Artigo escrito por Jorge Serrão
Lula briga com Bastos, desiste do Planalto em 2014
e se preocupa com processo por improbidade
Pode até ser candidato ao Senado por São Paulo, para ajudar o PT a
conquistar o Palácio dos Bandeirantes, mas Luiz Inácio Lula da Silva
decidiu que não vai se candidatar a Presidente da República em 2014.
Pretende apoiar a reeleição de Dilma Rousseff ou apostar em um “poste
novo” – se as condições políticas permitirem. Foi o que Lula
confidenciou a amigos próximos – que não conseguem guardar a língua
entre os dentes nos fofoqueiros bastidores do poder em Brasília.
Obs.: Caso
L.I. resolva não se candidatar à presidência em 2014, dificilmente dará
apoio à Dilma. Certamente, com sua megalomania desvairada vai preferir
"apostar em algum poste novo" na tentativa de mostrar o seu poder.
Lula agora tem duas preocupações imediatas com o futuro: cuidar da
saúde e usar seu prestígio pessoal para evitar que pipoquem ações
judiciais contra ele no pós-mensalão. O medo maior é a Ação Civil
Pública (processo 0007807-08.2011.4.01.3400) que corre na 13ª Vera
Federal pela improbidade administrativa de fazer um esforço de
propaganda para o banco BMG endividar aposentados e pensionistas do
INSS. O humor de Lula anda péssimo e gerando atritos com amigos e
aliados que entendem a delicada situação dele (ação delicada criada por ele mesmo; caso fosse honesto, não haveria ação judicial alguma contra ele).
Recentemente,
brigou com o criminalista Márcio Thomaz Bastos. O ex-Presidente resolveu
condenar seu ex-ministro da Justiça pela atuação em defesa de réus da
Ação Penal 470. Bastos teve de aturar Lula reclamar que o advogado não
devia ter aceitado participar diretamente da causa. Motivo: a marca Lula
ficou atrelada ao nome do defensor. A ríspida conversa abalou o cordial
relacionamento entre os dois.
Lula somatiza o Mensalão. O
problema mexe com seu ânimo e afeta sua resistência física. As derrotas
no STF – principalmente com as condenações dos companheiros “Zés”
(Dirceu e Genoíno) – o abalaram emocionalmente. A tensão permanente, que
alternou raiva e depressão, prejudicou o tratamento de Lula contra os
efeitos colaterais provocados pela pesada quimio e radioterapia que
extirparam o tumor maligno em sua laringe.
O processo contra
Lula é sério. O ex-presidente foi autuado no dia 31 de janeiro de 2011
pelo juiz Paulo Cesar Lopes, mas o caso ficou abafado até recentemente.
Na ação civil pública por dano ao erário e improbidade administrativa,
Lula e seu ex-ministro da Previdência, Amir Francisco Lando são
processados a pedido do Ministério Público Federal, em Brasília. O
curioso é que, na tela de acesso ao processo, o nome de Lula está
escrito erradamente. Lá aparece Luis com “S” e não com “Z”...
Grafia equivocada à parte, a procuradora Luciana Loureiro de Oliveira
pede que, condenados, os réus devolvam aos cofres públicos o montante de
R$ 9.526.070,64 gastos com as cartinhas enviadas aos aposentados e
pensionistas do INSS, convidando-os a fazer crédito consignado com o
banco BMG – citado no processo do Mensalão. O andamento do processo pode
ser acompanhado em http://processual.trf1.jus.br/ consultaProcessual/ processo.php?secao=DF&proc=7807 0820114013400
Sem foro privilegiado para prolongar a costumeira impunidade, além
deste processo, Lula corre risco de sofrer danos em outra ação parecida.
Tudo vai depender da sede de Justiça do futuro presidente do Supremo
Tribunal Federal. Joaquim Barbosa pode retirar o estranho segredo de
Justiça sobre o Processo Investigatório 2.474. Os 77 volumes em sigilo
apuram as supostas irregularidades no convênio entre o Banco BMG e o
Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a participação da
Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), para a
“operacionalização de crédito consignado a beneficiários e
pensionistas”. O caso dormita “blindado”, desde 2007, no Supremo.
Por isso, de pouco adianta manobras de ilusionismo como a feita na
terça-feira, durante indigesto jantar da Presidenta Dilma Rousseff com
ministros, senadores e deputados do PT e do PMDB, no Palácio da
Alvorada. Alegar que “nunca esteve com esse cidadão (Marcos Valério)” é
chover no molhado. Embora vá morrer dizendo o contrário, Lula tem medo
de uma reviravolta conjuntural que o leve às barras dos tribunais. O
risco é mais real que nunca, embora, no Brasil, a pizza sempre seja
saboreada no final das contas...
A sorte de Lula é que a cúpula
da oposição sempre insiste em poupá-lo (OPOSIÇÃO SOMOS NÓS - URNA). As presidências do PSDB e do
DEM não aprovam o pedido de investigação contra Lula feito pelo
presidente do PPS, Roberto Freire, e mais três senadores tucanos
independentes. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tem o
dever abrir inquérito para investigar se Lula participou do mensalão –
conforme recentes insinuações do condenado operador publicitário do
esquema, Marcos Valério Fernandes de Souza.
Lula briga com Bastos, desiste do Planalto em 2014
e se preocupa com processo por improbidade
Pode até ser candidato ao Senado por São Paulo, para ajudar o PT a conquistar o Palácio dos Bandeirantes, mas Luiz Inácio Lula da Silva decidiu que não vai se candidatar a Presidente da República em 2014. Pretende apoiar a reeleição de Dilma Rousseff ou apostar em um “poste novo” – se as condições políticas permitirem. Foi o que Lula confidenciou a amigos próximos – que não conseguem guardar a língua entre os dentes nos fofoqueiros bastidores do poder em Brasília.
Obs.: Caso L.I. resolva não se candidatar à presidência em 2014, dificilmente dará apoio à Dilma. Certamente, com sua megalomania desvairada vai preferir "apostar em algum poste novo" na tentativa de mostrar o seu poder.
Lula agora tem duas preocupações imediatas com o futuro: cuidar da
saúde e usar seu prestígio pessoal para evitar que pipoquem ações
judiciais contra ele no pós-mensalão. O medo maior é a Ação Civil
Pública (processo 0007807-08.2011.4.01.3400) que corre na 13ª Vera
Federal pela improbidade administrativa de fazer um esforço de
propaganda para o banco BMG endividar aposentados e pensionistas do
INSS. O humor de Lula anda péssimo e gerando atritos com amigos e
aliados que entendem a delicada situação dele (ação delicada criada por ele mesmo; caso fosse honesto, não haveria ação judicial alguma contra ele).
Recentemente, brigou com o criminalista Márcio Thomaz Bastos. O ex-Presidente resolveu condenar seu ex-ministro da Justiça pela atuação em defesa de réus da Ação Penal 470. Bastos teve de aturar Lula reclamar que o advogado não devia ter aceitado participar diretamente da causa. Motivo: a marca Lula ficou atrelada ao nome do defensor. A ríspida conversa abalou o cordial relacionamento entre os dois.
Lula somatiza o Mensalão. O problema mexe com seu ânimo e afeta sua resistência física. As derrotas no STF – principalmente com as condenações dos companheiros “Zés” (Dirceu e Genoíno) – o abalaram emocionalmente. A tensão permanente, que alternou raiva e depressão, prejudicou o tratamento de Lula contra os efeitos colaterais provocados pela pesada quimio e radioterapia que extirparam o tumor maligno em sua laringe.
Recentemente, brigou com o criminalista Márcio Thomaz Bastos. O ex-Presidente resolveu condenar seu ex-ministro da Justiça pela atuação em defesa de réus da Ação Penal 470. Bastos teve de aturar Lula reclamar que o advogado não devia ter aceitado participar diretamente da causa. Motivo: a marca Lula ficou atrelada ao nome do defensor. A ríspida conversa abalou o cordial relacionamento entre os dois.
Lula somatiza o Mensalão. O problema mexe com seu ânimo e afeta sua resistência física. As derrotas no STF – principalmente com as condenações dos companheiros “Zés” (Dirceu e Genoíno) – o abalaram emocionalmente. A tensão permanente, que alternou raiva e depressão, prejudicou o tratamento de Lula contra os efeitos colaterais provocados pela pesada quimio e radioterapia que extirparam o tumor maligno em sua laringe.
O processo contra
Lula é sério. O ex-presidente foi autuado no dia 31 de janeiro de 2011
pelo juiz Paulo Cesar Lopes, mas o caso ficou abafado até recentemente.
Na ação civil pública por dano ao erário e improbidade administrativa,
Lula e seu ex-ministro da Previdência, Amir Francisco Lando são
processados a pedido do Ministério Público Federal, em Brasília. O
curioso é que, na tela de acesso ao processo, o nome de Lula está
escrito erradamente. Lá aparece Luis com “S” e não com “Z”...
Grafia equivocada à parte, a procuradora Luciana Loureiro de Oliveira pede que, condenados, os réus devolvam aos cofres públicos o montante de R$ 9.526.070,64 gastos com as cartinhas enviadas aos aposentados e pensionistas do INSS, convidando-os a fazer crédito consignado com o banco BMG – citado no processo do Mensalão. O andamento do processo pode ser acompanhado em http://processual.trf1.jus.br/ consultaProcessual/ processo.php?secao=DF&proc=7807 0820114013400
Sem foro privilegiado para prolongar a costumeira impunidade, além deste processo, Lula corre risco de sofrer danos em outra ação parecida. Tudo vai depender da sede de Justiça do futuro presidente do Supremo Tribunal Federal. Joaquim Barbosa pode retirar o estranho segredo de Justiça sobre o Processo Investigatório 2.474. Os 77 volumes em sigilo apuram as supostas irregularidades no convênio entre o Banco BMG e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a participação da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), para a “operacionalização de crédito consignado a beneficiários e pensionistas”. O caso dormita “blindado”, desde 2007, no Supremo.
Por isso, de pouco adianta manobras de ilusionismo como a feita na terça-feira, durante indigesto jantar da Presidenta Dilma Rousseff com ministros, senadores e deputados do PT e do PMDB, no Palácio da Alvorada. Alegar que “nunca esteve com esse cidadão (Marcos Valério)” é chover no molhado. Embora vá morrer dizendo o contrário, Lula tem medo de uma reviravolta conjuntural que o leve às barras dos tribunais. O risco é mais real que nunca, embora, no Brasil, a pizza sempre seja saboreada no final das contas...
A sorte de Lula é que a cúpula da oposição sempre insiste em poupá-lo (OPOSIÇÃO SOMOS NÓS - URNA). As presidências do PSDB e do DEM não aprovam o pedido de investigação contra Lula feito pelo presidente do PPS, Roberto Freire, e mais três senadores tucanos independentes. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tem o dever abrir inquérito para investigar se Lula participou do mensalão – conforme recentes insinuações do condenado operador publicitário do esquema, Marcos Valério Fernandes de Souza.
Grafia equivocada à parte, a procuradora Luciana Loureiro de Oliveira pede que, condenados, os réus devolvam aos cofres públicos o montante de R$ 9.526.070,64 gastos com as cartinhas enviadas aos aposentados e pensionistas do INSS, convidando-os a fazer crédito consignado com o banco BMG – citado no processo do Mensalão. O andamento do processo pode ser acompanhado em http://processual.trf1.jus.br/
Sem foro privilegiado para prolongar a costumeira impunidade, além deste processo, Lula corre risco de sofrer danos em outra ação parecida. Tudo vai depender da sede de Justiça do futuro presidente do Supremo Tribunal Federal. Joaquim Barbosa pode retirar o estranho segredo de Justiça sobre o Processo Investigatório 2.474. Os 77 volumes em sigilo apuram as supostas irregularidades no convênio entre o Banco BMG e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), com a participação da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), para a “operacionalização de crédito consignado a beneficiários e pensionistas”. O caso dormita “blindado”, desde 2007, no Supremo.
Por isso, de pouco adianta manobras de ilusionismo como a feita na terça-feira, durante indigesto jantar da Presidenta Dilma Rousseff com ministros, senadores e deputados do PT e do PMDB, no Palácio da Alvorada. Alegar que “nunca esteve com esse cidadão (Marcos Valério)” é chover no molhado. Embora vá morrer dizendo o contrário, Lula tem medo de uma reviravolta conjuntural que o leve às barras dos tribunais. O risco é mais real que nunca, embora, no Brasil, a pizza sempre seja saboreada no final das contas...
A sorte de Lula é que a cúpula da oposição sempre insiste em poupá-lo (OPOSIÇÃO SOMOS NÓS - URNA). As presidências do PSDB e do DEM não aprovam o pedido de investigação contra Lula feito pelo presidente do PPS, Roberto Freire, e mais três senadores tucanos independentes. O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tem o dever abrir inquérito para investigar se Lula participou do mensalão – conforme recentes insinuações do condenado operador publicitário do esquema, Marcos Valério Fernandes de Souza.
ESPERO QUE O LULA NÃO TENHA A CORAGEM DE SE CANDIDATAR SEQUER A VEREADOR DE UMA MINÚSCULA CIDADE DO NORDESTE E CASO O FAÇA SÓ CONTE COM O SEU VOTO.
ResponderExcluirEspero que ele morra antes de 2014.
ResponderExcluir(você sabe que sou muito "boazinha" com quem merece)