, nem acompanham, a bandalheira que se tornou ‘normal’ no meio político. Mas, quando o fato envolve violência, morte, desastre, escândalo familiar, a coisa é outra.

. . . Os jornais não deram muita atenção ao fato, porque o escândalo do cartão o abafou. Luís Inácio, por meio de seus seguranças, barrou a entrada de seu irmão. Germano, que mais uma vez teve a petulância de o procurar, acompanhado da mulher e filho, enquanto ele estava pescando. Exatamente isso, sem exagero: Germano foi alertado de que não seria recebido porque Luís Inácio estava pescando. Depois o segurança o avisou que receberia um telefonema para AGENDAR o encontro. . ....

O humilde irmão foi compreensivo: “Queria falar de coisas particulares que ele (Luís Inácio) sabe quais são, mas ele é muito ocupado.” De fato, a pesca é um ato de grande responsabilidade, nos ocupa muito, precisa de meditação e não pode ser interrompida.
. Esse é o Grande Pai do povo, um hipócrita que ocultou a existência da filha ilegítima durante anos, um arrogante que não permite a entrada do próprio irmão onde está se divertindo . .
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Luzia, que trabalha comigo há muitos anos, se tornou meu termômetro. Ela é quem me ensina a avaliar a importância das notícias que me servirão para desmoralizar, pacientemente, um sujeito abjeto, que se finge de bom e caridoso para a platéia, enquanto, na vida real, humilha os que trabalham para ele, e desconhece respeito e sentimento de família. .
. Vou brincar de repórter e gravar uma entrevista com a Luzia. "O que acha mais grave no comportamento do presidente? Gastar dinheiro que não é dele ou desprezar familiares?" Esta será uma das perguntas. Se a filmagem der certo e a entrevista valer a pena, coloco depois no blog. .
. . Como o Presidente barrou a visita do irmão,
poderia ao menos ter lhe dado um cartãozinho.