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É assim que pensa Lula, o Presidente! É assim que pensam os nossos Deputados, os nossos Senadores. Eles sabem que sempre serão reeleitos; principalmente os mais sabidos; os mais crápulas; os mais bandidos. Nós, “milicos ingênuos”, entregamos o ouro aos bandidos e ficamos agora a chorar, com as calças nas mãos, no meio de balas perdidas... Lula nunca irá se entregar, como nós nos entregamos; de um modo acovardado, fraco, medroso, pelas portas dos fundos, exatamente como eles queriam... Que inveja me dá dos militares chilenos; eles entregaram o governo aos bandidos de lá, mas não o poder; o militar chileno sabe defender sua honra, sua dignidade... Sabem defender-se e defender sua pátria, sua nação. É por isso, e principalmente por isso, que o Chile é um país considerado do primeiro mundo; os subversivos de lá sabem que se “bobearem”, levarão porrada novamente... Aqui, não. Aqui, senadores, deputados, governadores, governadoras, juízes sem juízo, fazem o querem com o nosso estraçalhado país. Sarney, o dono da capitania hereditária do Maranhão, que o diga...
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Lula está com mais de 70% de aprovação. Não tenham dúvidas. Não há terrorista nenhum no atual governo capaz de substituí-lo. Nem Dilma, nem Palocci, nem ninguém. Pode até fingir que não quer um terceiro mandato; e, mesmo que não queira, continuará exercendo o poder, pois queiramos ou não ele é dono de um carisma extraordinário; demoníaco mesmo! Apressem-se, portanto! Ninguém vai tirá-lo do poder. Sua ambição pelo poder é muito mais forte do que vocês possam imaginar! É mais forte que qualquer feitiçaria. Que qualquer dos orixás baianos... Levantem-se, corram pelas ruas, façam versos, ameaças; de nada vai adiantar. Para um homem que se acha culto, digno, sábio, filantropo, dono de um partido, tantas e tantas vezes experimentado em greves nas portas das fábricas, que fez um imbatível curral eleitoral de 60 milhões de esfomeados. Para um homem que trabalhou, batalhou, rastejou; que é capaz de pisar no pescoço da própria mãe para subir, como disse o Brizola; que está agora no auge da popularidade, nunca, mas nunca mesmo vai querer voltar a ser um pobre fugitivo das agruras das secas nordestinas. Setenta por cento de analfabetos não deixarão que isto aconteça.
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Jurema, nos tempos da Alta-Roma, Apeles, o grande pintor de Filipe e de Alexandre da Macedônia, dizia para um sapateiro que criticava sua obra:-- Não vá o sapateiro além dos sapatos... Coronel e piloto como sou, eu também não deveria ir além dos meus aviões, e deixar os assuntos políticos para os mais capacitados. Mas, ovelha negra que também sou, não consigo ficar calado e continuo dando meus berros na política deste Brasil tão grande e amado. Sabe o que eu acho mesmo, Ju, é que nós falhamos com o nosso Brasil, com os nossos filhos, com os nossos amigos, com aqueles que confiaram em nós, ao permitirmos que esses bandidos tomassem conta do Brasil, livres e considerados os campeões da democracia; falhamos ao não termos chegado ao extremo de afogá-los num banho de sangue, como os comunistas gostam de fazer, quando assumem o poder. Mas, não... Hoje não sabemos nem contar aos nossos filhos quem são esses crápulas, esses pulhas, esses bandidos sem escrúpulos que já se apossaram dos nossos corpos e agora querem se apossar das nossas almas. Da descarada ambição pelo poder; da crueldade de que serão capazes, se os deixarmos com as rédeas soltas; o que eles querem é me ver calado; é nos ver calados... Usando de nuanças, sutilezas vazias, cenas “fora do palco...” para iludir os parvos...
Coronel Maciel
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Há um animador comentário do Laguardia em "A gororoba do Senado" sugerindo uma passeata no próximo 7 de setembro. Porém, em setembro do ano passado, a ANDEC (http://andec.blogspot.com/ providenciou uma passeata de protesto em diversas cidades que não aconteceu em São Paulo e, se aconteceu em outros lugares, não fez o menor efeito. A polícia se fez presente e não permitiu. Mas quem não permitiu, mesmo, foi o próprio brasileiro, pois pouquíssimas pessoas apareceram. Eram muitos os 'adeptos', mas quase ninguém se interessou em participar. A adesão foi apenas virtual.
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Por não acreditar na disposição de nosso povo, não acredito nesse tipo de manifestação. A não ser que um enorme grupo se dispusesse a se unir em Brasília, na porta do Congresso e do Palácio do Planalto, em dia 'de trabalho' desses políticos, para INTIMIDAR, deixando bem claro que nossas exigências serão repetidamente cobradas. Do contrário, eles verão nossa manifestação como se fosse brincadeirinha de criança.
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"Os iraniamos nas ruas não parecem gostar do isolamento e rompem a distância com o mundo aravés dos vídeos do YouTube, blogs, e principalmente do Twitter, o site de mensagens curtas, que virou o símbolo da rebelião. O Irã já é um caso de estudo da mídia social e revoltas políticas."
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"Imperceptivelmente as mudanças vão acontecendo, a corrente dos descontentes vai se adensando, até que um fato detona a explosão."
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Os iranianos, um povo reprimido, servem como exemplo.
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Esta é a reportagem de capa da revista Época desta semana. Um artigo de Rafael Pereira que narra o início da revolução islâmica, contra a possível farsa da última eleição em favor de Ahmadinejad, que começou na Internet. ***
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Foto da manifestação no Irã, uma país de gente reprimida que se revoltou com a situação atual .
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Enquanto isso, no Brasil, mais uma passeata gay leva milhares de pessoas à rua em São Paulo.
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Não encontrei o site para facilitar o acesso ao artigo de Rafael Pereira, mas não é necessário ler o texto para saber o poder de um meio de comunicação como este para unir pessoas que tenham disposição para se impor .
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O que nos falta é a consciência de quem somos e vontade. Exigir respeito não é muito, principalmente quando quem nos deve são aqueles que alimentamos e que deveriam trabalhar para nós, se fossem pessoas decentes. Parece que o brasileiro esquece que os políticos são NOSSOS EMPREGADOS, e dependem de nós. Nós os sustentamos, desde o croissant do café da manhã - do breakfast, melhor dizendo, embora eles não saibam exatamente o que é isso - até seus passeios internacionais.***

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A lingua de Luís Inácio traiu seu pensamento ao dizer que "Sarney não pode ser tratado como uma pessoa comum". O erro não se resume ao conhecido comportamento que vulgariza o cargo que ocupa, mas à falta de escrúpulos de um homem que se fez às custas de discursos em que exigia que os trabalhadores fossem tratados de igual para igual pela classe política.
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De acordo com a Constituição, todos são iguais perante a lei. Mas apenas perante a lei, porque a diferença entre as pessoas não se deve à sua condição financeira e muito menos à cor da pele (Machado de Assis que o diga). Há gente séria, decente, que tem orgulho em trabalhar para se manter, que tem capacidade para alcançar seus objetivos com dignidade. Outros são preguiçosos, incapazes, têm caráter duvidoso, há manipuladoes e manipuláveis.
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Para relembrar algumas afirmações de Luís Inácio :
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