Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Honoráveis bandidos - livro recém lançado

A elegância de Curitiba, o sobe e desce das ruas de Concórdia, uma cidadezinha encantadora como Itá e sua represa, ... e a descoberta de um livro recém lançado - "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney.", de Palmério Dória.

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Desde a primeira página solto um "nossa mãe" desesperado a cada parágrafo. Pelo jeito vou aprender a rezar bem antes de terminar o livro.

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Ler este verdadeiro documento de Palmério Dória desmascarando José Sarney, o mafioso do Senado defendido por Luís Inácio, seria até divertido se não fosse trágico.*
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Fica a sugestão
para ser divulgada.
Depois seleciono alguns trechos
com as obscenidades de José Sarney,
bandido desde pequenininho.
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3 comentários:

  1. Chiste, repassando:

    DEU EM O ESTADO DE S. PAULO
    Uma nação de cócoras
    De Dora Kramer:
    Objetivamente: qual a necessidade de o presidente da República passar três dias vistoriando obras do projeto de transposição das águas do Rio São Francisco em quatro Estados, na companhia de uma vasta comitiva de ministros, entre eles a chefe da Casa Civil?
    Para uma vistoria, engenheiros dariam conta do recado. Para uma prestação de contas à sociedade com a finalidade de mostrar que as obras estão andando, há verbas (abundantes) de propaganda institucional.
    MAS, COMO O OBJETIVO NÃO É VERIFICAR COISA ALGUMA E A PUBLICIDADE PURA E SIMPLES, NO CASO, NÃO CUMPRE O OBJETIVO, O PRESIDENTE LUIZ INÁCIO DA SILVA OCUPA TRÊS DIAS ÚTEIS DOS RAROS QUE TEM PASSADO NO PAÍS COM UMA TURNÊ DE ACAMPAMENTOS E PRONUNCIAMENTOS DE CARÁTER PURA E EXPLICITAMENTE ELEITORAL.
    ISSO QUANDO HÁ PROBLEMAS GRAVES QUE MERECERIAM DO PRESIDENTE MAIS QUE REFERÊNCIAS LIGEIRAS OU DECLARAÇÕES DE NATUREZA POLÍTICO-PARTIDÁRIA, ORA EM SENTIDO DE ATAQUE, ORA DE DEFESA.
    EXEMPLOS MAIS RECENTES: O CANCELAMENTO POR FRAUDE DO ENEM E O CONFISCO TEMPORÁRIO DE PARTE DA DEVOLUÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA PARA COBRIR GASTOS PÚBLICOS CONTRATADOS PELA NECESSIDADE DE SUA EXCELÊNCIA ALIMENTAR O MITO DO GRANDE BENEFICIÁRIO DA NAÇÃO, EMPREENDEDOR OUSADO.
    MAS O QUE ESPANTA JÁ NÃO É MAIS O QUE LULA FAZ. O QUE ASSUSTA É O QUE DEIXAM QUE ELE FAÇA. E PELAS PIORES RAZÕES: UNS POR OPORTUNISMO DESLAVADO, OUTROS POR MEDO DE UM FANTASMA CHAMADO POPULARIDADE, QUE ASSOMBRA - MAS, SOBRETUDO, ENFRAQUECE - TODO O PAÍS.
    FATO É QUE OS PODERES, OS PARTIDOS, OS POLÍTICOS, AS INSTITUIÇÕES, AS ENTIDADES ORGANIZADAS, A SOCIEDADE ESTÃO TODOS INTIMIDADOS, DE CÓCORAS ANTE UM MITO QUE SE ALIMENTA EXATAMENTE DA COVARDIA ALHEIA DE APONTAR O QUE ESTÁ ERRADO.
    POR RECEIO DE REMAR CONTRA A CORRENTE, MAL PERCEBENDO QUE A CORRENTE É FORMADA JUSTAMENTE POR FORÇA DA INTIMIDAÇÃO GERAL, TEMOR DE SER ENQUADRADO NA CATEGORIA DOS GOLPISTAS.
    Tomemos o partido de oposição que pretende voltar ao poder nas próximas eleições, o PSDB, pois ontem um dos postulantes à candidatura presidencial, o governador de Minas Gerais, Aécio Neves, manifestou-se com muita clareza a respeito dessa última e mais atrevida turnê eleitoral financiada com dinheiro do bolso de quem é partidário do presidente e de quem não é.
    "Acho que o presidente tem todo direito de viajar pelo País. Isso faz parte do jogo político. Eu não me preocupo com essas viagens. Acho que elas são legítimas, da mesma forma que nós, da oposição, de forma extremamente respeitosa, temos de ter nossa estratégia. Isso é a democracia", disse o governador, num momento de acentuado equívoco.
    Pelo seguinte: não se trata de a oposição se preocupar eleitoralmente ou não com as viagens de Lula. Inclusive porque a questão não são as viagens, mas a natureza eleitoral, partidária, portanto, e o fato de transgredirem a lei no que tange ao uso da máquina pública.
    A declaração do governador de Minas, sendo ele quem é no cenário político e em particular de seu partido, representa a voz do PSDB. Que, portanto, não apenas aceita que o dinheiro público seja usado pelo governante para financiamento de campanha como, ao achar tudo muito "natural e legítimo", confessa que faria (se já não faz) o mesmo.
    O governador de Minas, e de forma mais contida o de São Paulo, José Serra, acham que fazendo vista grossa a todo e qualquer tipo de transgressão estão sendo politicamente espertos, quando apenas fogem de suas responsabilidades como homens públicos que se pretendem "íntegros", conforme pregou outro dia o governador Serra. Não contestam coisa alguma e assim vão amaciando, "respeitosamente", o caminho rumo ao Palácio do Planalto.
    PODE ATÉ SER QUE A ESTRATÉGIA DÊ CERTO SOB O PONTO DE VISTA ELEITORAL DA OPOSIÇÃO. MAS É UM DESSERVIÇO À DEMOCRACIA, QUE, AO CONTRÁRIO DO QUE PARECE PENSAR O GOVERNADOR AÉCIO, NÃO SIGNIFICA LIBERDADE PARA TRANSGREDIR, MAS RESPEITO AO DIREITO - E AO DINHEIRO - DE TODOS.

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  2. O pior é que teremos que aguentar ler, ouvir e ver estampados em vários locais o nome deste crápula, afinal é um bandido, escroque, salafrário IMORTAL, isso é BRASIL

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  3. Estultice, repassando:

    Despotismo

    O Despotismo é uma forma de governo em que o poder se encontra nas mãos de apenas um governante. Nesta, os súditos são tratados como escravos. Diferentemente da ditadura ou da tirania, este não depende de o governante ter condições de se sobrepor ao povo, mas sim de o povo não ter condições de se expressar e auto-governar, deixando o poder nas mãos de apenas um, por medo e/ou por não saber o que fazer. No Despotismo, segundo Montesquieu, apenas um só governa, sem leis e sem regras, arrebata tudo sob a sua vontade e seu capricho.

    O despotismo é, sem dúvida, a forma mais simples de governo. É baseado em um conceito simples: o poder detém a razão.
    Além disso, por ser uma forma de governo tão centralizada, o despotismo tem dificuldades de combater eficazmente rebeliões e impedir o desvio de finanças do Estado se seu território crescer demasiadamente. Déspotas pagam um preço alto demais pelo desperdício e corrupção em suas sociedades. E, com o desenvolvimento de formas de governo mais sofisticadas, déspotas se dão conta de que dar um golpe de estado é necessário para aumentar o crescimento.

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