Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


terça-feira, 28 de julho de 2009

Cala a boca, PT; escada NÃO FALA.

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O governo considerou inoportuna a nota divulgada pelo líder do PT, com o pedido de afastamento de Sarney e desautorizou Aloizio Mercadante. Enquanto isso, o ministro sabe-se-lá-de-quê José Múcio mentia quanto ao verdadeiro pensamento da bancada petista sobre o assunto e afirmava que a opinião de Mercadante não correspondia à da maioria.
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Para garantir força nas próximas eleições, Luís Inácio atropela tudo o que estiver à sua frente e não se importa em manter seu apoio às bandalheiras de Sarney. Porém, quer evitar maior desgaste com a opinião pública e, como é muito esperto, resolveu agora jogar a responsabilidade para cima do partido. Caberá, então, à direção petista defender o indefensável. O PT que se dane.
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Já se tornou evidente o descaso de Luís Inácio por qualquer coisa que não lhe dê vantagem. E é assim que trata o partido que usou para se lançar na política. Não importa a ele respeitar o PT ou seus representantes. São todos um único objeto, bastante usado e que já pode ser considerado como descartável.
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Aloizio Mercadante e sua trupe, para se manter no meio político - e de bem com o grande chefe da Nação - aceitarão ser tratados da mesma maneira que Luís Inácio trata o cotoco de sua cigarrete importada. Vamos acompanhar de camarote o final deplorável de um partido que, para Luís Inácio, jamais passou de uma escada.

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Enviado por e.mail a todos os setores do PT que constam do site do partido (partido ou esmigalhado?): ouvidoria@pt.org.br, presidencia@pt.org.br, snai@pt.org.br, combateracismo@pt.org.br, snc@pt.org.br, cultura@pt.org.br, financ@pt.org.br, formacao@pt.org.br, juridico@pt.org.br, juventude@pt.org.br, smad@pt.org.br, mobiliza@pt.org.br, snmp@pt.org.br, mulheres@pt.org.br, sorg@pt.org.br, sri@pt.org.br, sgn@pt.org.br, sindical@pt.org.br, tecnologia@pt.org.br, gabriel@pt.org.br, filiados@pt.org.br, sace@pt.org.br, lojaptbsb@pt.org.br

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ELES MERECEM!

domingo, 26 de julho de 2009

Gripe lulina

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Não escapei da gripe, que eu chamaria de gripe "lulina ", por suas características: difícil de suportar, cansativa, nos deixa desanimados, é enganosa (quando pensamos que terminou, começa de novo), e você tem a impressão que nunca vai se livrar dela. Vade retro. Atchim!!!!!!!
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José Sarney faz o mesmo papelão que Jáder Barbalho e Renan Calheiros. Todos deixaram de ser presidentes do Senado à força, por suas lambanças desonestas. Da mesma forma, se recusavam a largar o cargo até que não conseguiram mais se sustentar. Hoje, todos são grandes amigos de Luís Inácio, que se dizia o grande defensor da seriedade política.

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Atchim!
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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Nona entrevista no Lula ao Avesso

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Hoje há mais uma entrevista no Lula ao Avesso. Luís Inácio foi entrevistado no dia 24 de setembro de 78, para a Folha de São Paulo, por Getúlio Bittencourt (o jornalista morreu no último dia 8 e, aparentemente, mereceu poucos comentários no Google ). Quem quiser acompanhar, para saber como se cria um político, é só acessar http://lula-ao-avesso.blogspot.com/ .
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Com mais esta entrevista, percebemos como a imprensa, que hoje Luís Inácio aponta como sua inimiga, lhe deu corda. Além de deixá-lo em evidência, diversas perguntas feitas por repórteres mais parecem pedidos de conselho a um homem sapiente, entendedor de todas as mazelas da nação. Enquanto isso, ele vai crescendo e já se sente à vontade para falar como se fosse um professor, e começa a ditar regras (“quero chamar a atenção das Forças Armadas ...”; “...que o governo deixe de fixar índices de aumento salarial.").
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Diz que “os trabalhadores são verdadeiros patriotas que se sacrificam pelo desenvolvimento nacional”, quando sabemos que não é para isso que o povo trabalha, mas para sobreviver, e se interessa apenas por seu mundo limitado, futebol e carnaval.
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Em outro trecho critica os empresários por pensarem apenas nos lucros, atribuindo a eles obrigações com a nação. Tremenda estupidez, pois cabe, mesmo, aos empresários se preocupar com o lucro de sua empresa e os deveres nacionais cabem aos governantes.
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Da entrevista anterior em diante, é bem evidente o pulo que dá Luís Inácio. "De uma hora para a outra", deixa de ser o apolítico - como se intitulava - e de forma dissimulada (para os ingênuos) vai se adentrando na política. Já fala em se aliar a outros setores da sociedade quando a luta for “pelo bem da Nação”. Ampliou seu objetivo e, nesta fase, já havia atropelado sua inicial preocupação, que era o bem do trabalhador.
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