Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sábado, 18 de agosto de 2012

Ensino às criancinhas



 
Reunido neste sábado (18) em São Paulo,
o setorial jurídico do PT no Estado
 decidiu entrar com uma ação popular
contra o procurador-geral da República, Roberto Gurgel,
pela elaboração de uma cartilha dedicado às crianças
que explica (*) o esquema do mensalão.

 
(*) Explicar, no caso, deve ser nos dos parâmetros e roubômetros do PT, pois não haveria nada a ser explicado às pobres criancinhas.  Ou será que depois de um presidente dizer que 'não é necessário estudar'  ainda terão a capacidade - ou incapacidade! - de distribuir uma cartilha ensinando que nada é mais correto do que fazer caixa dois?





"Viajando na maionese"




"A confirmação de que o julgamento do mensalão seguirá o modelo preconizado pelo ministro Joaquim Barbosa deixou em polvorosa os advogados dos réus. Não é difícil entender as razões.

Submetido à fórmula do relator, o processo ganha lógica, realça a tese de formação de quadrilha e tonifica a hipótese de condenações em série." - Blog de Josias de Souza 
Após ler o artigo completo, podemos  "viajar na maionese".  Por exemplo, vamos imaginar que Joaquim Barbosa fosse um mero Lewandowski.  O que fariam os alucinados PTistas, que costumam acusar os outros até do que não existe para se eximir das culpas mais evidentes?   " Isso é perseguição! É mentira! É ... preconceito!", alegariam eles.   Porém, como desta vez não terão como usar esse tipo de apelação ridícula, devem estar sonhando com o mesmo caso em que os papéis dos dois juízes estivesse invertido.  Fariam os alienados chegarem às lágrimas de tanta peninha que sentiriam deles.  Sniff! Sniff! 

Ponto para o ministro Joaquim Barbosa.  E mais um motivo para desacreditar nesse tipo de preconceito num país onde todos nós somos uns verdadeiros afro-brasileiros.

  
Por que será que existe a expressão: "viajou na maionese?
A expressão "viajar na maionese" tem uma origem bem lógica. Eu li está história algures e há muito tempo que nem me lembro de muitos detalhes. Vou contá-la um tanto quanto resumida:



Uma fábrica de maionese muito famosa fizera uma promoção fantástica, extraordinária de seus produtos.  O anúncio era o seguinte: viajem na maionese. A produção e o consumo foram às alturas, sucesso absoluto! Por contrapartida a empresa satisfeitíssima começou a sortear milhares de viagens a lugares paradisíacos para seus fiéis consumidores.

A produção de maionese e o consumo continuava a aumentar e a empresa faturando alto e sorteando mais milhões de viagens dos sonhos das pessoas que, confiantes na promessa da fábrica de maionese, consumiam exageradamente o produto.

Porém a fábrica não cumpriu a promessa de milhões de viagens paradisíacas e só viajaram algumas pessoas. Uma multidão ficou frustrada, descrente da vida, na maior depressão e com um estoque grande de maionese na geladeira, afogavam as mágoas de não ter viajado. Se ouvia sempre por toda cidade a seguinte pergunta: Fulano viajou?! A que se respondia: Só se for no estoque de maionese! Depois disso, "Viajar na maionese" tomou este significado depreciativo que todos conhecemos.


Imaginar que alguém será devidamente punido
também é viajar na maionese.
Preparem seus barquinhos... de papel.



sexta-feira, 17 de agosto de 2012

PT pretende "cercar" o STF



17/08/2012 - às 6:41

PT quer pôr seus tanques para cercar o STF. É o AI-13!!! Dizem que ministros precisam ser vigiados para não cometer atentados à democracia. E querem usar os advogados como massa de manobra de proposta fascistoide

Não lhes basta aparelhar a justiça! É pouco!Não lhes basta tentar desmoralizar ministros independentes do Supremo. É pouco!Não lhes basta transformar em réu o procurador-geral da República. É pouco!Não lhes basta ter a seu serviço o JEG, fartamente financiado por estatais e por administrações petistas (incluindo a federal), para fazer circular injúrias, calúnias e difamações contra adversários. É pouco!Não lhes basta ter uma CPI que investiga adversários e protege amigos e aliados. É pouco!


Agora os petistas pretendem, ainda que de uma forma oblíqua, cercar o prédio do STF com os tanques da desqualificação, do ataque gratuito, da intimidação.

............................

NO ENDEREÇO ABAIXO
ESTÁ O VERGONHOSO PT





Semelhanças: MENSALÃO e o caso CPEM


 
  
'"Se tivessem feito a depuração, não estaríamos vendo o filme de agora'" - disse Paulo de Tarso Venceslau, numa entrevista a O Estado de S. Paulo em  28/07/05  - O caso também está no livro Já Vi Esse Filme.   Algumas informações sobre Paulo de Tarso na página http://pt.wikipedia.org/wiki/Paulo_de_Tarso_Venceslau
Expulso do PT em 1998, depois de ter denunciado o esquema operado pelo compadre de Lula para arrecadação de dinheiro em prefeituras administradas pelo partido, Paulo de Tarso Venceslau vê semelhanças entre o atual escândalo petista e o caso CPEM.

 
Luiz Maklouf Carvalho Especial para o Estado TAUBATÉ

Na pequena redação do jornal que escreve e dirige, o tablóide semanal Contato, o economista Paulo de Tarso Venceslau assiste, de camarote, mas sem alegria, ao desenrolar da maior crise na história de um partido que já foi seu, o PT. Expulso no começo de 1998, depois de denunciar o caso CPEM - esquema de arrecadação de dinheiro junto a prefeituras do PT, operado pelo advogado Roberto Teixeira, compadre do presidente Lula -, ele sustentou, e continua a sustentar, que sua expulsão foi injusta e teve dois objetivos: proteger o amigo de Lula e evitar a investigação profunda da até ali mais grave denúncia de corrupção na história do PT. “Eu dei a eles essa grande oportunidade. Se tivessem aproveitado, e feito a depuração, não estaríamos vendo o filme de agora.”

Ele cita documento que foi boicotado na época pela direção do PT: a explícita condenação dos métodos de Teixeira por uma comissão de investigação integrada pelo economista Paul Singer e pelos juristas Hélio Bicudo e José Eduardo Martins Cardozo, hoje deputado e integrante da CPI dos Correios.  “Apesar disso, o expulso fui eu.”  (quem já passou por esse tipo de situação, em que se torna um algoz depois de agir de forma decente, sabe o que significa isso!)

 
A denúncia do caso acabou com sua amizade com o hoje deputado José Dirceu, que na época negou as denúncias, assim como o presidente Lula. Em março de 1995, o economista entregara a Lula carta em que relatava a atuação de Teixeira e da Consultoria para Empresas e Municípios (CPEM).

 
Também em carta pediu a Dirceu, Eduardo Suplicy e Aloizio Mercadante a apuração da denúncia. Depois de 2 anos sem providências internas, em 1997 ele tornou público o que sabia, em entrevista ao Jornal da Tarde. Lula, Dirceu e outros dirigentes o processaram. Mas até aqui Paulo de Tarso não não perdeu nenhuma das ações, que continuam tramitando.

Na entrevista, ele aponta semelhanças entre o caso CPEM e o de agora, diz que seria “ingenuidade” acreditar que Dirceu não soubesse do esquema Delúbio Soares-Marcos Valério. Procurado para comentar, Dirceu não quis responder. Por sua assessoria, informou que não falaria porque o assunto “é requentado” (argumento mais do que conhecido de quem não tem resposta decente para dar). Lula, Teixeira, Silvio Pereira, Delúbio Soares e José Genoino não deram retorno. O deputado José Mentor, relator da CPI do Banestado, negou que tenha “blindado” Teixeira. “O Roberto é meu amigo há 40 anos, mas não houve blindagem.”
  • Com que sentimento o sr. está assistindo à maior crise do PT?
    Diz o ditado que o
    pepino se torce enquanto é novo. O PT teve essa oportunidade há dez anos, quando contei para Lula que Roberto Teixeira estava usando o nome dele para arrecadar dinheiro para o PT, com métodos que não eram lícitos, o que foi comprovado por uma auditoria externa e uma sindicância interna. Lula reagiu com destempero, achando que eu devia ser expulso, para preservar o compadre. Isso quando havia um relatório de investigação, assinado por Bicudo, Cardozo e Singer, pedindo a cabeça do Teixeira.
  • Qual a conseqüência do relatório?
    Nenhuma. O Lula foi o primeiro a saber do caso. Sabia do comprometimento do seu compadre, sabia do volume de dinheiro público envolvido, e fez questão não só de acobertar, mas de punir quem tinha descoberto.
  • Podia ter cortado na própria carne já naquele momento?
    Devia, é claro. Se era seu compadre, paciência. O compadre que não tivesse abusado da amizade dele. Nesse episódio Lula se consolida como caudilho e o partido se ajoelha diante dele. Esse ajoelhar foi mortal para o PT.
  • Por que “caudilho”?
    Por que ele foi ungido de uma liderança incontestável, poderosa, em que todo mundo passou a fazer aquilo que mandava. Ele já tinha uma liderança natural, histórica, mas nunca tinha sido tão formalizada. O poder do Lula passou a ser quase que absoluto diante da máquina partidária. O partido se ajoelhou.
  • A roupa suja deveria ter sido lavada naquele momento?
    É evidente. Dei a grande oportunidade de mostrar que o partido era aquilo que eu e muita gente tínhamos na cabeça: impessoal, no sentido de não ter caudilho nem chefão, no sentido de que deviam prevalecer os princípios, os valores que estão estabelecidos, nos quais se votava.
  • Qual foi o papel do José Dirceu?
    O Zé Dirceu era o executor. Até então aparentava manter uma velha amizade comigo, mas passou a ser meu algoz. Naquele momento ele provou pro Lula sua extrema lealdade. Um caudilho com esse poder, um partido de joelhos e um executor como o Zé Dirceu só podia levar a isso que estamos vendo hoje. Os atores são praticamente os mesmos, com pequena variação.
  • Quem seria o Valério na época?
    O Teixeira. Ele era o grande operador. Ele se apresentava nas prefeituras em nome do Lula, para pegar dinheiro para o PT.
  • Como pode ser possível a montagem dessa máquina de dinheiro - o valérioduto - dentro do PT?
    Silvio, Delúbio, essas pessoas foram postas no entorno de Dirceu. Silvinho, por exemplo, sempre foi uma pessoa medíocre no PT. Foi alçado a dirigente pelo Zé Dirceu e virou pau-mandado. Assim como o Delúbio. São pessoas que raciocinam muito pouco, não precisam pensar muito. Tinham de executar.
  • Paus-mandados de quem?
    Do Zé Dirceu, que era o grande comandante, o grande chefe desse pessoal. Quem mandava e desmandava era Dirceu. A maquina partidária era controlada a mão-de-ferro por ele.
  • Delúbio Soares afirma que Dirceu não sabia do esquema.
    Isso é conversa para boi dormir. Zé Dirceu controlava o partido, colocava as pessoas nos postos que lhe interessavam, mantinha sob rígido controle. É ingenuidade achar que não sabia a origem dos recursos. Até porque o Delúbio não tem capacidade, nem origem, formação, preparo nem nada para montar um aparelho desse tipo. Vamos ser realistas. É um sindicalista do interior de Goiás, professor de carreira do Estado, neófito em São Paulo, nunca circulou nas rodas do poder e de repente adquire amizade sólida com um grande operador chamado Marcos Valério. É piada achar que ele fez isso da cabeça dele.
  • Além de José Dirceu, quem sabia, na sua opinião?
    Ninguém é ingênuo ali. Cedo ou tarde certas relações vão ser esclarecidas. Eles acharam que podiam manter a impunidade o resto da vida. Pisaram no tomate e vão pagar caro. Ao entrar com essa prática condenável aí, não se expuseram só do ponto de vista moral, mas político-histórico. Ao renegar a própria formação ideológica, marxista, se comprometeram até do ponto de vista intelectual. O oportunismo foi tão exacerbado, foram com tanta sede à fonte que acabaram renegando a matéria-prima em que sempre deveriam beber. Estão pagando caro. A história é implacável. Todos vão ter de prestar contas.
  • O sr. acha que o presidente Lula sabia o que ocorria no partido?
    O Lula sempre geriu de perto as questões que envolvem sua relação de poder. Claro que não vai estar mandando fazer, mas saber, ele sabia. Não os detalhes. Comparando com a época que estourou o negócio do Teixeira: a primeira pessoa que soube foi Lula. Eu levei para ele, pessoalmente. E o tempo todo fingiu que não sabia. Evidentemente que Lula não operava, assim como não está operando hoje, mas como ele sabia naquela época, ele sabe hoje, sempre soube.
  • Sempre soube o quê?
    Que havia mecanismos não muito ortodoxos para manter a base, garantir maioria, se relacionar com partidos. Que ele ficou sabendo do mensalão nem se discute mais. Não sou eu que estou dizendo. Pessoas disseram que ele sabia. Eu não estranho.
     
  • E no caso do José Genoino?
    Genoino foi um dos poucos que botou a impressão digital lá. A partir do momento em que assinou aqueles documentos, os contratos, dispensa comentários. Seu grau de comprometimento eu não saberia dizer.
      
  • Como o sr. viu a saída do deputado José Dirceu do governo?
    Ele saiu porque a casa caiu. Eles sabiam antes, já. Quem está no meio da fogueira tem a dimensão de onde a coisa vai estourar. O Zé Dirceu aceitou a saída do governo porque já tinha visto na frente o que ia acontecer. Sabia que os nomes iam aparecer. Disse que era contra a CPI porque, por mais fraquinha que fosse, ia pegar o Silvinho. Você acha que o Dirceu não sabia que o Silvinho tinha um Land Rover?
     
  • O sr. conheceu Silvio Pereira no começo da militância?
    Nos anos 90, quando eu militava no PT, o Silvinho ficava exibindo grife italiana, roupas e sapatos carésimos. Todo mundo se espantou: qual é a desse cara? Todo mundo pagando para trabalhar, e o cara exibindo grife, e só vivia daquilo. Se as datas estiverem certas, ele veio pro PT com 17 anos de idade e nunca mais saiu da máquina do PT. Um cara que veio de uma comunidade de bairro da igreja, da periferia de Osasco, de repente andando de Land Rover. Eu não sabia que o PT oferecia carreiras profissionais tão exuberantes assim.
     
  • E a nota em que Dirceu diz estar sendo linchado pela imprensa?
    Achei incrível, porque o Dirceu linchou muita gente. Ele tem uma semelhança de comportamento com Lula: nunca sabe de nada. E é o cara que tem aquele controle rigoroso de tudo. Pessoas eram expulsas, eliminadas de cargos no PT, deixavam de ser candidatos e não sabiam direito o que acontecia, mas o Dirceu sempre estava ali por trás, mexendo os pauzinhos. Agora ele vem dizer que é linchamento. Ora, é um linchamento que ele próprio construiu. Ele preparou seu cadafalso. Ele construiu uma situação em cima de falácias, de mentiras, e agora está pagando por elas. Só isso.
     
  • O que o sr. acha que vai acontecer a curto e médio prazo?
    Eu torço para que Lula acabe o mandato, não tenha impeachment, e seja derrotado nas urnas. E o PT, com Tarso Genro, consiga se reformular. Mas tem muita água para passar. E podem aparecer mais cadáveres e comprometer mais a figura do presidente. Pode chegar lá. Torço para que não chegue, para que o Lula seja preservado politicamente, institucionalmente, e seja enterrado nas urnas (o que, infelizmente, não aconteceu!) melhor saída para o Brasil e para todos nós.
     
  • É possível o sr. voltar para o PT?
    Enquanto essa burocracia estiver aí é impossível.
     
  • Em que condições o sr. voltaria?
    No dia em que a roupa suja for lavada pra valer. O Tarso é uma pessoa que gosto, conheço. Ele tem algumas qualidades que fogem desse padrão que Dirceu montou. Essa profissionalização burra de quadros partidários e despreparados. O Tarso é preparado, realizado profissionalmente, foge desse padrão.
     
  • O sr. tem ouvido falar do advogado Roberto Teixeira?
    Ele está blindado, completamente blindado. Mas na hora em que reabrirem o caso Banestado talvez a gente descubra por que foi blindado.
     


Denunciante acabou expulso do PT por conta do caso CPEM
O economista Paulo de Tarso Venceslau denunciou ao PT o caso CPEM - denúncias de tráfico de influência entre a empresa e prefeituras do PT - em 1996. O partido instituiu uma comissão de investigação, formada por Paul Singer, Hélio Bicudo e José Eduardo Cardozo. No relatório, os três advertem Roberto Teixeira, amigo de Lula, por “grave falta ética”.

 
A direção do PT preferiu divulgar versão “condensada” do relatório, sem trechos que criticam Teixeira, o que configura um simbólico voto de censura.
Em entrevistas sobre o caso, Teixeira não só omitiu a existência da advertência como se absolveu de qualquer deslize. Paulo de Tarso foi expulso em 1998.

 
Teixeira permaneceu no partido e mantém a amizade com Lula. Ele também é amigo do deputado José Mentor, relator da CPI do Banestado, onde até agora não foi aprovada a convocação do ex-presidente da Transbrasil Antônio Celso Cipriani. Como advogado, Teixeira defende os interesses da Transbrasil e de Cipriani, de quem também é amigo.


"Estávamos, então, diante de uma situação absolutamente inédita. Alguém dotado de credibilidade política dentre os próprios petistas denunciava publicamente o seu próprio partido e seus antigos companheiros de militância. Luiz Inácio Lula da Silva, dirigentes nacionais do partido e outros petistas, segundo o denunciante, estariam envolvidos com a CPEM, uma empresa inidônea que vendia, sem licitação, serviços desnecessários às prefeituras administradas pelo partido. Em contraprestação, esta empresa forneceria, de forma imoral, recursos financeiros para o mesmo."
http://www.fpabramo.org.br/o-que-fazemos/editora/teoria-e-debate/edicoes-anteriores/nacional-o-caso-cpem








MENSALÃO - registrado para a eternidade


 
Estranho um advogado, ao defender a própria causa, fazer vários elogios
a quem vai julgar a própria causa." 
Palavras de Marco Antonio Villa em relação à desagradável rasgação de seda dos advogados dos réus do mensalão ao invés de defenderem o indefensável.

Já notaram que PTistas não costumam debater este ou aquele assunto e, ao invés disso, agridem quem escreveu ou divulgou o caso?  Pois é, se tornou um hábito aos que não têm argumentos.
Vigília do Mensalão III
para um julgamento FIRME e JUSTO
Evento público · De Revoltados ON LINE

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

PRIVATIZETE, A TAPIETE


 
"Sabe a periguete sem convicção? Ela veste tubinho, mas fica o tempo todo puxado para cima e para baixo para tentar esconder o que a roupa quer exibir.  A exibição envergonhada."   Frase do artigo de Carlos Alberto Sardenberg, que está no Blog Perca Tempo, o blog do Murilo

 
A presidente Dilma, no estilo característico de seu partido PT-PPA (PT-PARTIDO DE PERNAS ABERTAS), fez o que sempre censurou: PRIVATIZOU as rodovias e as ferrovias, sob a alegação de que estaria "consertando erros do passado".  

Só não disse que passado seria esse,  pois o ex-presidente, igualmente PTista,  teve longos oito anos para fazer os consertos necessários sem ter feito.  Portanto, existem apenas duas alternativas:  I - os erros são da época de FHC e L.I foi irresponsável ou incompetente ao não fazer o que deveria; II - os erros são da época do próprio petista L.I..

 
Para não admitir que está privatizando, disse a atual presidente PTista que a concessão é uma 'parceria' e não privatização.

 
Segundo Mirian Leitão, se trata de uma Privatização à moda Dilma, título do seu artigo de hoje.

Perguntem à atual presidente:
Os erros encontrados são do próprio L.I.
ou ele foi irresponsável
e não consertou os erros deixados por seu antecessor?

 
Dilma foi elogiada ...
pelo PSDB.

Está provado: o PT não passa de um PPA,
PARTIDO DE PERNAS ABERTAS.




Quando a mulher não sabe quem é o marido...




"Dirceu é um homem íntegro, um homem honesto, um homem duro",
disse um advogado de defesa.



José Dirceu fez cirurgias plásticas e mudou de nome para não ser reconhecido. Casou-se, inclusive, sem que sua esposa conhecesse sua verdadeira identidade, tanto na aparência, quanto no nome. Quem trai e se esconde da própria mulher não merece respeito nem pode ser considerado como um homem sério.  A não ser nesse nosso Brasil esculhambado pelo PT.