Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 30 de julho de 2012

PAU EM TODOS ELES !!!



É preciso ser muito bobo para ainda acreditar em qualquer político, seja ele do partido que for, ou mesmo confiar em um novato qualquer.

 
POLÍTICA É UM SACO DE GATOS E GATUNOS.


NÃO JOGUE SEU VOTO NA LIXEIRA,
NÃO PERCA SEU TEMPO.
NÃO VÁ À ZONA (ELEITORAL) NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES.

 
NOTA: Ontem, coincidentemente mas muito simbolicamente, mais de um grupo de campanha eleitoral passou justamente em sentido contrário ao movimento do mensalão. Aparentemente, nos grupos em prol de candidatos  havia praticamente o mesmo número de pessoas do que no grupo que exigia julgamento decente no caso dos mensaleiros.


O fato nos lembra o que já ocorreu antes e foi comentado, de forma irônica, por Guilherme Fiúza.  No futuro veremos se o jornalista tinha razão, mais uma vez.






 

domingo, 29 de julho de 2012

Caminhada ""de olho no mensalão""


Foi feita hoje uma caminhada no calçadão do Leblon até Ipanema, na Zona Sul do Rio, para marcar o início da mobilização da sociedade para acompanhar o julgamento do MENSALÃO.  A concentração foi na praia do Leblon, em frente à rua Rita Ludolf às 10h. e a marcha teve início às 11h.

A manifestação foi organizada pelo “Movimento 31 de Julho contra a Corrupção e a Impunidade", que vem realizando ações nas ruas e na Internet, como foi o caso do abaixo-assinado  exigindo que o MENSALÃO seja julgado.  Outras organizações do Movimento foram o Troféu Algemas de Ouro e as campanhas “Pega Ladrão” e “SOS STF”.
Foi criado, pelo mesmo movimento, o blog “De olho no Mensalão”  - http://deolhonomensalao.wordpress.com/, um espaço para a publicação de informações e opiniões sobre o processo.

Embora o movimento tenha sido divulgado não apenas na Internet, como também em jornais de ontem e hoje, como era de se esperar, poucas pessoas compareceram a esse tipo de mobilização.

O mais interessante é perceber o desinteresse das diversas pessoas que passsam e nem se interessam em ao menos olhar para saber do que se trata, mesmo percebendo que um grupo está passando com música ligada e uma voz falando sobre o assunto.  

E ainda pretendemos mobilizar a sociedade!

Só se estivermos mobilizando as mulheres até um SPA e os homens até o barbeiro!






'Se o réu é culpado, a pena foi pouca. Se o réu é inocente, a pena foi muita.'


Portanto, faça-se a justiça dos homens.
História de um filme francês

CRIACIONISMO - Michaelson Borges

A exemplo da conclusão de “Justice Est Faite”, alguém poderia dizer: “Se o réu é culpado, a pena foi pouca.” Mas não houve pena alguma; não há sequer o conforto de dizer que “de qualquer forma, a justiça dos homens foi feita”. Uma turba aglomerada do lado de fora do tribunal toma conhecimento do veredicto. Comoção. Tumulto. A polícia busca proteger o trio retirando-o de camburão. O filme termina com a viatura em chamas e seus três ocupantes – os dois culpados e o inocente – carbonizados.


André Cayatte (1909-1989) graduou-se em Direito e doutorou-se em Filosofia e Letras. Em 1938, contratado por um estúdio cinematográfico para examinar um caso de plágio, interessou-se pela sétima arte e resolveu seguir carreira no cinema. Primeiro, foi roteirista; depois, diretor. Doze anos mais tarde, venceu o Leão de Ouro em Veneza com “Justice Est Faite” (“O Direito de Matar” ou Justiça Seja Feita). O filão explorado por Cayatte abordava dois dentre os temas mais valorizados em dramaturgia adulta: a busca pela verdade e o apelo à justiça. O cineasta costumava participar de seus filmes por meio de pequenas intervenções. “Justice Est Faite”, por exemplo, conta a história do julgamento de um crime com previsão de pena capital.


Sensibilizado com o clamor do réu, o juiz se atormenta em dúvidas e o condena a oito anos de reclusão. Genial como de hábito, Cayatte enriquece a história com sua visão de jurista: “Se o réu é culpado, a pena foi pouca. Se o réu é inocente, a pena foi muita. De qualquer forma, a justiça dos homens foi feita.”



Em 1963, Cayatte lançou “Le glaive et la balance” (“Dois são culpados” ou A Espada e a Balança), com destaque para Anthony Perkins, o demente de “Psicose”. Outra história de julgamento. Um garoto é sequestrado e morto. Três suspeitos são detidos. Pelo abundante relato de testemunhas é indubitável que dois deles cometeram a barbárie. O terceiro apenas teve o azar de estar nas proximidades da cena do crime. Sendo impossível precisar qual dos três é o inocente, cada um dos advogados de defesa busca convencer o júri da insuficiência de provas para a condenação de seu respectivo cliente. A estratégia resulta eficaz. Dada a altíssima possibilidade de cada suspeito ser inocente, os jurados concordam que todos poderiam ser, em tese, inocentes. São, então, absolvidos em bloco.


A exemplo da conclusão de “Justice Est Faite”, alguém poderia dizer: “Se o réu é culpado, a pena foi pouca.” Mas não houve pena alguma; não há sequer o conforto de dizer que “de qualquer forma, a justiça dos homens foi feita”. Uma turba aglomerada do lado de fora do tribunal toma conhecimento do veredicto. Comoção. Tumulto. A polícia busca proteger o trio retirando-o de camburão. O filme termina com a viatura em chamas e seus três ocupantes – os dois culpados e o inocente – carbonizados.

O desfecho da ficção acima ajuda a compreender o zelo intransigente e quase inquisitorial dos arautos do macroevolucionismo, também conhecido como Teoria Geral da Evolução ou TGE. Em seu século e meio de reinado, ela mudou profundamente a forma de o indivíduo relacionar-se consigo mesmo e com o seu semelhante. Embora parte dos evolucionistas acredite em Deus (ou algo similar), a TGE prescinde inteiramente dessa possibilidade. Ela é filha dileta do naturalismo mecanicista, um pressuposto puramente filosófico. Semelhante a Saturno, a TGE gerou, ao menos em parte, vários e destrutivos “ismos” em seu ventre: relativismo, ateísmo, hedonismo, existencialismo, nazifascismo, socialismo, entre outros. Essa Caixa de “Pandorismos” vem influenciando os pensamentos e atos de significativa parcela da humanidade.


Abramos agora um parêntese: sabemos que ninguém suporta o logro. Melhor dizendo, ninguém suporta ser logrado. A frustração e o rancor do lesado costumam ser, no mínimo, proporcionais à crença investida no engodo e à extensão final do prejuízo. Guardemos para mais adiante esse conceito: EXTENSÃO FINAL DO PREJUÍZO.

 
Restante do artigo no blog citado no início da página.



sábado, 28 de julho de 2012

PARA OS ELEITORES BRASILEIROS




 
PARA ENRIQUECER AINDA MAIS NOSSO CONHECIMENTO SOBRE OS POLÍTICOS BRASILEIROS,  ABAIXO ESTÁ O VÍDEO INDICADO NO BLOG GRAÇA NO PAÍS DAS MARAVILHAS.










É PROIBIDO FUMAR NO STF


Retirado da página de             no Facebook



***

Parabéns a Pedro Paes não apenas pelo artigo, mas principalmente pela foto que o representa em sua página.   a Pedro Pae

Não se discute aqui ser mais ou menos saudável o hábito de fumar, até porque, independente das informações que aparecem  no próprio maço de cigarro, cada um faz o que lhe interessa e ponto final.  Nossos hábitos não devem ser norteados por decretos ou leis,  por exigências feitas por quem finge se preocupar com nossa saúde, enquanto o povo morre na fila dos hospitais públicos.

Importante, mesmo, é nossa liberdade de fazer mal até mesmo ao nosso próprio pulmão.  Ainda mais nesse mundinho onde um dia o ovo é amaldiçoado e no outro se torna um grande herói; onde o café, sempre hostilizado, começa a ser visto como resultado para muitos males.
"Segundo as recentes pesquisas, o café proporciona benefícios e efeito protetor contra diabetes tipo II, Alzheimer, doença de Parkinson e certos tipos de câncer, principalmente de fígado. Os benefícios aparecem em longo prazo e são atribuídos aos diterpenos presentes no café novo, que deve preferencialmente ser moído na hora do preparo." 
http://odetholiveira.blogspot.com.br/2009/08/afinal-cafe-faz-bem-ou-mal-para-saude.html


Se passaram a colocar um ""aviso"" nos maços de cigarro, porque não o fazem também nos pacotes de batata frita, por exemplo?  Será apenas um modismo? 

VAMOS VER, AGORA,
COM O JULGAMENTO DO MENSALÃO,
QUANTAS  'BAFORADAS'  VÃO JOGAR NA NOSSA CARA.

É PROIBIDO FUMAR NO STF
E É PROIBIDO PROIBIR

 
Atualmente, é proibido fumar em ambientes fechados.   Não é mais  permitido fumar nem mesmo em local exteno coberto por toldo.  No entanto, o ex quase tudo que nunca fez quase nada  fumava dentro do avião presidencial.  Ser presidente da República jamais seria motivo para agir contra a lei; exatamente o contrário, pois é dele que deveria surgir o exemplo. 


Mais uma: muitos hipócritas  defendem a Lei Seca, no entanto, após umas taças de vinho, sacam seus celulares para saber onde há fiscalização. Então, felizes, todos entram em seus carros e vão para casa com a cara cheia e a consciência limpa .

CUIDADO! FALSIDADE PROVOCA CÂNCER!




sexta-feira, 27 de julho de 2012

ATENÇÃO! ATENÇÃO! DOMINGO!

Caminhada no Rio convoca sociedade para acompanhar julgamento do mensalão


Blog do Reinaldo Azevedo

Uma manifestação marcada para o domingo, no Rio, tentará chamar a atenção da sociedade para acompanhar o julgamento do mensalão. O ato é organizado pelo Movimento 31 de Julho contra a Corrupção e a Impunidade. Estão previstas uma caminhada no calçadão do Leblon e de Ipanema, na zona sul, e a distribuição de um bolo que comemora o início do julgamento.

A concentração para a caminhada será em frente à rua Rita Ludolf, no início da praia do Leblon, às 10h. A marcha começa às 11h e seguirá até o Arpoador.


Fundado há um ano, o Movimento 31 de Julho criou um blog para acompanhar o julgamento, o




A página na internet vai reproduzir artigos, publicações relevantes sobre o julgamento e os movimentos principais do processo no Supremo Tribunal Federal (STF).


Ao longo do ano, o grupo participou das manifestações contra a corrupção e pela aprovação da Lei da Ficha Limpa. O Movimento 31 de Julho comemora o início do julgamento e avalia que, no último ano, “a sociedade brasileira perdeu a paciência com a corrupção e a impunidade”.


Por Reinaldo Azevedo

 
Este aviso está também no blog do Beto.


 


CHEFETE (e não líder) - artigo escrito por Wellington Cardoso Ramos


Chefete (e não líder)


Wellington Cardoso Ramos - escrito em 27/12/2009

Alguns chefes parecem encarnar o diabo nas suas relações com os subordinados. Julgam-se chefes para sempre (no mínimo o medo do dia seguinte deveria ser sempre motivo de reflexão sobre os nossos comportamentos) e agem como feitores. Sentem-se no direito, não de comandar. Simplesmente mandam.

São pessoas que vivem cada dia como se dependessem do sofrimento alheio para atenuar suas próprias frustrações íntimas. Frustrações que não conseguem admitir nem ao conversarem com o espelho. Gente de peculiar capacidade para conquistar inimigos. E elas estão por aí, aos montes.

Mas, se destacam mesmo é no serviço público, que parece aflorar em algumas delas o sentimento de superioridade intelectual absoluta, ainda que, profissionalmente, só tenham a aprender.
Alguém, sabiamente, disse que, “se queres conhecer uma pessoa, dê-lhe poder”. Nada mais verdadeiro. Os poderes nivelam as pessoas em se tratando da prática do mal: seja ele econômico ou político. Ah! Como o poder mexe com as pessoas!

Subordinados ou ilustres desconhecidos de ontem se revelam com o poder lhes proporcionado. Parecem outras pessoas. Põem pra fora seus instintos covardemente adormecidos quando não têm o poder de mando.

Há os que aproveitam o poder de mando para tirar dos comandados, em benefício do interesse coletivo ou da empresa, o que cada um deles tem de melhor. Maltratado, o homem (e a mulher) também empaca. O comandado estimulado, valorizado e respeitado rende, às vezes, até mais do que pode. Talvez seja por isso que em um time de futebol, por exemplo, determinado atleta, mesmo sem ser craque, rende mais que em outro. A diferença está no comando.
Na reta final do Campeonato Brasileiro de 2009, o Fluminense mostrou o que um grupo sem grandes profissionais, mas motivado (e isso não é apenas ter salários recebidos em dia), é capaz de fazer. Até o impossível.
Tem chefe que esculhamba o subordinado na presença de outras pessoas, mas pede desculpas quando estão a sós, baixinho, como que querendo esconder-se de si mesmo. Existe aquele que, para aumentar a agonia do comandado esculhambado, ainda diz que vai levar o assunto da discórdia unilateral ao seu próprio superior ou chefe máximo, com quem, provavelmente, nem tenha o trânsito que faz parecer ter. Aliás, tem chefe que adora se dizer da cozinha de quem manda também nele. “Somos assim, ó!” – costuma dizer para “aumentar” o seu poder aos olhos do subordinado.
Quanta mediocridade!
Por aí afora existem chefes aos montes. Mas, poucos deles são líderes. A maioria dos que são apenas chefes tenta esconder a própria incompetência atrás da arrogância e da petulância com que trata os trabalhadores que comanda.

E quase sempre se servem da inteligência e da competência dos subordinados para apresentarem aos superiores, resultados obtidos por outros como se fossem seus. A esse tipo de gente normalmente também falta caráter.
São chefes que só dão nomes aos subordinados para o próprio superior quando as coisas sob a sua responsabilidade saem erradas e precisam “tirar o seu da reta”. Aí, a culpa é dos subordinados, que não têm chance de se defender. Quando não há reparos a fazer, ficam sozinhos com os louros. Nunca atribuem o sucesso aos comandados, mas apenas os fracassos.
Já presenciei muitos chefes entregando relatórios a superiores como se fossem os seus autores. Ou que quando vão ser submetidos a questionamentos sobre assuntos de sua responsabilidade fazem questão de levar a tiracolo o assessor que carrega o piano, mas nunca é valorizado.
Não é incomum encontrar esse tipo de gente atribuindo a si mesma expressiva parcela de responsabilidade pelo sucesso do superior. Gente que adora dizer para os subordinados que apenas ele tem coragem de marcar posição diante de uma atitude do superior que não foi do seu agrado. Em verdade, a esse tipo de gente também falta coragem. Sempre está com o “rabo no meio das pernas”.
Observe esse tipo de gente, que se situa na faixa que separa quem manda de fato e os que estão na ponta: ri de orelha a orelha com qualquer piada sem graça contada pelo superior, ainda que seja o próprio alvo da gozação, e está sempre de cara amarrada para o subordinado. Quase nunca deixa o comandado expor em detalhes o que pensa. Julga-se inteligência superior, que não precisa ouvir o que tem a dizer quem está no degrau debaixo.
Está sempre atrasado, mas adora ser “rigoroso” com o tempo (dos outros). Muitos não fazem nada, mas vivem botando defeito no serviço alheio. Até mesmo sobre o que não entende.
Ah! Mas não é só isso. Quase sempre esse tipo de gente, se homem, se engraça com subordinada. Acha que a chefia transitória que ocupa lhe dá o direito de também assediar sexualmente. Quase sempre insinua para o amigo que o visita estar “ficando” com a subordinada que também encheu os olhos do visitante. Só pra se dizer macho, quando, em verdade, é um babaca.
Ah! Que capacidade tem esse tipo de gente para tornar tenso qualquer ambiente de trabalho. De desmotivar aqueles que deveriam estar estimulados, em prejuízo até mesmo de quem o alçou à condição de chefe, confiando em sua capacidade de liderar e de transformar em realizações as suas orientações.
A falta de caráter desse tipo de pessoa é tamanha que é capaz de sorrir sempre que precisa de um favorzinho pessoal, mas de ficar carrancuda quando é a outra pessoa quem precisa dela. A menos que o necessitado do favor seja seu superior. Nesse caso, “é um prazer servi-lo”.
A maioria dessas pessoas não precisa mais do que três meses para ser esquecida.
Não é menos verdadeiro também que existem subordinados que querem sombra e água fresca o tempo todo. Não têm compromisso com suas obrigações e não estão nem aí para o resultado da máquina em que representam uma peça – às vezes defeituosa. Ignoram que em uma engrenagem toda peça é importante. Iniciam a semana pensando no que fazer pra enrolar o tempo de forma que a sexta-feira chegue o mais rápido possível, ignorando que em ambiente profissional o trabalho é capaz de fazer o relógio andar mais rápido.
Também não é menos verdadeiro que alguns comandados ajudam a moldar o chefe, para o bem ou para o mal. Há até quem “estrague” o chefe com o excesso de puxa-saquismo. E ainda aqueles que sonham mandar e usam o nome do chefe para ver alguém cumprindo suas próprias ordens, que jamais vieram de cima.
Há aqueles que exteriorizam imagem irreal do chefe. Vivem emburrados e a culpa é sempre do chefe. Nunca assumem suas deficiências, nem procuram melhorar.

Entre as qualidades de um verdadeiro chefe/líder está a capacidade de distinguir uns e outros, quem não lhe puxa o saco, mas tem qualidades morais, intelectuais e profissionais e as usa o tempo todo, e quem lhe puxa-saco, solícito para tudo que não se relaciona com o trabalho. O verdadeiro chefe/líder é capaz de encontrar valores em cada um de seus comandados e saber explorá-los. É capaz de não se deixar seduzir pelo bajulador.
Para todos aqueles que essa crônica puder levar a um minuto de reflexão, a ajuda do texto de Carlos Baccelli/Irmão José: “Senhor Jesus, diante do sucesso neste ou naquele empreendimento, não nos deixes vangloriar-nos dos méritos que não possuímos (...) As oportunidades se alternam para todos os filhos de Deus, que não privilegia ninguém. Se hoje conquistamos posição de destaque, é possível que amanhã tornemos à obscuridade. Não nos deixes, pois, esquecer da transitoriedade de tudo e que sejamos magnânimos para com todos”.

Um líder entenderá o significado desta crônica, o simplesmente chefete, não.
“Pensa como pensam os sábios,
mas fala como falam as pessoas simples”. (Aristóteles)
(escrito em dezembro de 2009)

***


Ao considerar alguém como lider,
pense antes em que tipo de gente ele lidera.