Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


domingo, 16 de agosto de 2009

Mamonas assassinas

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O artigo de Ricardo Mendonça, na Revista Época da semana passada, mostra como Luís Inácio foi, mais uma vez, um tremendo trapalhão. Começou a campanha do Programa Nacional de Produção e Uso do Biodiesel em 2004. Em agosto de 2005, foi conhecer o assentamento Santa Clara, em Canto do Buriti – Piauí, local escolhido para lançar o projeto de plantação de mamona da maneira mais teatral.

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Numa daquela suas apresentações mirabolantes, na base do engana trouxa, Luís Inácio disse ao seu maleável público o seguinte:

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“O nosso petróleo, o petróleo verde da mamona, nunca acaba. Porque acaba um pé, a gente planta outro. Acaba outro a gente planta outro”.

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“A mamona pode ser uma das possibilidades para o povo pobre deste país melhorar de vida. E para mim, gente, não tem coisa mais orgulhosa do que ver um pai de família trabalhar, receber seu salário, pegar a mulher e os filhos, ir na bodega mais próxima e encher a casa de comida.”

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Na ocasião, pobres agricultores (pobres no bolso e na crença), empresários e até mesmo políticos ficaram muito felizes com um futuro tão promissor.

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Parceria: A empresa Brasil Ecodiesel, que recebeu terra do governo piauiense para o trabalho, “distribuiu lotes de oito hectares para 610 famílias, deu uma pequena casa para cada agricultor e assinou contratos de parceria. As famílias receberiam semente, insumos, assistência técnica e um adiantamento mensal de (míseros) R$ 250,00 por seis meses. Em troca, entregariam a colheita, que no final seria transformada em biodiesel.” (revista Época de 10 de agosto – pág. 58). A reportagem não diz qual seria o lucro do agricultor em relação à empresa.

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*** Quatro anos depois, a realidade: ***

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“... denúncias graves, exploração do trabalho infantil, prostituição, desmatamento e produção ilegal de carvão”. Hoje, cerca de 600 famílias continuam assentadas, mas a maior parte dos terrenos está ociosa. As plantações de mamona produziram bem abaixo do esperado.” (Época – pág. 58)

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“Aos poucos, a cultura foi sendo abandonada. Hoje, os únicos pés visíveis de mamona são aqueles que nasceram por acaso, no meio do mato, por obra da natureza.” (Época – pág. 58)

*** “Muitos agricultores reclamam que não podem sair do local, sob o risco de perder o direito à terra. Alguns dizem que chegam a passar fome.” (Época – pág. 59)

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“... retumbante fracasso da mamona como matéria-prima para a produção de biodiesel.” “... a mamona não se mostrou viável....” “Fazer biodiesel com mamona sai muito caro.” (Época – pág. 60)

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“Em 2005, Luís Inácio citou a palavra ‘mamona’ 92 vezes. No ano passado, a mamona apareceu na boca do presidente em 16 oportunidades. Neste ano, até agora, Lula só a citou em 13 ocasiões, a maioria com ressalvas. O ‘petróleo verde secou.” (Último comentário do artigo, na pág. 61) ***

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O caso das momonas e biodiesel pode não ter matado ninguém de fome, ao menos por enquanto, mas assassinou as esperanças de quem acreditou no palavrório do presiMente. Que a memória do grupo que tanto me divertiu com suas músicas irreverentes me perdoe por usar seu nome num assunto como este.

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E Luís Inácio... é tão milagreiro e trapaceiro quanto Edir Macedo. ***

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A reportagem cita também o site da ONG Repórter Brasil (http://www.reporterbrasil.com.br/exibe.php?id=1543), que "recebeu patrocínio internacional para investigar o setor; a explicação pode estar na falta de credibilidade do programa.” Caso a falta de credibilidade seja motivo, as promessas de Luís Inácio diz não são mais levadas tão a sério.***

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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

No governo, um trem desgovernado.

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Notícias nos jornais de hoje confirmam: Luís Inácio é como um trem desgovernado. Baseado na popularidade junto à ignorância popular, pegou o embalo e vai se impondo de maneira abusiva num país de fracos.
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Há muito faz campanha antecipada ilegalmente por Dilma Rousseff - que, espero, esteja com seus dias contados. Por falta de carisma, mentiras e a incapacidade de seu guru transferir os votos de seus eleitores aos outros, como já aconteceu diversas vezes.
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Agora, Luís Inácio resolveu lançar descaradamente a candidatura de Henrique Meirelles (atual presidente do BC) ao governo de Goiás. Ao recusar a denúncia do PSOL por mais este abuso, o Tribunal Eleitoral aceita ser desmoralizado por um presimentiroso imoral. Levar um candidato ao palanque, fazer discurso vomitando elogios a ele e ainda PEDIR VOTOS NÃO PODE SER ACEITO PELO TRE que, assim, se transforma num tribunalzinho incapaz, incompetente, omisso e submisso.
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Para demonstrar seu autoritarismo que passa por cima de quaisquer normas ou leis, que se aproveita do máquina governamental que tem nas mãos, Luís Inácio ainda veta limite com gastos de diárias e publicidade em 2010.
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Ao ver esse trem desgovernado descendo ladeira abaixo, sem que ninguém tenha peito para segurar, só me resta torcer para que Marina Silva entre com tudo e acabe com a folga de um fanfarrão .
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PAREM ESSE TREM DESGOVERNADO, ANTES QUE SEJA TARDE.
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terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dilma Rousseff, a malabarista

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Em antecipada campanha eleitoreira, Dilma Rousseff vai assumir, como sua tarefa principal, o projeto do trem-bala Rio/SP. (informação no Panorama Político de hoje n'O Globo).
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Mas, com trem-bala ou sem trem-bala, Dilma vai precisar de muito malabarismo caso se confirme a candidatura de Marina Silva à Presidência da República. A ex-terrorista já demonstrou que a mentira também é seu forte. Nega comprovado envolvimento nos assaltos da Var-Palmares, seu currículo era inverídico e vai por aí a fora.
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E agora vem mais uma. Segundo Lina Maria Vieira, ex-secretária da Receita Federal, Dilma teria pedido a ela rapidez nas investigações contra as empresas de Sarney. Dilma desmente e Luís Inácio também nega, embora admita que nem conversou com ela sobre o assunto. Isso me fez lembrar o caso de Roberto Jefferson, que divulgou o caso do mensalão, mas antes nosso presiMente havia jurado que daria a ele um cheque em branco.
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Até prova em contrário, basta analisar o histórico de Lina Maria Vieira e de Dilma Rousseff para responder à pergunta: QUAL DAS DUAS MERECE MAIS CREDIBILIDADE ?
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Para fazer apenas um comparação, basta ler a biografia de Lina Maria Vieira, pois a de Dilma já é bastante conhecida.
Lina é advogada e funcionária pública. Foi secretária da Fazenda duas vezes no Rio Grande Sul. Em 10 de junho de 2009 foi condecorada pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Norte como cidadã potiguar. Foi a primeira mulher a se tornar secretária da Receita Federal do Brasil, tomando posse no cargo em 31 de julho de 2008 e exonerada oficialmente em 17 de julho de 2009. Foi a que ficou menos tempo no cargo: apenas 11 meses. Funcionária de carreira desde 1976, é formada em advocacia em 1974 pela Faculdade de Direito da Universidade Mackenzie, em São Paulo, e pós-graduada em direito tributário na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco.
A exoneração de Lina Vieira da receita foi polêmica. As alegações iniciais de que um dos motivos da demissão era a queda na arrecadação na receita, foram desmentidas pelo próprio ministro Guido Mantega, e os motivos de que a saída da secretária tenha relação com a multa aplicada por ela a Petrobras pois a estatal conseguira, por meio de um artifício fiscal, compensar mais de R$ 4 bilhões em impostos devidos em 2008 foi desmentido pelo próprio presidente Lula. A grande imprensa criticou a demissão visto que foi supostamente por "fazer o certo", por uma questão de "honestidade" e os superintendentes da Receita ameaçaram sair em solidariedade a ela. Sua receita foi rígida com grandes empresas (com atuação inclusive dentro do próprio governo, o que causou um desgaste interno da sua imagem pública. Para o governo, Lina Vieira perdeu a Receita por incompetência. Para a oposição, foi jogo político. Já Lina, atribui sua queda a interesses contrariados no governo, no Congresso e nas empresas.
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Montagem com imagens dos sites:
www.imagensdahora.com.br/.../2313/trem_bala_02/; airton.soares.zip.net/arch2008-05-01_2008-05; meandivas.blogspot.com/2008_05_01_archive.html; blogdehoje.wordpress.com/

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