Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Aspirina para o povo

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Diante da crise que aqui nunca chegaria, mas já chegou; do nível de desemprego que já aumentou; dos muitos brasileiros inadimplentes cheios de dívidas - compra, compra, compra... lhes dizia o inatingível chefe da Nação -, Luís Inácio resolveu ampliar a Bolsa Família para evitar o risco de ver o povo um tanto insatisfeito.
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"Não tenho dúvida de que aqueles que, em algum momento, acham que nós não vamos conseguir acabar com a fome no Brasil, não sabem que vão ter, daqui a alguns anos, que dizer em alto e bom som: 'Eles conseguiram fazer com pouco dinheiro aquilo que outros não conseguiram fazer com muito." - disse o ex-sindicalista no início do seu primeiro mandato.

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O que fez ele? Passou todos esses anos distribuindo cesta básica. Luís Inácio não acabou com a fome nem com a miséria, apenas tapeou o estômago de alguns. O problema continua existindo.

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Três anos e meio? Pois já se passaram seis longos anos e a educação não mudou em nada. O que fez ele? Ao invés de tomar medidas que melhorassem o ensino no país, apenas criou cotas especiais para os negros entrarem nas Universidades. Os negros nunca foram tão discriminados como agora, embora por uma 'boa causa".

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Luís Inácio, talvez por falta de instrução, não conhece a responsabilidade do cargo que ocupa. Distribuir feijão com farinha e compensar o péssimo ensino público com cotas não resolve problema algum.
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Quanto a seus discursos apregoando e cobrando regras sociais mais justas, seria recomendável que deixasse de ser tão cínico. Afinal é justamente ele que sente prazer doentio em humilhar e ridicularizar seus subordinados.
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Luís Inácio parece um médico que cuida apenas dos sintomas do paciente, sem tratar da doença. As dores desaparecem, mas o mal continua lá. E tome Aspirina!
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Rápidas e rasteiras...

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... bem rasteiras.
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Frase pixada no muro:
O rico saca, o pobre saqueia e o político sacaneia.
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1 - O Governo, falsamente preocupado com gastos, bloqueia R$ 37,2 bilhões do orçamento da União, que atingirá o Turismo, Esporte, Meio Ambiente, Saúde e Educação, mas não prejudicará as obras do PAC (Propaganda Antecipada e Cínica). Enquanto isso, Arlindo Chinaglia cria mais privilégios dispendiosos com mais gabinetes especiais para ex-presidentes da Câmara Federal, inclusive ele.
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2 - Em Davos, no Fórum Mundial Econômico, as deliciosas iguarias se tornam mais escassas por causa da crise econômica. Em Belém, no Fórum Social Mundial, o governo gasta R$ 150 milhões com 600.000 camisinhas "para garantir a segurança dos jovens participantes do evento" que serão distribuídas nos Acampamentos da Juventude. Isso é que é uma juventudde "amorosa".
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3 - Luís Inácio, que é igual a um filme americano de terceira, nunca nos surpreende. Sempre sabemos o que vai acontecer. Já podemos olhar para o termômetro da sua vaidade e vê-lo quase estourando. "... vai fazer um ou outro comentário com sugestões do mais experiente a um novato". Dito e feito. Nesta semana, após conversar com Obama por longos 25 minutos, disse ele: "Obama, quando fui eleito, o primeiro presidente dos trabalhadores, disse que meu governo não poderia errar. Você, como primeiro negro presidente dos Estados Unidos, tem uma grande responsabilidade, não tem o direito de errar." Está aí a pretensão de um maluco que acredita em seu poder de enganar qualquer um. Esquece que Obama, além de ter instrução - o que ele não tem - não faz parte do povo que se deixa enganar em troca de cestas e bolsinhas.

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Vale lembrar o que disse Fernando em seu blog O Mascate: seria impossível Luís Inácio e Obama conversarem por muito tempo, porque nenhum dos dois sabe falar português. Sábias palavras.
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Procura-se marido

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Depois da plástica, Dilma Roussef resolveu melhorar sua forma física. Bem que agora poderia trocar a Casa Civil por um estado civil que lhe dê mais prazer que a ambição pela Presidência da República... e nos livrar do perigo que representa uma ex-terrorista dando continuidade a um governo populista e autoritário que grita pela democracia, mas acolhe ditadores... desde que sejam de esquerda.
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Nota: tentei, por todos os meios, descobrir o atual estado civil da candidata de Luís Inácio para as eleições de 2010, sem conseguir. Mas, caso já tenha um marido, certamente não deve ser o ideal, do contrário estaria mais interessada em se arrumar para ele e não para conquistar um novo cargo.

Cegueira política

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O Pantanal pede socorro para evitar que sua área vire uma plantação de cana-de-açúcar. De um lado está Reinhold Stephanes, que insiste em transformar um local defendido pelos ambientalista numa fábrica de etanol; de outro está Carlos Minc, que também não merece confiança, do contrário não faria parte deste governo .

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Caso a intenção de desmatar o Pantanal, como fazem com a Amazônia, fosse, ao menos, plantar abóbora ou chuchu poderíamos até perdoar sua falta de visão do mundo em que eles próprios vivem. Mas não, seus interesses são escusos. Não adianta alegarem que tanta irresponsabilidade tem um objetivo decente, como angariar fundos para o país, "pelo bem dos brasileiros", porque o povo não se alimenta de cana nem bebe etanol. Nem tão pouco o dinheiro que entra nos cofres da União é decentemente aproveitado.

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Incrível, mesmo, é agirem como se não fizessem parte deste mundo desmantelado por alucinados globais. Os políticos brasileiros olham para tudo e todos, como se os vissem de cima, bem acima. Acreditam tanto em sua onipotência que não lembram dos filhos e netos que sofrerão, no futuro, as conseqüências de seus atos, mesmo que venham herdar os cargos políticos dos papais, como de costume.
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Como a alucinação política provoca cegueira, poderiam ser avisados de que têm poder apenas CONTRA quem lhes dá votos, mas não contra a natureza. A natureza eles não compram nem podem corromper.

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

O outro lado

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Cena 1:
*** “O clima no Palácio do Planalto não anda dos mais leves. Relatos de auxiliares de Lula dão conta de que seu grau de irritação tem subido. Não se sabe exatamente com o quê, mas o presidente tem sido visto quase aos gritos com subordinados.” (ontem na coluna de Anselmo Góis)
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Cena 2 : *** “Lula não explode no momento em que fica sabendo da derrota petista. Deixa para descontar toda a sua raiva alguns minutos depois, quando recebe das mãos de assessores o discurso que fará sobre o combate mundial à fome. Diante do ministro Celso Amorim e de auxiliares do Planalto e do Itamaraty, o presidente folheia rapidamente a papelada e a arremessa a metros de distância. - Enfiem no cu esse discurso, caralho. Não é isso que eu quero, porra. Eu não vou ler essa merda. Vai todo mundo tomar no cu. Mudem isso, rápido.”
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Cena 3 : *** Em uma de suas viagens, Luís Inácio pretendia distribuir algumas cartilhas sobre seus projetos, mas... "O ajudante-de-ordens admite que esqueceu o material na bagagem da comitiva. Lula não explode de pronto. Segura a raiva e a extravasa no intervalo da reunião, quando presidentes, ministros, diplomatas e assessores dividem um mesma sala para um rápido cafezinho. - Cadê as cartilhas, porra? Esbraveja o presidente. O ajudante tenta se desculpar, meio sem jeito. O presidente está uma fera, elevando o tom de voz na frente de todos. Vermelho de raiva, Lula grita ao mesmo funcionário: - Como é que não trouxe as cartilhas? Seu incompetente. Todos ficam constrangidos com a cena. ***
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Cena 4: *** “Molhado de suor, olha para o ajudante-de-ordens e lhe pede uma toalha – branca e felpuda, peça obrigatória nas viagens presidenciais. - Espere um pouco, presidente, vou buscá-la no avião – responde meio sem jeito o funcionário do Planalto, que sai em disparada pela pista do aeroporto para cumprir as ordens do presidente. Lula não se contém com a cena. Enquanto observa a rapidez de um ajudante-de-ordens absolutamente fora de forma, o presidente cai na gargalhada e faz um comentário rápido a um de seus seguranças.Olha lá o bundão, olha lá. Olha o bundão correndo para pegar a minha toalha.”
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Cena 5: *** Tá vendo? Eu não tenho mesmo curso superior (nem inferior), mas quem carrega papel pra mim tem... todos têm curso superior – disse Lula a um ministro depois de receber um discurso escrito das mãos de um assessor.
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Cena 6: *** Sempre que pode, Lula vai à forra em público contra os subordinados e petistas letrados e de hábitos ditos refinados.
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Cena 7: *** “O Chile é uma merda. O Chile é uma piada. Eles fazem acordos lá deles com os americanos. Querem mais é que a gente se foda por aqui. Eles estão cagando para nós.”
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Cena 8: ***
- Tem hora, meus caros, que eu tenho vontade de mandar o Kirchner para a puta que o pariu. É verdade. Eu tenho mesmo – afirma, aos gritos, para desconforto absoluto dos demais à mesa. ***
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Luís Inácio não perde oportunidade de humilhar seus subordinados
ou desmoralizar até mesmo outros chefes de Estado.
Este é o homem do povo que o povo desconhece.
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As cenas de 2 a 8
estão no livro Viagens com o Presidente
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Vamos à aula

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DEZ LIÇÕES
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Palavras e comportamento, no discurso de posse de Obama, que podem ser aproveitados por um presiMente que troca a dignidade do povo por esmolas e se aproveita da miséria financeira e mental de muitos brasileiros.
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1 – “Às pessoas de nações pobres, prometemos trabalhar ao seu lado para nutrir corpos e mentes famintos.”
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2 - Obama convocou os americanos para assumir responsabilidades, coisa que se tornou desconhecida pelos brasileiros que esperam, de pires na mão, as dádivas de um governo paternalista e interesseiro.
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3 - “O que se exige é um reconhecimento de que temos obrigações com nós mesmos, com a nação e o mundo.”
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4 - A necessidade de trabalhado duro e honestidade, coragem e justiça, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo...
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5 - Crítica àqueles que preferem o “lazer ao trabalho, ou apenas a busca de prazeres, riqueza e fama".
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6 - A “ganância e irresponsabilidade da parte de alguns, mas também um fracasso coletivo nosso em fazer escolhas difíceis e preparar o país para uma nova era’”.
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7 - “... o fim das discordâncias mesquinhas e das falsas promessas ...”.
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8 - “...cada homem, mulher e criança que busque um futuro de paz e dignidade.”
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9 - “... a segurança emana da justeza de nossas causas, da força do nosso exemplo.”

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10 – Falar ao povo de maneira elegante (ou ao menos educada), sem frases de grande impacto com gestos teatrais, e sem estrebuchar uma falsa raiva treinada na frente do espelho.
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*** Dever de casa para Luís Inácio:
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Todas as manhãs, repetir 100 vezes a frase "eu gosto de ler", porque dar bom exemplo é obrigação. ***
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