Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Mudando de assunto e deixando a patifaria de lado

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Às vezes dá para esquecer o estado deplorável da cidade e do país em que vivemos. Por algumas horas esquecemos os arrastões diários, os assaltos, o som do tiroterio e a pobreza nos sinais de trânsito que tenta nos coagir. Esquecemos a insistência daquela intenção velada (e mal disfarçada) de nos responsabilizar por não serem todos ricos empresários.
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Aos domingos, um grupo se reúne na Praça São Salvador, no Flamengo, para tocar chorinho pelo simples prazer da música. Vivemos algumas horas como se estivéssemos em outro mundo.
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Em volta pessoas conversam, ouvem, aplaudem, algumas cantam e outras ... dançam, como o casal da foto ao lado.
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Ali temos também a satisfação de conhecer e conversar com pessoas civilizadas, o que ainda existe, por mais incrível que pareça.
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Para melhorar o domingo,
depois pudemos ouvir a Sandra Grego
- do grupo "Sandra Grego e os Troianos" -
cantando.

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Afinal, nem só de bandidagem vive o lugar em que vivemos...
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... e nem só
de Reinaldo Azevedo
vive o chapéu.

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Tudo ótimo, até a notícias do próximo jornal.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Mauricinho esvazia os cofres

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Luís Inácio é o mauricinho da república. Mesmo com a crise financeira mundial, se comporta como o irresponsável de sempre. É igual àquele filhinho de papai rico, que desconhece o valor do dinheiro e gasta tudo o que tem pela frente sem preocupação com o futuro.
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Continua criando milhares de cargos para distribuir entre comparsas, garante isenção fiscal a empresas "filantrópicas" que se apoderam do dinheiro alheio e gasta compulsivamente com a ajuda das MPs, método que sempre criticou nos governos anteriores. Hoje, em mais uma de suas numerosas viagens, faz uma visita ao Vaticano para audiência com o Papa Bento XVI sob a alegação de discutir a paz, os direitos humanos e coisas que tais. Provavelmente vai pedir ajuda aos céus para que o povão não sinta no bolso a fallta de compromisso do seu presiMente com o país.

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Para se isentar de culpas, já foi dizendo que a atual crise só atinge o brasileiro por causa dos empresários. Indecoroso! Nunca ninguém nesse país soube jogar os efeitos de sua irresponsabilidade para cima dos outros como ele. E ainda aposta que o resultado só vai aparecer quando não estiver mais na presidência do país e puder dizer: no MEU governo os cofres viviam cheios... enquanto eu os esvaziava.

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Luís Inácio tem compromisso apenas com sua aceitação popular e o Brasil que se exploda... no próximo governo.

*** "O setor público continua agindo como se não houvesse crise,
enquanto o setor privado trabalha para se ajustar à crise e diminuir custos."
Palavras do empresário Jorge Gerdau, ao criticar o Governo por falta de austeridade.

Sábias palavras as do empresário Jorge Gerdau, ao pedir mais austeridade do Governo:

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quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Inveja indisfarçável

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Quase torci contra Obama. Há meses previa sua eleição como presidente dos EUA. Já ouvia aquela voz de bebum dizendo alguma coisa do tipo: "Quando um índio, um inguinorante e um negro são eleitos para a presidência, é sinal de que este lado do oceano Atlântico está dando uma lição para o mundo. " E logicamente nosso presiMente não nos poupou e disse coisa parecida, com o termo 'inguinorante' trocado por 'ex-metalúrgico'.
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Porém, com essa ele não esperava: Obama o abafou. Surgiu em todas as revistas e jornais com um estrondo que ele nunca provocou. Luís Inácio ficou ofuscado, com o ego amarfanhado. Sua megalomania provocou uma inveja indisfarçável, descrita na frase: "Há muita diferença entre ganhar uma eleição e governar um país como os EUA. Vamos esperar que ele tome posse para ver o que vai acontecer."
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Pois o mesmo se pode dizer a ele: "Há muita diferença entre ser um presiMente gastador em época de bonança e governar um país em época de crise. Vamos esperar as coisas apertarem para ver o que vai acontecer com o governo de Luís Inácio."
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*** Qual será o motivo da aparente desconfiança na capacidade de Obama ?

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Computador à beira da morte

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Computador à beira da morte

Meu computador passou muito mal. Melhorava, piorava, a cada hora era um sintoma diferente e ninguém descobria qual era seu problema. Chegou ao ponto de o segundo HD entrar em colapso. Logo ele onde todas as minhas informações estariam armazenadas em total garantia. Que nada!
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O pobre coitado foi atacado de maneira imperdoável por um vírus "transparente" que se instalou no bios (?) e permanece até agora em pleno anonimato. Meu bichinho acabou na UTI, me obrigando a ficar em silêncio até agora. Ainda bem que ele tem plano de saúde e um excelente médico.
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Embore demore um pouco, o HD será reabilitado de seu estado quase terminal. Por enquanto, estou sem os dados acumulados numa pesquisa muito interessante que andei fazendo. Mas não faz mal, amanhã começo tudo de novo e ainda aproveito para acumular mais alguns dados sobre ... "MENTIRA NUNCA MAIS".

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

ABAIXO A TORTURA

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Muito se fala - principalmente nos úlimos anos - sobre as torturas sofridas pela ministra Dilma Rousseff, vulgo Estela. Mas tudo muito "genérico". Ela mesma, futura candidata à Presidência da República, não faz comentários mais concretos sobre este assunto que não se cansa de repetir.
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Conhecendo o oportunismo político como conhecemos, sabemos que os detalhes sobre tal sofrimento, lembrado de forma tão insistente, seriam narrados e muito bem explorados para angariar a simpatia do povo, e até mesmo dos cidadãos (a diferença entre uns e outros está no "capítulo" abaixo, escrito por Adauto Medeiros).
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Muitos podem alegar que as reticências sobre este assunto é por ser doloroso demais. Porém, se esta fosse a causa, não seria tão comentado, pois o simples fato de recordá-lo já seria terrível.
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Existem dois únicos motivos para que o fato seja constantemente exposto: provocar o sentimentalismo ou dar conhecimento ao brasileiros das barbaridas sofridas. Se a intenção fosse a segunda - esclarecer os eleitores brasileiros - certamente seria feita de forma mais esclarecedora. Portanto, torno a perguntar: que tipos de tortura Dilma Rousseff sofreu? Quais foram os maus tratos que a atormentam até hoje ?
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Para desfecho, um artigo de Reinaldo Azevedo:

NA CONSTITUIÇÃO, IMPRESCRITÍVEL MESMO É O TERRORISMO ***

Na semana passada, a ministra Dilma Rousseff resolveu engrossar o coro de autoridades do primeiro escalão que estão claramente empenhados no revanchismo. Querem porque querem rever a Lei da Anistia e decidiram questionar um parecer da Advocacia Geral da União que considera que o caráter "amplo, geral e irrestrito" daquela lei não permite exceções para crimes políticos praticados no período que ela abriga — entre 2 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979. O coro é puxado pelos ministros Paulo Vannuchi (Direitos Humanos) e Tarso Genro (Justiça). O primeiro foi ligado à ALN (Ação Libertadora Nacional), organização terrorista comandada por Carlos Marighella. Tarso integrou a chamada Ala Vermelha do Partido Comunista. E Dilma, como se sabe, foi dirigente da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares – VAR-Palmares. O feito mais espetacular do grupo, pesquisem, foi roubar o "cofre do Adhemar", que estava na casa da amante. Carlos Minc, do Meio Ambiente, pertenceu à mesma organização.

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A justificativa da turma é que a tortura não é crime político e é imprescritível. Por isso, eles reivindicam o que chamam de "responsabilização civil" daqueles a quem acusam. É claro que se quer abrir um caminho para a eventual punição criminal — ainda que, pelas leis brasileiras, os crimes prescrevam em 20 anos. Alega-se, no entanto, que o Brasil é signatário de tratados que reconhecem a imprescritibilidade do crime de tortura.

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Bem, não é preciso ir tão longe. Acho que Vannuchi, Genro, Dilma e todos os assanhados com a possibilidade de encruar o passado deveriam ler os artigos 43 e 44 da Constituição do Brasil, que seguem abaixo:

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===== XLIII - a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura , o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins, o terrorismo e os definidos como crimes hediondos, por eles respondendo os mandantes, os executores e os que, podendo evitá-los, se omitirem;

===== XLIV - constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados, civis ou militares, contra a ordem constitucional e o Estado Democrático.

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Parece que, dada a Constituição, se cabem ações para punir os acusados de tortura, então está dado o caminho para fazer o mesmo com os acusados de terrorismo. E, se formos considerar a ação efetiva dos empenhados na tal revisão, pelo menos Dilma e Vannuchi se enquadram no artigo 44. "Ah, mas aquele não era um estado democrático". Fato. Mas havia uma ordem constitucional.

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E notem que a Constituição, o que é uma falha a ser corrigida, considera imprescritível mesmo é o "terrorismo". Ademais, o crime de tortura só foi definido, como pede a Constituição, em 7 de abril de 1997 (Lei nº 9455). Consta que Lula é que dará a palavra final (???) sobre o parecer da AGU. E, de fato, a decisão será do Supremo Tribunal Federal.

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Abstenho-me de entrar no aspecto moral e ético neste texto ao menos — todos sabem que, no caso, alinho-me com a AGU e considero que a anistia valeu para todos. Uma coisa, no entanto, é certa: no que concerne ao máximo diploma do estado democrático e de direito brasileiro, ex-terroristas não estão em situação de "caçar" ex-torturadores — sempre lembrando que cada lado nega os crimes que o outro lhe atribui.

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domingo, 2 de novembro de 2008

Povo ou cidadão?

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Escrito por Adauto Medeiros, engenheiro civil e empresário
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Não conheço nenhum país que tem o chamado dito povo que não seja atrasado. Todos os países que tem cidadãos são adiantados. Um país de cidadãos começa cedo a levar as crianças para as escolas, pois há transportes para levá-los para a escola. Em um país de cidadãos as crianças têm a manhã para estudar em escolas com excelentes condições não só de instalação como também com o quadro de professores de nível e completo. Têm almoço, mas é pago um preço simbólico cujo objetivo é ensinar as crianças que neste mundo tudo é pago.
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À tarde há a pratica de esportes onde se ensina a praticar o esforço, e assim a criança começa a entender que o que vale na vida é a meritocracia e não um emprego público sem concurso que é uma forma de degenerar o caráter do povo e nunca formar o cidadão.
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País de cidadãos pode ser visto no trânsito com o respeito às leis. É na justiça que o cidadão vai tomando consciência da justiça e da vida em sociedade e a compreensão que o direito dele vai até onde não prejudica o do outro. Este é um país de cidadãos, portanto, organizado e rico. Onde há povo, ao invés disso tem Bolsa Escola, Bolsa alimentação, Bolsa natalidade, vale gás, vale tudo e os nossos 41 milhões de bolsistas que vivem e votam no Presidente ou o governador da vez. É este povo que vota em plebiscito dando mais poderes aos ditadores.
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Onde tem povo não tem esgoto sanitário, não tem água potável, as ruas são imundas, pois a ralé que matou Cristo vive à custa da esmola do contribuinte e sem nenhuma possibilidade de tornar-se cidadão. Esse é o retrato três por quatro, do jeito que os políticos gostam e trabalham até hoje para mantê-los povo, pois o cidadão é um problema para eles.
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Manter o povo e dificultar a cidadania é o trabalho principal que a classe política brasileira tem feito. Comprar televisão parabólica, ou geladeira não leva à cidadania, mas a possibilidade de ouvir dos agentes públicos mentirosos que eles estão melhorando de vida, quando na realidade é uma fábrica de marginais e preguiçosos. Abaixo o povo e viva o cidadão .

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

De mãos dadas com a subserviência

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Logo após ser eleito, Eduardo Paes já mostrou para o que veio. Algumas de suas quase cem promessas de campanha não serão cumpridas. Dentre elas, o atendimento à saúde na Zona Oeste, que - jurou - seria sua prioridade. Não será, não, a prioridade foi transferida para o Méier e adjacências. Mais um exemplo : afirmava, nos debates, que o bilhete único para o transporte urbano não teria subsídio. Mentiu de novo: vai haver subsídio, sim. E continua mentindo de forma escrachada, ao dizer que isso era apenas seu desejo, não uma promessa. Fora isso, já fala em aumento no valor das pasasagens .
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Tento compreender o que leva as pessoas a acreditarem naquele discurso visivelmente treinado, característico dos políticos que lhes fazem carinho, vomitam milagres e depois lhes viam as costas. Eduardo Paes não é apenas um enganador do povo, é muito pior. Quem conhece seu passado, aliás bem recente, jamais daria a ele o seu voto. Cuspiu em seu criador Cesar Maia, em cima de quem cresceu politicamente e o usou para desmerecer Fernando Gabeira fazendo a ele críticas insistentes, repetitivas, como se jamais tivessem sido grandes parceiros.
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Quanto ao presiMente Luís Inácio, bem... eles se merecem. Após agressões feitas ao grande pai da nação, Eduardo-subserviente-Paes precisou de seu apoio, lhe enviou uma carta de amor e hoje são "mui amigos".
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Muitas vezes, as imagens falam mais que palavras. Dêem uma olhada nas fotos abaixo em que o futuro prefeito do Rio trocou sua dignidade por apoio político generalizado. Vejam o excesso de abraços e afagos e, principalmente, reparem bem na sua forma de olhar em cada situação. Como diria Machado de Assis: Eduardo Paes é um homem "amantíssimo".
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Agora temos um astro-pop na presidência da República e um grande ator na prefeitura do Rio. Ah! Esqueci! E ainda temos um bobo alegre no governo do Estado.
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Pois essa figura deprimente é nosso próximo prefeito .
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Por falar no bobo alegre Sérgio Cabral, a foto abaixo me fez imaginar o que estaria pensando o indigno filhote de Cesar Maia. Talvez esteja enganada, mas nosso governador deveria tomar cuidado com seu pimpolho.
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"Obedeças e serás atendido",
insinuam Luís Inácio e Sérgio Cabral.
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"Eu finjo que obedeço e serão traídos",
certamente deve pensar Eduardo Paes.
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Meus pêsames a quem votou numa criatura que não merece confiança.

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Nota: Quanto ao já anunciado aumento das passagens, ontem avisei à Luzia: não vou lhe dar nem mais um centavo para vir trabalhar. Caso queira reclamar, vá à porta da Prefeitura. Ou então arranje emprego na casa de idiotas que aceitem políticos fazendo favor com o dinheiro alheio.