Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 22 de julho de 2009

Nona entrevista no Lula ao Avesso

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Hoje há mais uma entrevista no Lula ao Avesso. Luís Inácio foi entrevistado no dia 24 de setembro de 78, para a Folha de São Paulo, por Getúlio Bittencourt (o jornalista morreu no último dia 8 e, aparentemente, mereceu poucos comentários no Google ). Quem quiser acompanhar, para saber como se cria um político, é só acessar http://lula-ao-avesso.blogspot.com/ .
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Com mais esta entrevista, percebemos como a imprensa, que hoje Luís Inácio aponta como sua inimiga, lhe deu corda. Além de deixá-lo em evidência, diversas perguntas feitas por repórteres mais parecem pedidos de conselho a um homem sapiente, entendedor de todas as mazelas da nação. Enquanto isso, ele vai crescendo e já se sente à vontade para falar como se fosse um professor, e começa a ditar regras (“quero chamar a atenção das Forças Armadas ...”; “...que o governo deixe de fixar índices de aumento salarial.").
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Diz que “os trabalhadores são verdadeiros patriotas que se sacrificam pelo desenvolvimento nacional”, quando sabemos que não é para isso que o povo trabalha, mas para sobreviver, e se interessa apenas por seu mundo limitado, futebol e carnaval.
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Em outro trecho critica os empresários por pensarem apenas nos lucros, atribuindo a eles obrigações com a nação. Tremenda estupidez, pois cabe, mesmo, aos empresários se preocupar com o lucro de sua empresa e os deveres nacionais cabem aos governantes.
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Da entrevista anterior em diante, é bem evidente o pulo que dá Luís Inácio. "De uma hora para a outra", deixa de ser o apolítico - como se intitulava - e de forma dissimulada (para os ingênuos) vai se adentrando na política. Já fala em se aliar a outros setores da sociedade quando a luta for “pelo bem da Nação”. Ampliou seu objetivo e, nesta fase, já havia atropelado sua inicial preocupação, que era o bem do trabalhador.
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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Lula diz: "temos a faca e o queijo"

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"Nós temos a faca e o queijo
e quando estamo cum fome vamo cumê (sic)."
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Naturalmente a intenção de Luís Inácio não foi confirmar que "Políticos são ratazanas cuidando do queijo", como foi comentado abaixo, onde ele aparece como a maior ratazana embrulhada numa faixa presidencial, mas o vídeo abaixo veio bem a calhar.
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E mais: imagens de Luís Inácio ontem e hoje, com suas contradições imorais, seu linguajar de botequim, além de outros políticos dizendo ... Chega! Bom mesmo é ouvir. Divirtam-se.

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www.jgimenez.fot.br - www.tvvaletudo.com.br *** ***

Enquanto isso, a CPI da Petrobrás

está mas mãos de quem defende a patifaria.

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Vídeo enviado por Maria Lucia Victor Barbosa

domingo, 19 de julho de 2009

Políticos são ratazanas cuidando do queijo

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Os pobres não têm atendimento na Saúde porque "a mesquinhez política " acabou com a CPMF. Ou, então, porque o "PAC perdeu na Saúde" com o fim da CPMF. Pior ainda, porque "os empresários não diminuíram no custo de seus produtos o dinheiro da extinta CPMF" .
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São as desculpas apresentadas por Luís Inácio por investir tão pouco na área mais importante para a população, a Saúde.
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No entanto, ontem soubemos que seu governo continua pagando a CPMF - extinta em 2007 - às empresas por ele contratadas, causando um prejuízo de milhões de reais aos cofres da União. Vamos ver, agora, aquele empurra-empurra já conhecido, uns culpando os outros pela irresponsabilidade administrativa. E Luís Inácio ficará calado como sempre faz diante dos desmandos. Ou, então, irá aos jornais criticar seu próprio governo, como se não coubesse a ele a péssima escolha de dirigentes incapazes .
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Da mesma forma que os atuais políticos já começaram a lançar sua candidatura às eleições de 2010, de forma indecentemente antecipada, cabe a nós fazer o mesmo, ao inverso. "Não reeleja ninguém", cujo símbolo está ao lado, é a campanha que vem sendo feita para expulsar todos os antigos políticos.
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Deixar essa gente se aproveitar dos cargos que ocupam, há décadas, é o mesmo que deixar as ratazanas cuidarem do queijo. Vamos, ao menos, dar chance aos novos ratos.
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sexta-feira, 17 de julho de 2009

Para ver e cantar... ou chorar

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*ESTE É O NOSSO HINO

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"... posso tomar cerveja em um boteco e dar R$ 50,00 de gorjeta, isso não tem nenhum valor." - Luís Inácio, no seu discurso de ontem, no 51o. Congresso da UNE, comprada por R$ 921 mil reais.

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Luis Inácio só esqueceu que os cinqüenta reais não têm, para ele, nenhum valor porque não sai do bolso dele, mas do nosso. E esqueceu também que essa "merreca" é o preço médio de uma cesta básica. E aí, povão, você também já está vendo tudo?

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FORA SARNEY - principal objetivo

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Assinar a petição FORA SARNEY não significa apenas obrigá-lo a ir para casa, vestir um camisolão e colocar um chinelinho no pé, como já deveria ter feito há muito tempo. É mais do que isso, até porque sai ele e os outros continuam lá, fazendo as mesmas coisas.
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Desanimador, é verdade, porque a sua saída não resolve o nosso problema. Mas tem todo um simbolismo. Estaremos mostrando que nem todos os brasileiros são ignorantes, submissos e aceitam esta situação debochada, em que além de nos roubar mais de um político já disse "QUE NÃO TÁ NEM AÍ PARA A OPINIÃO DO ELEITOR".
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*VAMOS EXIGIR RESPEITO.
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quinta-feira, 16 de julho de 2009

Fábula da Galinha Vermelha

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A história da galinha vermelha conta que ela achou alguns grãos de trigo e disse a seus vizinhos: 'Se plantarmos trigo, teremos pão para comer. Alguém quer me ajudar a plantá-lo?'
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*** 'Nem eu', emendou o pato.
*** 'Eu também não', falou o porco.
*** 'Eu muito menos', completou o ganso. ***
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'Então eu mesma planto', disse a galinha vermelha. E assim o fez. O trigo cresceu alto e amadureceu em grãos dourados.
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'Quem vai me ajudar a colher o trigo?', quis saber a galinha.
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'Eu não', disse o pato.
*** 'Não faz parte de minhas funções', disse o porco.
*** 'Não depois de tantos anos de serviço', exclamou a vaca.
*** 'Eu me arriscaria a perder o seguro-desemprego' , disse o ganso.
*** 'Então eu mesma colho', falou a galinha, e colheu o trigo ela mesma. ***
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Finalmente, chegou a hora de preparar o pão. 'Quem vai me ajudar a assar o pão?' indagou a galinha vermelha.
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*** 'Só se me pagarem hora extra', falou a vaca.
*** 'Eu não posso por em risco meu auxílio-doença' , emendou o pato.
*** 'Eu fugi da escola e nunca aprendi a fazer pão', disse o porco.
*** 'Caso só eu ajude, será discriminação', resmungou o ganso.
*** 'Então eu mesma faço', exclamou a pequena galinha vermelha.
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Ela assou cinco pães, e pôs todos numa cesta para que os vizinhos pudessem ver. De repente, todo mundo queria pão, e exigia um pedaço. Mas a galinha simplesmente disse: 'Não, eu vou comer os cinco pães sozinha'.
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*** 'Lucros excessivos!' , gritou a vaca. 'Sanguessuga capitalista! ', exclamou o pato. 'Eu exijo direitos iguais!', bradou o ganso. O porco, esse só grunhiu.
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Eles pintaram faixas e cartazes dizendo 'Injustiça' e marcharam em protesto contra a galinha, gritando obscenidades.
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Quando um agente do governo chegou, disse à galinhazinha vermelha: 'Você não pode ser assim egoísta', tem que repartir o fruto do seu trabalho com todos.
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'Mas eu ganhei esse pão com meu próprio suor', ninguém me ajudou, defendeu-se a galinha. 'Exatamente' , disse o funcionário do governo. 'Essa é a beleza da livre empresa. Qualquer um aqui na fazenda pode ganhar o quanto quiser. Mas sob nossas modernas regulamentações governamentais, os trabalhadores mais produtivos têm que dividir o produto do seu trabalho com os que não fazem nada'.
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Como não tinha jeito mesmo, a galinha vermelha protestou, protestou, mas como tinha que continuar a viver acabou se conformando e no final até sorriu cacarejando: 'eu estou grata', 'eu estou grata'. Assim, todos viveram felizes para sempre, mas os vizinhos sempre erguntavam por que a galinha, desde então, nunca mais fez nada...nem mesmo um único pão. ***
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Se você é a favor do socialismo, que nunca passou de um assistencialismo barato, onde os dirigentes impõem a solidariedade ao povo, enquanto vivem num mundo à parte; se você aplaude as providências que não apenas acolhem os necessitados, mas também incentiva a vagabundagem, olhe-se no espellho e diga : SOU UM IMBECIL.
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