Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Tudo pelo sociau. Até matar.


Dilma defende CPMF  "sem desvios"  para financiar a Saúde.
Você acredita em quem mente?

Na época da campanha à presidência, Dilma afirmou que nunca pegou em arma, porém...
“Eu e a  Celeste entramos com um balde; eu me lembro bem do balde porque tinha munição.  As armas nós enrolamos em um cobertor. Levamos tudo para a pensão e colocamos embaixo da cama.  Era tanta coisa  aque a cama ficava alta... Tinha metralhadora, tinha bomba plástica.”   Palavras de Dilma Rousseff – entrevista 2002.

Acredita que a CPMF irá para a Saúde,  "sem desvios", 
ou terá o mesmo negro destino que teve nas outras vezes?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Quem é o mais conhecido vagabundo da atualidade?


L.I.: a maior enganação nacional


Informações que devem ser passadas principalmente para as pessoas
 que não têm acesso à Internet, não gostam de ler, não se interesssam por política, 
mas adorariam saber quem é o verdadeiro L.I.

São essas pessoas que têm o maior poder de voto
na hora da escolha do presidente da Repúlica.

Problema genético


Com a sacanagem explícita, no vídeo cansativamente visto por todos,
a deputada Jaqueline
fez juz ao sobrenome Roriz.

Sua roubalheira foi exposta na Internet, escapou da cassação com o apoio de seus colegas de trabalho desonesto e ainda teve a cara-de-pau de criticar a imprensa. Afinal - deve pensar ela e todos os outros picaretas - "como se atrevem a expor ao público toda a safadeza de tão  'respeitáveis' políticos ?

Atualmente, para ser um verdadeiro político, é necessário muito mais do que votos. Os votos são apenas o caminho para chegar ao crime sem punição. Indispensável, é o tipo de DNA.

Apenas os que nasceram para Fernandinho Beira Mar chegarão ao Congresso. Para chegar à presidência do país, é preciso um  certo quê  hittleriano que permita até matar fazendo afago ou ser amigo de quem convence o povão de que vermelho é a cor do céu.

Antes era elogiável a sintonia com o povo para se tornar político.   Hoje, o que já foi  qualidade um dia, se tornou motivo de constrangimento  (para as pessoas normais).   Para se tornar político é  preciso sofrer de  um grave problema  genético, provavelmente detectado no DNA do indivíduo.  Vejamos o caso  da deputada que aparece se vendendo no vídeo:  ela é filha de  Joaquim Roriz conhecido por suas falcatruas.  Sua origem genética explica todos os sintomas que a acometem, inclusive a cara-de-pau de ainda ter coragem de criticar a imprensa, como se fosse uma pobre criatura acusada injustamente.  Sofre daquela doença grave que os convence de que o roubo é uma arte, apenas para eles.

Perguntas que certamente os mafiosos de Brasília não poderão responder, pois, se o fizerem, morrerão de vergonha de si próprios, não pela desonestidade, mas pelo motivo que os levam a serem desonestos:  sua fragilidade.
  • Quem tem uma enorme fortuna acumulada, mais um salário nababesco, e todas as vantagens dignas de reis de países cambetas lá dos confins dos judas precisa roubar? 
  • Em casos como esses, roubam para quê?   Para se afirmar como poderosos ou aumentar sua fortuna?    
  • Quem precisa usar de recursos para mostrar que é poderoso? Os fortes ou os inseguros e fracos? 
  • Qual o objetivo de roubar para aumentar uma enorme fortuna, mesmo sabendo que quando morrer vai ficar tudo por aí?  Será que são tão loucos ao ponto de acreditar que poderão comprar a vida eterna?  Ou pensam que comprarão as terras no inferno?
  • Se viver na política é o mesmo que trabalhar, porque fazem tanta questão de se  manter na bandidagam mesmo depois dos oitenta anos?  Pessoas normais trabalhariam até estourar seu "prazo de validade"?
  
QUE SEJAM INTERNADOS
OU TRANCAFIADOS EM UM PRESÍDIO
DE ALTA PERICULOSIDADE
... ad eternum...

Aí, "mermão"... quero o meu, intendeu?

Em terra de bandido,
manda quem tem a "arma" na mão.


 
Essa gente torna a cogitar a volta da CPMF, sob o argumento de que iria para a área da Saúde. O mesmo argumento usado quando foi criado, recriado, usado, embolsado, ... enquanto a Saúde nunca a viu, ninguém sabe, ninguém viu.  A saúde do povo que se lasque; eles querem é mais. 


quarta-feira, 31 de agosto de 2011

A diferença - lá e cá.


"Quando voceê percebe que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos mais pelo suborno e influência do que pelo trabalho e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que ficam protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto-sacrifício, então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada !"
Ayn Rand

Frase enviada pelo amigo virtual a quem o blog deve a imagem que se tornou o logotipo do  verdadeiro Congresso Nacional, uma casa de tolerância que representa a vida política do país, como ficou comprovado mais uma vez:   "Câmara ignora propina e livra  deputada."


Esta última bandalheira ocorrida no meio político não é novidade, pois os parlamentares ladrões, que se consideram gente importante, banalizaram o crime.  Mas, como tudo é uma questão de  "ponto de vista", para  os caolhos ser  um grande ladrão tem muita importância... no meio dos meliantes.


Foto do atual presidente do Uruguai José Alberto Mujica Cordano.

Ao contrário do que ocorre em nosso país, José Mojica não precisa trabalhar  'enfeitado' de terno e gravata para acreditar ou fingir que é ""gente fina"".  Nem tao pouco se mudou para um casarão após ser eleito Presidente da República e continua morando na mesma casa em que vivia antes.


A importância das pessoas não está na sua falsa aparência,
mas no seu caráter.
Principalmente quando sua falsa aparência
é adquirida por meios ilíticos

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Defesa ou acusação?


Na entrevista postada na página anterior, em que o jornalista fala de seu livro sobre o verdadeiro L.I., recentemente lançado (O QUE SEI DE LULA), o jornal O Globo nos deixa algumas dúvidas, não sobre a entrevista, mas a forma aparentemente distorcida de apresentar a entrevista.
 

“... o jornalista e escritor José Nêumanne Pinto defende em seu livro lançado na semana passada, "O que sei de Lula", a desmistificação do petista como um revolucionário e representante da esquerda brasileira.”
 

                                                                                         

Motivo de dúvidas:
o antônimo de defender é culpar, atacar, acusar.

De acordo com seus antônimos, a palavra "defende" não seria a mais adequada no caso, tanto que, logo de início, passa a ideia de ser um livro favorável à verdadeira figura de L.I., o que não é verdade.

Tanto quanto outros meios de comunicação, o jornal sabe que a maioria dos seus leitores, por falta de paciência ou de tempo, se limita a ler títulos e subtítulos, achando ser o suficiente para ficarem informados.  Portanto, nos cabe a pergunta: a palavra defende foi usada erradamente ou intencionalmente?

Outra dúvida: o que para eles (entrevistadora, revisores, ...) significa “defender” a desmistificação de L.I. como um revolucionário e representante da esquerda brasileira, principalmente em relação à atual presidente?   De acordo com a apresentação feita pelo jornal, temos papéis e situações antagônicas:  ser revolucionário ou não; ser de esquerda ou não; defender ou acusar.
Poderão alegar que se trata de sair em defesa da verdade, o que é discutível.   Ou será que ser um revolucionário de esquerda deixou de ser motivo para júbilo, como o próprio O Globo procurou convencer os leitores mentalmente encaminhados pela mídia?   Ao classificar nossa atual presidente Dilma de revolucionária de esquerda a estariam acusando?  Significa, então, que L.I. empurrou guela abaixo dos eleitores bobocas uma figura que representava exatamente o seu oposto?   Após usar sua pupila, L.I. fará o mesmo que fez com José Dirceu?
  

Aí está o poder de enganação de uma palavra.  
Ainda bem que nem todos se limitam a ler títulos e subtítulos.


Outros livros :
O Chefe
Viagens com o Presidente
Já vi Esse Filme
Lula, Luís Inácio - Entrevistas e discursos

ENTREVISTA: ... Ele governa na cizânia (= desarmonia). ...dividir para reinar.

Entrevista n'O Globo de hoje -
Silvia Amorim (silvia.amorim@sp.oglobo.com.br)

'Lula não é de esquerda, é um conservador e grande conciliador', diz jornalista autor de livro sobre ex-presidente.


Observador privilegiado da ascensão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desde os tempos de líder sindical no ABC paulista, o jornalista e escritor José Nêumanne Pinto defende (?) em seu livro lançado na semana passada, "O que sei de Lula", a desmistificação do petista como um revolucionário e representante da esquerda brasileira. Ele considera Lula o maior político que o país já teve, mas diz que, na essência, ele é um "conservadoraço". Nêumanne acompanhou, como repórter, de perto a rotina de Lula no tempo das greves no ABC e chegaram a ser amigos. Mas, com a eleição de Lula, a relação acabou.


 
- Eu sempre me rebelei com a imagem que foi sendo feita ao longo do tempo e pensei: eu tenho o privilégio de conhecer bem o assunto, a origem, a saga dele e o fato de ele nunca ter sido revolucionário de esquerda. Escrevi esse livro ao sabor da memória - conta.

 
O GLOBO: Qual a maior revelação que o livro traz?
JOSÉ NÊUMANNE PINTO: É que o Lula não é de esquerda, é um conservador e grande conciliador.

O GLOBO: Além de dizer que Lula nunca foi de esquerda, o senhor questiona o mito em que ele se transformou. O que o fez chegar a essa conclusão?
NÊUMANNE: Isso não é uma opinião. Eu mostro isso com episódios. Entre 1978 e 1979 eu fui procurado pelo Claudio Lembo, presidente da Arena na época, porque ele tinha uma missão. O general Golbery do Couto e Silva queria fazer a volta dos exilados e queria apoio do Lula. A reunião foi em um sítio do sindicato e lá eu ouvi o Lula dizer: Dr Claudio, fala para o general que eu não entro nessa porque eu quero que esses caras se danem. Os caras estão lá tomando vinho e vêm para cá mandar em nós? O Lula falava que a igreja tinha 2 mil anos de dívidas com a classe trabalhadora e que não resolveria em dois anos. Com os estudantes dizia que poderia fazer um pacto: eles não encheriam o saco do sindicato e o sindicato não encheria o deles. Isso tudo eu vi, ninguém me contou. Ele é um conservadoraço. Nunca foi revolucionário.

O GLOBO: Mas e a história dele com o PT?
NÊUMANNE: Eu costumo usar a seguinte imagem para ilustrar a história da esquerda na vida dele. Pense numa cebola. O núcleo da cebola é o homem. O resto é casca ideológica e política construída ao longo do tempo. O meu objetivo era descascar essa cebola e chegar ao homem, porque eu acho que o segredo do sucesso do Lula é a condição humana dele, a origem, o ambiente familiar, a carreira no sindicato e, sobretudo, dois talentos, que não têm nada a ver com ideologia. O primeiro é o talento que ele tem de se comunicar. O segundo é que Lula é o maior de todos os conciliadores da história do Brasil. O Lula conseguiu um milagre. Quando eu conheci o Lula se falava muito que a esquerda brasileira só se reunia na cadeia, porque eram todos inimigos. E o Lula foi o primeiro cara que uniu a esquerda mesmo sem ser de esquerda.


O GLOBO: Qual dessas caraterísticas é, na sua opinião, a responsável por torná-lo, como o sr. diz, o maior político do Brasil?
NÊUMANNE: Ele é o maior político brasileiro e eu não considero isso necessariamente um elogio. Você sabe o que é o político brasileiro? É o cara que faz qualquer coisa para ficar no poder e isso é o Lula. A primeira vez que eu usei essa expressão o Serra (ex-governador José Serra) me chamou e disse que Getúlio Vargas era o maior político que o país havia tido. Eu falei: Serra, o Getúlio meteu uma bala no peito por causa de uma corrupçãozinha por causa de um segurança do pai dele. O Lula administrou uma quadrilha chamada mensalão e a oposição não tem um cara para enfrentá-lo na eleição. Nunca houve um conciliador como Lula.

O GLOBO: Isso foi aprendido ou é inato?
NÊUMANNE: É inato e foi desenvolvido. Quando eu conheci o Lula ele não tinha noção desses talentos. Nas primeiras entrevistas que eu fiz com ele na época do sindicato ele era terrível, despreparado. Eu fui vendo, aos poucos, ele se transformar num cara genial, no meu melhor entrevistado. O talento de conciliador ele descobriu no bar da Tia Rosa, em frente ao sindicato em São Bernardo do Campo, onde fazia as negociações quando sindicalista. O PT que Lula fundou é a soma dos sindicalistas autênticos, a Igreja progressista e a esquerda armada.
 
O GLOBO: Todos esses setores tinham como plano usá-lo para chegar ao poder, mas foi ele quem acabou usando todos eles?
NÊUMANNE: Eu defendo isso no livro. Primeiro o Golbery pensou que ia dominar o Lula. A igreja tentou usá-lo, mas na primeira oportunidade ele jogou a esquerda para escanteio ao escolher o José Alencar para vice, representante de um partido evangélico.

O GLOBO: E o ex-ministro José Dirceu?
NÊUMANNE: O Lula usou o Zé Dirceu. O PT era esfacelado e o Lula não tinha domínio sobre o PT. O Zé Dirceu é quem tinha e deu o domínio a Lula. Primeira chance que ele teve, despachou o Zé Dirceu. Eu sempre achei que o projeto do Lula era o Palocci (ex-ministro da Fazenda na gestão Lula).


O GLOBO: O senhor diz que Lula não mudou tanto nesses quase 40 anos, contrariando o que diz o próprio. Em que ele continua o mesmo?
NÊUMANNE: Apesar de ele dizer que é uma metamorfose ambulante, ele não mudou. Ele usa os mesmos métodos. No palanque nos tempos do sindicalismo a primeira coisa que eu aprendi foi o método dele. Ele botava dois companheiros para defender teses diferentes. Um a favor de manter a greve e o outro contra. Ele olhava a reação do povo e decidia. Esse é o cara que colocou Dirceu versus Palocci. Ele governa na cizânia (= desarmonia). Ele tem a sabedoria ancestral de dividir para reinar. Um repórter da revista Playboy perguntou a ele quais eram as duas maiores personalidades do século 20? Ele disse Gandhi e Hitler. Um pacifista e um assassino. Isso é ele.

O GLOBO: Você acredita que ele voltará a disputar a Presidência?
NÊUMANNE: Cada dia mais eu me convenço de que esse é o plano dele.
 
O GLOBO: Há algo que você sabe sobre Lula e não está no livro?

NÊUMANNE: Tem coisas que não dá para contar. Tem coisas que eu não posso provar e, se escrevo, ou vou para a cadeia ou tomo um tiro.