Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


quinta-feira, 20 de junho de 2013

ÊTA, NÓS! e o ETANOL

 
 
Houve uma época, como se fosse o homem milagroso que sempre pensou que era, o ex-presidente antecessor  de Dilma,  igualmente PETISTA, não se cansava de falar no ETANOL.  Chegou até a dizer, com sua língua de trapo, que "a realidade obrigaria os Estados Unidos a importar etanol brasileiro.
 
 
Com seu suposto enorme poder, chegou a ironizar o uso de milho para a produção do álcool americano.  No entanto, ficou provado que não passava de mais uma de suas imaginações  ("Milho a gente dá para galinha para comer e para a galinha poedeira botar uns ovinhos, mas não pode dar muito milho para bode, porque ele estufa e morre." - disse o doente mental que deu o primeiro impulso para enfiar nosso país no buraco em que se encontra).
 
 
Seria até maldade acrescentar mais uma mentira ao seu rol já tão extenso, pois dizem os entendidos no assunto que os megalômanos alucinados acreditam como sendo verdadeiras suas próprias mentiras.  Talvez seja o caso do nosso ex-presidente.  Ele não seria, então, um mentiroso, mas um doente mental.  

 
O alucinado ex-presidente chegou ao ponto de ironizar o uso do milho para a produção americana de álcool, considerado bem menos eficiente que a cana-de-açúcar utilizada no Brasil.
 
Dizia ele que com o etanol brasileiro haveria aumento de empregos para o setor.  O que não ocorreu desde sua ‘gestão’ até agora.  Foi até ao contrário, embora não por causa do imaginável ETANOL. Muitos brasileiros se acostumaram com a criação inusitada de bolsas e se tornaram uns tremendos vagabundos, acostumados a verem o trabalho como um sofrimento e não como o meio de subsistência que sempre honrara os indivíduos antes.
 
 
O Partido dos Trabalhadores, apesar de seu nome,  sempre  incentivou as pessoas a detestarem o trabalho e darem maior valor à inércia.

 

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