"Não estou vendo a crise que dizem existir."
L.I. cada vez se entrega mais.
Quatro dos ministros do governo de L.I., indicados por ele para o governo Dilma, já foram afastados por corrupção. Mesmo assim, ele tem a cara-de-pau de dizer que não vê crise alguma e que a troca de ministros no atual governo deve ser encarada com naturalidade. Naturalidade? Seria natural caso fosse uma simples troca. Mas foi caso de desonestidade, mesmo.
"- A gente não tem de se preocupar porque saíram ministros.
Eu também tirei muita gente no primeiro ano..."
Estaria querendo passar a idéia - errada - de que também andou faxinando?
Compreensível que L.I. não veja 'crise' alguma, ou nem enxergue o óbvio. O megalômano enxerga apenas seu próprio umbido. Além disso, sempre afagou e defendeu até mesmo os envolvidos no malfadado mensalão.
Como não consegue se afastar dos holofotes e microfones, L.I. aproveitou a oportunidade para aparecer no naticiário: considerou imbecilidade a antecipação da discussão sobre a eleição de 2014, pois, segundo ele disse, só a companheira Dilma tem o direito legítimo de discutir sobre o assunto.
TORNOU A 'PALPITAR':
- É inaceitável que um tucano como Serra diga que sou candidato em 2014. Quem decide se vou ser candidato sou eu, em primeiro lugar; o PT, em segundo lugar. A Dilma só não será candidata se ela não quiser. Em 2014, ... pelo governo o Brasil já tem candidata, Dilma Rousseff.
Bem, agora vamos conferir a ordem numérica da frase acima:
1º lugar: eu decido;
2º lugar: o PT decide;
? lugar: A Dilma só não será candidata se ela não quiser.
Por uma lógica aritmética, Dilma querer ser presidente deve, então, ficar em ... .. . ... ... ZERO LUGAR!