KKK segunda-feira, 15 de setembro de 2008
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Matemáticamente falando
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Um dos símbolos usados na matemática é o =, que significa igual a. Por ser uma ciência exata, a matemática é indiscutível. Ou será que algum dos alucinados, dentre aqueles que se creditam enorme poder, se atreveriam a discuti-la ?
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Aí vai uma análise bem simples, tão simples que até nosso presiMente, orgulhoso por não ter instrução alguma, poderia compreender.
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O 2 e o 5 são iguais em termos de significado, pois tanto um quanto o outro são números e simbolizam quantidade. Mas... 2 não é igual a 5, ou seja, matematicamente falando nunca poderíamos usar o símbolo igual ( = ) para compará-los. Ou será que nossos dirigentes políticos, cada vez mais ignorantes (menos quando se trata de saber onde enfiar a mão suja), seriam capazes de negar que 2 não é igual a 5 ?
Algumas são bem visíveis, como as diferenças físicas. Na imagem abaixo, Ideli Salvati, colocada lado a lado com uma linda modelo, não me deixa mentir.
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Podemos evidenciar diversas outras diferenças. A diferença entre Einstein e Luís Inácio é um dos maiores exemplos. É só imaginar como seria um extremo absurdo dizer que... Luís Inácio = Einstein. Fica provado, mais uma vez: os homens não são iguais! ***

- trabalhadores e preguiçosos;
- honestos e desonestos;
- capazes e incapazes;
- alguns são respeitáveis, outros não merecem respeito;
- sérios e mentirosos;
- acomodados e lutadores;
- alguns sabem investir seus conhecimentos e tostões; outros desperdiçam tanto o que aprenderam quanto o que receberam por seu trabalho (e, principalmente, por herança).A monografia A IGUALDADE ENTRE OS HOMENS E A LEI resume tudo em uma única frase: "A igualdade não pode ser interpretada como absoluta, matemática, senão no sentido de que todos os homens devem ser igualmente protegidos pela lei; que os ônus devem ser não aritmeticamente iguais, senão proporcionais.***
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É justo que os cidadãos tenham as mesmas oportunidades, mas isto não significa que todos saberão aproveitá-las e, portanto, tais ofertas irão para a lata de lixo mais próxima. Usar o recurso da igualdade para dar privilégios a falsas vítimas da desigualdade social, sem que nada lhes seja cobrado futuramente, é falsidade usada por governantes que se aproveitam de jargões populistas.
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quinta-feira, 11 de setembro de 2008
A tolerância é nossa inimiga
Sábado, dia 13, está chegando. Às 15 horas vamos para a rua mostrar nosso descontentamento e intolerância. Não adianta apenas reclamar e nos revoltar ao abrir os jornais. Precisamos agir, enquanto é tempo. Nada pior do que acompanhar os abusos e o desrespeito, em estado de inércia, para nos arrepender mais tarde.
http://br.youtube. com/watch? v=eYq2lUW76zQ
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Rio de Janeiro: Praça Cardeal Arcoverde, Copacabana, em frente à estação do metrô.
São Paulo: Praça Ramos de Azevedo, em frente ao Teatro Municipal.
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Apoio: ANDEC - Fora Lula - Grupo Guararapes - Movimento Paz Brasil - Tribuna Nacional - UNCONFEST - UND - UNEMFA - UPEC - AAgFISM Ingo Schmidt - Tribuna Nacional
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terça-feira, 9 de setembro de 2008
Sobre o voto eletrônico
"O maior castigo para quem não gosta de politica
é ser governado pelos que gostam"
- Arnold Toynbee, historiador inglês – ***
Alguém saberia explicar por que em diversos países mais adiantados que o nosso, em plena era tecnológica, ainda é usado o voto à moda antiga? Qual será o motivo? Será que apenas nós temos acesso ao modernismo eleitoral?
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Já ouvimos muitas opiniões sobre a credibilidade do voto eletrônico, mas, quem quiser entender melhor sobre as urnas que nos esperam, é só acessar o site*
http://paulocastelani.spaces.live.com/
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Temos ainda um manifesto contra o voto letrônico:
http://www.votoseguro.com/alertaprofessores/. Entretanto, o site mais antigo e completo sobre urna eletrônica é www.votoseguro.org, de Amilcar Brunazo Filho. Engenheiro de segurança eletrônica, e considerado a maior autoridade no assunto e, inclusive, já escreveu um livro sobre isto.
É difícil acreditar que todos os comentaristas que acusam a falta de seriedade do voto eletrônico são alucinados. Ou será que alucinados somos nós?
Acima está uma enquete sobre o assunto.
As informações acima me foram passadas por Paulo Castelani.