Este espaço é desaconselhável a menores de 21 anos,
porque a história de nossos políticos
pode causar deficiência moral irreversível.

É a vida de quengas disfarçadas de homens públicos; oportunistas que se aproveitam de tudo e roubam sem punição. Uma gente miúda com pose de autoridade respeitável, que engana o povo e dele debocha; vende a consciência e o respeito por si próprios em troca de dinheiro sujo. A maioria só não vende o corpo porque este, além de apodrecido, tem mais de trinta anos... não de idade, mas de vida pública.


domingo, 16 de outubro de 2011

Afogamento... no petróleo


FÁBULA DO PAÍS DO ÁLCOOL E DA GASOLINA
- Artigo de Célio Pezza, escrito em 13/10/2011 -

*Célio Pezza é escritor e autor de diversos livros, entre eles: 
As Sete Portas, Ariane, e o seu mais recente A Palavra Perdida.


Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar. Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos. Na época, este país lendário começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos. Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido.

A cada discurso de seu presidente, os aplausos eram tantos que confundiram a capacidade de pensar de seu povo. O tempo foi passando e o mundo colocou algumas barreiras para evitar que o grande produtor invadisse seu mercado. Ao mesmo tempo adotaram uma política de comprar as usinas do lendário país, para serem os donos do negócio. Em 2011, o fabuloso país grande produtor de combustíveis, apesar dos alardes publicitários e dos discursos inflamados de seus governantes, começou a importar álcool e gasolina (Quem é inteligente e competente não fala, FAZ)


Primeiro começou com o álcool, e já importou mais de 400 milhões de litros e deve trazer de fora neste ano um recorde de 1,5 bilhão de litros, segundo o presidente de sua maior empresa do setor, chamada Petrobrás Biocombustíveis. Como o álcool do exterior é inferior, um órgão chamado ANP (Agência Nacional do Petróleo) mudou a especificação do álcool, aumentando de 0,4% para 1,0% a quantidade da água, para permitir a importação. Ao mesmo tempo, este país exporta o álcool de boa qualidade a um preço mais baixo, para honrar contratos firmados.

Como o álcool começou a ser matéria rara, foi mudada a quantidade de álcool adicionada na gasolina, de 25% para 20%, o que fez com que a grande empresa produtora de gasolina deste país precisasse importar gasolina, para não faltar no mercado interno. Da mesma forma, ela exporta gasolina mais barata e compra mais cara, por força de contratos.

A fábula conta ainda que grandes empresas estrangeiras, como a BP (British Petroleum), compraram no último ano, várias grandes usinas produtoras de álcool neste país imaginário, como a Companhia Nacional de Álcool e Açúcar, e já são donas de 25% do setor. A verdade é que hoje, este país exótico exporta o álcool e a gasolina a preços baixos, importa a preços altos um produto inferior, e seu povo paga por estes produtos um dos mais altos preços do mundo. Infelizmente esta fábula é real e o país onde estas coisas irreais acontecem chama-se Brasil.

***

L.I. usou a mentirinha acima para se enaltecer e eleger sua candidata.  Jogou sujo, mais uma vez, pois sabia que, quando suas patifarias começassem a transbordar, seria no governo seguinte, deixando-o sem responsabilidade por tanta porcaria, ao menos diante dos eleitores que acreditaram nele.   Por isso é preciso ser lembrado, sempre, de que ele é o principal causador tanto pela consequencia dos seus  erros que começam a surgir, quanto pelos erros cometidos por sua sucessora, pois ele jurava que a atual presidente seria a melhor coisa para o país.


Não há nada pior do que essa gente mentirosa.


11 comentários:

  1. Jurema,
    Longe de querer fazer tipo ,mas, não suporto mais ver fotos e ler noticias dessa escória.

    Não vejo luz no fim do túnel, até porque se aparecer , pode ser um trem desgovernado atropelando tudo e a todos. Mas, apesar de tudo, continuo na lide.

    Um abraço e um bom domingo.

    AIRTON.

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  2. Jurema Cappellettidomingo, 16 outubro, 2011

    Ferra Mula, também não suporto mais ver as fotos dessa gente. Mas sinto um prazer muito especial em expor montagens ou, principalmente, notícias que os ridicularizem, como é o caso desse artigo. E minha intenção é exatamene essa duante esses anos que ainda faltam para o mentiroso querer voltar.

    Essa é uma praga que nos ameaça e precisa ser desmoralizada enquanto é tempo.

    Um abração, Ju

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  3. Como dizia um determinado politico na década de 80 -"Juntos chegaremos lá" Jurema.

    Esse desgoverno está pior que a inflação na década de 90, o dia começava com o litro de óleo de algodão/amendoim/soja a Cr$1,00 ao meio dia estava a Cr$ 1,80 ao final do dia se fosse possivel encontrar estava a Cr$ 2,50.

    Assim é esse desgoverno uma mentira atrás da outra, escândalos e mais escândalos não importa se no domingo, feriado seja lá o que for, todos os dias, é a inflação da impunidade, e ela nem bem chegou de um "tur", semana que vem vai para a Africa.
    Essas coincidências, não são coincidências, são estratégias por eles praticadas, e pior nada acontece.

    Airton.

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  4. Acho que vai gostar:
    http://ilmosta.blogspot.com/2011/10/annegandonel-petrolio.html

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  5. Minha querida mestiça de negros e italianos, o Nordeste é a Região Mãe do Brasil.
    Graças ao pernambucano Norberto Odebrecht existe a Odebrecht/Braskem, uma das maiores empresas de construção e petroquímica do mundo. Graças ao paraibano Assis Chateaubriand a TV chegou ao Brasil e existe o MASP e diversas empresas. Graças ao pernambucano Mário Schenberg, o físico teórico mais importante do Brasil, os cursos de computação da USP saíram do papel. Graças ao cearense Casimiro Montenegro Filho existe em São Paulo a Embraer, terceira maior fabricante de aviões do mundo. E assim por diante. Sem falar em empresas pernambucanas como Baterias Moura e Queiroz Galvão, que empregam milhares de pessoas no Sul e Sudeste, e empresas fundadas por nordestinos em São Paulo, como o Grupo Votorantim (fundado pelo pernambucano José Ermírio de Moraes); e sem falar em nordestinos como Leopoldo Nachbin, Fernando de Mendonça, entre muitos outros, que tanto contribuíram para o desenvolvimento do Eixo Rio-São Paulo.

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  6. "Júnior" esqueceu O Diario do Nordeste fundato pelo cearense Queiroz, entre outros.

    Mas infelizmente, o Nordeste, onde gosto de morar, viu nascer tal Luiz Inacio Apedeuta da Silva, e graças a ele que o Brasil tem a maior corrupçao do mundo.

    Cada lugar tem a sua ovelha preta.

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  7. Ah! Foi ótimo que você falasse sobre a Odebrecht: "Lula agora trabalha... para a Odebrecht" http://puteiro-nacional.blogspot.com/2011/07/lula-agora-trabalha-para-odebrecht.html

    Mas, não esquece de mandar um email para a presidente Dilma para ensiná-la que o nordeste faz parte do Brasil.

    "A coincidência de 1 bilhão de reais Artigo de Augusto Nunes - Depois de baixar em Brasília para piorar a crise protagonizada por Antonio Palocci, Lula resolveu aproveitar a vida no exterior. Na segunda-feira, fez uma palestra no Panamá para executivos da Odebrecht. Na terça, repetiu o numerito nas Bahamas para convidados do bilionário mexicano Carlos Slim. Na quarta, a bordo de um avião cedido por Slim, apareceu em Cuba para a escala de um dia e meio, com todas as despesas pagas pela Odebrecht. Vistoriou ao lado do ditador Raúl Castro as obras do porto de Mariel, construído pela Odebrecht ao preço de 200 milhões de dólares bancados pelo BNDES, e foi beijar a mão de Fidel escoltado por José Dirceu, Franklin Martins e Paulo Okamoto.

    Na quinta, Lula levou a trinca para engrossar a plateia da palestra, paga pela Odebrecht, que faria na Venezuela. Foi recepcionado em Caracas por Emilio Odebrecht, presidente do Conselho Administrativo da construtora, e Marcelo Odebrecht, diretor-presidente. Não sobrou lugar para a imprensa no local do evento, reservado a empresários, investidores e diplomatas convidados pela Odebrecht.

    Com mais de um ano de atraso, o presidentte Hugo Chávez ordenou, na véspera da chegada de Lula, o pagamento dos R$ 996 milhões que o governo venezuelano devia à Odebrecht, premiada com a construção do metrô de Caracas e da terceira ponte sobre o Rio Orinoco. Quase 1 bilhão de reais, parcialmente financiados pelo BNDES. Os diretores da Odebrecht garantem que foi só uma agradabilíssima coincidência. Em todo caso, no encontro com o amigo Chávez, Lula agradeceu a gentileza. Em seu nome e em nome da Odebrecht."

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  8. Junior, Você esqueceu de comentar justamente o assunto da página> Á FÁBULA DO PAÍS DO ÁLCOOL E DA GASOLINA.

    Foi uma grande barbaridade feita por L.I., não acha?

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  9. Il Mostra,

    Como você consegue dar conta de tantos blogs?
    É de deixar qualquer um impressionado.

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  10. Reescrevendo "Uma fábula a álcool" (*)

    Por: Jesus Divino Barbosa de Souza(**)

    Pior que informação errada é informação distorcida e tendenciosa).(***)

    "Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar.

    Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos."

    "Na época, este país lendário " (outra lenda dizia que ele era o pais do futuro) "começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos " (que hoje estão numa quebradeira danada).

    "Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo" (mas nada se compara com o espanto dos liberalóides tupiniquins com o que estava por vir) "quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido."

    Neste pais onde uma a parcela do povo que só trabalhava e não consumia, consumir era um privilégio de apenas uma parte deste povo, uma pequena classe média e a sua elite, e a maior parte de tudo que se produzia era para exportação.

    No pais onde apenas se produzia para exportação, e seu mercado interno era reduzidíssimo, agora tem mercado interno, pois uma parcela significativa do povo que só trabalhava e não consumia, agora que tem emprego e salário, e pode consumir.

    Consequentemente, ao aumentar o mercado interno a demanda por alguns produtos aumentaram e o governo deste pais, para suprir o mercado interno, teve que importar alguns produtos que ele tinha com sobra e exportava, pois afinal era principalmente para isto que se produzia.

    Hoje, "por força de contratos", este pais que tem a tradição de cumprir os seus contratos, pois também precisa que os outros cumpram os compromissos com ele, respeitando um velho brocardo latino, o Pacta sunt servanda, que significa "os pactos devem ser respeitados" ou mesmo "os acordos devem ser cumpridos", está acontecendo algo inusitado, pois para cumprir contratos ele tem que entregar álcool e gasolina vendidos quando o preço "de mercado" eram menores.

    E para atender a demanda interna que cresceu, quando muitos acreditavam ser impossível, agora tem que importar tais produtos e os preços de mercado agora são muito maiores.

    Porém, os mesmos liberalóides que sempre defenderam a privatização "ampla, geral e irrestrita", de preferência para os EUA, mas especialmente da "Petrobrax", agora estão todos cheios de "nhem-nhem-nhem" por conta do capital estrangeiro ter aumentado a sua participação no mercado de produção de álcool, que agora é etenol (ê ta nois!), que sempre foi privado. É bom lembrar que no ramo de petróleo eles não vê nenhum problema na participação extrangeira.

    E o fato deste pais, onde tudo era feito seguindo à risca o catecismo do novo liberalismo (mais conhecido por neoliberalismo, ou seja, um liberalismo roto e fedido que depois de remendado e perfumado muitos acreditam que é novo e cheiroso), agora fazer só um pouquinho diferente do que diz o dogmático catecismo, onde, existem muitos fieis, xiitas e fundamentalista, desta religião, o novo liberalismo, aparecem cada fábula fabulosa (a redundância é proposital), como essa que acabei de receber, que mais parece coisa de gente embriagada, também, com álcool.

    (*) Ver, abaixo, o artigo que motivou este post.

    (**) Jesus Divino Barbosa de Souza é blogueiro (http://jesusprev.zip.net e http://www.observatoriosocial.org.br/conex2/?q=blog/2913) e não suporta estas coisas idiotas, preconceituosas, despeitadas, distorcidas e tendenciosas, que "roda" pela internet.

    (***)Baseado em: "Pior que não dar informação é dar informação errada" de José Máximo Ramos.

    Continua em: http://www.observatoriosocial.org.br/conex2/?q=node/4849

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  11. Reescrevendo "Uma fábula a álcool" (*)

    Por: Jesus Divino Barbosa de Souza(**)

    Pior que informação errada é informação distorcida e tendenciosa).(***)

    "Era uma vez, um país que disse ter conquistado a independência energética com o uso do álcool feito a partir da cana de açúcar.

    Seu presidente falou ao mundo todo sobre a sua conquista e foi muito aplaudido por todos."

    "Na época, este país lendário " (outra lenda dizia que ele era o pais do futuro) "começou a exportar álcool até para outros países mais desenvolvidos " (que hoje estão numa quebradeira danada).

    "Alguns anos se passaram e este mesmo país assombrou novamente o mundo" (mas nada se compara com o espanto dos liberalóides tupiniquins com o que estava por vir) "quando anunciou que tinha tanto petróleo que seria um dos maiores produtores do mundo e seu futuro como exportador estava garantido."

    Neste pais onde uma a parcela do povo que só trabalhava e não consumia, consumir era um privilégio de apenas uma parte deste povo, uma pequena classe média e a sua elite, e a maior parte de tudo que se produzia era para exportação.

    No pais onde apenas se produzia para exportação, e seu mercado interno era reduzidíssimo, agora tem mercado interno, pois uma parcela significativa do povo que só trabalhava e não consumia, agora que tem emprego e salário, e pode consumir.

    Consequentemente, ao aumentar o mercado interno a demanda por alguns produtos aumentaram e o governo deste pais, para suprir o mercado interno, teve que importar alguns produtos que ele tinha com sobra e exportava, pois afinal era principalmente para isto que se produzia.

    Hoje, "por força de contratos", este pais que tem a tradição de cumprir os seus contratos, pois também precisa que os outros cumpram os compromissos com ele, respeitando um velho brocardo latino, o Pacta sunt servanda, que significa "os pactos devem ser respeitados" ou mesmo "os acordos devem ser cumpridos", está acontecendo algo inusitado, pois para cumprir contratos ele tem que entregar álcool e gasolina vendidos quando o preço "de mercado" eram menores.

    E para atender a demanda interna que cresceu, quando muitos acreditavam ser impossível, agora tem que importar tais produtos e os preços de mercado agora são muito maiores.

    Porém, os mesmos liberalóides que sempre defenderam a privatização "ampla, geral e irrestrita", de preferência para os EUA, mas especialmente da "Petrobrax", agora estão todos cheios de "nhem-nhem-nhem" por conta do capital estrangeiro ter aumentado a sua participação no mercado de produção de álcool, que agora é etenol (ê ta nois!), que sempre foi privado. É bom lembrar que no ramo de petróleo eles não vê nenhum problema na participação extrangeira.

    E o fato deste pais, onde tudo era feito seguindo à risca o catecismo do novo liberalismo (mais conhecido por neoliberalismo, ou seja, um liberalismo roto e fedido que depois de remendado e perfumado muitos acreditam que é novo e cheiroso), agora fazer só um pouquinho diferente do que diz o dogmático catecismo, onde, existem muitos fieis, xiitas e fundamentalista, desta religião, o novo liberalismo, aparecem cada fábula fabulosa (a redundância é proposital), como essa que acabei de receber, que mais parece coisa de gente embriagada, também, com álcool.

    (*) Ver, abaixo, o artigo que motivou este post.

    (**) Jesus Divino Barbosa de Souza é blogueiro (http://jesusprev.zip.net e http://www.observatoriosocial.org.br/conex2/?q=blog/2913) e não suporta estas coisas idiotas, preconceituosas, despeitadas, distorcidas e tendenciosas, que "roda" pela internet.

    (***)Baseado em: "Pior que não dar informação é dar informação errada" de José Máximo Ramos.

    Continua em: http://www.observatoriosocial.org.br/conex2/?q=node/4849

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