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Diante da crise que aqui nunca chegaria, mas já chegou; do nível de desemprego que já aumentou; dos muitos brasileiros inadimplentes cheios de dívidas - compra, compra, compra... lhes dizia o inatingível chefe da Nação -, Luís Inácio resolveu ampliar a Bolsa Família para evitar o risco de ver o povo um tanto insatisfeito.
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"Não tenho dúvida de que aqueles que, em algum momento, acham que nós não vamos conseguir acabar com a fome no Brasil, não sabem que vão ter, daqui a alguns anos, que dizer em alto e bom som: 'Eles conseguiram fazer com pouco dinheiro aquilo que outros não conseguiram fazer com muito." - disse o ex-sindicalista no início do seu primeiro mandato.
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O que fez ele? Passou todos esses anos distribuindo cesta básica. Luís Inácio não acabou com a fome nem com a miséria, apenas tapeou o estômago de alguns. O problema continua existindo.
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Três anos e meio? Pois já se passaram seis longos anos e a educação não mudou em nada. O que fez ele? Ao invés de tomar medidas que melhorassem o ensino no país, apenas criou cotas especiais para os negros entrarem nas Universidades. Os negros nunca foram tão discriminados como agora, embora por uma 'boa causa".
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Luís Inácio, talvez por falta de instrução, não conhece a responsabilidade do cargo que ocupa. Distribuir feijão com farinha e compensar o péssimo ensino público com cotas não resolve problema algum.
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Quanto a seus discursos apregoando e cobrando regras sociais mais justas, seria recomendável que deixasse de ser tão cínico. Afinal é justamente ele que sente prazer doentio em humilhar e ridicularizar seus subordinados.
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Luís Inácio parece um médico que cuida apenas dos sintomas do paciente, sem tratar da doença. As dores desaparecem, mas o mal continua lá. E tome Aspirina!
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