Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Suplicy, um ator canastrão

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Eduardo Suplicy é um ator canastrão que encena o personagem de político decente há trinta anos. Sempre que as falcatruas de seus colegas são exibidas, ele vai para o camarim, faz sua maquilagem e corre para a tribuna exigir explicações de tudo aquilo com que convive e finge ignorar durante todo este tempo. ***

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Suplicy sente prazer em transformar o Senado num palco. Ontem, por exemplo, foi à frente do plenário com um cartão vermelho na mão e pediu a saída do mesmo José Sarney com quem havia conversado amistosamente pouco antes. Naquele momento Suplicy atuava como árbitro de futebol.
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O papel de um falso humorista talvez tenha sido sua pior apresentação. Numa cena deprimente, Eduardo Suplicy faz chacota com a vida dos meliantes. Ao invés de tratar o assunto com seriedade prefere fazer palhaçada ao ler a letra da música do grupo Racionais MC's, levando os outros senadores às gargalhadas às custas da desgraça alheia. Para conferir ou recordar é só clicar em http://www.youtube.com/watch?v=SBtKAlfo0bo. Esta cena mostra para o que serve aquela gentalha debochada em Brasília. Uma gente imoral, estúpida.
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*** Além de trabalhar como ator canastrão, Suplicy também insiste em cantar... e mal, muito mal. Mas nada é pior que seu desempenho como senador sério e respeitável.
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Para quem quiser ouvir o canastrão cantar:
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Direita, volver!

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A sempre verde Marina Silva, que acaba de deixar o PT para abraçar o PV, diz que empresários estão à frente do governo pela causa do meio ambiente.
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Até prova em contrário - uma prova que nunca nos é apresentada - trocar de partido político no Brasil é mera troca de sigla ou de letras, pois todos são absolutamente iguais em seus verdadeiros e escusos objetivos, embora tentem parecer diferentes. Os vizinhos do 'ecológico' Alfredo Sirkis, em Laranjeiras, que o digam.
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Porém insisto no slogan "Dilma Mente. Marina Presidente." Tudo por uma boa causa: afastar Dilma Rousseff da frente de quem não suporta mais a bagunça lulista.
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Inicialmente Marina Silva pareceu uma possível salvação. Por sorte, a correspondência com diversos comentários, artigos nos blogs e até mesmo o resultado da enquete - que pode parecer bobagem, mas não é - serviram como toque de alerta para quem ainda continua um tanto idiotizada, mesmo que seja por desespero.
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terça-feira, 25 de agosto de 2009

Shakespeare teria conhecido Lula?

Poucos gostam de ouvir falar das faltas /
Que com prazer praticam.
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Quem me rouba a honra priva-me daquilo que não o enriquece e faz-me verdadeiramente pobre.
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*** O que é a honra? Uma palavra. O que há nessa palavra honra? Vento.
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As coisas mais mesquinhas enchem de orgulho os indivíduos baixos.
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*** Contrabalançar promessas com promessas é estar pesando o nada.
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Aquele que gosta de ser adulado é digno do adulador.
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As palavras são como os patifes desde o momento em que as promessas os desonraram.
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O mal da grandeza é quando ela separa a consciência do poder.
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*** O bobo se acha sábio, mas o sábio se acha bobo.
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*** "É melhor ser rei de teu silêncio do que escravo de tuas palavras."
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*** O egoísmo unifica os insignificantes.
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*** Os homens de poucas palavras são os melhores .
*** Os que muito falam, pouco fazem de bom.
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Por suas palavras, Shakespeare não ficaria surpreso se conhecesse o presiMente Luís Inácio.
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sábado, 22 de agosto de 2009

Lula manda e Mercadante rasteja.

Aloísio Mercadante mostrou que é um fraco. Depois de afirmar que sua saída da liderança do PT era irrevogável, por não aceitar o arquivamento dos processos contra Sarney, voltou atrás. E de forma deprimente. Diante de míseros cinco colegas de Senado, fez um discurso lamentável para justificar sua subserviência.

Deprimente, sim e por dois motivos. Primeiro porque, se não tinha certeza de sua capacidade de reação, jamais deveria ter dito coisa alguma. Os fracos devem se encolher para evitar que sua covardia se evidencie. Segundo, por acreditar que a ameça de sair da liderança do partido provocaria algum efeito.
O senador do PT acreditava que seria chamado ao Palácio do Planalto e Luís Inácio, 'emocionado', insistiria na sua permanência. Mas nada disto aconteceu. Ouviu uma reprimenda de seu chefe, abaixou a cabeça e saiu da sala presidencial rastejando.

Mercadante é um mercenário que se vende pela aprovação de quem não merece sequer respeito, como é o caso de Luís Inácio que defende políticos desqualificados.

Faltou ao líder do PT não apenas coragem, mas percepção. Depois de tantos anos, não sabe que Luís Inácio é um megalômano que dá importância apenas a si mesmo. Luís Inácio não pede, exige.

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Montagem com imagens retiradas de http://www.artshopping.com.br/lojavirtual/product_in proseandosobrepolitica.blogspot.com/2009_08_0...

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Entrevista com Xênia Bier - uma das melhores

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Esta é uma das melhores entrevistas do livro. A entrevistradora Xênia Bier, autêntica e irreverente, demonstra abertamente que não se deixa enganar por Luís Inácio e o desmente desde o início até o fim. Xênia é hoje apresentadora de TV.

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Em alguns momentos ela quase o coloca contra a parede, mas o então sindicalista - que de tão escorregadio mais parece uma enguia - sai pelas bordas, com respostas arredias, e desculpas nada convincentes. Já não consegue esconder suas principais características, a dissimulação e a mentira, como no caso da Boite Gallery com uísque e Cointreau.

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*Duas frases do presiMentiroso Luís Inácio na entrevista

** "... o dia em que eu perceber que terei que abrir mão dos meus conceitos de honestidade, eu deixarei de fazer política”. Atualmente o ex-sindicalista é grande amigo do que há de mais degradante na política nacional.

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"...a classe média come mortadela e arrota peru, enquanto o trabalhador “desgraçado” come ovo e arrota ovo mesmo. Luís Inácio esquece – ou desconhece – que é enorme a quantidade de pobretões que andam pelas ruas pendurados no mais caro modelo de telefone celular. Luís Inácio, mais uma vez, apela para o dramalhão ao referir ao trabalhador como 'desgraçado'. E insiste na falsa comparação trabalhador X classe média como se esta fosse uma classe composta de vagabundos como ele, que deixou de trabalhar aos 23 anos de idade.

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No livro, esta é a vigêsima primeira entrevista, mas não resisti à tentação e a coloquei antes.
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