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Vídeo Crítica #5 - Mula o Mestre da oratória
O blog Críticas do Cotidiano
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A sétima entrevista com o então sindicalista (Lula ao Avesso - Sétima entrevista - Senhor Vogue / 1979) é uma das mais desinteressantes. Repetitiva tanto nos comentários do entrevistador, Ruy Mesquita, quanto no palavrório do ex-metalúrgico que não mudou em nada, até até hoje, depois de tinta e dois anos. Ruy Mesquita insiste, diversas vezes, em dizer (escrever) "sem medo e sem restrições mentais" ao se referir a Luís Inácio.
Embora cansativa, a entrevista evidencia as principais características de Luís Inácio: a vaidade, a inveja e a ganância.
- A vaidade doentia. Procura se mostrar como um homem capaz de enfrentar tudo o que vier pela frente. A necessidade de provar que é o maior sindicalista de todos os tempos, com críticas a todos os outros sindicalistas.
- A inveja. Do início ao fim, Luís Inácio mostra sua raiva, embora disfarçada na defesa do trabalhadô, pelos que têm mais recursos financeiros. Em nenhum momento fala sobre a necessidade de bom atendimento médico ou boas escolas. FALA APENAS SOBRE A NECESSIDADE DE BOAS ROUPAS E CARROS. Insiste, cansativamente, em apresentar o trabalhadô como um pobre coitado, rejeitado, e sempre agregido. Conta duas historinhas em que jornalistas tratam os operários de maneira preconceituosa e grosseira. Conhecendo esse mentiroso, como já conhecemos, é difícil de acreditar nesses dois causos.
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No final da entrevista, há um comentário de Ruy Mesquita, um visionário na época, que diz o que ele mesmo não percebe, pois o faz em forma de elogio:
"E é exatamente esse, e apenas esse, o sentido da sua luta: ele quer que o maior número possível de trabalhadores possa ter casa e automóvel, ...""
Há ainda uma contradição, que chamaria de MENTIRA, ao contar que estava jogando bilhar, logo depois de ter afirmado, em entrevista anterior que, em função da sua 'árdua labuta' de sindicalista não tinha mais tempo para diversão ou mesmo para se dedicar à familia.
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Não vale a pena ler a entrevista toda, mas ao menos os trechos em negrito merecem alguma atenção.
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O jornal do Vaticano fez uma homenagem às mulheres às avessas, ao dizer que talvez a máquina de lavar tenha feito mais pelas mulheres do que a pílula anticoncepcional e o acesso ao mercado de trabalho.
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Anticoncepcional e trabalho de um lado, máquina de lavar de outro... nos reporta ao antigo tanque. Sei não!... Tavez muitas de nós ainda gostem de um bom tanque.
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Mas nada melhor do que uma barriguinha, pois abraçar um homem tanque é o mesmo que abraçar um tronco de árvore.
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Agora chega de bobagem!
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Não há nada que desestabilize mais a relação entre um casal do que o esquecimento de datas simbólicas. São encaradas, pelas mulheres, como prova de amor incontestável. O problema é que são muitas. Há aquelas datas convencionais: a data do aniversário, do casamento, do Natal. Certamente devo ter esquecido alguma outra, igualmente importantíssima a todas as fêmeas do planeta.
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É bom que os homens estejam sempre atentos, pois é preciso muito cuidado. Quanto mais romântica, mais datas sua amada acumula em sua lista, e todas devem ser comemoradas, infalivelmente, com idas a restaurantes e presentes, sem contar com a lembrança logo ao acordar. Tudo vai depender da imaginação de cada uma: o dia do primeiro beijo, do primeiro passeio de bicicleta, quando foram andar de barco pela primeira vez, a primeira viagem sozinhos, a primeira ida a um Motel, o dia em que conheceu seus pais, o primeiro..., o primeiro..., o primeiro..., o primeiro..., o primeiro..., o primeiro..., o primeiro... Chega, minha imaginação acabou, deixo o resto com vocês.
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Para elas a lembrança da data do casamento, só para dar um exemplo, é mais importante do que o dia do pagamento das contas. Nestas, caso você esqueça, paga o acréscimo previsto pelo atraso e fica tudo resolvido; no caso de uma data simbólica, os juros são excessivamente altos e lhes serão cobrados pelo resto da vida. A diferença entre "eles e elas" é ignorada. Querem que seus companheiros dêem a mesma importância às bobagens que lhes são vitais. Exigem igual modo de sentir. Querem que eles, como elas, atribuam extremo valor às coisas mais simples.
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Um caso corriqueiro:
O casal acorda. O marido esquece a importância daquele dia. Passados uns dez minutos, talvez menos até, surge uma nuvem negra no ar. Ele percebe que sua mulher começa a "esfriar". Mais cinco minutos. O humor dela vai piorando. Vai-se mostrando cada vez mais emburrada e ele cada vez mais inquieto.
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Estando com tempo, ou paciência, pergunta cauteloso e já meio trêmulo: "Está tudo bem?" Não ouve resposta. Sai de casa atordoado, sem entender o que aconteceu. Durante o dia, no trabalho, com várias coisas para resolver, ele esquece aquele problema doméstico, que nem é tão raro assim. Pode ser a maldita tensão pré-menstrual (TPM para os íntimos), pensa ele. Enquanto isso, sua mulher mal consegue se concentrar durante o dia inteiro, pois o sofrimento pelo desprezo não permite.
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À noite, ao chegar em casa, o mundo desaba. Encontra uma mulher amargurada, deprimida. Ela o acusa, chorando: você não a ama mais, não lhe dá a consideração que merece, é um sujeito grosseiro, não é romântico. Romântico? Mas como? Afinal homens geralmente não sofrem dessa doença. O pior é que, depois desta tragédia emocional, provavelmente seu relacionamento nunca mais será o mesmo. Seu descaso será relembrado até o dia da morte.
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Portanto, querendo manter um clima agradável em sua casa, é indispensável a compra de uma agenda com Memória (o brasileiro prefere a palavra "reminder"). Algumas emitem um sinal sonoro para lembrar o inesquecível; são as ideais. Mesmo assim, para evitar falhas imperdoáveis, é bom solicitar a cooperação da mulher, ao colocar os dados na sua "aliada". E é necessário também muito tato. Ao pedir ajuda a ela - disfarçadamente, é claro - nunca admita ignorar de que datas depende sua existência.
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Homens, cuidado! Seu casamento pode não resistir apenas ao esquecimento de uma daquelas datas fatídicas. Oh! Me enganei, quis dizer simbólicas.
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Deixando a brincadeira de lado, para quem estiver interessado, datas consideradas importantes estão no site
http://www.dhnet.org.br/dados/calendario/index.htm#julho