Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

OSSOS DO OFÍCIO: a dependência moral

Há vários tipos de dependência.   Dependência física,  psicológica, afetiva, dependência moral.  Esta última é extremamente malévola, porque além de envolver o 'viciado' e quem  está à sua volta, atinge todos os habitantes e o país em que vive o dependente.

A malévola dependência moral é doença grave que  atinge os políticos brasileiros.  Neste caso,  o medo de uma  letal  crise de abstinência, pode ser um dos maiores  motivos para eles continuarem “no ramo”(pendurados) até o fim da vida, mesmo os que já chegaram aos oitenta anos.  O afastamento da roubalheira talvez assuste muitos, pelo temor de um  possivel ataque de  "delirium tremens" que todo o dinheiro roubado não poderia evitar.



DEPENDÊNCIA MORAL
O vício, seja ele  qual for, surge por causa de alterações psíquicas que o favorecem.  Em estado de dependência psicológica ou dependência moral, o indivíduo sente um impulso irrefreável;  precisa fazer uso das “drogas”  para se sentir bem.  A corrupção, por exemplo, é inegavelmente uma  droga fortíssima para os que nela estão viciados.

A dependência moral se manifesta numa insistência compulsiva  ligada a diversas alterações do caráter e, consequentemente, do comportamento. O desejo se transforma em necessidade individual, sob a alegação de ser um bem destinado a terceiros. 

Requisitos Básicos da Dependência Moral

1 - Forte desejo ou compulsão para  “consumir a substância”:  mesmo sem necessidade, os viciados em malversação do dinheiro público não conseguem viver de forma decente e mais civilizada, dentro dos padrões morais.  Por conviverem no meio de outros tão viciados quanto eles passam a ver a patifaria e a canalhice como coisas naturais ou até mesmo elogiáveis.

2 – Tolerância dos viciados: os dependentes morais perdem a capacidade de perceber seu vício.   Doses cada vez maiores da  “substância”  são requeridas para alcançar efeitos originalmente produzidos por doses mais baixas.  Os políticos, no caso, chegam a perder a noção de limite.  Atingem doses muito elevadas de roubalheira compulsiva e seu vício se torna muito evidente a todos que estão de fora.

3 - Abandono progressivo de outros prazeres são trocados pelo vício.  No caso dos políticos, é evidente a troca do  prazer que daria o orgulho pela dignidade,  moralidade e a decência em troca da corrupção evidente. A dependência moral os leva a trocar  a qualidade do caráter por um dinheiro sujo e um poder altamente discutível embora importantes para os viciados.

4 -  Persistência no uso da “ substância” (patifaria política)  ocorre a despeito de ser evidenciado, tanto o vicio quanto suas consequências nocivas, tais como  o desrespeito e a falta de crédito.


 
NOTA: Existe também um tipo de  'dependência' que é natural e não tem nada a ver com vício e o tipo de dependência citada acima. É a que leva pessoas normais a dependerem do seu trabalho e de sua própria produtividade para o auto-sustento. Neste caso, existem viciados pelo trabalho, os chamados Work alcoholic, que provavelmente nem existem mais no nosso país, onde a vagabundagem está sendo cada vez mais estimulada por governantes que precisam de um povo absolutamente dependente financeiramente para facilitar sua dependência moral.



ecessidade de poder, ...

O idiota e a moeda X o brasileiro e o "socialismo"

*

HÁ 50 ANOS - José Figueiredo - O GLOBO NOTICIAVA EM 7 DE OUTUBRO DE 1961
"Os comunistas, no campo como na cidade,  não se interessam realmente pelas soluções.  Ao contrário: para êles quanto pior melhor. Mas o fato grave que denunciamos é que os agitadores vermelhos, em várias frentes, preparam-se para a tática de guerrilhas, e de acôrdo com os melhores exemplos cubanos ou chineses.  Assim como não podemos  parar  no mero anticomunismo simplista e contraproducente, não podemos ser ingênuos  a ponto de entregar-nos a grandiosos planos de recuperação econômico-social dos meios rurais esquecidos da retaguarda e dos flancos, invadidos pelos guerrilheiros." 

*

Conto enviado pelo TOM que, além de amigo é um verdadeiro sócio deste blog.  O conto já é conhecido por muitos mas é um grande exemplo do que acontece entre o povo brasileiro acomodado e os 'socialistas-oportunistas'.  


O IDIOTA E A MOEDA  


Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia.  Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de  pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS  e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos  valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

                   - Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.


Conclusão: 

1 - Quem parece idiota, nem sempre é.
2 - A ganância pode levar muitos a  "estragar" sua fonte de renda.
3 - Podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.  O que vale é a nossa opinião sobre nós mesmos, pois a dos outros não passa de um elogio ou crítica que não alteram em nada nossa verdadeira maneira de ser.
4 -Muitas vezes pensamos que nos aproveitamos daqueles que se aproveitam de nós.


      

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

PRÓXIMA MANIFESTAÇÃO : 12 DE OUTUBRO



Precisamos de um grande número de participantes para nos impor.
Nossa passividade é grande aliada da patifaria.


1 - EM SÃO PAULO - Masp Av. Paulista, 1578 no dia 12 de outubro a partir das 14 h.


2 - NO RIO DE JANEIRO - Copacabana Posto 4, Avenida Atlântica às 13 h.

Máscara usada em resposta a Sarney

A tentativa de constrangimento pelo autoritarismo, feita por José Ribamar (conhecido como Sarney) ao vocalista Dinho do Capital Inicial, não passou de uma ameaça frustrada. 

A princípio tudo pode parecer tolice.   Dirão os ‘entendidos’ que os gritos contra Sarney, na voz de pessoas consideradas alienadas, não têm grande significado.   Mas têm um enorme significado, mesmo que sejam alienados, ou, como disse um deputado maranhense, um bando de “drogados e maconhados”, pois evidenciam o desrespeito  alcançado por José Ribamar depois de tantas décadas de palhaçada e safadeza.

A máscara usada por Tico Santa Cruz (vocalista dos Detonautas) no Rock in Rio em resposta a José Ribamar e ao deputado representa o V de Vingança ou V for Vendetta

Explicação retirada do Wikipédia:

V de Vingança é uma série de romances escrita por Alan Moore e em grande parte desenhada por David Lloyd. A história se passa em um distópico (*)  futuro de 1997 no Reino Unido, em que um misterioso anarquista tenta destruir o Estado, através de ações diretas.  "V" (codinome do protagonista) tem uma postura Anarquista numa situação em que o Estado, considerado totalitário, é visto como limitador da Liberdade.

(*) O  que é distopia:  é o pensamento, a filosofia ou o processo discursivo baseado numa ficção cujo valor representa a antítese da utópia, uma  "utopia negativa". São geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo bem como um opressivo controle da sociedade. Nelas, caem-se as cortinas, e a sociedade mostra-se corruptível; as normas criadas para o bem comum mostram-se flexíveis. Assim, a tecnologia é usada como ferramenta de controle, seja do Estado, de instituições ou mesmo de corporações.

O enredo:  é situado numa realidade em que um partido de cunho totalitário ascende ao poder após uma guerra nuclear. A semelhança com o regime fascista é inevitável devido ao fato do governo ter o controle sobre a mídia, a existência de uma polícia secreta, campos de concentração para minorias raciais e sexuais, muito perto do que pensou Hannah Arendt no seu livro  "Origens do totalitarismo"  de 1951.

A história:  começa após o fim do conflito político, com os campos de concentração desativados e a população complacente com a situação, até que surge "V" — um Anarquista que veste uma máscara estilizada de Guy Fawkes e é possuidor de uma vasta gama de habilidades e recursos.  Ele, então, inicia uma elaborada e teatral campanha para derrubar o Estado.



Dia 12 está chegando... vamos chegar juntos.



BLOG VOLUNTÁRIO DA D EMOCRACIA

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Vai reagir? Então, toma...


Ninguém é poderoso sempre e em todos os lugares.    E quem não se garante, deve calar a boca. De preferência... para sempre.  Só que  esses políticos, habituados a estufar o peito (de  ""silicone"")  diante de gente submissa,  ainda não perceberam sua incapacidade diante de um povo insatisfeito.


- Rock in Rio - 

Augusto Nunes - 04/10/2011
Sarney tenta reagir à surra moral
imposta pela multidão e é nocauteado de novo
Participante involuntário da apresentação da banda Capital Inicial no Rock in Rio, o senador José Sarney desta vez passou recibo: em vez de fingir que não ouviu o que disse o vocalista Dinho Ouro Preto, nem conseguiu decifrar a mensagem berrada pela multidão, Madre Superiora resolveu contra-atacar em duas frentes.   Enviou a Dinho uma carta em que se apresenta como responsável pela promoção do diplomata Afonso Ouro Preto, (pai de Dinho) que se tornou embaixador durante o governo Sarney. E escalou o deputado estadual Magno Bacelar, do PV maranhense, para outro numerito no picadeiro. Num discurso na Assembleia, Bacelar afirmou que “muitos dos metaleiros” presentes ao show do Capital Inicial são “drogados e maconhados”. 

 
A estratégia bisonha resultou em mais dois naufrágios espetaculares. Como até os crachás da portaria do Itamaraty sabem que não cabe ao presidente promover ou rebaixar diplomatas, o palavrório endereçado a Dinho Ouro Preto só serviu para ampliar o vastíssimo acervo de mentiras. E o falatório do porta-voz da Famiglia foi implodido por Tico Santa Cruz, vocalista dos Detonautas, e pela reapresentação do coro que estreou com o Capital Inicial. Tico nem mencionou o presidente do Senado. Por decisão da gigantesca plateia do Rock in Rio, o nome de José Sarney foi associado para sempre ao insulto desmoralizante. Depois da tremenda surra moral, o símbolo do país da impunidade foi nocauteado de novo.

 
O caso ocorrido no Rock in Rio comprovou
que a força desses mafiosos se limita a seu curral.



Chuva na cabeça dos necessitados



  •  ProJovem
Programa criado para resgatar jovens que estão fora da escola e desempregados: a verdadeira história da carochinha está em  Lição perdida, que comenta sobre o fracasso durante seis anos em que 'o programa federal Projovem Urbano formou apenas 38% dos alunos, no campo, o índice foi de apenas UM POR CENTO'. Histórico de fracasso e descontrole financeiro - 03/10/2011 - (http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/10/03/projovem-acumula-em-seis-anos-historico-de-fracasso-descontrole-financeiro-925500967.asp#ixzz1ZtyApOzs) - Leila Suwwan
  •  Bolsa Pesca
'Paga sem controle pelo governo e usada até como moeda eleitoral' é o título da reportagem, como se  o interesse eleitoral não fosse o único verdadeiro objetivo.  Todos esses donativos ridículos anulam a capacidade do cidadão viver por conta própria e os transforma em criancinhas incapazes de serem monitorados, principalmente na hora da votação.   "Há estados em que o benefício virou moeda de barganha para compra de votos em eleições.", diz a reportagem Farra com Bolsa Pesca eleva gasto a R$ 1,3 bi.  https://conteudoclippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/10/5/farra-com-bolsa-pesca-eleva-gasto-a-r-1-3-bi

 
  •  Rio vai dobrar indenização para remover mais favelas
Parecem bonzinhos, não parecem?  Mas, a cada favela removida por motivos tortos, surgem outras.  Afinal, a criação de favela, hoje, é um desserviço bastante rentável. 

As favelas que um dia surgiam pela necessidade de moradia, hoje se tornaram um bom negócio para quem constrói casebres para alugar ou vender.  Agora, ser favelado  é  uma espécie de 'status'.  Graças a um governo socialistóide, o que  já foi considerado um estigma, passou a ser encarado como "classe social".  Mas um tipo de classe social  que, ao invés de ser merecedora de instrução e atendimento médico decente, passou a ser merecedora de cuidados especiais como se fosse um bebê incapaz.  

O povo que um dia se  envergonhava e morava em favela  por extrema necessidade, vem sendo estimulado a ser favelado, pobre, enfilharado, sem instrução e, de preferência, doente e burro. Este é o perfil dos eleitores ideais, que se vendem barato e ainda pensam que estão sendo bem tratados.   
  •  Bolsa Torcedor na Copa
'Governo negocia com Fifa criar Bolsa Torcedor na Copa'. Na mesma primeira página do jornal que anuncia mais esse donativo governamental a um povo sofrido por falta de condições de assistir a jogos de futebol, lemos pouco abaixo:  "Um hospital tão doente quanto seus pacientes", que narra o caso do Hospital Universitário do Fundão à beira da morte, que, cheio de rachaduras, parou de funcionar ontem.  Um caso isolado que define a situação da saúde de um país onde os governantes fingem se preocupar com os eleitores idiotas, oferecendo entradas para jogos de futebol (Págs. 1 e Caderno Esportes, O Globo de hoje).  

 
"Tu num tem escola nem médico, não,
mas não recrama porque tu tem jogo di futibol.
Intendeu, mermão?"