Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


domingo, 18 de janeiro de 2009

O termômetro

*** Obama se tornou presidente dos USA e está na capa de diversas revistas do mundo inteiro. Acreditava que nosso presiMente se aproveitaria para fazer constantes comparações entre suas dificuldades como pobre e as de Obama como negro. Ele ainda chegou a fazer isso, mas apenas uma vez, logo que Barak Obama venceu as eleições. Porém, foi nitidamente reprimido ao perceber o risco de ter sua estrela apagada por outra bem mais cintilante.
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*** "O Presidente Obama está com um pepino muito grande." Palavras de Luís Inácio ao se referir ao novo presidente americano.

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Em seu falatório Luís Inácio costuma enaltecer as pessoas de quem fala, até mesmo dos mais calhordas, como Severino Cavalcante. Por suas características, a frase acima ficou incompleta. Seria esperado que a completasse com algo do tipo "... com um pepino muito grande, mas vai mostrar a competência de um negro em governar um país em dificuldades".

Vamos aguardar as vezes em que o obnubilado Luís Inácio vai citar o presidente dos Estados Unidos, e quantos elogios fará a ele. E quantas vezes vai fazer um ou outro comentário "com sugestões do mais experiente a um novato", ou quantas críticas e cobranças serão feitas. Este será o termômetro da sua vaidade.

Barak Obama tem comportamento oposto ao nosso presiMente. Não usa sua cor para mostrar poder contra o preconceito. E, mais ainda, pede a união de todos ao dizer NÓS SOMOS UM. Exatamente o contrário do que vem fazendo nosso governo que incita à desunião, ao criar grupos distintos. Em nosso país deixamos de ser apenas brasileiros, pois agora estamos classificados como negros, índios, trabalhadores, pobres, elite, empresários... em que uns são as vítimas e outros, os vilões.

A temperatura da vaidade lulista já deve ter subido alguns graus, mesmo antes de Obama tomar posse do cargo. Mangabeira Unger (que tem hoje um ministério 'incerto e não sabido" no atual governo que um dia acusou como o mais corrupto) foi a Washington se encontrar com um assessor de Obama que o informou sobre a decisão do presidente americano de não se encontrar oficialmente com presidente algum antes de sua posse. ***

Dias depois abriu uma exceção e se encontrou com o presidente do México, quando trataram de uma aliança estratégica para resolver assuntos que preocupam os dois países. Obama prometeu a Felipe Calderón "uma nova página" nas relações entre os EUA e a América Latina durante seu mandato... e o fez sem a presença do super-star brasileiro.

Mesmo lendo apenas o que lhe interessa, de uma coisa Luís Inácio já sabe. É um fanfarrão que se diz salvador da pátria que não salvou até hoje. Mas OBAMA tem a tarefa de salvar a economia mundial, inclusive a nossa. Vai ser duro aceitar esta diferença. Comentar sobre a vaidade de Luís Inácio pode parecer perda de tempo, mas não é, pois sua vaidade exacerbada e megalomania doentia o torna ainda mais perigoso. E vamos prestar atenção no termômetro .

Agora quem vai abrir uma exceção sou eu, ao acompanhar esta novela .

sábado, 17 de janeiro de 2009

O coronelão brasileiro

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Hoje, o blog O COPISTA (http://ocopista.blogspot.com/) traz uma excelente matéria sobre as ambições - cada vez menos disfarçadas - de Luís Inácio por um terceiro mandato, com comentários ao final de cada parágrafo.

Daqui a pouco veremos quem vai se decepcionar primeiro. Os desvalidos nacionais com a marola que virou um tsunami ou o presidente que se imaginava idolatrado e descobriu que nunca passou de um coronelão que só tinha amor em troca das coisas materiais que oferecia .

Ao negar seu interesse pelo terceiro mandato, como já fez antes de se candidatar ao segundo, o ex-sindicalista diz que pretende parar porque já está velho. "Agora estou velho, vou me retirar." Certamente espera ver milhares de pessoas chorando pelas ruas e implorando por sua eterna permanência.

Só não podemos recomendar aposentadoria a este eterno mentiroso, porque já é aponsentado há décadas, mesmo tendo trabalhado, de fato, até os vinte e poucos anos (em 72 se tornou Diretor do Sindicato, embora continuasse 'vinculado' á empresa Villares pois precisava de carteira assinada). Mas talvez esteja mesmo cansado... de tanta falar para se mostrar.

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sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Filme de humor imperdível

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Hoje, na coluna de Anselmo Gois, há dois interessantes comentários sobre a reunião de Luís Inácio com Fábio Barreto para tratar da chanchada que narra a vida do ex-sindicalista. Chanchada é uma palavra que não deve existir mais nem nos dicionários, mas qualifica com perfeição esta criação cinematrográfica.
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"Quarta, durante mais de duas horas, Lula recebeu o diretor Fábio Barreto, que começa a filmar semana que vem em Pernambuco o filme 'Lula, o filho de Lindu'. Lá pelas tantas Barreto leu o trecho do roteiro em que Dona Lindu carregando no colo o bebê Lula desfalece no sertão e o menino, para fugir de um escorpião, dá seus primeiros passos. Lula riu da história e, meio à brinca, meio à vera, exagerou: - Mas lá no sertão a gente não foge do bicho, e sim come escorpião."
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"Durante a conversa, baixou em Lula, contanto sua vida, uma espécie de cabocho nordestino. O presidente, que deixou sua terra natal em l952, de repente começou a falar com forte sotaque do sertão pernambucano."
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A transcrição do texto está na cor roxa de tanta vergonha.
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Como admiradora dos filmes nacionais, não vou perder esta obra de Fábio Barreto. Só espero que não esqueça de mostrar o lado menino prodígio de Luís Inácio, que entrou no SENAI aos seis aninhos de idade para aprender a profissão de torneiro mecânico. E ainda fez o milagre de começar o curso em São Paulo, quando ainda morava no Nordeste. Não posso deixar de dar minha contribuição e farei o esforço que for necessário para entrar em contato com o diretor .
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Fiéis eleitores

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Os brasileiros começaram a se afogar naquela marolinha (não agüento mais essa palavra). Depois de um presidente irresponsável, em plena crise mundial, insuflar os "trabalhadô" a comprar, ou melhor, se endividar, a inadimplência se faz presente. Presente de grego, diga-se de passagem.

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A maior parte das dívidas é com bancos e cartões de crédito, mas para eles o problema não é tão grande pois se aproveitam de quem ganha pouco e paga suas contas com atraso. Seus parcos salários alimentam esses urubus famintos.

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Em sua coluna de hoje, Merval Pereira diz o seguinte: "Os muitos empregos criados nos últimos anos, do que o goveno se vangloria muito justamente, têm origem nas mesmas empresas que hoje demitem." É o desemprego e conseqüente dificuldade financeira desmentindo as gabolices palacianas.

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Parece que, agora, Luís Inácio e seus eleitores vão se conhecer, de fato. Os desempregados cheios de dívidas vão descobrir que o Grande Pai tem tamanho bem menor do que pensavam. E nosso presiMente, que sempre acreditou em seu poder de convencimento e tapeação, vai saber que o brasileiro não o ama tanto quanto pensava. Pobre ego!

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O amor do povo iletrado por qualquer presidente é diretamente proporcional a seu poder de compra, ainda que camuflado por frases de efeito e melhora social imaginária. Imaginária, sim, porque viver às custas de esmolas não é uma situação digna.

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Também não vai adiantar discursar sobre a crise, nem apontar o dedo para um suposto culpado. O brasileiro lá quer saber de crise! Que se dane a crise! Eles querem é uma situação mais estável e dinheiro no bolso (mesmo que não muito, para os acomodados).

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A vaidade de Luís Inácio vai precisar de muitas horas de análise e seus aceclas de muito calmante para suportar suas agressões nas horas de mau humor.

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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Ideologia? Depende...

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*** Dois atletas cubanos, que vieram ao Brasil participar dos jogos do PAN, pediram asilo para fugir do governo comunista de Fidel. Tarso Genro negou e os enviou, rapidamente, de volta aos braços da ditadura de esquerda.

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No entanto, nesta terça-feira, negou à Itália o pedido de extradição do terrorista Cesare Battisti, condenado, em seu país por quatro assassinatos.
*** Os membros - atrofiados - do PT se arvoram em defensores da liberdade. Tentam convencer os incautos de uma ideologia que ignoram. Sempre criticaram a ditadura militar, mas aceitam a ditadura cubana. Para qualquer um de nós, ditadura é ditadura, seja de direita ou esquerda.
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Luís Inácio, mais uma vez, se faz de tonto. Antes de negar oficialmente o pedido italiano, Tarso Genro comunicou nosso presiMENTIROSO de sua decisão torta em dar asilo a um assassino. Luís Inácio, muito esperto, deu a ele permissão velada e, agora, o Palácio do Planalto (não ele) diz que não quer desautorizar seu Ministro.
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Não se trata apenas de falta de respeito ao Governo Italiano e ao compromisso com o país que repreentam. Os PTistas governam escancaradamente a favor da esquerda e de maneira, pode-se dizer, ditatorial, pois a eles não interessa a opinião da maior parte dos brasileiros.
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Notícia no portal do Terra, que me foi enviada por Mara Montezuma:
Itália: asilo a Battisti dificulta entrada do Brasil no G8 A Itália estuda a possibilidade de recorrer no Supremo Tribunal Federal (STF) da decisão do ministro da Justiça, Tarso Genro, de conceder o status de refugiado político a Cesare Battisti, ex-ativista da esquerda radical condenado à prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos. "Faremos tudo o que estiver em nossas mãos. E faremos também pesar o fato político de que países como o Brasil, que pretende contribuir com a democracia mundial com sua participação no G8, se dêem conta de que a violação do que foi ditado pela Justiça de outros países não lhes facilita o caminho", declarou o ministro da Justiça da Itália, Angelino Alfano.
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Para nossos governantes, suas idéias e determinações são indiscutíveis; pensar de forma diferente dos esquerdistas é inaceitável; assaltar bancos ou assassinar por motivos políticos não é crime, desde que praticado por terrorista de esquerda. Estamos nas mãos de gente com mente canhota.
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O governo de Luís Inácio representa um perigo ao país.
Quem ainda não acreditar, verá mais tarde.
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