Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


terça-feira, 30 de junho de 2009

Presidente de Honduras, pijamas e roupão

Zelaya, que chegou à presidência de Honduras com a diferença de poucos votos a seu favor, foi expulso de seu país, ainda de pijama, por um golpe de estado.

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*** O presidente de Honduras foi deposto de maneira considerada inaceitável pelos países que dizem lutar pela democracia. Porém, Zelaya havia antes desacatado a Suprema Corte, o Congresso e as Forças Armadas, numa demonstração de desrespeito às leis e a órgãos federais. Queria mudar a constituição com o objetivo de se eternizar no poder, como fez Hugo Chaves na Venezuela.

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Os Chaves e Lulas se revoltam contra qualquer situação não democrática, entretanto são simpatizantes do ditador Fidel Castro. Fica visível que, para os governantes populistas, o autorismo só é bem vindo quando vier da esquerda.

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Isso nos leva a imaginar os Chaves e Luis Inácio - tão populistas quanto Zelaya - sendo depostos e saindo pela porta dos fundos de seus palácios... de pijama ou roupão.
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segunda-feira, 29 de junho de 2009

Olha a cobra aí, minha geeeente...

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Luís Inácio é o conhecido transformista que governa o país. Uma hora é agressivo, outra extremamente delicado e carinhoso. Simples e vaidoso. Democrático e autoritário. Humilde e arrogante. Pobre e chique. É um homem do povo que faz parte da elite que tanto critica.
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Com a presença de Dilma Roussef, mais uma vez Luís Inácio fez um arraial na Granja do Torto, que eu chamaria Granja do Distorcido não apenas por sua capacidade de distorcer a realidade diante dos eleitores, quanto seu próprio comportamento, que varia de acordo com seus objetivos .

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Após seis anos de governo, o presiMente ainda não se cansou de falar da miséria, mas até agora não acabou com ela. Luís Inácio não mata a cobra, só mostra o pau.

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Ao saber que os ministros Edison Lobão, José Gomes Temporão, Nelson Jobim, José Múcio, Fernando Haddad e outros seguiram em fila atrás de Luís Inácio, vejo a dança da quadrilha e ouço de longe todos gargalhando e gritando "Olha a cobra aí, minha geeeeente." . Porém, a cobra que tanto nos amedronta é sua aliada.

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quinta-feira, 25 de junho de 2009

Tabela e Relação de tributos

As informações sobre essa escandalosa tributação consegui com a ajuda do Blog de um de vocês. Não tive o cuidado, na hora, de deixar anotado, mas se o autor da colaboração se manifestar agradeço e ainda fico devendo.
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Um ou outro ítem talvez não esteja atualizado, mas no geral é isso aí mesmo. Não descobri quanto é pago de imposto pelo pão francês. Se alguém souber, agradeço de novo.
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ARTIGOS DIVERSOS

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Sabendo que os impostos que pagamos são desviados de maneira tão indecente, dá vontade de fazer greve de fome. E os 83% sobre a cachaça é motivo para não haver mais nenhum bebum no país... a não ser Luís Inácio que bebe às nossas custas.

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*** Lista de tributos brasileiros
(impostos, contribuições, taxas, contribuições de melhoria)
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1. Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante – AFRMM - Lei 10.893/2004

*** 2. Contribuição á Direção de Portos e Costas (DPC) - Lei 5.461/1968

*** 3. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - FNDCT - Lei 10.168/2000

*** 4. Contribuição ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), também chamado "Salário Educação" - Decreto 6.003/2006

*** 5. Contribuição ao Funrural

*** 6. Contribuição ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) - Lei 2.613/1955

*** 7. Contribuição ao Seguro Acidente de Trabalho (SAT)

*** 8. Contribuição ao Serviço Brasileiro de Apoio a Pequena Empresa (Sebrae) - Lei 8.029/1990

*** 9. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Comercial (SENAC) - Decreto-Lei 8.621/1946

*** 10. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado dos Transportes (SENAT) - Lei 8.706/1993

*** 11. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Industrial (SENAI) - Lei 4.048/1942

*** 12. Contribuição ao Serviço Nacional de Aprendizado Rural (SENAR) - Lei 8.315/1991

*** 13. Contribuição ao Serviço Social da Indústria (SESI) - Lei 9.403/1946

*** 14. Contribuição ao Serviço Social do Comércio (SESC) - Lei 9.853/1946

*** 15. Contribuição ao Serviço Social do Cooperativismo (SESCOOP) - art. 9, I, da MP 1.715-2/1998

*** 16. Contribuição ao Serviço Social dos Transportes (SEST) - Lei 8.706/1993

*** 17. Contribuição Confederativa Laboral (dos empregados)

*** 18. Contribuição Confederativa Patronal (das empresas)

*** 19. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Combustíveis - Lei 336/2001

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20. Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico – CIDE Remessas Exterior - Lei 10.168/2000

*** 21. Contribuição para a Assistência Social e Educacional aos Atletas Profissionais - FAAP - Decreto 6.297/2007

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22. Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública - Emenda Constitucional 39/2002

*** 23. Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica Nacional – CONDECINE - art. 32 da Medida Provisória 2228-1/2001 e Lei 10.454/2002

*** 24. Contribuição para o Fomento da Radiodifusão Pública - art. 32 da Lei 11.652/2008.

*** 25. Contribuição Sindical Laboral (não se confunde com a Contribuição Confederativa Laboral, vide comentários sobre a Contribuição Sindical Patronal)

*** 26. Contribuição Sindical Patronal (não se confunde com a Contribuição Confederativa Patronal, já que a Contribuição Sindical Patronal é obrigatória, pelo artigo 578 da CLT, e a Confederativa foi instituída pelo art. 8, inciso IV, da Constituição Federal e é obrigatória em função da assembléia do Sindicato que a instituir para seus associados, independentemente da contribuição prevista na CLT)

*** 27. Contribuição Social Adicional para Reposição das Perdas Inflacionárias do FGTS - Lei Complementar 110/2001

*** 28. Contribuição Social para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS)

*** 29. Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL)

*** 30. Contribuições aos Órgãos de Fiscalização Profissional (OAB, CRC, CREA, CRECI, CORE, etc.)

*** 31. Contribuições de Melhoria: asfalto, calçamento, esgoto, rede de água, rede de esgoto, etc.

*** 32. Fundo Aeroviário (FAER) - Decreto Lei 1.305/1974

*** 33. Fundo de Combate à Pobreza - art. 82 da EC 31/2000

*** 34. Fundo de Fiscalização das Telecomunicações (FISTEL) - Lei 5.070/1966 com novas disposições da Lei 9.472/1997

*** 35. Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS)

*** 36. Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (FUST) - art. 6 da Lei 9.998/2000

*** 37. Fundo Especial de Desenvolvimento e Aperfeiçoamento das Atividades de Fiscalização (Fundaf) - art.6 do Decreto-Lei 1.437/1975 e art. 10 da IN SRF 180/2002

*** 38. Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações (Funttel) - Lei 10.052/2000

*** 39. Imposto s/Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)

*** 40. Imposto sobre a Exportação (IE)

*** 41. Imposto sobre a Importação (II)

*** 42. Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA)

*** 43. Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana (IPTU)

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44. Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural (ITR)

*** 45. Imposto sobre a Renda e Proventos de Qualquer Natureza (IR - pessoa física e jurídica)

*** 46. Imposto sobre Operações de Crédito (IOF)

*** 47. Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS)

*** 48. Imposto sobre Transmissão Bens Inter-Vivos (ITBI)

*** 49. Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD)

*** 50. INSS Autônomos e Empresários

*** 51. INSS Empregados

*** 52. INSS Patronal

*** 53. IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados)

*** 54. Programa de Integração Social (PIS) e Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP)

*** 55. Taxa de Autorização do Trabalho Estrangeiro

*** 56. Taxa de Avaliação in loco das Instituições de Educação e Cursos de Graduação - Lei 10.870/2004

*** 57. Taxa de Classificação, Inspeção e Fiscalização de produtos animais e vegetais ou de consumo nas atividades agropecuárias - Decreto-Lei 1.899/1981

*** 58. Taxa de Coleta de Lixo

*** 59. Taxa de Combate a Incêndios

*** 60. Taxa de Conservação e Limpeza Pública

*** 61. Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental – TCFA - Lei 10.165/2000

*** 62. Taxa de Controle e Fiscalização de Produtos Químicos - Lei 10.357/2001, art. 16

*** 63. Taxa de Emissão de Documentos (níveis municipais, estaduais e federais)

*** 64. Taxa de Fiscalização da Aviação Civil - TFAC - Lei 11.292/2006

*** 65. Taxa de Fiscalização da Agência Nacional de Águas – ANA - art. 13 e 14 da MP 437/2008

*** 66. Taxa de Fiscalização CVM (Comissão de Valores Mobiliários) - Lei 7.940/1989

*** 67. Taxa de Fiscalização de Sorteios, Brindes ou Concursos - art. 50 da MP 2.158-35/2001

*** 68. Taxa de Fiscalização de Vigilância Sanitária Lei 9.782/1999, art. 23

*** 69. Taxa de Fiscalização dos Produtos Controlados pelo Exército Brasileiro - TFPC - Lei 10.834/2003

*** 70. Taxa de Fiscalização e Controle da Previdência Complementar - TAFIC - art. 12 da MP 233/2004

*** 71. Taxa de Licenciamento Anual de Veículo

*** 72. Taxa de Licenciamento, Controle e Fiscalização de Materiais Nucleares e Radioativos e suas instalações - Lei 9.765/1998

*** 73. Taxa de Licenciamento para Funcionamento e Alvará Municipal

*** 74. Taxa de Pesquisa Mineral DNPM - Portaria Ministerial 503/1999

*** 75. Taxa de Serviços Administrativos – TSA – Zona Franca de Manaus - Lei 9.960/2000

*** 76. Taxa de Serviços Metrológicos - art. 11 da Lei 9.933/1999

*** 77. Taxas ao Conselho Nacional de Petróleo (CNP)

*** 78. Taxa de Outorga e Fiscalização - Energia Elétrica - art. 11, inciso I, e artigos 12 e 13, da Lei 9.427/1996

*** 79. Taxa de Outorga - Rádios Comunitárias - art. 24 da Lei 9.612/1998 e nos art. 7 e 42 do Decreto 2.615/1998

*** 80. Taxa de Outorga - Serviços de Transportes Terrestres e Aquaviários - art. 77, incisos II e III, a art. 97, IV, da Lei 10.233/2001

*** 81. Taxas de Saúde Suplementar - ANS - Lei 9.961/2000, art. 18

*** 82. Taxa de Utilização do SISCOMEX - art. 13 da IN 680/2006.

*** 83. Taxa de Utilização do MERCANTE - Decreto 5.324/2004

*** 84. Taxas do Registro do Comércio (Juntas Comerciais)

*** 85. Taxa Processual Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE - Lei 9.718/1998

quarta-feira, 24 de junho de 2009

O ruim é bom...

... para quem é pior. É a única explicação para Luís Inácio defender, sempre, o que não presta.
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Luís Inácio, agora, resolveu defender os altos impostos, pois o Estado precisa ajudar os mais pobres. Segundo ele, é melhor distribuir entre os pobres do que diminuir a carga tributária. Aproveitou para criticar os empresários, em seu discurso hipócrita. "Amo os pobres, sinto repulsa pelos mais abastados." é o recado falso que envia ao povo ignorante que precisa lhe dar voto para sentir menos fome.

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Como mente esse presiMente:

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Em países mais adiantados com impostos também muito altos, o que arrecadam é usado em favor da população (não do pobre). Todos têm acesso a atendimento médico, hospitais decentes, boas escolas, o que não existe no Brasil, pois a maior parte dos recursos públicos são desviados. Ao contrário do que ele pretende que acreditem, o dinheiro da União não é distribuído aos pobres. Aqui, o governo engana o pobre com "farofa", enquanto sua vida continua tão pobre quanto antes. É a famosa calça de veludo com a bunda de fora, quando os desavisados acreditam que o sujeito tem e ele mesmo pensa que tem, mas não tem nada.

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Luis Inácio fala como se apenas os empresários fossem vítimas da ganância política. Mas todos pagam impostos escorchantes, inclusive o pobre... só que não sabe. Os adoradores do presiMente dirão que isso não é problema, pois eles têm cesta básica. Mas duvido que uma família pobre, que geralmente tem muitos filhos para alimentar, possa viver o mês inteiro com essa esmola populista. Além disso, ao comprar um único pão francês, que não vem na cesta básica, o pobre já está pagando imposto .

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Ao comprar açúcar, por exemplo, o pobre paga 40% de impostos. E o açúcar é um dos produtos mais consumidos pelo pobre, que adora tudo muito doce (talvez para a vida parecer menos amarga) .

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Resumindo: como os impostos não são devidamente repassados à população, se a carga tributária fosse menor, certamente o pobre não precisaria do governo para comer feijão com arroz por apenas alguns dias e não perderia a dignidade.

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E a cachaça, heim? Vejam no próximo capítulo.

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Sugiro distribuir, pricipalmente aos pobres, a tabela de impostos cobrados pelo Governo, que está na próxima página. Sem esquecer de pedir que levem a tabela em baixo do braço toda vez que for ao mercadinho da esquina ou até mesmo ao Supermercado que oferecer maravilhosas promoções. ***

A opinião sobre os militares é pessoal ...

... e aceito contestação.
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Os militares foram apontados como grandes vilões por muito tempo e até hoje ainda são vistos assim por muitas pessoas. Mesmo quem teve uma vida tranqüila na época - bem mais tranqüila que hoje - sempre foi induzido a criticar o regime militar.
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Ninguém se atreve a contestar o 'politicamente correto', por medo de não ser aceito pela sociedade, mesmo que manipulada.
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Ser politicamente correto é obrigação, um dos motivos que nos levam a simpatizar com os gays que esfregam suas preferências sexuais acintosamente na nossa cara (alguém já viu um hetero sair pelas ruas exibindo suas preferências?). Somos obrigados a sentir pena dos meninos de rua que vêm pedir um trocado para compar crack, com medo da crítica "você é uma pessoa má, que não tem respeito pelos direitos humanos". O mesmo menino que mais tarde será seu próprio assaltante ou assassino. Lembram do caso da Candelária, quando aquela boa moça, defensora dos pobres e oprimidos foi assassinada por um deles?
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Os militares não são covardes nem coniventes com esse lixo político. Eles foram acuados por uma opinião maciça, formada por intelectuais e divulgadas insistentemente. O brasileiro, que não se atreve a ir contra idéias impostas, nega o espaço aos militares.
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E quem não se lembra do Pasquim e da atuação de Ziraldo, que se fartou às custas do governo militar? Ziraldo ganhou mais de um milhão de indenização por 'perseguição política' aos jornalistas, na época da ditadura, e prestação mensal de mais de quatro mil reais até o fim de sua vida. Ao ser criticado por tal benesse, Ziraldo disse: "Eu quero que morra quem está criticando. Porque é tudo cagão e não botou o dedo na seringa. " Bem, que eu saiba, Ziraldo nunca foi enfermeiro... Além disso, o intelectual Ziraldo se trai quando deseja a morte de quem critica. Logo ele que ganhou fama ao gritar pela liberdade, principalmente a liberdade de expressão.
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Mas e o Bóris Casoy que, há pouco tempo, no governo Lula, foi afastado de seu programa num jornal da TV por seus comentários contra o governo? Ele também terá, mais tarde, direito à anistia?
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Os militares foram acuados
por uma sociedade falsamente democrática.
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Ser politicamente incorreta deve ser motivo de orgulho.
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