Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


terça-feira, 3 de novembro de 2009

Vamos ao cinema. Mas ...


Vamos ao cinema.    Mas  ...
...  ficaremos na porta. 
*
*
É apenas um esboço.  Como não gostei muito da aparência, aceito críticas ou sugestões.  Aliás o lay-out da Casa da Mãe Joana devo ao Luís de Bagé.
*
**
Agora, em novembro, os cinemas vão apresentar o filme com a vida de Luís Inácio, o Lula.   Quem ainda não viu o  trailer é só clicar em  http://www.youtube.com/watch?v=-_XtlhBd9_A.  
*
Muitos sairão do cinema  ainda mais encantados com o Lula que  pensam conhecer e o filme endeusa.   Ignoram diversas de suas características não divulgadas pela imprensa.
*
Por isso, cada dia estarei na porta de um cinema  diferente, ao final da sessão, para distribuir o cartão de visitas  (esboço acima).  Conto com a curiosidade de ao menos alguns para mostrar a diferença entre  Lula e  Luís Inácio.
*
Da mesma forma que o próprio Luís Inácio comenta sua  "dificil época de pobre",  o diretor procurou dramatizar uma vida semelhante  - e até bem melhor  - à da maioria dos brasileiros. 
*
*
De acordo com o triler do filme que certamente não deixaria de aproveitar uma dorzinha de barriga para comover espectadores,  a  quantidade e qualidade de situações sofridas  por Luís Inácio são as seguintes:   
*
- Ter nascido pobre no nordeste, num país em que praticamente todos são pobres, se não financeiramente, moralmente como vemos  em Brasília. 

- O parto doloroso de sua mãe, quando era  natural sofrer na hora do parto. 
*
- Ter viajado de Pernambuco até São Paulo numa carroça.  Pelo que lemos no jornal desta semana, muitos maranhenses adorariam ao menos fazer o mesmo, na procura de alguma chance para o futuro.  
*
- Trabalhar quando ainda criança, ao contrário das que pedem esmolas no sinal de trânsito das grandes cidades.
*
- Aparecer com uma placa pendurada no pescoço, quando preso na época da ditadura. Era sindicalista e, ao invés de trabalhar, fazia ponto nas portas das fábricas incitando os operários à greve.   Numa  entrevista Luís Inácio comenta sobre este período:  esteve preso sem maiores coações ou algo parecido.
*
- Ter cortado o dedo mindinho numa máquina quando operário.
*
- Enfrentar filas para emprego.
*
- Trabalhar carregando legumes.  
*
- Ficar viúvo ainda jovem.  No Rio de Janeiro se perdem irmãos,  pais, mães, filhos ... apenas ao  sair às ruas para ir até a padaria, por causa da violência. 
*
- Se tornar sindicalista e, depois disto, viver trepado em palanques para discursar,  o que faz até hoje com muito prazer.


*
*
Por isso, cada dia estarei na saída de um cinema diferente para distribuir cartões. Lamento que a maioria dos cinemas estejam em Shoppings, que não permitem isso.  Mas não tem problema,  sempre haverá um ou outro para acabar com o milheiro encomendado, quantidade mínima aceita pelos editores. 

  *

Agora, mão na massa para inluir informações no
blog Lula, a farsa




*





quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Nova lista - agora para os CEARENSES


Lista dos nomes de políticos do Ceará  (senadores, deputados federais e estaduais) 



Os blogs com os nomes de individuos já eleitos e o outro com apresentação do verdadeiro Luís Inácio, depois que ficarem prontos...  pronto!, pois estão sendo distribuídos cartões de visita da  "Casa da Mãe Joana"  com  fartura  durante a a viagem e seria impossível, a quem se interessasse, sair catando neste blog as informações comentadas. 


Na sexta-feira estarei de volta ao Rio e terei tempo para matar as saudades dos blogs de todos vocês.  


Arapey  (no Uruguai) é um lugar tão afastado de tudo - e sem jornal - que se o mundo tivesse acabado eu nem saberia.