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Aqueles que acreditam ter sua vidinha com tranqüilidade garantida podem, daqui a pouco, se arrepender por não terem feito o que deveriam, na hora certa.


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Aqueles que acreditam ter sua vidinha com tranqüilidade garantida podem, daqui a pouco, se arrepender por não terem feito o que deveriam, na hora certa.
Ao reacender a revolta contra militares, Tarso Genro está apenas dando continuidade ao trabalho do atual governo: dividir o povo brasileiro em pedaços. Vem, de forma insistente e dissimulada (para alguns), colocando negro contra branco; trabalhador contra patrão; os pobres contra a SUPOSTA elite, porque elite mesmo são esses políticos cheios de vantagens escrachadas e dinheiro no bolso (o nosso dinheiro). Agora, para completar, civis contra militares, ao reavivar rusgas antigas. E, enquanto se finge de revoltado com a atitude de Tarso Genro, Luís Inácio agradece por baixo dos panos.
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Quero ver se esses mesmos representantes da UNE, que estavam lá ontem pedindo punição aos militares por erros do passado, participarão da mobilização que haverá no dia 13 de setembro para cobrar o que nos devem no presente.
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É evidente a intenção de desunir os brasileiros, de torná-los cada vez mais fracos para serem facilmente manipuláveis e, assim, se fortalecer às custas de um povo lutando uns contra outros.
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ESTE É O GOVERNO DA DESUNIÃO OPORTUNISTA.
POVO DESUNIDO É FACILMENTE VENCIDO.
Enviado ao e.mail presidencia@une.org.br
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EU POSSO - Significado: Eu posso invadir propriedade alheia à força, sem mandato judicial. Eu posso pisar na Constituição, PORQUE EU SOU O PRESIDENTE.
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TU PODE(S) - Significado: Tu pode(s) desviar o dinheiro público, pois terá(s) meu apoio... enquanto me interessar.
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***NÓS PODEMOS - Significado: Nós podemos ser vereadores, senadores, deputados mesmo com ficha suja. Nós podemos ser presos e logo depois soltos. Nós podemos roubar, enganar, mutretar, corromper sem que nada nos aconteça, pois a Justiça é aliada e submissa ao presiMente que, de tão amigo dos incautos, já até beijou a mão de Jáder Barbalho.
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ELES NÃO PODEM - Significado: O cidadão, que regiamente nos sustenta, não pode se inscrever em concurso público se estiver envolvido em algum processo (mesmo que ainda não tenha sido julgado). Também não pode se inscrever em concurso público se não tiver instrução (o que para nós é dispensável). Não pode deixar de votar, pois nossa democracia é um disfarce. NÃO PODE TER ACESSO À VIDA PREGRESSA DOS CANDIDATOS ELEITORAIS. NÃO PODE TER A SATISFAÇÃO DE VER BANDIDOS, CRIMINOSOS E LADRÕES BARRADOS EM SUA CANDIDATURA A CARGOS POLÍTICOS.
***Ontem, como já era esperado, o STF liberou a candidatura de quem responde a qualquer tipo de processo judicial em toda a parte do país. Dos onze ministros apenas dois tiveram a decência de votar contra a medida que impediria os menos conscientes de eleger os malfeitores da república. Fico imaginando como devem estar se sentindo aliviados muitos dos atuais parlamentares com a possibilidade de manter a sacanagem nacional.
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O argumento do STF é o perigo de, futuramente, alguns políticos usarem este recurso como pretexto contra seus rivais, o que é bem provável por ser um comportamento bem de acordo com o mau caráter vigente. Os ministros que liberaram a candidatura dos meliantes se mostram preocupados com uma minoria da população, que são os políticos. O cidadão e o país que se danem. Segundo eles, não pode haver precedentes.
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No entanto... quando o governo invade À FORÇA a propriedade alheia, SEM MANDATO JUDICIAL, está criando um precedente assustador que pode vir a infernizar a vida de qualquer um de nós, sob qualquer pretexto.
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ELES, SIM, PODEM CRIAR PRECEDENTES. O POVÃO OTÁRIO QUE VAI ÀS URNAS DAR SEU VOTO, SEM DIREITO DE SABER AO MENOS EM QUEM ESTÁ VOTANDO, NÃO TEM DIREITO NEM AO RESPEITO.
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QUEM VOTOU A FAVOR DOS FICHAS-SUJA: Celso de Melo, Menezes Direito (imaginem se fosse Errado), Cármen Lúcia (sobrenome ?), Ricardo Lewandowski, Eros Grau, Cezar Peluso, Ellen Gracie, Marco Aurélio Mello, Gilmar Mendes.
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QUEM VOTOU CONTRA: Ayres Britto e Joaquim Barbosa.
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ATUALMENTE, LER JORNAL DÁ VONTADE
DE SAIR GRITANDO PELAS RUAS.
Ainda que os donos das propriedades estejam errados, o Estado não tem o direito de agir à força, sem ordem judicial, pois isso dá margem a futuros desmandos intoleráveis, que não poderão ser evitados, por terem se tornados naturais.