Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Bagagem aos Unaitis Isteites

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Elio Gaspari informou, no jornal de ontem, que Luís Inácio acredita num encontro com Barak Obama em março - embora ainda esteja indefinido na agenda do presidente dos Estados Unidos - e pretende levar, na bagagem, uma comitiva de empresários.
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Mas qual será o motivo de pagar esta viagem justamente àqueles considerados por ele os principais culpados da atual crise econômica que eclodiu no país de Obama?
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Pela lógica, deveria levar representantes dos que sofrem nas mãos dos 'capitalistas', pois eles teriam mais o que dizer sobre as necessidades do povo.
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Qual será o motivo desta escolha lulista ?
Vai acompanhado dos que tanto critica,
quando poderia aproveitar a agradável companhia
daqueles que tanto ama!

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domingo, 4 de janeiro de 2009

Os grandes e os PEQUENOS

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O Conselho Nacional de Justiça "descobriu" o que nós já sabíamos há muito tempo. No Brasil, muitos detentos já cumpriram pena, mas continuam presos. São aqueles que não têm advogado por falta de recursos e ficam ali jogados.
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Após tantos anos, nossas autoridades ligadas ao setor penitenciário e à defesa dos direitos humanos se mostraram chocadas com um fato já divulgado outras vezes em diversos jornais. É síndrome de Luís Inácio, que nunca sabe de nada que não lhe interessa.
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Não me cabe defender bandido, seja qual for o motivo que o levou a isso, pois não sou psicóloga, não sou socióloga nem asssistente social, e não pretendo angariar votos. Nem tampouco sou a OAB que saiu às pressas em proteção a um assaltante assassino, como ocorreu no caso do ônibus 174. Aparentemente a OAB se interessa apenas por bandidos que alcançam notoriedade na impensa.
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Revoltante é a diferença no tratamento dado aos pobres e àqueles que têm alguma proximidade com políticos, os grandes marginais brasileiros.
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Enquanto há presos que já deveriam estar soltos - provavelmente assaltando de novo, mas isso não vem ao caso -, vemos ladrões e estelionatários, isentos de qualquer punição, passeando pelo Congresso Nacional, dando palpites, exercendo influência para conseguir o que querem.
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Juízes desonestos, defeito incompatível com o cargo que exercem, vendem sentença. A prefeita de Magé, Núbia Cozzolino, mesmo presa por suas falcatruas, fez campanha eleitoral de dentro o presídio, foi eleita e tomou posse do cargo.
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Antonio Palocci é um exemplo escandaloso que continua nos rondando junto a Luís Inácio. O ex-ministro não demonstrou apenas desonestidade, mas uma covardia indecente ao usar seu poder para invadir a conta-corrente do caseiro Francenildo Santos Costa que o acusou, na tentativa de desmoralizá-lo junto à opinião pública. Palloci perdeu o cargo, mas não o prestígio. Francenildo perdeu o emprego e hoje vive de 'bico'.
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Agora vamos aguardar que a OAB saia em defesa dos meliantes abandonados, afinal já estão na primeira página do jornal de hoje. Vamos ver se Luís Inácio sairá cuspindo fogo em favor desses pobres abandonados pela Justiça, levados à marginalidade por causa da elite (segundo ele).
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quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Sorria! Você é pobre!

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Houve época em que ter alguns bens, fruto de um trabalho decente, era motivo de orgulho.

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Quem se enquadrava na classe média (antes que esse termo se tornasse quase um desonroso deboche) eram os cidadãos que haviam se firmado financeiramente e podiam educar seus filhos mostrando sua própria vida como exemplo.

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Ser elite – para usar uma linguagem bem atualizada – era pertencer à nata da sociedade, principalmente por causa de quanto dispunham nos Bancos .

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Ser pobre era enfrentar as dificuldades provocadas por um baixo salário, mas ter a dignidade de sentar à mesa diante da comida comprada com o dinheiro do seu trabalho e sem dever favores para se alimentar.

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Havia diferença na maneira de viver entre uns e outros, porém nenhuma dessas classes sociais era vista como vilã, acusada de responsável pela fome, pela violência, e todas as dificuldades alheias.
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Até que a politacalha lulista descobriu a melhor maneira de usar a pobreza dos outros como grande aliada. Basta grudar a boca num microfone o maior número de vezes, dizer que entende o pobre, porque também já foi pobre. Jurar que governa para o pobre. Fazer discursos agressivos em favor dos pobres e acusações voláteis contra os supostos inimigos dos pobres. Ao mesmo tempo, demonstrar horror à elite, mesmo fazendo parte dela (mas disso o pobre não sabe) e culpá-la sempre pela pobreza. Repetidamente, cansativamente, ele cria um clima de insatisfação de uns contra os outros .

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Muitos já devem ter esquecido, mas Luís Inácio não é presidente do pobre, mas do país, tem obrigação de cuidar dos interesses de todos os brasileiros, tenham eles mais ou menos recursos. O trabalho de um Presidente da República não é o mesmo de um assistente social, mas ele finge que não sabe pois este papel lhe rende a simpatia de um povo que perdeu o orgulho.

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Como as pessoas se deixam levar pela maioria fabricada (a moda comprova isso), e sentem medo da desaprovação alheia, a tudo assistem sem criticar para evitar o risco de serem consideradas preconceituosas, insensíveis, inimigas de pobre.

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Os constantes discursos, que acusam sem citar o acusado, feitos aos gritos "revoltados" por nosso presiMente - infelizmente, pois bem que poderia ser apenas deles, dos pobres - devem provocar uma sensação de culpa em muitos que os ouvem. Luís Inácio, esperto, sabe disso. Essa é a arma que tem usado desde a época em que deixou de trabalhar para ser sindicalista (embora continuasse recebendo salário como trabalhador da Empresa Villares - (depois acrescento dados da entrevista em que o próprio Luís Inácio admite isso) .

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Antes, ser criminoso, ladrão, traficante, era motivo de vergonha, ou no mínimo constrangimento. Agora, com o advento deste populismo nocivo, é motivo de pena e merece compreensão dos "mais favorecidos". Quando havia dignidade, viver às custas de esmolas ou depender do governo para comer, seria uma situação desagradável a ser evitada. Hoje, após esta mudança de valores, o pedinte chega com arrogância para exigir "os seus direitos" , que é compartilhar do que temos, mesmo contra a nossa vontade .

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PresiMente, grite menos e seja mais claro.

Diga o que para você é elite apenas citando exemplos.

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