Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


segunda-feira, 13 de outubro de 2008

O Jogo do Contente - nova versão encadernada do livro Pollyanaa

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Resumo do livro Pollyanna:
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É a história de uma menina que ficou órfã aos 11 anos e foi morar com a tia. Para enfrentar as muitas dificuldades que surgiam, ela inventou o Jogo do Contente. Por onde passava, ensinava as pessoas a superarem seus problemas com esse jogo. Então, os que a conheciam passaram a ver tudo lindo e ficaram 'felizes para sempre'. Ela, naturalmente, passou a ser adorada. (qualqué parecença não é mera coincidença)
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O final da história, muito previsível, fica por conta dos leitores desta História da Carochinha.
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Nota: Esta nova versão de Poliana foi inspirada em uma frase de Fernando Henrique Cardoso, que aconselhou nosso presiMentiroso a não se comportar como Poliana diante da crise econômica mundial.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Gabeira X Eduardo Paes - debate de hoje

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Após o debate de hoje, ficou reforçada minha esperança de ter minha cidade (há quanto não me referia ao Rio de Janeiro como a minha cidade!) cuidada por um Prefeito, e não apenas um político.
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A opinião de quem viu o debate mostrou preferência pelo Gabeira. Como não confio em numerologia politica, deixo para comemorar, de fato, após a votação no segundo turno.
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Considero piada dizerem que "deus é brasileiro", afinal, além de não ter nascido aqui (por motivos óbvios) ele não poderia cometer uma injustiça como essa. Mas certamente o Cristo Redentor não deve mais suportar olhar lá de cima e ver tanta baderna.
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Carta enviada ao Jornal O Globo - hoje, 10/09/2008 - dia seguinte ao debate.

O caderno especial, no jornal de hoje, sobre o debate entre Fernando Gabeira e Eduardo Paes deu a oportunidade, principalmente aos eleitores cariocas que não assistiram ao encontro dos candidatos, de conhecer melhor suas propostas e suas diferenças. Mas, para minha surpresa, esqueceu de informar aos leitores o resultado final apresentado on-line, após a brilhante atuação civilizada dos dois: "A opinião do leitor “Quem venceu o debate?”, que deu 84,11% a Gabeira e 11,89% a Eduardo Paes. Aliás, o site com este resultado (http://www.oglobo.com.br/serviços/pop_inforgrafico.asp? p=/fotos/2008/10/09/09_graf_pais_debate_CG.swfat=4008a=250) não está mais disposnível. Em se tratando de um caderno especial sobre o debate, seria indispensável que nada fosse omitido e, portanto, gostaria de saber qual a razão para não divulgarem essa informação. Jurema Cappelletti ***

Nota: Como sou muito cautelosa, gravei a página com o resultado on-line da opinião dos leitores sobre o debate, que coloquei em anexo, para confirmar os dados que coloquei acima.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

A queimadura é inevitável

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Em São Paulo, Luís Inácio vai se queimar de qualquer jeito.
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Caso decida subir no palanque para dar apoio a Marta relaxa-e-goza, mesmo sabendo que ela já perdeu as eleições, vai queimar aquela sua fama de homem grandioso, amado pelos brasileiros. Sua popularidade vai sair cheia de bolhas.
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Caso prefira não se arriscar, ficará provado que só apóia quem está ganhando. Vai mostrar a todo o Brasil que é capaz de virar as costas à sua dileta candidata na hora em que mais precisa dele. Neste caso sua imagem é que vai sair esturricada.
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Fico imaginando, nosso presiMentiroso comentando o fracaso de mais uma candidata apoiada por ele: "A Marta não foi eleita, mas saiu vitoriosa por ser uma grande mulher. O problema de não ter alcançado a prefeitura de São Paulo, mais uma vez, se deve... à crise do BUCHI."
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Vou aguardar, ansiosamente, a desculpa do vaidoso Luís Inácio.
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